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domingo, 6 de junho de 2010

CONQUISTANDO A PAZ


Existem tribulações e tribulações.

Para extinguir aquelas que conturbam a vida, comecemos a cooperar na construção da paz onde estivermos.

Necessitamos, porém, conhecer as farpas que entretecem as inquietações que nos predispõem ao desequilíbrio e ao sofrimento.

Vejamos algumas:

a queixa contra alguém;
a reclamação agressiva;
o palavrão desatado pela cólera
a resposta infeliz;
a frase de sarcasmo;
o conceito depreciativo;
o apontamento malicioso;
o gesto de azedume;
a crítica destrutiva;
o grito de desespero;
o pensamento de ódio;
a lamentação do ressentimento;
a atitude violenta;
o riso escarninho;
a fala da irritação;
o cochicho do boato;
o minuto de impaciência;
o parecer injusto;
a pancada verbal da condenação.

Cada espinho invisível a que nos reportamos é comparável à chispa capaz de atear o incêndio da discórdia.

E ganhar a discórdia não aproveita a pessoa alguma.

Tanto quanto possível, aceitemos as tribulações que a vida nos reserve e saibamos usar o amor e a tolerância, a paciência e o espírito de serviço para que estejamos realmente conquistando os valores e bênçãos da paz.

Não esperes que o próximo te solicite cooperação. Colabora voluntariamente, na certeza de que estarás realizando valiosas sementeiras de trabalho e de amor, na construção do futuro melhor.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Paciência. Ditado pelo Espírito Emmanuel. CEU. 1983.

PRECE DE HOJE




Pai amoroso,
Perdoai àqueles que por falta de amor não sabem amar; àqueles que sem encontrar a compreensão não sabem compreender; sem nunca terem podido alcançar a paz e a felicidade, deixam seus corações se corroerem pela inveja!
Perdoai, Senhor, àqueles que, por um dia não terem tido nada, acabaram colocando nas coisas materiais todo o seu desejo e ambição!
Perdoai aos que não têm o entendimento da brevidade da jornada, e, desconhecendo que Vosso Reino não é desse mundo, procuram, desenfreadamente, entregar-se à ilusão de efêmeras paixões!
Perdoai, Pai, àqueles que, de tanta repressão, fecharam seus corações, isolaram-se na prisão do medo, da revolta, do sentimento de culpa, e não conseguindo viver e aceitar tranquilamente a vida em sua plenitude, em momentos repentinos, como um dique que se rompe, agridem, matam, corrompem, furtam, estupram!...
Perdoai, meu Deus, àqueles que não têm tempo para o banquete do amor, que se negam às amizades, às reflexões, ao sorriso bondoso, à palavra confortadora, ao gesto de aceitação!
Eles vivem correndo sempre porque acham que a vida termina aqui. Compadecei-vos deles, ó Pai!
E assim como eu, tão pequena, os perdôo a todos, estou certa que vós, mais do que ninguém, tendes a compreensão profunda das palavras de Vosso Filho: “eles não sabem o que fazem”. Portanto, havereis de abrigar todos em vossa infinita misericórdia!
Amém!

( texto da minha obra “A Seara da Terra”, da Editora Vozes)
http://twitter.com/maluescritora

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