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sexta-feira, 1 de abril de 2011

SILENTE


Minha noite sem palavra
Acaba assim
Sem amores atrasados, nem doçura
Sem ninar. Nem tua mão em mim.
Essas tão iguais noites já mudas
Encabulam-me por mesmice
Fetiche de sombras no teto.
Eu conto o tempo nas goteiras
Que anunciam que clareia já
Que clareia.
Manhãs começando me são caras
Como são o fim de todas
Tardes e bocas da noite.
Faço versos sobre noites mudas
Na mesma proporção
Que faço versos
Cada vez que cala a noite em mim

ALEXANDRE MAGNO MIRAMONTES

2 comentários:

  1. Tão bonito e tão triste. Há alguma beleza na tristeza de todo poeta.

    ResponderExcluir
  2. Tanto aceitei seu convite que cá estou visitando seu espaço.

    Um lindo poema.

    Obrigada pelo seu carinho, espero te ver muitas vezes Pelos Caminhos da VIda.

    Bom fim de semana.

    beijooo.

    ResponderExcluir

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