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sexta-feira, 20 de abril de 2018

“PORQUE UNS FUMAM E TEM CÂNCER E OUTROS NÃO?”


Muita gente questiona dados científicos que ressaltam a importância de se manter uma dieta equilibrada e saudável. Dizem alguns:
- Meu avô, morreu com 85 anos de idade, forte como um touro, pitando cigarrinho de palha e comendo carne que era conservada na banha de porco.
Outros usam exemplos de pessoas que passam a vida inteira fumando ou bebendo e não sofrem absolutamente nada.
No consultório médico é comum acompanharmos pacientes com diabetes que se mantém absolutamente descontrolados e não apresentam complicações, enquanto outros que fazem exercícios, seguem a orientação nutricional e cuidam bastante do diabetes, apresentam complicações decorrentes do diabetes. Como explicar essa aparente discrepância?
Do ponto de vista estritamente materialista, a resposta seria uma só. Genética! Mas aqui abordamos o lado espiritual. Então vejamos.
Evidentemente que o nosso corpo físico obedece ao comando dos nossos DNAs, mas a verdade é que o corpo espiritual imprime no nosso código genético as nossas necessidades evolutivas, ou seja, a energia que emana do nosso corpo astral, ou perispírito, aciona ou inibe determinados genes, de acordo com nossa programação encarnatória. É por isso que vemos pessoas que carregam genes para determinadas doenças, nunca manifestarem as mesmas. É também devido a isso que gêmeos idênticos apresentam tantas diferenças de comportamento, assim como de doenças desenvolvidas ao longo da caminhada.
Não nos enganemos, tudo obedece a uma ordem maior, a uma lei de amor que faz com que cada um colha de acordo com a sua necessidade de evoluir, tendo como base seus atos pretéritos. Não há castigo, nem privilegiados. Há necessidades.
Então, porque uns fumam e adoecem e outros não?
1) A lesão no corpo astral - Se a matriz energética, o modelo que organiza nossa estrutura física, chamado perispírito já possuir danos relacionados ao vício, provenientes de vidas passadas, com certeza o ato de se entregar ao vício novamente nessa encarnação produzirá as lesões muito mais rapidamente. Essas lesões no corpo astral, provocam em nós as chamadas tendências a determinadas doenças. De acordo com nossos atos no presente, desencadeamos mecanismos energéticos de cura, ou de vazão para a doença, pois em muitos casos a enfermidade é uma drenagem de energia pesada do corpo astral para o físico, o que Ramatís chama de “verter para a carne.”
2) A intensidade da exposição – Aliada ao fator citado acima, quanto maior o tempo de exposição à substância, mais facilmente desenvolverá a doença.
3) A energia do pensamento – Todo cigarro é nocivo! A pessoa que fuma, mas consegue manter um bom padrão mental de pensamentos, com orações e principalmente ações de ajuda ao próximo, consegue de certa forma amenizar esse efeito. Evidentemente que deixa escapar oportunidade ímpar de melhorar sua energia vital, pois médiuns videntes observam que a energia do duplo etérico de fumantes possui a coloração acinzentada e apresenta aspecto viscoso. Agora se a pessoa fuma e mantém uma casa mental desequilibrada, a sua própria energia contribui para a aceleração do processo de dano do corpo físico, além de se tornar vítima de obsessores mais facilmente.
4) A prevenção – Toda medicina holística deve ser baseada na prevenção. Enquanto corpos de carne, somos sujeitos a hereditariedade, apesar do controle exercido pelo perispírito. Dessa forma é sempre bom evitarmos fatores desencadeantes de doenças comuns na nossa família, como por exemplo ficar obeso e ter hipertensão e diabetes. Se na minha família há vários casos dessas doenças, como não olhar pra isso?
Da mesma forma, a prevenção psíquica, mantendo bons hábitos de vida, com a tentativa lúcida e serena de se reformar. Com isso alijaremos do nosso perispírito energias densas acumuladas no decorrer das vivências passadas, evitando adoecer pela prática do amor, da caridade e pela aquisição de conhecimento.
Antes de contar vantagem em fumar, ou beber e não ter desenvolvido nenhuma doença, é bom pensar que essas energias doentes estão sendo armazenadas no seu corpo astral, comprometendo sua saúde na dimensão verdadeira, real de vida. Pensemos nisso!
Muita paz e luz a todos!

Sérgio Vencio –Fonte: Blog- Medicina e Espiritualidade

AJUDAR SEMPRE


Onde e com quem você estiver, estará sempre contando com a proteção de Deus. Jamais Deus faz qualquer tipo de discriminação ante os seus criados. Cada um é protegido por Deus, pelo seu merecimento e por tudo que procurou fazer ao próximo. Faze o bem, pois isto conta muito a seu favor diante da grandeza de Deus. Todos os seus irmãos precisam muito do seu carinho e da sua orientação, e porque julgues não estar em condições de ajudar, tenha certeza que está apto a fazer muito mais do que imagina poder e não subestime sua capacidade. Amar e ajudar sempre, tal é a lei. Sede humilde pois Jesus também está contigo, e seguindo seus passos poderá chegar ao Pai Celestial

do site Gotas de Paz

MENSAGEM DO DIA

A nossa verdadeira natureza é Libertação, mas nós imaginamos que estamos presos e fazemos um grande esforço para nos libertar, apesar de sermos sempre livres. Mas isso só é compreendido quando nós chegamos àquele estado. Então, nós ficaremos surpresos ao descobrir que estávamos lutando freneticamente para atingir algo que nós sempre fomos e somos.

Ramana Maharshi

terça-feira, 17 de abril de 2018

COMO O ESPIRITISMO ENCARA OS TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS?


O assunto não foi, evidentemente, tratado por Kardec, mas o Dr. Jorge Andréa, no seu livro Psicologia Espírita, págs. 42 e 43, examinando o tema, assevera que não há nenhuma dúvida de que, nas condições atuais da vida em que nos encontramos, os transplantes devem ser utilizados.
“A conquista da ciência é força cósmica positiva que não deve ser relegada a posição secundária por pieguismos religiosos. Por isso, chegará o dia em que poderemos avaliar até que ponto as influências espirituais se encontram nesses mecanismos, a fim de que as intervenções sejam coroadas de êxito e pleno ntendimento”.
Perguntaram a Chico Xavier se os Espíritos consideram os transplantes de órgãos prática contrária às leis naturais.
Chico respondeu: “Não. Eles dizem que assim como nós aproveitamos uma peça de roupa que não tem utilidade para determinado amigo, e esse amigo, considerando a nossa penúria material, nos cede essa peça de roupa, é muito natural, aos nos desvencilharmos do corpo físico, venhamos a doar os órgãos prestantes a companheiros necessitados deles, que possam utilizá-los com segurança e proveito”.
Todos podemos doar nossos órgãos ou há casos em que isso não se recomenda?
É claro que todos podemos.
A extração de um órgão não produz reflexos traumatizantes no perispírito do doador.
O que lesa o perispírito, que é nosso corpo espiritual, são as atitudes incorretas perpetradas pelo indivíduo, e não o que é feito a ele ou ao seu corpo por outras pessoas.
Além disso, o doador desencarnado é, muitas vezes, beneficiado pelas preces e pelas vibrações de gratidão e carinho por parte do receptor e de sua família.
A integridade, pois, do perispírito está intimamente relacionada com a vida que levamos e não com o tipo de morte que sofremos ou com a destinação de nossos despojos.
Há casos, no entanto, que a doação ou a extração de órgãos não se recomenda.
No dia 6 de fevereiro de 1996, atendemos um Espírito em sofrimento, que recebera o coração de um jovem morto num acidente, o qual, sem haver compreendido que desencarnara, o atormentava no plano espiritual, reclamando o coração de volta.
Curiosamente, o Espírito que recebera o órgão sabia estar desencarnado e lembrava até haver doado as córneas a outra pessoa.
Indagaram a Chico Xavier: “Chico, você acha que o espírita deve doar as suas córneas? Não haveria nesse caso repercussões para o lado do perispírito, uma vez que elas devem ser retiradas momentos após a desencarnação do indivíduo?”.
Respondeu o bondoso médium mineiro (“Folha Espírita”, nov/82, apud “Chico, de Francisco”, pág. 84):
“Sempre que a pessoa cultive desinteresse absoluto em tudo aquilo que ela cede para alguém, sem perguntar ao beneficiado o que fez da dádiva recebida, sem desejar qualquer remuneração, nem mesmo aquela que a pessoa humana habitualmente espera com o nome de compreensão, sem aguardar gratidão alguma, isto é, se a pessoa chegou a um ponto de evolução em que a noção de posse não mais a preocupa, esta criatura está em condições de dar, porque não vai afetar o perispírito em coisa alguma.
No caso contrário, se a pessoa se sente prejudicada por isso ou por aquilo no curso da vida, ou tenha receio de perder utilidades que julga pertencer-lhe, esta criatura traz a mente vinculada ao apego a determinadas vantagens da existência e com certeza, após a morte do corpo, se inclinará para reclamações descabidas, gerando perturbação em seu próprio campo íntimo. Se a pessoa tiver qualquer apego à posse, inclusive dos objetos, das propriedades, dos afetos, ela não deve dar, porque ela se perturbará”.
Anos depois dessa resposta, registrou-se o caso Wladimir, o jovem suicida que foi aliviado em seus sofrimentos post-mortem graças às preces decorrentes da doação de córneas por ele feita, mostrando que, mesmo em mortes traumáticas como essa, a caridade da doação, quando praticada pelo próprio desencarnante, é largamente compensada pelas leis de Deus.


(O caso Wladimir é narrado no livro “Quem tem medo da morte?”, de Richard Simonetti.)
Do site “O Consolador” - Estudos Espíritas
Fonte: ESPIRIT BOOK

PENSAMENTO DE HOJE

Nós não podemos ver fora o que nós não somos dentro.

Swami Vivekananda

domingo, 15 de abril de 2018

ORAÇÃO DOS APÓSTOLOS



Sagrado Princípio, Deus ou Pai Onipresente, Onisciente e Onipotente. Sendo filho Teu, depositário de Tuas Virtudes Divinas, para desabrochá-las e tornar-me uno total, devo conhecer e viver Teus Ensinos e Tuas Graças.
Dá-me forças, Pai Divino, a fim de que não fraqueje diante das dificuldades da vida, nem me torne orgulhoso, petulante ou arrogante, quando as passageiras fortunas do Mundo me estiverem bafejando.
Jesus, que viveste a Função de Cristo Modelar e Modelador, Exemplo de Comportamento e Derramador do Espírito de Dons e Sinais sobre toda a carne, de Ti aguardo a presença exemplificadora, custe o que custar, para que jamais permita eu, venha a VERDADE a se inclinar diante de quaisquer simulacros, sob pretextos quaisquer.
Ajuda-me, Divino Modelo, para que Teu Exemplo seja o Evangelho de minha vida, e eu jamais me constitua pedra-de-tropeço no Caminho da Verdade.
Santos Anjos ou Espíritos Mensageiros. Assim como estivestes subindo e descendo sobre o Verbo Modelar e Modelador, produzindo aqueles grandiosos sinais e prodígios, aquelas maravilhosas curas, assim espero a vossa presença e o vosso auxílio, não segundo minha vontade, porém como seja por Deus designado, pois reconheço minhas relatividades, minhas falhas perante Sua Divina Justiça.
Em qualquer circunstância, mereça mais, menos ou nada, agradeço vossa presença e inspiração, a fim de que eu trilhe o Caminho da Verdade, do Amor e da Virtude, que é a Essência do Evangelho, o caminho da autodivinização, a gloriosa União Divina.

Autor desconhecido

“FAMÍLIA: ESTAVA TUDO COMBINADO ANTES DA REENCARNAÇÃO?




Planejamento familiar: aqui na Terra muito se fala em torno desse tema, ressaltando a sua importância. O que muitos ignoram, no entanto, é que antes mesmo de um casal reencarnar, há Guias Espirituais encarregados de levá-lo a conhecer os futuros filhos e que, juntos, traçam planos e metas que todos deverão se esforçar por alcançar, com vistas à evolução espiritual de cada um. Isso é o que nos assegura a Doutrina Espírita.
A mentora Joanna de Ângelis, em sua obra Constelação Familiar, lembrando tal fato, explica que ele se deve a deveres inadiáveis dos futuros pais. “Consultados os mapas das responsabilidades pessoais, são-lhes apresentados pelos Guias Espirituais aqueles que deverão constituir lhes a prole e lhes proporão a pauta para o processo de crescimento espiritual, no qual todos deverão atingir as metas que perseguem”. Programas e projetos; pautas e metas. Responsabilidades pessoais. As expressões são bem claras e não deixam dúvidas de que os espíritos que, em cada nova encarnação, vêm ao plano terreno para viverem em uma determinada família, o fazem obedecendo a uma orquestração que se iniciou muito antes do próprio nascimento de todos eles, sob a chancela de um Guia Espiritual.
Somente naqueles casos em que, por total irresponsabilidade, há uma gravidez indesejada, é que tal planejamento não existe. São, em geral, situações em que predominam o sexo desregrado, ligado apenas ao mundo das sensações, sem nenhum comprometimento com filhos que possam advir de relações fortuitas. Mas, mesmo assim, como não existe acaso, pelas leis que regem o Universo sempre haverá a sintonia vibratória que fará reunir na mesma faixa de pensamento espíritos afins, ensejando, assim, que se atenda às necessidades de evolução dos envolvidos.
Se há um ordenamento prévio na constituição da família, conduzido por mãos de Protetores Espirituais, era de se esperar que os pais honrassem os compromissos assumidos e, ao final de cada jornada, pudessem sair vitoriosos, tanto em relação a si próprios quanto a seus filhos.
No entanto, sabemos que muitos são os fatores que impedem que assim seja. Imaturidade dos genitores; fraqueza moral que os faz desistir da vida em comum ante obstáculos perfeitamente contornáveis; dificuldades em resistir aos apelos do prazer e dos vícios, são alguns deles. A esta lista podemos acrescentar a figura de pais que transferem para os filhos suas frustrações, neles projetando ambições não desejadas, sonhos não sonhados, tornando-os, por vezes, fracassados e infelizes. Ou de mães vaidosas que adornam seus filhos de maneira exagerada, exibindo-os como troféus, sem se preocuparem em tornarem formosos seus espíritos.
Se do ponto de vista dos pais há esses e outros fatores que dificultam o cumprimento dos projetos traçados no além, também por parte dos filhos encontramos explicações para o insucesso na conquista dos alvos idealizados.
Apesar das metas traçadas, visando aos processos de reparação ou aprendizagem de todos os envolvidos, não podemos nos esquecer de que somos todos espíritos dotados de livre-arbítrio. Muitas vezes, diante da realidade e de situações amargas que a vida impõe ao espírito, ele recua e busca se afastar do seu núcleo familiar, rompendo as relações estabelecidas. Sente que não se acha, ainda, preparado. É possível que nessas situações, especialmente quando há resgates sérios envolvendo figuras parentais ou com os irmãos, os sentimentos de rejeição e animosidade afloram do inconsciente, tornando a convivência muito difícil.
Guardando, porém, a certeza de que todas as circunstâncias que nos envolvem fazem parte do esquema que aceitamos para o nosso progresso, fica mais fácil suplantar as barreiras que, em dado momento, nos parecem intransponíveis. Esse conhecimento poderá nos ajudar a olhar com mais indulgência e boa vontade para essa ou aquela pessoa da família que nos afigura insuportável, pensando que renascemos para superar as guerras íntimas do passado. E a família, neste particular, tem verdadeira função terapêutica.
Santo Agostinho, no livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, ao abordar o tema dos desajustes familiares, especialmente os que se dão em torno das relações pais e filhos, aconselha que o melhor caminho é pensar que, em vidas passadas, um dos dois errou muito. Se nessa díade, somos aqueles que já viveram mais e acumularam mais experiência, talvez seja mais razoável que assumamos a autoria dos erros, ao invés de imputá-la a nossos filhos.
Podemos ser felizes vivendo junto aos nossos familiares. A família é bênção que o Pai nos oferece, em cada nova encarnação, para que aprendamos a nos amar verdadeiramente. Tudo depende de nós.


Bibliografia:
Joanna de Ângelis. Constelação familiar. Psicografado por Divaldo Franco – Editora Leal, 2018.

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