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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

ENVELHECER? nÃO NECESSARIAMENTE...



Sempre considerei a vida uma escola, com seus graus e degraus. Também Djanira, personagem de nosso saudoso escritor montesclarense Dr. João Vale Maurício, já dizia:

- É. O mundo é escola. (...) A escola do mundo é de sempre.

Acredito porém que, nesta escola, Deus nos deu três grandes oportunidades para crescermos e aprendermos. A primeira foi quando nos deu a própria vida. A segunda quando nos fez pai e mãe. E a terceira quando o fogo da mocidade se acaba e a gente começa realmente a aprender de verdade.

Quando nos tornamos pais e temos em nossos braços aquela criaturinha desamparada e inteiramente dependente de nós, aprendemos a mais bela forma de amar: o amor incondicional. Quem não aprendeu, não vai amar mais ninguém. Esses serão sempre secos. Porque, infelizmente, existem mesmo os pais e mães desnaturados...

Aí, quando amadurecemos, já tendo percorrido um estradão danado nesta vida, quando perdemos os ardores da juventude, os encantos físicos, nos vestimos de luz.

Ao começar a sentir a falta de crianças em casa, ao olhar com saudade os rostos de nossos filhos e ouvi-los a nos dar lições, a nos considerar ultrapassados, Deus nos presenteia com uma nova versão de nossos garotinhos: os netos.

E, aí, com o coração explodindo de amor, alegria e orgulho, voltamos a ser jovens. Não nos importam mais os cabelos brancos, as carnes flácidas, as formas perdidas, as rugas no rosto. Não! Vamos refletir toda a beleza daquela onda de imenso amor que toma conta de nós.

Existem velhos feios sim! Aqueles que não vestem essa auréola de luz. Aqueles que se fecharam em seu egoísmo. Que se fecharam para a própria vida. Que carregam uma consciência pesada. Torturados pela culpa. O que faz o velho feio é a amargura, a desconfiança, o desamor.

Mas aqueles que seguiram a senda do Amor, que têm a consciência leve, possuem a eterna juventude. Transmitem segurança, paz, amor, ternura e carinho. Têm a pureza e a coragem das crianças. Têm bom humor e seu abraço aquece os corações. Vivem com alegria e prazer.

E, no contato com seus netos, se tornam eternamente crianças, com um amor inocente, verdadeiro e sem cobranças. Esses velhos iluminam o ambiente em que vivem. Eles zombam das convenções, vivem como desejam, dizem o que pensam e demonstram o que sentem. Têm auto-estima e entusiasmo. Têm brilho nos olhos e trazem sempre um sorriso na face. Parece que deles emana um amor que revigora a vida. E eles possuem todos os mistérios, magias, encantos e encantamentos da vida. Conseguiram descobrir da vida todos os segredos.

Atingiram a Sabedoria.

A LIÇÃO DO SOFRIMENTO


A LIÇÃO DO SOFRIMENTO


O que nos ensina o sofrimento? Como nos comportamos diante das tempestades que nos atingem, os males que nos afligem, as perdas que nos ferem, as doenças que nos limitam? Aceitamos, com resignação, aquilo que não podemos mudar, crescemos em espiritualidade, fortalecemos a nossa fé, ou, pelo contrário, nos revoltamos, nos desesperamos, nos amarguramos e nos tornamos céticos?

A vida nos ensina que o sofrimento é faca de dois gumes: alguns, quanto mais sofrem, como um diamante sendo burilado, crescem em humanidade. Tornam-se mais bondosos, compassivos, tolerantes, solidários. Outros desenvolvem uma revolta surda, silenciosa, que vai minando o seu ser, gangrenando-o.

Não há como evitar o sofrimento. Por mais que sejamos privilegiados em fortuna, em saúde, em inteligência, em beleza, em afeto, em qualquer curva da estrada, ele nos espera. Há até um verso de um poeta brasileiro, cujo nome me falta, no momento, que diz: ”Quem passou pela vida e não sofreu, passou pela vida, não viveu.” Sofrimento é, pois, contingência humana.

Alguns sofrem mais, outros menos. A razão dessa diferença está, talvez, nos planos de Deus para nós. Como os desconhecemos, o sofrimento se torna, tantas vezes, um mistério para nós.

Mas, não é isso o que importa. O importante é como aproveitamos o sofrimento para o nosso crescimento espiritual. Sem a espiritualidade, o que nos resta? Somos apenas um grão de poeira perdido no cosmo ou um pequeno verme, arrastando-se no chão. Sem o desenvolvimento espiritual, só podemos nos entregar aos soluços e gemidos.

Se não permanecemos fundados e firmes na fé em nosso Amado Mestre e inabaláveis na esperança, como podemos levar adiante a vida, cumprindo os compromissos do dia-a-dia e suportando a rotina e a dor? Dentro de nós mora a Força que haverá sempre de nos sustentar. Lembrem-se: “Tudo posso n’Aquele que me fortalece”.

Jamais pensemos, pois, em sofrimento como castigo,

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