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sábado, 21 de julho de 2018

“PORQUE UM SUICIDA NÃO RECEBE AJUDA ESPIRITUAL ANTES DO SUICÍDIO?”


Vocês que estão lendo essas palavras neste momento, se você é influenciado por algum sentimento depressivo e, portanto, pensando em um impulso autodestrutivo, não faça isso.
Sentindo-se exausto e pensando que você está cansado da vida e está buscando alívio ao sair da vida material, tente ler este breve texto até o final por alguns minutos mais, e depois, por favor, faça um breve exercício de reflexão.
Os sentimentos autodestrutivos não podem resolver qualquer tipo de problemas, sejam eles quais forem. Pelo contrário, esses sentimentos apenas aumentam a frustração pessoal porque insinuam a ideia errônea de que você não conhece uma maneira de resolver a situação por conta própria e, além disso, não valerá a pena procurar uma ajuda de ninguém.
Como todos somos transmissores e receptores de vibrações mental-espirituais, permanecendo com essa postura mental, você acaba atraindo e sendo cercado por espíritos grosseiros que estão satisfeitos em envolver alguém que esteja passando por necessidades amargas e impulsos de suicídio.
A literatura espírita é pródiga nas narrativas que retratam a situação daqueles que se permitiram ceder ao impulso suicida, porque acreditavam que, deixando a vida por sua própria vontade, estariam se livrando de problemas. No entanto, uma triste surpresa está esperando por eles: eles não se livraram de seus problemas; seus problemas são aumentados; seu peso do sofrimento é aumentado.
Eles vieram da vida material para serem reentrados na Vida Real, a Vida Espiritual, onde nada está escondido dos espíritos guardiões. Eles sofrem ainda mais porque eles acordam em um lugar onde há choro e ranger de dentes e agora experimentam seus momentos finais pela repetição do último ato extremo com o qual eles terminaram sua existência.
Este ato extremo é reagido segundo a segundo. É como se o espírito suicida ficasse revivendo o momento do suicídio diversas vezes sem parar (segundo algumas obras espíritas que nos mostram esse fato).
O tormento imediato do suicídio é um tormento que parece ser infinito, eterno, para ele ou ela. Seu último ato fatal na vida material, que foi a ação que causou o extermínio da vida, é revivido repetidamente.
É o gatilho desencadeado pelo golpe da arma; o salto do edifício ou a ponte e a visão panorâmica de sua vida nos últimos segundos antes do impacto; e a sensação de seu corpo voando sobre os trilhos da estrada de ferro ou do veículo. Além disso, eles sofrem, repetidamente, nesse momento, como se fosse um filme sem qualquer interrupção.
É necessário perseverar na luta em busca de soluções – que existem! – e sempre chega através de amigos; Por mensagens escritas ou por outros meios. Não se pode esquecer que o Amigo de Todas as Horas – Jesus! – está atento às nossas necessidades e sempre envia os recursos que precisamos para superar as aflições. Evidentemente, aqueles que sucumbiram eram porque não podiam identificar o alívio enviado.
Quando surge um problema, uma aflição, se alguém se rende e permite um desequilíbrio interno, isso emite sinais perceptíveis para o Plano Espiritual. Com a mesma rapidez, que os Amigos do Maior enviam ajuda, entidades de padrão vibratório muito baixo que caracterizam os espíritos obsessivos, também se aproximam do sofredor encarnado e iniciam os cerco.
O espírito reencarnado, sem estar vigilante na fé, não percebe os fluidos benéficos sobre si mesmo e adere à pressão das vibrações inferiores, desanimadas. Com isso, parece-lhe que sua situação é ainda mais complicada porque essas entidades obsessivas apenas apresentam imagens sombrias.
Naquele momento, quando cercado de pressões antagônicas, a decisão dependerá do livre arbítrio do Espírito encarnado. Cabe a ele decidir qual força vai ganhar. No entanto, o Senhor adverte que, com a observação e a reza, será mais fácil evitar aflições.
Revise as últimas ocorrências. Levante a cabeça e diga a si mesmo: “Eu vou enfrentar isso! Eu vou ganhar! “E jogue fora seus pensamentos obscuros.
Em caso de dúvida, não tenha vergonha nem medo por pedir ajuda e alguém será encaminhado para ajudá-lo. Então, não desista. Seus melhores amigos do mundo espiritual estão apenas esperando sua decisão e então eles começarão a tratar suas feridas internas.
O Senhor ama você e Seu Amor nunca o deixará sozinho.


Texto Original “Pensamentos Obscuros” por Geraldo Goulart
Fonte: https://estudantespirita.com.br 

“A ORIGEM DAS COLONIAS ESPIRITUAIS. ”


Consta que a formação das Colônias Espirituais data de diferentes épocas. O Espírito André Luiz, ao decorrer de suas obras ditadas ao médium Francisco Cândido Xavier, refere-se a várias estações de repouso do Mundo Espiritual. Nosso Lar, por exemplo, foi fundado no século XVI, por portugueses distintos, desencarnados no Brasil. Ainda no mesmo Nosso Lar, há referências à Colônia Socorrista Moradia, como uma das mais antigas, ligada a zonas bem inferiores para atendimento à população do Umbral, assim denominada a região espiritual habitada por espíritos trevosos.
Outro exemplo é a Colônia Campo da Paz a que o Espírito André Luiz se reporta no livro Os Mensageiros, psicografado por Francisco Cândido Xavier. Segundo ele, esta é uma colônia bem próxima da Terra:
Alguns benfeitores, reconhecidos a Jesus, resolveram organizar, em nome dele, uma colônia em plena região inferior, que funcionasse como instituto de socorro imediato aos que são surpreendidos na Crosta com a morte física, em estado de ignorância ou de culpas dolorosas. O projeto mereceu a bênção do Senhor e o núcleo se criou, há mais de dois séculos.
Em Obreiros da Vida Eterna, também do Espírito André Luiz e psicografado por Francisco Cândido Xavier, é citada a instituição de assistência aos desencarnados Casa Transitória de Fabiano. Em uma de suas viagens de estudo, ele recebeu do instrutor espiritual Jerônimo a informação de que esta colônia fora fundada pelo Espírito Fabiano de Cristo, devotado servo da Caridade entre antigos religiosos do Rio de Janeiro, desencarnado há muitos anos.
A Colônia Redenção, descrita por Otília Gonçalves(Dedicada trabalhadora do Centro Espírita Caminho da Redenção, fundado pelo médium Divaldo P. Franco. Ela administrou a primeira creche dessa instituição) no livro Além da Morte, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, conforme declara a autora espiritual, foi criada no tempo da escravatura (provavelmente no século XVIII), objetivando socorrer escravos desencarnados sob o peso de sofrimentos ou sequiosos de vingança.
O Reverendo George Vale Owen (Vigário de Oxford, no Lancashire, Inglaterra; 1869-1931. Após experiências psíquicas, recebeu de Espíritos informações sobre a vida Além-Túmulo), assessorado por sua mãe desencarnada e um grupo de Espíritos, registra, em sua obra A Vida Além do Véu, a existência da Colônia da Música, em que esta Arte é cultivada em todos os aspectos.
Enfim, não há como definir, com exatidão, quando se formaram as primeiras Colônias Espirituais, desde que a época da origem do Homem no planeta Terra não foi ainda determinada pela Ciência. As diversas colônias existentes, por se encontrarem bem próximas da Terra, sofrem as mesmas influências do planeta.
E não poderia ser de outra forma, uma vez que foram criadas para atendimento a faixas ainda não muito elevadas da Espiritualidade. Há, entretanto, as colônias dos planos superiores, a que só têm acesso Espíritos que atingiram as esferas menos densas. No seu oposto, estão as constituídas por falanges de Espíritos que se dedicam ao Mal e se encontram, ainda, nos planos pavorosos do Mundo Invisível. O Espírito Otília Gonçalves, em Além da Morte, a eles se refere como (...) bandos perigosos, sob a direção de mentes cruéis, dificultando a obra de evangelização do mundo.
Essas hostes do Mal, muitas vezes sob o comando de chefes bárbaros, investem, furiosas, contra abnegados missionários que lhes tiram das mãos Espíritos infelizes por eles arregimentados.
No romance mediúnico "Apenas uma Sombra de Mulher", de Fernando do Ó, uma entidade descreve a Colônia Gordemônio situada nas adjacências da Terra, como uma vasta região habitada por Espíritos transviados e malfazejos, solertes na prática do vampirismo, os quais, após a desencarnação, surpreenderam-se impotentes para galgar... (...) planos menos tenebrosos e horríveis, em vista do seu atraso moral.  
E formam. (...) desde tempos quase imemoriais uma como 'societa sceleris', que tem por esfera de ação essa extravagante, estranha e incrível metrópole do crime, (...) organização sui generis que recruta sua população entre infelizes entidades inferiores. A Colônia dispõe de líderes que superintendem todas as frentes de atividade de Gordemônio. Os líderes contam com assessores que, a seu turno, dirigem núcleos mais ou menos numerosos.
Portanto, assim como temos Colônias habitadas por Espíritos benfeitores, somos informados da existência de domínios sombrios, povoados de malfeitores que só pensam em si mesmos ou se comprazem em praticar o Mal. Não é o inferno propalado pelas religiões, pois não há calor nem fogo eternos; uma região criada por Deus com características apropriadas ao pecadores da Terra e aos demônios.
Os Espíritos que aí habitam poderão, em dias, anos ou séculos, libertar-se, por esforço próprio, desse plano deprimente, criado por suas próprias mentes. Sobre o assunto, Allan Kardec nos esclarece na Revista Espírita, no 4, de abril de 1859, no artigo Quadro da Vida Espírita:
Vem a seguir o que se pode chamar de escória do mundo espírita, constituída de todos os Espíritos impuros, cuja preocupação única é o Mal. Sofrem e desejariam que todos sofressem como eles. A inveja lhes torna odiosa toda superioridade; o ódio é a sua essência. Não podendo culpar disso os Espíritos, investem contra os homens, atacando aos que lhe parecem mais fracos.  
Excitar as paixões ruins, insuflar a discórdia, separar os amigos, provocar rixas, fazer que os ambiciosos pavoneiem o seu orgulho, para o prazer de abatê-los em seguida, espalhar o erro e a mentira, numa palavra, desviar do Bem, tais são os seus pensamentos dominantes.
Os Espíritos que povoam as regiões inferiores não podem ascender a planos das Altas Esferas; entretanto os Espíritos superiores baixam a planos inferiores para incentivar os Espíritos atrasados a lutar pela sua renovação.
Os Espíritos desencarnados, oriundos de países estrangeiros, também se referem a estações de repouso no Mundo Espiritual, as quais denominam de Colônias e Cidades Espirituais e dão descrições semelhantes às contidas em obras mediúnicas brasileiras. Diversos desencarnados nos têm narrado, em mensagens avulsas, as suas experiências pela faculdade mediúnica de Francisco Cândido Xavier, Divaldo Pereira Franco e José Medrado, para esclarecimento e consolo dos que lhe são caros: falam sobre o momento da morte, esclarecem dúvidas, dão notícias de parentes falecidos, descrevem o ambiente em que se encontram e informam sua situação no momento em que se comunicam.
Em A Vida Além do Véu, por exemplo, o Espírito comunicante, entre outros com nomes esquisitos, afirma ao Reverendo George Vale Owen que o Mundo Espiritual é a Terra aperfeiçoada, exatamente como dissera Allan Kardec. Do lado de lá, como no de cá, existem montes, rios, belas florestas e muitas casas; tudo preparado por aqueles que o precederam.
Refere-se, em diversas ocasiões, aos diversos planos da existência, desde os que se encontram próximos da crosta terrestre, como o Umbral, até as altas esferas, onde habitam os Espíritos mais evoluídos. O ponto discordante entre o conteúdo das mensagens que os médiuns ingleses receberam e as recebidas no Brasil é não considerar a reencarnação como fator imprescindível para o evolver do Espírito.
Em suma, como se pode apreender dos ensinamentos e descrições que nos chegam do Outro Mundo, não resta a menor dúvida de que o Mundo Espiritual pouco difere de nosso mundo material. Entretanto, no que diz respeito a volume de obras psicografadas sobre o tema colônias espirituais, encontra-se, na dianteira, o médium Francisco Cândido Xavier.

FRATERLUZ

Fraternidade Espírita Luz do Cristianismo

AMANHECER


Existe em cada amanhecer uma oportunidade de vencer e de mostrar para os problemas que somos muito mais fortes que eles, e além de tudo temos um Deus que nos faz vencer cada obstáculo como se fosse grãos de areia. Se tua vida é cheia de obstáculos, creia que Deus acredita na tua capacidade de passar por cada um deles. Se de acordo com as leis de Deus cada um recebe pelo que plantou, jamais irá carregar um peso superior aos que seus ombros podem suportar.
As leis de Deus são justas e imutáveis.

do site Gotas de Paz

PENSAMENTO DE HOJE


O talento educa-se na calma, o caráter no tumulto da vida.

Goethe

quinta-feira, 19 de julho de 2018

"QUEM SÃO OS ESPÍRITOS INFERIORES?"


"O Espírito puro traz em si próprio sua luz e sua felicidade, que o seguem por toda parte e lhe Integram o ser.
Assim também o Espírito culpado consigo arrasta a própria noite, seu castigo, seu opróbrio.
Pelo fato de não serem materiais, não deixam de ser ardentes os sofrimentos das almas perversas.
O inferno é mais que um lugar quimérico um produto de imaginação, um espantalho talvez necessário para conter os povos na infância, porém que, neste sentido, nada tem de real.
É completamente outro o ensino dos Espíritos sobre os tormentos da vida futura; aí não figuram hipóteses.
Esses sofrimentos, com efeito, são-nos descritos por aqueles mesmos que os suportam, assim como outros vêm patentear-nos a sua ventura.
Nada é imposto por uma Vontade arbitrária; nenhuma sentença é pronunciada e o Espírito sofre as conseqüências naturais de seus atos, que, recaindo sobre ele próprio, o glorifica ou acabrunham.
O ser padece na vida de além-túmulo não só pelo mal que fez, mas também por sua inação e fraqueza.
Enfim, essa vida é obra sua: tal qual ele a produziu.
O sofrimento é inerente ao estado de imperfeição, mas atenua-se com o progresso e desaparece quando o Espírito vence a matéria.
A punição do Espírito mau continua não só na vida espiritual, mas, ainda, nas encarnações sucessivas que o levam a mundos inferiores, onde a existência é precária e a dor reina soberanamente; mundos que podemos qualificar de infernos.
A Terra, em certos pontos de vista, deve entrar nessa categoria.
Ao redor desses orbes, galés rolando na imensidade, flutuam legiões sombrias de Espíritos Imperfeitos, esperando a hora da reencarnação.
Vimos quanto é penosa, prolongada, cheia de perturbação e angústia, a fase do desprendimento corporal para o Espírito entregue às más paixões.
A ilusão da vida terrena prossegue para ele durante anos.
Incapaz de compreender o seu estado e de quebrar os laços que o tolhem, nunca elevando sua inteligência e seu sentimento além do círculo estreito de sua existência, continua a viver, como antes da morte, escravizado aos seus hábitos, às suas inclinações, indignando-se porque seus companheiros parecem não mais vê-lo nem ouvi-lo, errante, triste, sem rumo, sem esperança, nos lugares que lhe
foram familiares.
São as almas penadas, cuja presença já de há muito se tem suspeitado em certas residências, e cuja realidade é demonstrada diariamente por muitas e ruidosas manifestações.
A situação do Espírito depois da morte é resultante das aspirações e gostos que ele desenvolveu em si.
Aquele que concentrou todas as suas alegrias, toda a sua ventura nas coisas deste mundo, nos bens terrestres, sofre cruelmente desde que disso se vê privado.
Cada paixão tem em si mesmo a sua punição.
O Espírito que não soube libertar-se dos apetites grosseiros e dos desejos brutais torna-se destes um joguete, um escravo.
Seu suplício é estar atormentado por eles sem os poder saciar.
Pungente é a desolação do avarento, que vê dispersar-se o ouro e os bens que amontoou.
A estes se apega apesar de tudo, entregue a uma terrível ansiedade, a transportes de indescritível furor.
Igualmente digna de piedade é a situação dos grandes orgulhosos, dos que abusaram da fortuna e de seus títulos, só pensando na glória e no bem estar, desprezando os pequenos e oprimindo os fracos.
Para eles não mais existem os cortesãos servis, a criadagem desvelada, os palácios, os costumes sumptuosos.
Privados de tudo o que lhes fazia a grandeza na Terra, a solidão e o abandono esperam-no no espaço.
Se as massas novamente os seguem é para lhes confundir o orgulho e acabrunhá-los de zombarias.
Mais tremenda ainda é a condição dos Espíritos cruéis e rapaces, dos criminosos de qualquer espécie que sejam, dos que fizeram correr sangue ou calcaram a justiça aos pés.
 
Os lamentos de suas vítimas, as maldições das viúvas e dos órfãos soam aos seus ouvidos durante um tempo que se lhes afigura a eternidade.
Sombras irônicas e ameaçadoras os rodeiam e os perseguem sem descanso.
Não pode haver para eles um retiro assaz profundo e oculto; em vão, procuram o repouso e o esquecimento.
A entrada numa vida obscura, a miséria, o abatimento, a escravidão somente lhes poderão atenuar os males.
Nada iguala a vergonha, o terror da alma que, diante de si, vê elevar-se sem cessar as suas existências culpadas, as cenas de assassínios e de espoliação, pois se sente descoberta, penetrada por uma luz que faz reviver as suas mais secretas recordações.
A lembrança, esse aguilhão incandescente, a
queima e despedaça.
Quando se experimenta esse sofrimento, devemos compreender e louvar a Providência Divina, que, no-lo poupando durante a vida terrena, nos dá assim, com a calma de espírito, uma liberdade maior de ação, para trabalharmos em nosso aperfeiçoamento.
Os egoístas, os homens exclusivamente preocupados com seus prazeres e interesses, preparam também um penoso futuro.
Só tendo amado a si próprios, não tendo ajudado, consolado, aliviado pessoa alguma, do mesmo modo não encontram nem simpatias nem auxílios nem socorro nessa nova vida.
Esolados, abandonados, para eles o tempo corre uniforme, monótono e lento.
 
Experimentam triste enfado, uma incerteza cheia de angústias.
O arrependimento de haverem perdido tantas horas, desprezado uma existência, o ódio dos interesses miseráveis que os absorveram, tudo isso devora e consome essas almas.
Sofrem na erraticidade até que um pensamento caridoso os toque e luza em sua noite como um ralo de esperança; até que, pelos conselhos de um Espírito, rompam, por sua vontade, a rede fluídica que os envolve e decidam-se a entrar em melhor caminho.
A situação dos suicidas tem analogia com a dos criminosos; muitas vezes, é ainda pior.
O suicídio é uma covardia, um crime cujas conseqüências são terríveis.
Segundo a expressão de um Espírito, o suicida não foge ao sofrimento senão para encontrar a tortura.
Cada um de nós tem deveres, uma missão a cumprir na Terra, provas a suportar para nosso próprio bem e elevação.
Procurar subtrair-se, libertar-se dos males terrestres antes do tempo marcado é violar a lei natural, e cada atentado contra essa lei traz para o culpado uma violenta reação.
O suicídio não põe termo aos sofrimentos físicos nem morais.
O Espírito fica ligado a esse corpo carnal que esperava destruir; experimenta, lentamente, todas as fases de sua decomposição; as sensações dolorosas multiplicam-se, em vez de diminuirem.
Longe de abreviar sua prova, ele a prolonga indefinidamente; seu mal-estar, sua perturbação persistem por muito tempo depois da destruição do invólucro carnal.
Deverá enfrentar novamente as provas às quais supunha poder escapar com a morte e que foram geradas pelo seu passado.
Terá de suportá-las em piores condições, refazer, passo a passo, o caminho semeado de obstáculos, e para Isso sofrerá uma encarnação mais penosa ainda que aquela à qual pretendeu fugir.
São espantosas as torturas dos que acabam de ser supliciados, e as descrições que delas nos fazem certos assassinos célebres podem comover os corações mais duros, mostrando à justiça humana os tristes efeitos da pena de morte.
A maioria desses infelizes acha-se entregue a uma excitação aguda, a sensações atrozes que os tornam furiosos.
O horror de seus crimes, a visão de suas vítimas, que parecem persegui-los e trespassá-los como uma espada, alucinações e sonhos horrendos, tal é a sorte que os aguarda.
 
Muitos, buscando um derivativo a seus males, lançam-se aos encarnados de tendências semelhantes e os impelem ao crime.
Outros, devorados pelo fogo inextinguível dos remorsos, procuram, sem tréguas, um refúgio que não podem encontrar.
Sob seus passos, ao seu redor, por toda parte, eles julgam ver cadáveres, figuras ameaçadoras e lagos de sangue.
Os Espíritos maus sobre os quais recai o peso acabrunhador de suas faltas não podem prever o futuro; nada sabem das leis superiores.
Os fluídos que os envolvem privam-nos de toda relação com os Espíritos elevados que queiram arrancá-los à sua inércia, às suas inclinações, pois isso lhes é difícil por causa de sua natureza grosseira, quase material, e do limitado campo de suas percepções; resulta daí uma ignorância completa da própria sorte e uma tendência para acreditarem que são eternos os seus sofrimentos.
Alguns, imbuidos ainda de prejuízos católicos, supõem e dizem viver no inferno.
Devorados pela inveja e pelo ódio, muitos, a fim de se distrairem de suas aflições, procuram os homens fracos e inclinados ao mal.
Apegam-se a eles e insuflam-lhes funestas aspirações.
Destes excessos, porém, advêm-lhes, pouco a pouco, novos sofrimentos.
A reação do mal causado prende-os numa rede de fluídos mais sombrios.
As trevas se fazem mais completas; um círculo estreito forma-se e à sua frente levanta-se o dilema da reencarnação penosa, dolorosa.
Mais calmos são aqueles a quem o arrependimento tocou e que, resignados, vêem chegar o tempo das provas ou estão resolvidos a satisfazer a eterna justiça.
O remorso, como uma pálida claridade, esclarece vagamente sua alma, permite que os bons Espíritos falem ao seu entendimento, animando-os e aconselhando-os."

Do livro - Depois da Morte (Léon Denis) Cap.36 "Os Espíritos Inferiores"

UM DIA...


Um dia a vida me bateu com tanta força, que me ensinou a resistir. Um dia, mentiram pra mim de tal maneira que me doeu, e então, eu aprendi a sempre seguir em frente com a verdade, doa a quem doer. Um dia me falhou quem eu menos imaginava e entendi que as palavras devem ser cumpridas e os atos assumidos.
As vezes é preciso virar a página e recomeçar do zero, embora isto custe e doa muito. O melhor guerreiro não é quem sempre triunfa, mas quem volta sem medo pra próxima batalha!

do site Gotas de Paz

MENSAGEM DO DIA


O ser humano é uma parte do todo, chamado por nós de "Universo", uma parte limitada no tempo e no espaço. O ser humano vivencia a si mesmo, seus pensamentos como algo separado do resto do universo - numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência. E essa ilusão é uma espécie de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais, conceitos e ao afeto por pessoas mais próximas. Nossa principal tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza. Ninguém conseguirá alcançar completamente esse objetivo, mas lutar pela sua realização já é por si só parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior.

Albert Einstein

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