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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A ÁRVORE OCA


Ela era uma árvore alta e imponente. Destacava-se em toda a floresta. As outras olhavam-na com inveja, imaginando-a bela e forte. Ela, porém, sentia-se, por vezes, cansada de tanto manter-se erguida... Olhava, não sem tristeza, as suas pequenas companheiras, lá por baixo, com seus galhos se enroscando e abrigando pequenos animais e viajantes cansados.

Um dia, uma tempestade horrível tomou conta da floresta. O vento uivava bravio, vergando os galhos flexíveis das peque nas árvores, e, por vezes, até seus próprios troncos. Todas pareciam empenhadas em uma dança louca e macabra. De repente, a grande árvore, que, a todos, parecia assistir impassível, parte-se e cai ao chão.

E logo que a chuva passa, todos se preocupam em assistir ao triste espetáculo: aquela árvore, tão linda e orgulhosa, estava, agora, sobre o chão, com seu tronco partido em dois, deixando visível urna dura realidade: era oca, completamente oca.

As pequenas árvores confabulam, estupefatas: “Ela que parecia tão forte e cheia de vida! ...Deus meu, como é possível?” Olham-na com pena, satisfeitas consigo mesmas. Depois, passam a discutir se devem abandoná-la e deixá-la morrer em paz ou se deverão protegê-la, pois, quem sabe, ainda haveria alguma seiva que a faria reviver? Lembram-se do desdém com que ela as olhava antes... E olham-na, de novo, ali, tão desvalida... Resolvem, então protegê-la.

Depois, um inverno rigoroso se abate sobre a floresta. A vida parecia ter abandonado a tudo e a todos...

Um belo dia, um sol radiante aparece. Pássaros cantando e voejando atarantados. Pequenos animais surgindo daqui e dali. As flores se abrindo... Os brotos rompendo a terra... Uma festa de cores e sons...

E eis que, como num passe de mágica, um tímido galhinho aparece naquele tronco mutilado. Todos olham fascinados. E a árvore que revive! E o eterno milagre da vida que se renova!

(Maria Luiza )

AMIGOS DE VERDADE


Existem cinco estágios em uma carreira.

O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.

No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha. Por exemplo, Heitor de contas a pagar.

No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome, Heitor do banco tal.

No quarto estágio, é acrescentado
um título hierárquico ao nome dele: Heitor, diretor do banco tal.

Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o Heitor passam a se referir a ele como 'o meu amigo Heitor, diretor do banco tal'.

Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, em 'amigo profissional'. Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional.

Amigos que são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.

Uma amizade dura para sempre.

Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro. Amigos de verdade perguntam se podem ajudar. Amigos profissionais solicitam favores. Amigos de verdade estão no coração. Amigos profissionais estão em uma planilha.

É bom ter uma penca de amigos profissionais. É isso que, hoje, chamamos networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional. Mas é bom não confundir uma coisa com a outra. Amigos profissionais são
necessários.

Amigos de verdade, indispensáveis. Algum dia, e esse dia chega rápido, os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores.

Max Gehringer


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