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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A HORA DA TRISTEZA


Deveria haver um esconderijo para a Tristeza e a Saudade, não acham? Tem dia que a única vontade que temos é colocar a cabeça no travesseiro e nos esquecermos de tudo, não é verdade? Às vezes, caímos, tropeçamos e o desejo é de ficar ali no chão porque o cansaço é demais...

Não costumo ficar olhando para trás e nem me lamentando.. Mas, putz..., quantas vezes, sem a gente pedir, a Tristeza e a Saudade nos batem à porta?!

Se a gente pudesse saltar estes dias... Não escrever... principalmente crônica porque a tristeza fica bem no poema, mas não na crônica. Tristeza e saudade dão poemas fenomenais. Mas, em crônica?! Crônica é para a gente falar de beleza, de alegria, de Deus e Sua Criação, dar um pitaco no que os outros andam fazendo (principalmente os políticos...), comentar o dia-a-dia... Mas a danada da Tristeza insiste em entrar no peito e na crônica... o que fazer, então?

Dizer da dor que nos oprime o peito, de lágrimas inoportunas a correr pela face, do passado que insiste em voltar, dos erros que teimam em nos atormentar, da injustiça da qual nos consideramos vítimas? Abrir assim o coração e lavar “roupa suja” em público não fica nada bem! Vamos e convenhamos...

Mas, o que faço? Como afastar-me de mim mesma na hora de escrever? Bem, no final das contas, acho até que o leitor pode gostar. Porque ele vê e sente na pele que o escritor é humano, é gente com carne, sangue, suor, lágrimas, falhas, pecados. Ele vê o nosso avesso. Quem não tem avesso? Quem é sempre bom, sempre alegre, sempre perfeito? Não conheço gente assim. Todos nós somos cheios de contradições! E não me peçam coerência, porque todos somos incoerentes.. Tudo depende do sol, ou da lua, sei lá!

Onde o riso, onde o canto, onde o azul e o calor? Dentro de mim, hoje, só existem a tristeza e a saudade. Saudade de mim mesma em tempos que já se foram. Saudade de seres amados, capazes de nos escutar e de nos apertar a mão num gesto solidário.

Já repararam que a tristeza perturba? Ninguém gosta de ficar perto de gente que está triste, como se tristeza fosse doença contagiosa. A verdade é que ninguém gosta de lembrar que pode, a qualquer momento, ser vítima do sofrimento.

Vamos lá, alegria, alegria, que a vida é festa permanente! Xô tristeza, xô saudade! Sai pra lá, bicho ruim! Afinal de contas, está tudo igual, como antes, “no quartel de Abrantes”...

MISSÃO DE LUZ


Todos nós somos templos do Espírito e aqui estamos para cumprir uma missão. O fato de que o nosso corpo é um templo, morada do Espírito, implica numa vida de profundo respeito a si mesmo, evitando tudo aquilo que possa envenenar-nos ou conspurcar-nos.

Isto significa que devemos ter uma vida sadia e reta. Uma alimentação balanceada, evitando tudo aquilo que a Medicina nos ensina que possa desequilibrar a nossa saúde. Significa, em síntese, uma vida moderada e equilibrada em todo sentido.

Vida sadia e reta implica, também, pensamentos puros e elevados para estarmos em profunda sintonia com Deus, com o Cosmo, atraindo para nosso campo magnético apenas boas vibrações.

A missão que devemos cumprir, seja qual for, exige, antes de mais nada, uma atitude de alegria, amor, esperança e fé diante da vida. Esta missão, muitas vezes, nos exige sacrifícios, como momentos de lazer e outras coisas materiais.

Precisamos ouvir, quando, às vezes, temos necessidade de falar; precisamos criar tempo, quando o serviço nos aperta; precisamos ter uma inesgotável paciência, quando a vontade é de estourar e jogar tudo para o alto...

Ser verdadeiramente espiritualista, consciente de seu dever, não é nada fácil. Exige muito de nós. Mas, não devemos desistir nunca, pois a Luz está sempre ao nosso lado, dando-nos força, mostrando-nos o caminho e confortando-nos.


Devemos representar tudo aquilo que é sinônimo de vida: anseio, sonhos, amor, alegria, dor, criatividade. Só assim estaremos cumprindo nossa missão e crescendo, dia a dia.

Isto implica, também, em uma vida de oração e de amor incondicional. Aquele que vive, exclusivamente, preocupado com as coisas terrenas, não tem condições de crescer. “O caminho da Vida é para dentro”, disse algum mestre, cujo nome me escapa agora. O alarido da vida terrena não pode nos afastar do nosso Eu verdadeiro, de nosso Eu Superior, de todas as verdades que moram dentro de nossa Essência.

Esta opção exige, ainda, muito estudo e uma eterna atitude de humildade, pois somos , sempre, meros aprendizes.

SAUDADES DE MIM




SAUDADE DE MIM CRIANÇA,
SAUDADE DE MIM ADOLESCENTE,
SAUDADES DE MIM MULHER...
SAUDADES DOS CAMINHOS
QUE PERCORRI,
DAS PESSOAS
QUE SE FORAM
E ATÉ DOS QUE FICARAM.
SAUDADES DE UM SORRISO,
DE UM BEIJO,
E ATÉ DOS SONHOS
NÃO CONCRETIZADOS...
SAUDADES DE TUA MÃO NA MINHA,
DE CAMINHADAS PELA PRAIA,
DE VIAGENS,
DE LUGARES,
SAUDADES DO PASSADO...
QUANDO FOI QUE MORRI ?...
NÃO SEI...
SÓ SEI QUE ESTA ENORME SAUDADE
NÃO É SENÃO
SAUDADE DE MIM MESMA...

ALGUMAS DE MINHAS OBRAS

MEU MAIS NOVO LIVRO

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