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sábado, 14 de julho de 2018

“NOSSOS FILHOS SÃO ESPÍRITOS- COMO LIDAR COM ELES. ”


Diante dos desafios da criação, das preocupações que ocupam as nossas mentes, é comum desvirtuarmos das reais prioridades da criação filial em nome da segurança financeira. Filhos são espíritos, unidades inteligentes de Deus, com o objetivo de figurar pela eternidade nos prumos felicidade.
Para que os eventos provedores da felicidade ganhem força, é necessário o respaldo inicial, o alicerce do caráter reto, sob o peso das escolhas difíceis.
Muitos dizem, naturalmente sob as aflições do desconhecimento, que o passado delituoso de outras vidas é a resultante das diferenças de afinidade que conduzem a desdita do presente. Estes desconhecem o poder do amor, ignoram a força da indulgência. O antagonismo atual é vencido pelo exemplo, paciência e inúmeros atos de amor, o conhecido 70x7, segundo o Mestre Jesus. Os problemas do hoje possuem, certamente, os componentes do presente.
Nossos filhos não foram criados para os parcos anos da existência carnal, o objetivo é muito maior, é pavimentar lhes a estrada rumos aos cimos da felicidade, é conduzir-lhes nas vias do homem ou mulher de bem, é direcionar lhes ao caminho dos anjos. Entretanto, vislumbramos, ainda envolvido na manta ao nascer, o médico da mamãe, ou o engenheiro do papai. Como se a necessidade da vida fosse unicamente o alimentar de um grupo de células, além do fenômeno da procriação e perpetuação da espécie humana.
Nossos filhos são espíritos e, portanto, existem as características latentes, a “borra” do caráter passado que retorna sob a virtude trabalhada ou do vício a ser confirmado, legado moral acumulado e trazido através dos tempos. Os traços inconsequentes do antes, os quais devemos fomentar a reconstrução através dos esforços da educação. Educar é ação contínua, é ajudar sem atrapalhar. É auxiliar sem confundir, é perseverar, jamais desistir.
A formação profissional, obviamente importante, deve ser alcançada, porém distante está de ser a única, em se tratando do ser eterno. Necessário investir mais na formação do ser humano, no conjunto de virtudes que qualificam o espírito em sua integralidade.
O mundo clama pelo equilíbrio, não a encontraremos nas telas ou ferramentas do mundo virtual, hoje, infelizmente, encontramos as famílias reunidas em corpo somente, pois frequentemente as mentes estão longe, viajando na ação de jogos eletrônicos ou de mensagens instantâneas, desde as mais tenras idades. Como formar um caráter se nos momentos de comunhão familiar, permitimos a alienação que evita a convivência e o contato?
A Terra espera por paz, e não a encontraremos nos múltiplos cursos preparatórios, e sim, ensinando-lhes o respeito ao próximo, dando-lhe a perfeita noção de limite, para estar-se sempre quite com consciência.
A sociedade pede amor, virtude esta a ser desenvolvida no universo do espírito, através dos exercícios da caridade em todos os sentidos. Não tenhamos as aspirações de encaminhar-lhes a descoberta do valor da vida, da formação do cidadão de bem, unicamente pelas vias dos cursos profissionalizantes.
A educação moral é o maior investimento, custa-nos apenas o empenho diário, entretanto sua aquisição, jamais se perde, degrada, desvaloriza ou apequena-se. Ao contrário, avança indeterminadamente. Tal educação, nem sempre vem recoberta do doce da vida, por vezes se achega crispada de sentimento latentes em vendavais de paixões. O Cristo, além os inúmeros exemplos conhecidos de recuperação moral de almas, nos ensina que jamais devemos desistir de um ser humano, seja quem for, quem dirá dos que nos são fruto, do corpo e/ou do coração. Um espírito sempre absorve a dose, mesmo que homeopática, do amor, sob a disciplina do exemplo e do incansável esforço.
Um traço de nós acompanhará sempre os nossos pequeninos, que traço desejamos deixar-lhes? Quais tesouros do coração lhes damos como guia dos momentos difíceis? Dá-lhe os devidos valores para que saibam pesar a importância do dinheiro, da família, da sociedade, da profissão, do próximo e de Deus.
Assim, saberão portar-se diante das agruras do mundo e desafios humanos, entenderão o respectivo papel diante da eternidade, não limitando-se aos investimentos momentâneos, os valores com vencimento nas décadas, sob as fragilidades e limitações do corpo biológico. Terão a real noção da vida futura e a consciência do que são na essência: Espíritos.

Fonte: Correio Espírita. Por: Pedro Valiati

OPORTUNIDADES



Que a gente aprenda a valorizar o abraço antes da ausência. O sorriso antes da lágrima. O momento que antecede a despedida… É verdade que a vida voa, mas também recomeça a cada dia, nos dando a infinita chance de recomeçar.
Todos os dias se descortina à nossa frente uma oportunidade maravilhosa para sermos hoje melhor do que fomos ontem. Não jogue fora o bem mais precioso que poderia receber, que é a chance de corrigir o que fez de errado ontem. Se desejas que o amanha possa ser diferente e melhor do que hoje, faça algo melhor e diferente do que fez ontem.

do site Gotas de Paz

CONSCIÊNCIA PLENA







À medida que praticamos a atenção plena ou consciência do momento presente (mindfullness), podemos esperar experimentar dificuldades. Por exemplo, com a crescente conscientização em cada momento, em cada situação de nossas vidas, começamos a ter consciência do que é desagradável e doloroso, bem como do que é agradável. Podemos nos tornar mais conscientes de experiências "neutras" também, vendo mesmo nestes algum aspecto desagradável ou agradável que era anteriormente despercebido. Esta consciência crescente do que é desagradável pode ser perturbador para o praticante no início. Eles podem erroneamente acreditar que "não estão fazendo a coisa certa" ou "não são feitas para meditar." Nesta fase, é importante que o praticante perceba que cada vez mais a nossa consciência de qualquer aspecto da vida está realmente progredindo.

Jeff Brantley

quinta-feira, 12 de julho de 2018

"AS DIVERSAS REENCARNAÇÕES DE CHICO XAVIER".

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No livro “Chico, Diálogos e Recordações”, o autor Carlos Alberto Braga realiza um trabalho sério e dedicado por quatro anos com Arnaldo Rocha, que teve quase 50 anos de convivência com Chico Xavier. Arnaldo revelou uma série de reencarnações de si mesmo e de “Nossa Alma Querida”, como se refere a Chico. Arnaldo Rocha foi o doutrinador de um grupo de desobsessão que Chico Xavier participava. O nome era “Grupo Coração Aberto”, onde muitas revelações sobre vidas passadas na história planetária foram reveladas.
O resultado do trabalho pode ser parcialmente visto nos livros “Instruções Psicofônicas” e “Vozes do Grande Além”. Dentre várias encarnações de Francisco Cândido Xavier, algumas já foram elucidadas:
Hatshepsut (Egito) (aproximadamente de 1490 AC a 1450 AC)
Era uma farani – feminino de faraó – que herdou o trono egípcio em função da morte do irmão. A regência dela foi muito importante para o Egito, já que suspendeu os processos bélicos e de expansão territorial. Trouxe ao povo um pensamento intrínseco e mais religioso. Viveu numa época em que surgiram as escritas nos papiros, o livro dos mortos. Hatshepsut foi muito respeitada e admirada pelo povo egípcio. Obesa e diabética, com câncer nos ossos, desencarnou em torno dos 40 anos, por causa de uma infecção generalizada. Hatshepsut foi a primeira faraó (mulher) da história. Governou o Egito sozinha por 22 anos, na época o Estado era um dos mais ricos.
Chams (Egito) (por volta de 800 AC)
Rainha do Egito durante o império babilônico de Cemirames. Vários amigos de Chico Xavier também estavam encarnados na época, como Camilo Chaves, o próprio Arnaldo Rocha e Emmanuel, que era sacerdote e professor de Chams.
Sacerdotisa (Delphos-Grécia) (cerca de 600 AC)
Não se tem registros de qual o nome Chico Xavier recebeu nesta encarnação. Ela se tornou sacerdotisa por causa do tio (Emmanuel reencarnado), que a encaminhou para a sacerdotisação.
Lucina (Roma-Itália) (aproximadamente 60 AC)
Lucina era casada com o general romano chamado Tito Livonio (Arnaldo Rocha reencarnado), nos tempos da revolução de Catilina. Nesta jornada, Lucina teve como pai Publius Cornelius Lentulus Sura, senador romano, avô de Publius Cornelius Lentulus (Emmanuel).
Flavia Cornélia (Roma-Itália) (de 26 DC a 79 DC)
Nesta encarnação, Chico Xavier era filha do senador romano Publius Cornelius Lentulus (Emmanuel). Arnaldo Rocha confidenciou que quando Chico se lembrava da reencarnação de Flavia sentia muitas dores, porque ela teve hanseníase. Também se percebia um forte odor que se exalava.
Lívia (Ciprus, Massilia, Lugdunm e Neapolis) (de 233 DC a 256 DC)Foi abandonada numa estrada e achada por um escravo, que trabalhava como afinador de instrumento, e tinha o nome de Basílio (Emmanuel reencarnado). Ele a adota e coloca o nome de Lívia – ler Ave Cristo. Nesta ocasião, Arnaldo Rocha era Taciano, um homem casado que tinha uma filha chamada Blandina (Meimei reencarnada). 
Certa vez, os três se encontraram e Taciano chegou a propor uma relação conjugal com Lívia, que era casada com Marcelo Volusian.
Quando a proposta foi feita, Lívia alertou que todos tinham um compromisso assumido, tanto Taciano com sua esposa, quanto ela com o seu marido.
Na oportunidade, Lívia disse: “Além de tudo, nós temos que dar exemplo a essa criança. Imagina ela ter uma referência de pais que abandonam esses compromissos.
Confiemos na providência divina porque nos encontraremos em Blandina num futuro distante”, numa clara alusão ao primeiro encontro entre Arnaldo Rocha e Chico Xavier, na Rua Santos Dumont, em Belo Horizonte, em 1946, quando o médium revelou as mensagens de Meimei do Plano Espiritual.
Clara (França) (por volta de 1150 DC)
Chico Xavier, quando esteve na França, foi nas ruínas dos Cátaros e se lembrou quando, em nome da 1ª Cruzada, toda uma cidade foi às chamas. Essa lembrança foi dolorosa para Chico. No século seguinte, a 2ª Cruzada foi coordenada por Godofredo de Buillon (Rômulo Joviano encarnado – patrão de Chico Xavier na Fazenda Modelo em Pedro Leopoldo), que tinha um irmão chamado Luis de Buillon (Arnaldo Rocha reencarnado), casado com Cecile (Meimei ou Blandina reencarnada). Godofredo e Luis tinham mais um irmão, com o nome de Carlos, casado com Clara (Chico Xavier, reencarnado).
Meimei, no livro “Meimei Vida e Mensagem”, de Wallace Leal Rodrigues, descreve todos esses nomes, sem falar das reencarnações, e se refere a Chico como quem tem o afeto das mães, numa clara citação das várias encarnações femininas que teve o médium: “… Meu afeto ao Carlos, Dorothy, Lucilla, Cleone e a todos os que se encontram mencionados em nossa história, sem me esquecer do Chico, a quem peço continue velando por nós com o afeto das mães, cuja ternura é o orvalho bendito, alertando-nos para viver, lutar e redimir” (mensagem psicofônica de Meimei pelo médium Chico Xavier, em 13 de agosto de 1950).
Lucrezja di Colonna (Itália) (Século XIII)
Nesta encarnação, Chico Xavier nasceu na família de Colonna, assim como Arnaldo Rocha, que era Pepino de Colonna, e Clóvis Tavares, na época Pierino de Colonna. Os três viveram na época de Francisco de Assis e tiveram contatos, encarnados, com este espírito iluminado.
Joanne D’Arencourt (Arras-França) (Século XVIII)
Joanne D’Arencourt fugiu da perseguição durante a Revolução Francesa sob a proteção de Camile Desmoulins (Luciano dos Anjos, reencarnado). Veio desencarnar tuberculosa em Barcelona em 1789.
Joana de Castela (Espanha) (1479 a 1556)
Joana de Castela era filha de reis católicos – Fernando de Aragão (Rômulo Joviano, encarnado) e Isabel de Castela. Casou-se com Felipe El Hermoso, neto de Maximiliano I, da Áustria, da família dos Habsburgos. O casamento foi político, mas apressado pelo grande amor que existia. Desde criança, Joana via espíritos e, por viver numa sociedade católica, era considerada como louca. Com a desencarnação dos pais de Joana, o marido Felipe e, o pai dele, Felipe I (Arnaldo Rocha reencarnado) disputavam o trono. 
Para evitar que Joana de Castela assumisse, acusaram ela de louca, porque via e falava com os espíritos. Depois que Felipe desencarnou, Joana foi enclausurada por 45 anos em Tordesilhas, na Espanha. A dor era muito grande, mas o que a consolava era o contato com os espíritos. A clausura tem muita relação com a vida de Chico Xavier. Foi uma espécie
de preparação para o que viria. Chico sempre foi muito popular, mas fazia questão de sair do foco para que a Doutrina Espírita fosse ressaltada.
Ruth Céline Japhet (Paris-França) Encarnação anterior à de Chico
Xavier (1837/1885)
Sua infância lembra os infortúnios de Chico Xavier, tal a luta que empreendeu pela saúde combalida. Era médium desde pequena, mas só por volta dos 12 anos começou a distinguir a realidade entre este mundo e o espiritual. Na infância, confundia os dois. Acamada por mais de dois anos, foi um magnetizador chamado Ricard quem constatou que ela era médium (sonâmbula, na designação da época), colocando-a em transe pela primeira vez. Filha de judeu, Ruth Céline Japhet contribuiu com Allan Kardec para trabalhar na revisão de “O Livro dos Espíritos” e do “Evangelho Segundo o Espiritismo”, durante as reuniões nas casas dos Srs. Roustan e Japhet. Isso pode explicar por que Chico sabia, desde pequeno, todo o Evangelho. Em palestra proferida em Niterói no dia 23 de abril, o médium Geraldo Lemos Neto citou este fato: “Desde quando ele tinha cinco anos de idade, Chico guardava integralmente na memória as páginas de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. A história de Chico Xavier todos nós sabemos. Ele somente veio ter contato com a Doutrina Espírita aos 17 anos de idade”, finalizou.
Para contrariar o pressuposto de que Chico Xavier foi Allan Kardec, o próprio médium mineiro relatou a admiração pelo codificador em carta publicada no livro “Para Sempre Chico Xavier”, de Nena Galves: “Allan Kardec vive. Esta é uma afirmativa que eu quisera pronunciar com uma voz que no momento não tenho, mas com todo o meu coração repito: Deus engrandeça o nosso codificador, o codificador da nossa Doutrina. Que ele se sinta cada vez mais feliz em observar que as suas ideias e as suas lições permanecem acima do tempo, auxiliando-nos a viver. É o que eu pobremente posso dizer na saudação que Allan Kardec merece de todos nós.
Sei que cada um de nós, na intimidade doméstica, torná-lo á lembrado e cada vez mais honrado não só pelos espíritas do Brasil, mas de todo o mundo. Kardec vive”.

Do livro: Diálogos e Recordações. De Carlos Alberto Braga e Arnaldo Rocha.

PUBLICADO NO JORNAL CORREIO ESPÍRITA EM JUNHO DE 2010

CAMINHAR COM JESUS


Ontem fui dormir muito tranquilo e tive um sonho maravilhoso. Sonhei que estava caminhando com Jesus em um bosque rodeado de flores e com um lago muito lindo. Segurava nas mãos de Jesus e Este me mostrava cada passagem  que este lugar continha. Em todos os lugares que passava Jesus me dizia, tratar-se mais uma obra do nosso Pai Celestial.
Pude notar, que segurando em suas mãos e ouvindo suas narrativas a respeito de cada local, como é maravilhoso tudo que Deus criou, e nos deu, para que disto pudéssemos usufruir, sem direito a posse. Seria muito fácil usar sem destruir, como também procurar sempre conservar o que Ele nos deixou, e as vezes nossa ganancia toma conta de nós e isto nos trás sérias consequências. Como foi lindo caminhar com Jesus, pena que logo acordei.

do site Gotas de Paz

“A MORTE NÃO É O FINAL A MORTE NÃO É NADA.”


A morte não é o final.
Eu somente passei para a sala seguinte. Nada aconteceu. Tudo permanece exatamente como sempre foi.
Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntos, permanece intocada, imutável.
O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos.
Chame-me pelo antigo apelido familiar. Fale de mim da maneira como sempre fez. Não mude o tom. Não use nenhum ar solene ou de dor.
Ria como sempre o fizemos juntos. Brinque, sorria, pense em mim, reze por mim.
Deixe que meu nome seja uma palavra comum em casa, como sempre foi. Faça com que seja falado sem esforço, sem sombra.
A vida continua a ter o significado que sempre teve.
Existe uma continuidade absoluta e inquebrável. A ligação não foi interrompida.
O que é a morte?
Por que ficarei fora dos seus pensamentos apenas porque estou fora do alcance da sua visão?
Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do caminho.
Estou simplesmente à sua espera, como num intervalo bem próximo, na outra esquina.
Você que aí ficou, siga em frente. A vida continua bela, como sempre foi.
Tudo está bem.
A morte é somente a cessação da vida orgânica. É apenas o fim do corpo físico e de mais uma etapa da programação Divina.
A essência humana sobrevive para além da vida física, pois o Espírito não tem fim. Somos imortais.
A morte vem apenas nos dizer que chegou o momento da alma retornar à vida plena e verdadeira.
Mostra-nos que o Espírito se despediu do corpo que o abrigou durante a jornada terrestre para se elevar a outras dimensões e continuar sua trajetória evolutiva.
A afeição real, de alma a alma, é durável, e também sobrevive à destruição do corpo. Apenas as afeições de natureza carnal se extinguem com a causa que lhes deu origem.
O amor que nutrimos uns pelos outros continuará existindo na Espiritualidade.
Ao desencarnarmos, seremos recebidos do outro lado da vida por aqueles a quem estamos ligados por laços de afeto e que desencarnaram antes de nós.
Será o momento de rever seres amados que nos aguardam.
O reencontro na Espiritualidade ou em vidas futuras, através de uma nova encarnação, haverá de acontecer.
E todas as vezes que a saudade daquele que partiu parecer maior do que nossas forças possam suportar, busquemos o lenitivo da oração.
Nossas preces alcançam os seres amados onde quer que estejam, levando até eles nossas melhores vibrações.
E, para que possamos sentir as vibrações enviadas pelo pensamento dos amores que hoje vivem em outras dimensões, aquietemos nossas mentes e corações. Com certeza, experimentaremos algum conforto.
A prece é mecanismo abençoado que nos aproxima de Deus e dos afetos que estão distantes.

Redação do Momento Espírita

MENSAGEM DO DIA


Pobres ou ricos, podemos viver nobremente, enfrentando com firmeza as tempestades da vida, se partimos do pressentimento de que somos muito mais de que um mero animal falante.

Paulo e Lauro Raful

ALGUMAS DE MINHAS OBRAS

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