BOAS VINDAS

Seja bem vindo! Espero que aqui encontre alento, beleza, amor e paz! E que possa espalhar isto para o mundo, que vive tão sedento de tudo isto.



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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

COLHEITA



Tudo que é semeado com amor pode prosperar, quando depositamos em nossas ações a bondade, a paciência, a tolerância e a compreensão mais adiante colheremos a paz e o amor. Mas quando semeamos a discórdia , a maledicência, a raiva e a mágoa com certeza colheremos amargura e desilusão. Devemos estar atentos ao que estamos plantando para mais adiante não cobrarmos do Alto algo que não somos merecedores de receber.
Façamos uma semeadura onde nossa colheita possa ser farta de bons sentimentos e acontecimentos em nossa jornada.

REFLEXÃO DE HOJE


Se não temos experiência direta com nós mesmos, ainda podemos esperar que a outra pessoa mude. Mas essa expectativa é irrealista porque não estamos fazendo nada para ajudar essa pessoa a se transformar. Pelo contrário, nós sobrecarregamos essa pessoa adicionalmente por causa do nosso discurso áspero ou comportamento impaciente. 

O insight do Interser recorda-nos que cada um de nós contem o cosmos inteiro, e o cosmos dentro de cada um de nós não é absolutamente separado daquele de qualquer outro. Se queremos mudar, em primeiro lugar precisamos direcionar essa energia para dentro. Devemos ter uma dimensão espiritual em nossas vidas com práticas diárias concretas para nos ajudar a cultivar compreensão e amor em nós mesmos, para que possamos verdadeiramente viver em harmonia com a nossa família e comunidade e apoiá-los em seus empreendimentos. 

Sister Dang Nghiem

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

“REGIÕES UMBRALINAS”


Realmente, existem regiões espirituais próximas à Crosta cuja paisagem é desoladora, regiões onde prevalece a sombra , como projeção mental do remorsos dos irmãos desencarnados que habitam transitoriamente... São regiões de penumbra, onde prevalece o sofrimento e onde  os espíritos libertos do corpo vagueiam , á procura de si mesmos... . Regiões inóspitas, arenosas por vezes, pantanosas outras tantas, onde os companheiros desencarnados expiam as suas faltas entre lamentações e recriminações que não cessam...

Homens e mulheres que deixaram o corpo, desnorteados, praticaram crimes, fizeram sofrei, foram injustos, espezinharam, comprometeram a felicidade do semelhante... Homens e mulheres fora do corpo que se recusam a subir, porque o arrependimento lhes pesa de maneira excessiva e os prende à retaguarda, como se ansiassem por voltar atrás para reparar os males praticados...
Espíritos que se tornam prisioneiros de mentes poderosas porém desprovidas de qualquer impulso generoso...Espíritos intelectualizados que caíram sucessivas vezes por suas artimanhas inconfessáveis e que lutam nas paragens espirituais para se manterem como estão; fogem à reencarnação, não desejam esclarecimento, porquanto o esclarecimento os colocaria diante de si mesmos para indispensável reparação; inutilmente lutam contra os Desígnios Superiores e permanecem em situação estacionária por longo tempo.
Muitos desses irmãos, aos quais nos referimos, se arrastam nas regiões de sofrimento que interpenetram a Terra, não claro, por dezenas de anos, ocultam-se na noite ou fogem à claridade solar, não conseguindo fitar nada que lhes lembre uma réstia de luz; não ousam pronunciar o nome de Deus, balbuciam palavras de desespero entrecortadas de blasfêmias e gritos de revolta, erguem os punhos, socando o ar, como se estivessem desafiando a Divindade, cospem para o alto, como se ansiassem, de novo, por cuspir na face imaculada do Senhor, qual outrora os homens fizeram antes de sentenciá-Lo à morte ignominiosa na cruz. São regiões extensas, nebulosas, regiões e muitos relâmpagos e trovoes mas nenhuma chuva, solo estéril por vezes, charcos habituados por aves de rapina e outros espíritos, praticamente sepultados vivos em lama até o pescoço, como se estivessem se debatendo numa luta infindável, para não serem tragados de vez...
Evidentemente, a região espiritual que descrevemos não é uma criação de Deus, que apenas criou o belo, de Deus, que tão somente disse;” Faça-se a luz, e a luz se fez....”Essas regiões purgatoriais, que começam aqui mesmo , nas vizinhanças do solo terrestre, são criadas pelas mentes enfermiças no corpo e, principalmente, fora do corpo, que se agrupam por afinidade, que naturalmente as atrai pelo remorso, pela revolta, pela cólera, pelos sentimentos subalternos e paixões exacerbadas.
Não acreditamos, todavia, que esses nossos irmãos estejam assim relegados à própria sorte. Grupos missionários, falanges iluminadas periodicamente descem às entranhas das obscuras dimensões espirituais, resgatando espíritos perturbados, assim como habitualmente os nossos companheiros visitam as favelas, os bairros da periferia, os casebres nos morros, aqueles que habitam palhoças ou verdadeiras ruínas; os devotados Benfeitores da Vida Maior organizam excursões socorristas e adentram as trevas com o Evangelho nas mãos, à semelhança de sublime archote desfazendo a escuridão...
Oremos por todos eles e por todos nós, que, quase sempre, na intimidade de nós mesmos, nos situamos, ainda mourejando no corpo de carne, em regiões espirituais idênticas, pela invigilância, pelo sentimento de orgulho e de ambição, pelos desequilíbrios que albergamos, pelas nossas aflições e pensamentos contra os nossos irmãos em Humanidade
Livro : Falando a Mediunidade
Carlos A. Baccelli-Odilon Fernandes

Fonte: Blog Alvorada do Reino

A PACIÊNCIA NOS ELEVA


Paciência para consigo e para com o próximo, eis a tarefa difícil, mas não impossível e tão importante para nós.

Diariamente somos convidados a fazermos nossa reforma íntima para corrigir nossos defeitos, a fim de sermos melhores e a paciência é um exercício diário em todos os momentos.
Quando falta a paciência nos falta tudo,  inclusive nosso equilíbrio emocional, porque desperdiçamos energias demais pela falta da paciência gerando em nós a raiva, angústia e muitos outros sentimentos menores que nos fazem muito mal. Nos transformamos em criaturas imediatistas e chatas porque queremos tudo ao nosso tempo e não ao tempo do outro.
Lembremos que todos nós estamos nessa grande escola e exercitar virtudes é a nossa meta porque só assim podemos nos livrar dos vícios que carregamos ao longo de nossa existência.
Pensemos Nisso!

do site Gotas de Paz

PENSAMENTO DE HOJE


Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres humanos são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas para satisfazê-los. Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro. 

Dalai Lama

terça-feira, 10 de outubro de 2017

“AS ANTIPATIAS FAMILIARES NA VISÃO ESPÍRITA. PORQUE NÃO GOSTAMOS DE ALGUMAS PESSOAS DA NOSSA FAMÍLIA? ”


É muito comum ouvirmos pessoas questionando acerca do por que reencarnamos com pessoas da família pelas quais alimentamos profunda e inexplicável antipatia. Perfeita explicação nos traz o Evangelho Segundo o Espiritismo, em seu capítulo XIV, item 8, denominado “A parentela corporal e a parentela espiritual”: “Os laços de sangue não criam necessariamente laços entre os Espíritos. O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito, porque o Espírito existia antes da formação do corpo; não é o pai que cria o Espírito de seu filho; nada mais faz que lhe fornecer um invólucro corporal, mas deve ajuda-lo em seu desenvolvimento intelectual e moral, para fazê-lo progredir.
Os Espíritos que se encarnam numa mesma família, especialmente entre parentes próximos, na maioria das vezes são Espíritos simpáticos, unidos por relações anteriores que se expressam por sua afeição durante a vida terrena; mas pode acontecer também que esses Espíritos sejam completamente estranhos uns aos outros, divididos por antipatias igualmente anteriores, que se traduzem do mesmo modo por seu antagonismo na terra para lhes servir de provação. Os verdadeiros laços de família não são, portanto, aqueles da consanguinidade, mas aqueles da simpatia e da comunhão de ideias que unem os Espíritos antes, durante e depois de sua encarnação. Disso se segue que dois seres nascidos de pais diferentes podem ser mais irmãos pelo Espírito do que se o fossem pelo sangue; podem atrair-se, buscar-se, sentir prazer quando estão juntos, ao passo que dois irmãos consanguíneos podem repelir-se, como se pode ver todos os dias: problema moral que só o espiritismo podia resolver pela pluralidade das existências (cap. IV, nº 13).
Há, portanto, duas espécies de famílias: as famílias pelos laços espirituais e as família pelos laços corporais. As primeiras, duradouras, se fortalecem pela depuração e se perpetuam no mundo dos Espíritos através das diversas migrações da alma; as segundas, frágeis como a matéria, se extinguem com o tempo e muitas vezes se dissolvem moralmente já na vida presente. Foi o que Jesus quis tornar compreensível, ao dizer a seus discípulos: Aqui estão minha mãe e meus irmãos, isto é, minha família pelos laços do Espírito, pois, todo aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus é meu irmão, minha irmã e minha mãe.
A hostilidade de seus irmãos está claramente expressa no relato de São Marcos, porque, diz ele, eles se propunham arrebata-lo, sob o pretexto de que havia perdido o espírito. Informado da chegada deles, conhecendo sua opinião a respeito dele, era natural que dissesse, referindo-se a seus discípulos, do ponto de vista espiritual: ‘Aqui estão meus verdadeiros irmãos’. Sua mãe estava com eles, assim mesmo ele generaliza o ensinamento, o que de modo algum implica que tenha pretendido declarar que sua mãe segundo o corpo nada era para ele como Espírito e que só tivesse para ela indiferença; sua conduta, em outras circunstancias, provou de modo suficiente o contrário”.
Podemos entender, pelo referido item, que os laços de sangue não criam laços entre os espíritos. Comumente, as famílias são compostas por espíritos simpáticos entre si, que se conhecem de vidas pretéritas; mas, pode acontecer de alguns espíritos dentro da família, ser-nos antipáticos, completos estranhos e advindos também de antipatias anteriores, o que serve como provação.
E em relação a essas provas, o Livro dos Espíritos, na questão 258 pergunta: “Quando no estado errante e antes de se reencarnar, o Espírito tem a consciência e a previsão das coisas que lhe sucederão durante a vida?”, ao que se aprende que “Ele próprio escolhe o gênero de provas que quer suportar e é nisso que consiste o seu livre-arbítrio”.
Sendo assim, fica explícito que grande parte daquilo que vivenciamos foi sim escolhido por nós, e nisso se inclui as pessoas que convivem diretamente conosco. O que acontece ao longo do caminho, vem do nosso livre-arbítrio. Se tivermos sempre em mente a transitoriedade da vida, com certeza as provas serão menos árduas, e conseguiremos vencer pelo menos uma parte delas. Lembrar-se sempre que a família verdadeira é aquela do espírito, que tenhamos a resignação diante daqueles que nos são menos queridos. Nesse sentido, explica ainda o Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo IV, item 18: “Os laços de família não são destruídos pela reencarnação, como pensam certas pessoas; ao contrário, são fortalecidos e estreitados: é o princípio oposto que os destrói.
Os Espíritos formam no espaço grupos ou famílias unidos pela afeição, pela simpatia e pela semelhança das inclinações; esses Espíritos, felizes por estarem juntos, se procuram mutuamente; a encarnação os separa apenas momentaneamente, pois, após seu retorno à vida errante, se reúnem como amigos que voltam de uma viagem. Muitas vezes até, uns seguem a outros na encarnação, onde estão reunidos numa mesma família ou num mesmo círculo, trabalhando juntos para se aperfeiçoamento mútuo. Se uns encarnam e outros não, nem por isso deixam de estar unidos pelo pensamento; aqueles que são livres velam por aqueles que estão em cativeiro; os mais adiantados procuram fazer progredir os retardatários. Depois de cada existência, deram um passo no caminho da perfeição; sempre menos presos à matéria, sua afeição é mais viva porquanto é mais depurada, não é mais perturbada pelo egoísmo nem pelas nuvens das paixões. Podem, portanto, percorrer assim um número ilimitado de existências corporais sem que sua afeição mútua seja atingida por nenhum baque.
Está claro que aqui se trata de afeição real, de alma, a única que sobrevive à destruição do corpo, pois os seres que neste mundo se unem somente pelos sentidos não têm nenhum motivo para se procurarem no mundo dos Espíritos. Somente as afeições espirituais são duradouras; as afeições carnais se extinguem com a causa que as fez surgir; ora, essa causa não existe mais no mundo dos Espíritos, enquanto a alma existe sempre. Quanto às pessoas unidas pelo único móvel do interesse, não são realmente nada uma para a outra: a morte as separa na terra e no céu”.
Lembremo-nos que o amor é sempre a resposta, não importa a pergunta! Sendo assim, vivamos conforme as palavras do Espírito Thereza de Brito nos ensina: “Ansiando por crescer, na convivência com os ideais enobrecidos dos Espíritos Luzeiros, aprenda a dialogar para solucionar problemas, conversando equilibradamente, para o bem geral; faça o possível para não cobrar afeição dos amores ou reclamar consideração que, talvez, você ainda não tenha feito, nem esteja fazendo nada por merecer. dedique-se a agradecer as coisas mínimas com que seja beneficiado em casa, e a ser gentil com os entes queridos e com os auxiliares domésticos, presenteando-os com a sua alegria natural, com a sua fraternidade, sem a hipocrisia que envenena a linfa da vida. Se é correto que no ambiente do lar você tem o território livre para que se mostre como é, para desenvolver-se, não se pode olvidar, entretanto, que não cabe aos outros suportar seus impulsos negativos ou sua desastrosa invigilância, por fazerem parte de sua equipe doméstica”.
Seja feliz ao invés de ter razão. Ame, muito e sempre.


Fonte: Blog Letra Espírita.

MENSAGEM DO DIA


Reprimir um dado processo só bloqueia suas manifestações superficiais, mas não resolve a causa de suas manifestações. Reprimir os sintomas de uma doença não significa curá-la.

Paulo e Lauro Raful

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