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domingo, 20 de maio de 2018

ÁGUA FLUIDIFICADA


Você leva sua Água Fluidificada no centros espíritas? Podemos perceber que alguns reservam áreas específicas para a fluidificação de água onde podemos deixar garrafas identificadas com nossos nomes e locais, como casa ou trabalho.
Alguns também oferecem um copo de água no fim de suas atividades. Mas o que seria a água fluidificada?
A água fluidificada é apenas uma água normal que receberá  fluidos magnéticos que serão absorvidos com facilidade devido a sua neutralidade. Ela é muito utilizada em tratamentos espirituais ou de doenças corporais por contar fluidos medicamentosos. Eles poderão atuar diretamente nas células de seu organismo, diminuindo o processo de oxidação, auxilia na produção das células de defesa e ajuda no transporte de nutrientes.
A fluidificação da água é feita pelos auxiliares desencarnados do plano espiritual. Eles irão transmitir sua energia de luz magnetizando a água. Esse processo exige fé do paciente que receberá o tratamento que irá transmitir os fluidos através da condução eletro-magnética da água. Esse processo poderá expandir os átomos físicos permitindo a entrada dos átomos espirituais que ajudarão na cura.
A espiritualidade utiliza métodos para a transmissão dos fluidos magnéticos, como a água fluidificada e o passe. Pela propriedades da água e a emanação dos fluidos é possível fazê-la agir no organismo humano colaborando com tratamentos médicos para a cura do corpo, que você pode intensificar com seu amor e fé.
Se o centro espírita em que você frequenta tem esse trabalho mediúnico de fluidificação das águas, não perca a oportunidade de levar a sua garrafinha e ir tomando aos poucos. O recomendável é uma xícara pequena de água fluidificada por dia. Adquira esse hábito e irá ver mudanças na sua vida.

TV MUNDO MAIOR

"EVOCAÇÃO DOS ESPÍRITOS NAS REUNIÕES MEDIÚNICAS."


A questão das Evocações nas Reuniões Mediúnicas, método utilizado aos tempos de Allan Kardec, surge de vez em quando nos encontros que realizamos para estudo da Mediunidade. É do conhecimento geral, que o Codificador usava esse processo nas sessões da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, sendo também adotada fora dali pelos grupos que se formaram à época. Também é sabido que as comunicações eram, em sua grande maioria, Psicográficas.
Julgam alguns que por ser este o método utilizado por Allan Kardec, deveria ser também o das reuniões mediúnicas da atualidade. Alegam outros que aguardar que os Espíritos se comuniquem espontaneamente é uma atitude passiva e alienante, e que significa subordinação.
Vejamos como Kardec trata do assunto em O Livro dos Médiuns.
Ele dedica um extenso capítulo às evocações, o de número 25. Inicialmente diz que as manifestações dos Espíritos podem ser de duas maneiras, pela evocação ou espontaneamente. Fala então das vantagens e desvantagens dos dois processos.
Nas comunicações espontâneas, esclarece, não chamar a nenhum Espírito em particular “é abrir a porta a todos os que queiram entrar”. O contrário acontece quando se faz a chamada direta de determinado Espírito, pois que isto “constitui um laço entre ele e nós.” (it.269)
Ressalta, em seguida, que as comunicações espontâneas não apresentam inconveniente algum e que dessa maneira “se podem obter coisas admiráveis.” Nos casos de evocação, prossegue, “surpreende, não raro, a prontidão com que um Espírito evocado se apresenta, mesmo da primeira vez. Dir-se-ia que estava prevenido.” E de fato, aduz, havendo a preocupação antecipada em evocar determinado Espírito, este é convocado pelo “Espírito familiar do médium, ou do interrogante, ou ainda um dos que costumam frequentar as reuniões.” (it. 271).
No item 272, há uma afirmativa muito interessante: 
“Frequentemente as evocações oferecem mais dificuldades aos médiuns (grifei) do que os ditados espontâneos, sobretudo quando se trata de obter respostas precisas a questões circunstanciadas. Para isto, são necessários médiuns especiais, ao mesmo tempo flexíveis e positivos (grifos do original) e já em o nº 193 vimos que estes últimos são bastante raros, por isso que, conforme dissemos, relações fluídicas nem sempre se estabelecem instantaneamente com o primeiro Espírito que se apresente.”
O item 193 citado está no capítulo referente aos médiuns especiais e ressalta a importância da afinização fluídica que deve existir entre o comunicante e o medianeiro. Esta afinização é uma das leis da comunicação espírita, conforme Léon Denis, em “No Invisível”.
Diante da alegação de que a identificação do Espírito é mais fácil quando ele vem espontaneamente declarando o seu nome, Kardec lembra que isto não significa autenticidade, porque qualquer Espírito pode-se fazer passar por outro. Nenhuma garantia há, a não ser a análise do conteúdo da mensagem e da linguagem do comunicante. São estes os meios básicos de controle.
A propósito da identidade dos Espíritos, Kardec escreveu o cap. 24 onde relaciona nada mais nada menos que 54 itens sobre o assunto, que auxiliam os médiuns e participantes em geral dos trabalhos mediúnicos no tocante à identificação, qualquer que seja o gênero da reunião. Infelizmente bem poucos conhecem estes itens. Todavia, a análise das comunicações é aconselhada pelos próprios Espíritos, que, se são realmente superiores, nada têm a temer.
Voltando ao cap. 25, it. 283-a , o Codificador, tratando da evocação dos animais, interroga porque algumas pessoas ao evocarem animais obtiveram respostas, ao que os Espíritos declararam: “Evoca um rochedo e ele te responderá. Há sempre uma multidão de Espíritos prontos a tomar a palavra sob qualquer pretexto.” Em seguida há uma nota de Kardec na qual ele conta o caso dos pintassilgos, que é uma graça e vale a pena ser lido.
No cap. 17, “Da formação dos médiuns”, Kardec recomenda ao aspirante a médium que não adote a evocação direta de um Espírito (it. 203), explicando as dificuldades do processo e aconselhando um apelo geral.
Estamos, portanto, diante de duas opções, dois métodos diversos.
Em Léon Denis, todavia, encontramos um tipo de reunião bastante aproximado da atual.. Na sua extraordinária obra literária encontram-se diversas citações sobre as sessões das quais participava. Em “No Invisível”, ele declara: “Não é indispensável fazer evocações determinadas. Em nosso grupo raramente as praticávamos. Preferíamos dirigir um apelo aos nossos guias e protetores habituais, deixando a qualquer Espírito a liberdade de se manifestar sob sua vigilância. O mesmo acontece em grupos de nosso conhecimento.”
Assim, como conciliarmos o método das evocações praticadas por Kardec e o que lemos em O Livro dos Médiuns, já que a soma das argumentações apresentadas pelo próprio Kardec parecem indicar que o melhor método seria o das comunicações espontâneas?
Para responder a esta pergunta é imprescindível ressaltar a natureza da missão de Allan Kardec. Ele era o missionário escolhido e convidado para a grandiosa tarefa da codificação da Doutrina dos Espíritos. A sua posição singular; as condições que o cercavam únicas e especialíssimas. O seu tempo, bem curto ante a grandeza da obra.
 Toda uma falange de Espíritos está a postos para assessorá-lo nos dois planos da vida, sob a direção do Espírito de Verdade. Kardec conta também com elementos encarnados em postos-chave que viriam a contribuir para o êxito da missão. Médiuns, também escolhidos, o rodeavam, absolutamente maleáveis, seguros, confiáveis, adestrados para uma psicografia mecânica pura, de altíssimo nível, em grupos familiares e posteriormente na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Além disso, há que se levar em consideração o trabalho de pesquisa que deveria efetuar.
Pode-se observar parte dessa pesquisa nas 66 comunicações inseridas na segunda parte de O Céu e o Inferno. As evocações eram feitas a partir de notícias de falecimentos publicadas nos jornais, ou nomes trazidos pelos participantes do grupo, desde que julgassem serem oportunos e úteis para os estudos e pesquisas. Feita a evocação a comunicação quase sempre era imediata. Kardec extraía da narrativa dos Espíritos as teorias compatíveis, sendo esta, aliás, uma das características marcantes da Doutrina: a teoria baseada em fatos. Os acontecimentos indicando os fundamentos, os princípios norteadores.
Outros fatores contribuíram para que se abandonasse a prática da evocação. Um deles foi o receio de haver indução, sugestionamento ou animismo por parte do médium, além de que, este acabaria quase que na obrigação de desempenhar, nesse contexto todo, o papel que dele se esperava. Até mesmo para agradar ao dirigente e ao grupo. Outro aspecto é o do constrangimento e inibição que, geralmente, acompanha esse tipo de prática, decorrentes da expectativa formada em torno do médium.
Pode-se deduzir que a mudança do método nas sessões mediúnicas seja, inclusive, por não ter o da evocação produzido, após Kardec, os resultados esperados. Ou por não se conseguirem médiuns em condições apropriadas. Ou as duas coisas simultâneas.
Entretanto, mesmo o processo da evocação coloca os encarnados numa certa passividade, ou seja, à espera de que os guias tragam o evocado ou que ele possa ou queira atender por si mesmo, ao chamado nominal.
Acresce ainda, que só pelo fato de se chamar determinado Espírito não quer dizer que ele virá; muitas dificuldades existem a serem vencidas. E se houver resposta isto não significa que seja o evocado. Entram aí os mesmos fatores que ocorrem nas comunicações espontâneas, isto é, a hipótese de mistificação, animismo, indução, etc. E no caso da evocação com um peso mais forte, pois exige-se, de imediato, a identificação. No outro processo isto acontece de modo bem mais natural e só vem ao final da comunicação, o que propicia ao médium ir-se afinizando, cada vez mais, com o Espírito, durante o transcurso da mensagem e estar mais seguro quanto a sua identidade.
É conveniente mencionar, contudo, que em muitos casos o médium identifica de pronto o comunicante, mesmo antes de iniciar a transmissão. Isto varia de médium para médium e depende também das circunstâncias.
O essencial é que, nesse atual método adotado pelas reuniões, não se deixe de lado a avaliação criteriosa das comunicações, passando-as sempre pelo crivo da razão. Que cada um exerça o seu direito pessoal e intransferível de analisar, de extrair ilações das mensagens. 
A aceitação cega e mística é que tem prejudicado a evolução dos trabalhos mediúnicos. O que, em última análise, evidencia a falta de estudo da Doutrina. A não assimilação dos ensinamentos, ou a sua deturpação por não compreensão dos mesmos, por ranços religiosos, opiniões pessoais, etc.
Exercer a mediunidade com amor não significa, em absoluto, desprezar o estudo, a avaliação meticulosa dos trabalhos, a investigação equilibrada e benéfica. Nada impede que sejam atendidas as duas partes.
Não sei quem estabeleceu em nosso meio a idéia de que a mediunidade com Jesus, a caridade, o amor ao próximo são incompatíveis com o estudo, a pesquisa, o aperfeiçoamento das atividades. Este modo de pensar não se coaduna, de modo algum, com o verdadeiro sentido da mensagem do Cristo.
Ao contrário, o que se vê, através, especialmente, das contribuições mediúnicas que nos chegam por intermédio de Chico Xavier, Divaldo Franco e Yvonne Pereira é o conselho constante, é o apelo maciço dos Benfeitores Espirituais conclamando os espíritas ao estudo. E a mediunidade exercida com amor, alicerçada nos ensinamentos de Jesus não abdica, em momento algum, dos critérios mais rígidos de controle e adestramento da faculdade.
Léon Denis legou-nos exemplos admiráveis de reuniões onde se cultivava o respeito profundo aos guias, onde a mediunidade era exercida com amor sem que houvesse prejuízo ao estudo e investigação.
Assim, a evocação teve a sua época. Como também o diálogo com os Espíritos através da psicografia. O retorno ao método da evocação, inclusive, não dinamizaria as atividades mediúnicas e nem propiciaria o surgimento de médiuns mais aptos e seguros. No caso destes é exatamente o contrário: o surgimento de médiuns mais adestrados é que possibilitaria (talvez) as condições para as evocações.
É recomendável também a leitura do it. 330 de O Livro dos Médiuns, que fala a respeito dos dos Espíritos que acompanham os participantes das reuniões. É muito interessante.
E Kardec conclui: “Perfeita seria a reunião em que todos os assistentes, possuídos de igual amor ao bem, consigo só trouxessem bons Espíritos. Em falta da perfeição, a melhor será aquela em que o bem suplante o mal. Muito lógica é esta proposição, para que precisemos insistir.”


Suely Caldas Schubert.
Fonte: 
Grupo Socorrista Obreiros do Senhor Jerônimo Mendonça Ribeiro


MENSAGEM DO DIA



Suponha que você esteja impressionado com uma nuvem em particular no céu. Quando for a hora dessa nuvem se tornar chuva, você não mais verá a nuvem e chorará. Mas se você souber que a nuvem se transformou em chuva e a chuva está chamando você:

-Querido, eu estou aqui, eu estou aqui.

Se você tem esse tipo de capacidade de reconhecer a continuação dessa manifestação não terá que viver em desespero e em pesar. É por isso que para aqueles que perderam alguém próximo eu aconselho que olhem profundamente para dentro de si e vejam que aquele ente próximo está ainda presente, de alguma forma, e com a prática do olhar em profundidade podem reconhecer sua presença muito perto de si mesmo.

Thich Nhat Hanh

terça-feira, 15 de maio de 2018

“POR QUE ACORDAMOS COM DORES, MAL-ESTAR E DESANIMO PELA VIDA? VISÃO ESPIRITA. ”


Quando dormimos, nossa alma acorda. Não somos o nosso corpo, em essência, somos a consciência que habita nosso corpo.
Quando adormecemos o corpo, diminuímos o metabolismo físico, relaxamos a mente e com isso permitimos que nossa consciência – que está sediada na alma – se desligue temporariamente e viaje pelos mais diferentes locais nas dimensões extrafísicas.
Podemos viajar na presença de nossos amigos espirituais e seres de Luz, se estivermos sintonizados em vibrações positivas. Nessa condição, normalmente quando acordamos nos sentimos bem, realizados e felizes com a vida.
Podemos também ser obsediados por espíritos sombrios, por bagunceiros do plano espiritual, por desafetos de outras vidas e até por outros seres encarnados também em projeção astral. Isso tudo depende da condição na qual vamos dormir. E, no caso desses tipos de assédios – infelizmente muito comum – costumamos acordar com diversas sensações ruins, como dores de cabeça, mal estar, desânimo pela vida, entre outros.
Podemos ficar presos aos nossos corpos por conta da aceleração do metabolismo provocada por erros na alimentação e dessa forma, nem sairmos em projeção. Isso também acontece quando estamos hiperativos mentalmente.

Nestes casos, o que ocorre é que o corpo físico relaxa parcialmente e com isso a nossa consciência não se liberta por completo. Normalmente nessas situações, após o período do sono, a pessoa relata que não conseguiu descansar direito e mesmo depois de ter dormido por várias horas, não encontra uma sensação de plenitude física e mental.
Pense um pouco. Se o cansaço é físico, tome uma providência. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansaço, talvez você esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um médico, realize exames, trate-se.
Se o seu cansaço o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo não puder fazer isso, então silencie. Trabalhe e ore, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.
Procure Jesus na intimidade de seu coração e entregue a Ele o seu cansaço e o seu descanso.
Ilumine os campos da alma com atividades que o enriqueçam espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.
Evite reclamações constantes, porque elas não melhorarão o seu cansaço, nem seu esgotamento.
Procure atividades que o refaçam. Escolha um local onde necessitem de braços amigos e se ofereça como voluntário. Mudança de atividade é também repouso.
Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observação atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma música. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.
O sono foi dado ao homem para a reparação das forças físicas e das forças morais.
Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o espírito também se reabastece no mundo espiritual.
Por isso mesmo a prece, antes do sono físico, se faz tão importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os diálogos que alimentam a alma e fortificam a disposição para as lutas 
Adquirir o hábito de nos prepararmos consciencialmente para o sono, equalizando nossos pensamentos em elevadas vibrações, purificando nosso espírito, acalmando a nossa mente, procurando manifestar uma intenção positiva, de ter uma projeção astral proveitosa e harmoniosa.
É importante a realização da prece, magnetizada pela vontade de servir os planos de Luz naquilo que os seres de amor entendam que seja a tarefa adequada para nós.
Também podemos e devemos pedir treinamentos e instruções nas escolas do plano espiritual, com o objetivo seguirmos evoluindo na experiência física.
Prepare-se para o sono, cuide da sua energia antes de embarcar na viagem da alma, e jamais, de maneira alguma, adormeça nutrindo sentimentos de raiva, revolta, vingança e mágoa, porque eles podem ser o elo de ligação entre a sua alma e os planos mais densos e os seus representantes.


Autor desconhecido- Fonte:  Mensagem Espirita.

A MENTIRA


Tome cuidado para não mentir, pois até pequenas decisões mentirosas poderá lhe levar a um beco sem saída. Para viver melhor não é necessário usarmos de subterfúgios mentirosos, pois um dia a verdade aparece, e fará de você uma pessoa desacreditada. Qualquer que seja a situação em que se encontra, não é com mentiras que reverterá a dificuldade, mas longe disso, visto que é melhor dizer a verdade, do que mentir. Quando você mente corre o risco de ser desmascarada, e muitas vezes não está enganando aos outros, mas principalmente a si próprio. e por mais que esteja em apuros, procure sempre falar a verdade pois isto lhe dará em primeiro lugar, uma paz interior. É melhor sofrer com a verdade e viver em paz, do que se iludir com a mentira!!! Pense nisso!!!

do site Gotas de Paz

MENSAGEM DO DIA


Quando gostamos de alguém, temos dificuldade para enxergar seus defeitos. Quando não gostamos de alguém, raramente somos capazes de apreciar suas qualidades. Nos dois casos, estamos deixando de ser justos, e de alguma maneira, isso nos será cobrado.

Paulo e Lauro Raful

sábado, 12 de maio de 2018

“COMO SERÁ SUA CASA NO MUNDO ESPIRITUAL?


Sua casa será construída de matéria própria do mundo espiritual. A construção será feita de forma muito parecida com a nossa: primeiro será concebida pelo pensamento, pela vontade de construí-la. Depois os Espíritos habilitados utilizarão a matéria espiritual até dar um resultado final desejado.
“Os Espíritos atuam sobre os fluidos espirituais, não manipulando-os como os homens manipulam os gases, mas empregando o pensamento e a vontade. Para os Espíritos, o pensamento e a vontade são o que é a mão para o homem. Pelo pensamento, eles imprimem àqueles fluidos tal ou qual direção, os aglomeram, combinam ou dispersam, organizam com eles conjuntos que apresentam uma aparência, uma forma, uma coloração determinadas; mudam-lhes as propriedades, como um químico muda a dos gases ou de outros corpos combinando-os segundo certas leis. É a grande oficina ou laboratório da vida espiritual.” (1)
Não é exatamente assim que fazemos por aqui? Primeiro pensamos, idealizamos nossa casa, depois os engenheiros e arquitetos fazem a planta. Finalmente, entregamos a construção nas mãos das pessoas que têm a capacidade para construí-la: pedreiros, pintores etc.
Para erguer nossa casa precisamos de vários materiais que combinados oferecem o conjunto desejado: tijolos, cimento, areia, telhas, tinta etc.
No mundo espiritual também os espíritos irão combinar a matéria do mundo espiritual para a construção de casas. Os Espíritos agem com a força do pensamento e são treinados para agirem como os técnicos/profissionais do nosso mundo.
E saiba de uma coisa muito interessante: tudo no mundo espiritual é sólido para os espíritos desencarnados como o chão aqui é para nós. Para eles a casa, os utensílios, as roupas, os veículos, as plantas etc, são tão sólidos como o material mais resistente o é para nós outros aqui no nosso mundo.
“Esses fluidos têm para os Espíritos uma aparência tão material, quanto a dos objetos tangíveis para os encarnados, e são, para eles, o que são para nós as substâncias do mundo terrestre. Eles os elaboram e combinam para produzirem determinados efeitos, como fazem os homens com os seus materiais, ainda que por processos diferentes.”(1)
Frequentemente amigos e familiares desencarnados já nos aguardam com uma casa pronta: podemos morar temporariamente com eles como hóspedes ou definitivamente (enquanto permanecermos desencarnados). Afinal, as cidades espirituais já existem e elas possuem casas, escolas, ruas, avenidas, parques etc. Tudo já está pronto.
Alguma coisa diferente daqui? Não, nada diferente.
Quando você nasceu já existia um mundo pronto para você aqui também. Você nasceu numa cidade e casa que já tinham sido construídas.
Com o tempo você cresceu e – se for um brasileiro “sortudo” –   pôde construir sua própria casa do jeitinho que você queria, não?
Poderá ocorrer o mesmo com você após a desencarnação. Chegando ao Plano Espiritual, familiares e amigos queridos o acolherão e levarão para uma casa (ninguém se encontra em desamparo). Depois você poderá adquirir a sua também (já pronta) ou construí-la se tiver capacidade para isso.
André Luiz nos relata, no livro Nosso Lar, que quando chegou àquela cidade foi gentilmente convidado a morar na residência da Sra Laura. Ela e toda a sua família eram trabalhadores de Nosso Lar.
Terá André Luiz, hoje – se ainda estiver residindo em Nosso Lar -, sua própria casa? É provável que sim, pois lá as residências podem ser adquiridas com a moeda local: o bônus-hora.
Essas casas, inclusive, podem ser deixadas de herança. Só que a herança naquela cidade ocorre em sentido inverso: o Espírito desencarnado deixa de herança um imóvel quando sai da cidade para reencarnar. Aqui, deixamos bens de herança quando desencarnamos.
Como a matéria do Plano Espiritual é bem menos grosseira que a nossa, os imóveis não ficam sujeitos à deterioração, isto é, não ficam velhos e não precisam ser demolidos.
Não existem reformas, mas alterações/mudanças, conforme o gosto, com as casas “em pé”, sem necessidade de demolição para construção de uma nova.
Mas não nos esqueçamos que o local para onde iremos assim que deixarmos o corpo físico estará subordinado à nossa condição espiritual: equilíbrio, paz interior, prática do bem etc, enfim, atitudes e ações que poderão nos conferir merecimento para desfrutarmos de uma vida mais feliz.


Fernando Rossit-Fonte: Kardec Rio Preto
Bibliografia:
1-“A Gênese”, Cap. XIV, Alan Kardec
2-“Devassando o Invisível”, Nada de Novo, Ivonne Pereira

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