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sábado, 26 de junho de 2010

SENTIMENTOS NEGATIVOS


“Basta-te a minha graça, porque é na fraqueza que se revela, totalmente, a minha força.”
2Cor:12,9




Os sentimentos negativos nos corroem, roubam-nos a energia, tornam-nos destrutivos e paralisam-nos.
É interessante que aquilo que milenarmente é chamado de “pecado” não é senão este sentimento negativo, cujo portador jamais consegue alcançar a autêntica felicidade. Orgulho, preguiça, luxúria, ira, avareza, egoísmo são, na verdade, distúrbios de personalidade.
Segundo a tradição iogue, particularmente a tibetana, os fatores destrutivos da paz, ou “venenos”, são ao todo cinco: indiferença, apego, cólera, ciúme, orgulho. Estas emoções destrutivas causam o estresse, que destrói o equilíbrio do corpo.
Aquelas pessoas cujas personalidades são marcadas por estes sentimentos, são, geralmente, as mal-amadas. A inveja, a hostilidade, o ressentimento, e aqueles outros sentimentos, citados acima, são, normalmente, características das pessoas infelizes, cheias de fel, e que, não suportando a felicidade alheia, tudo fazem para destruí-la. Mas, por que essas pessoas são assim? No fundo, são mal-amadas simplesmente porque não sabem amar.
Claro que todos nós temos alguns desses sentimentos. Ninguém de nós é santo. Temos nossos anjos e demônios.
Estamos chamando a atenção aqui para aquelas pessoas em que estes sentimentos são mais marcantes, atrapalhando assim os seus relacionamentos, prejudicando a si mesma e aos outros.
Esta pessoa, portadora de sentimentos negativos, naturalmente, será evitada e, como num círculo vicioso, sentirá aumentada a sua hostilidade contra as pessoas e o mundo. Alguém tem condição de ser feliz desta maneira?
Claro que não! Mas não deve o leitor se desesperar. Isto tem solução. É preciso, entretanto, antes de qualquer coisa, a vontade de conhecer-se, aceitar-se com suas limitações e trabalhar na sua transformação. Se o doente não reconhece que está doente jamais irá procurar o médico e nem usará medicamento ou terapia alguma. E os medicamentos e as terapias são muitas. Não há, infelizmente, como tratar de assunto tão profundo em matéria tão ligeira. Mas, posso dizer que, em suma, duas delas funcionam muito bem: o autoconhecimento e a oração (sintonia com Deus).

(adaptação de um texto de minha obra “Mergulho Interior – A cura pelo autoconhecimento”, Editora Vozes)

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