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sábado, 13 de outubro de 2018

“OS ESPÍRITOS DORMEM EM NOSSA CAMA E COMEM DA NOSSA COMIDA?


Chico Xavier foi instado para entrar em certa residência nos arredores de Pedro Leopoldo.
Os donos da casa, vivendo vida descuidada, sem oração e vigilância, desejavam conversar com o Médium.
O Chico atendeu-os.
Ao entrar, viu sobre a mesa um lindo cacho de bananas-maçãs, justamente as de que mais gosta...
Desejou, pelo pensamento, que lhe oferecessem uma, pelo menos.
Mas a conversa veio sobre um assunto sério e o desejo foi esquecido.
Quando conseguiu atender às consultas dos irmãos visitados, olhou para a porta da rua e viu dois espíritos galhofeiros, e, um deles, dizia:
- Vamos entrar e comer estas bananas. O outro atendeu e ambos entraram. Comeram a bananas e saíram.
Surpreso pelo acontecido, o Chico pede a Emmanuel uma explicação.
E o seu querido guia explica-lhe:
- Isso acontece com as casas cujos moradores não oram e nem vigiam.
Agora, essas bananas, desvitaminadas, apenas farão mal aos que as comerem, em virtude de se acharem impregnadas de fluidos pesados.
Tem razão os nossos irmãos protestantes, quando oram às refeições, porque sabem, por intuição, que, no ato simples da alimentação, no lar, reside a nossa defesa.
A nossa oração aí, além do mais, é um ato de agradecimento ao Pai por tudo que nos concede; atrairemos com ela, as Suas Bênçãos para o que comemos e para o nosso domicílio.
E vieram-nos à lembrança as belas páginas que André Luiz escreveu num de seus instrutivos livros com relação à oração e aos bons assuntos de conversa e leitura, nos atos de dormir e das refeições como, medidas felizes para comermos bem, dormirmos bem, e acordarmos bem.
No Livro Missionários da Luz, André Luiz, na companhia de Alexandre, dirigiu-se à casa de Ester, localizada numa rua bem modesta.
Ao chegarem lá, perceberam grande movimentação de entidades de condição bem inferior.
A família, constituída da viúva, três filhos e um casal de idosos, estavam almoçando.
André Luiz, observou seis entidades, envolvidas em círculos escuros, alimentavam-se, também, PELO SISTEMA DE ABSORÇÃO.
Espantado, perguntou ao mentor Alexandre sobre o que estava vendo e este lhe explicou: 
- André, onde não existe organização espiritual, oração, vigilância, não há defesas da paz de espírito.
Os que desencarnam em condições de excessivo apego, neles encontrando as mesmas algemas, quase sempre mantêm-se ligados à casa, às situações domésticas e aos fluidos vitais da família.
Alimentam-se com a parentela e dormem nos mesmos aposentos onde se desligaram do corpo físico.
Ao ver a satisfação das entidades que absorviam as emanações dos pratos fumegantes, André quis saber se estavam se alimentando de fato.
Alexandre explicou que sim.
Aquelas entidades viciadas nas sensações fisiológicas, encontravam no alimento o mesmo sabor que apreciavam quando estavam no corpo.
E mais, aquelas almas ali estavam ligadas pela sintonia.
Alexandre conclui que, a mesa familiar é sempre um receptáculo de influenciação de natureza invisível.
Por esse motivo, os que tecem comentários maledicentes à mesa atrairão caluniadores invisíveis, os que buscam a ironia, receberão entidades galhofeiras e sarcásticas, os irritados, atrairão entidades em desequilíbrio...
É simbiose espiritual, vampirismo recíproco.
Por isso que a prática do Evangelho no Lar, a oração constante, inclusive antes das refeições, a vigilância do pensamento e das nossas ações fazem a diferença no ambiente doméstico.
Evangeliza os encarnados e também os desencarnados.
O hábito de sentar-se à mesa e ligar TV, comer assistindo programas violentos, programas de fofocas e maledicência, de tragédias, além de não nos fazer bem, somatiza tendências, alimenta a mente invigilante, trazendo sérios prejuízos ao corpo e ao Espírito.
O ideal é cultivar o hábito de após o despertar, fazer uma leitura edificante, uma prece, uma meditação.
No decorrer do dia, ouvir boa música, ler bons livros, assistir a bons filmes....manter a palavra e o pensamento no bem.
Assim protegeremos o nosso ambiente doméstico e estaremos também protegidos.
E antes de deitar, proceder do mesmo modo, para que liberto do corpo pelo sono físico, possamos ser úteis, ser ajudados e até mesmo ajudar a quem necessita mais do que nós mesmos.

"
Fonte: ESPIRIT BOOK

PENSAMENTO DE HOJE


O pequeno espaço dentro do coração
é tão vasto quanto o Universo.
Os Céus e a Terra estão lá,
E o Sol e a Lua e as estrelas.
O fogo e o relâmpago e os ventos estão lá,
E tudo que agora é, e tudo que não é.

The Upanishads

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

"O ESPÍRITA NAS ELEIÇÕES."


Não poderíamos, jamais, perder esta oportunidade de trazer neste artigo o tema sobre a postura espírita nas eleições.
Muitos confrades e confreiras podem estar questionando, e/ou se questionando, sobre a postura correta, durante o referido pleito eleitoral, a ser adotada pelo espírita consciente, considerando a situação política e econômica em que se encontra o nosso país, devido aos diversos escândalos por parte das lideranças políticas, levando grande parte dos cidadãos brasileiros às discussões, acusações e comentários negativos de toda ordem.
O certo é que a crise política e econômica, não obstante a sua efemeridade, reflete muito além do que podemos imaginar em termos de estabilidade no sentido material, alcançando o campo psicológico de cada cidadão brasileiro que, muitas das vezes, passa a ter a opinião formada ao descrédito, à desconfiança, ao desespero, podendo ter como consequência a poluição psicosférica, o que pode gerar problemas de difícil solução.
Então, vamos ao questionamento: Qual deve ser a postura do cidadão espírita durante as eleições?
Percebam que a pergunta se refere às eleições, e não somente ao pleito eleitoral em si. Isto é: durante as campanhas, as votações, as apurações dos votos e resultados, e assim por diante…
Pois, bem! Sabemos que o exercício da cidadania abrange, não apenas ao voto; mas, também, a toda participação ativa do cidadão através da sua conduta pautada na moral e na virtude, conforme conceituou Aristóteles.
O espírita consciente, agindo de acordo com a sua elegância cristã, terá como guia e modelo de comportamento moral e democrático, o amado Mestre Jesus Cristo. (Vide questão nº 625 de O Livro dos Espíritos)
Perguntará a si mesmo: Se Jesus estivesse em meu lugar, neste período eleitoral, como Ele se comportaria?
Logo, o espírita consciente ouvirá, em sua intimidade, a voz do Mestre Jesus, que lhe dará a resposta correta, à qual se esforçará em aplicá-la.
Diante do exposto, seguem 03 (três) itens que selecionamos, para serem observados, a título de sugestão, neste período de processo democrático:
1) Manter-se em vigilância e prece:
Devemos observar esse quesito e nos esforçar em praticá-lo, nestes momentos, sendo cautelosos na postura e nas conversações, procurando nos mantermos em clima de harmonia, de equilíbrio emocional, proporcionando a todas as pessoas um clima de vibrações fraternais, de muita paz, de confiança e esperança num futuro melhor.
2) Dar a César o que é de César:
Não adianta palestrarmos nas tribunas dos movimentos espíritas, de participarmos das mais diversas atividades doutrinárias, se não dermos a devida atenção aos cumprimentos das leis humanas, não respeitarmos a legislação eleitoral e demais leis aplicadas no cotidiano.
3) Imparcialidade partidária:
Não buscarmos o atendimento aos interesses próprios, em detrimento aos da comunidade como um todo, ouvindo apenas a voz da consciência cristã cidadã.
Neste quesito, podemos destacar a seguinte recomendação de André Luiz, no livro “Conduta Espírita”, assim vejamos:
“Impedir palestras e discussões de ordem política nas sedes das instituições doutrinárias, não olvidando que o serviço de evangelização é tarefa essencial”.
Que neste período eleitoral, não percamos a nossa identidade espírita, a nossa elegância cristã, manifestando um verdadeiro clima de condutas democráticas.
Que possamos estar sempre mentalizando e nos envolvendo com os ensinamentos do Mestre Jesus através da Boa Nova, sabendo que o nosso maior aliado político é o Evangelho Redivivo, que nos liberta da ignorância e dos vícios que nos assolam, e nos faz enxergar a verdade de nós mesmos, o quanto ainda temos de empreender esforços em melhorar o mundo a partir de cada um de nós.

Autor: Yé Gonçalves
Portal do Espírito

VOCÊ SE SENTE INCOMPREENDIDO?



Quantas vezes nos sentimos incompreendidos?
A resposta deve ser: Muitas vezes… – Em tom de desabafo ou lamentação profunda.
Ainda nos sentimos vítimas quando passamos por tais situações cotidianas. Alguns de nós parecemos colecionar desditas.

E quando temos chance demonstramos nossa frustração.
Acontece que pessoa alguma consegue vencer a jornada terrestre sem enfrentar os obstáculos necessários ao seu processo de iluminação interior.
Seria ingenuidade ou fuga, pretendermos passar isentos de tudo isso.
Dentre esses tantos desafios que nos provam incessantemente, aqueles de natureza moral se fazem os mais atormentadores.
São eles que atingem nossas resistências íntimas e conspiram contra a harmonia pessoal.
Entre esses, no relacionamento social, se destacam a incompreensão, criadora de situações lamentáveis.
A incompreensão tem raízes em comportamentos íntimos que se mascaram, renovando as formas de agressão e mantendo a mesma acidez.
Quantas vezes nos sentimos incompreendidos?
Estimulada pela inveja, provoca situações insustentáveis.
A competição doentia a encoraja, buscando derrubar o aparente adversário.
A malícia favorece o intercâmbio para a sua ação enfermiça, espalhando suspeitas e calúnias.
A incompreensão está em germe na alma humana ainda em processo de crescimento. Herança dos instintos agressivos, surge com insistência nas mentes e busca residência nos corações.
Em razão da inferioridade dos homens, a incompreensão favorece o desabar de excelentes construções de amor.

Aqueles que não alcançam, aqueles que não podem, desejam derrubar os que vão adiante, mais alto.
Aqueles que ainda não sentem, que ainda não se transformaram, não entendem como aqueles mais à frente conseguiram e questionam suas vitórias.
Aqueles que não sentem como nós sentimos não conseguem entender nosso coração.
Lembremos que os mais abnegados promotores do progresso padeceram a incompreensão dos seus contemporâneos.
Abraçados ao ideal, não podiam compactuar com os frívolos e os maus que os buscavam, em tentativa de amizade para desviá-los do compromisso.
Os santos a experimentaram na carne, espezinhados e perseguidos nos grupos de onde se originavam.
Os missionários do bem se viram sacrificados e confundidos, porque não pararam, cedendo nos seus ideais.
Os invejosos os crivaram de espinhos e dores, gozando por vê-los quase sucumbir…
Ninguém conseguirá caminhar em paz na multidão.
As diferenças ideológicas e morais, vibratórias e culturais não deixarão, por enquanto, que a fraternidade ajude e o amor ampare.
Assim, perdoemos aos nossos perseguidores. Eles já são infelizes, em razão do que cultivam no íntimo e do que, realmente, são.
Prossigamos em confiança, sem nos determos para examinar as incompreensões do caminho.
Os apedrejadores adotam a tarefa de somente agredir.

Sejamos aqueles que avançam, compreendendo.
Todo o mal que nos façam, não nos fará mal. Pelo contrário, nos promoverá a estágio superior, se soubermos enfrentar a situação.
O nosso exemplo de humildade será um chamado à renovação, à paz.
Não nos detenhamos, nem nos entristeçamos diante das incompreensões.
Prossigamos com alegria íntima pelo roteiro que elegemos e não olhemos para trás.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 4, do livro
Desperte e seja feliz, pelo Espírito Joanna de Ângelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.



SEJAMOS COMO AS CRIANÇAS


Sejamos como as crianças: com elas aprendemos a amar. Elas são sinceras amam desinteressadamente. Se gostar de nós, logo saberemos. Não sabem dissimular. Pequeninas sorriem ao menor toque. Não criticam, indagam apenas. Não discriminam, aceitam a todos sem distinção. Sabem conviver com as diferenças. São alegres a todo tempo, cantam, dançam… Faz da vida uma eterna festa. Satisfaz-se com qualquer brinquedo, independente do quanto custou. Não tem ambição. Ensinam-nos mais que qualquer sábio. Confiam… O seu olhar brilha, o seu sorriso é sincero. Não nos pede nada em troca do amor que nos dão somente carinho e atenção. Tocam a nossa alma com a sua inocência. Mesmo as que não têm a oportunidade de ter um lar, sabem sorrir, quando nos dão um sorriso, ganhamos o dia… Pois o seu sorriso é uma lição. Não existe coisa mais triste, que ver uma criança triste. Doemos o nosso sorriso a elas, sejamos alegres. Mostremos a elas a criança que existe em nós. Elas são o nosso futuro precisa ser feliz para nos fazer felizes.

 Site Gotas de Paz

MENSAGEM DO DIA


A Temperança é um poder que temos para moderar ou equilibrar nossos desejos e paixões. Ela nasce da união de uma inteligência lúcida com uma vontade inabalável.

Paulo e Lauro Raful

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

ANTE O CÉU ESTRELADO- ´RECE


Senhor:

Ante o céu estrelado, que nos releva a tua grandeza, deixa que nossos corações se unam à prece das coisas simples...

Concede-nos, Pai,
a compaixão das árvores,
a espontaneidade das flores,
a fidelidade da erva tenra,
a perseverança das águas que procuram o repouso nas profundezas.
a serenidade do campo,
a brandura do vento leve,
a harmonia do outeiro,
a música do vale,
a confiança do inseto humilde,
o espírito de serviço da terra benfazeja.

Para que não estejamos recebendo, em vão, tuas dádivas, e para que o teu amor resplandeça, no centro de nossas vidas, agora e sempre.

Assim Seja.

Emmanuel

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