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Seja bem vindo! Espero que aqui encontre alento, beleza, amor e paz! E que possa espalhar isto para o mundo, que vive tão sedento de tudo isto.



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sábado, 22 de janeiro de 2011

QUEM SOU EU (BRHAMA KUMARIS)

ECOLOGIA INTERIOR


A verdadeira ecologia começa em nós. Enquanto treinamos nossa percepção e os mecanismos de nossa mente e sentimentos na afirmação da Luz, estamos qualificando positivamente a energia. Em vez de aumentar a poluição do nosso planeta, estamos ajudando a limpar sua atmosfera. Temos de dar poder à Luz, dar poder a divindade dentro de nós. Isso não significa negar a fealdade e a injustiça, a pobreza e a doença. Isso não significa tornar-se insensível ou pretender que tais coisas não existam. Significa fornecer um elixir curativo. Não através da esperança cega, que cria mais expectativa, mais tensão e frustração, mas através da geração de substância-Luz, por meio da qual a transmutação pode começar a acontecer. O que o mundo precisa neste momento é de compreensão. Reeducação. Precisa que se acabem as formas pensamentos putrefadas, as crenças e idéias que estão enfraquecendo toda a ação e manifestação. As pessoas precisam saber como a mente funciona, o que são os pensamentos, o que fazem a si mesmas e o que fazem aos outros através de seu pensamento, seu sentimento, suas palavras e suas ações. Se não acabarmos com nossa poluição interior, seremos como o cego que conduz outro cego, o miserável que se junta a outro miserável, pensando que um vai ajudar o outro. No final, teremos duas misérias, multiplicando não por dois, mais infinitamente a intensidade daquela miséria. Para realmente servir, é preciso começar por nós e com o lugar onde se vive.

A verdadeira ecologia começa com nossos próprios pensamentos, sentimentos e ações.

É isso que eleva o nível vibratório do planeta.
Quando tivermos assumido a responsabilidade individual, a ação e o poder da Divindade se manifestará Aqui e AGORA.

Fátima dos Anjos
http://portalarcoiris.ning.com

O AMOR EM SEU CURSO...


O amor em seu curso ensina que somos feitos de sentimentos, de pedacinhos de sonhos, de risos e dissabores, que vem e vão às correntes do vento em rebeldia... Chorando nascemos, paparicados por nossos pais, aprendemos rápido, os macetes da malandragem onde, só precisamos berrar para sermos socorridos, assim, nos tornamos dependentes do mundo a nossa volta e no menor problema, que surge procuramos a mão mais próxima para nos agarrarmos e despejar os pepinos que temos.
Viramos crianças, travessas, felizes, ciumentas, frágeis aos olhos de quem nos olham, tendo a família nos apoiando, orientando, amparando, fazendo o possível e o impossível para nos dar o amor e tudo de que precisamos para aprendermos a conhecer o mundo.
Conhecemos nossos mestres, pessoas de quem receberemos as noções da sabedoria cultural, a noção do futuro, os mistérios das letras, a convivência com outras almas infantes, a importância das amizades e os primeiros reflexos do amor entre os corações, sejam eles, brancos, pretos, amarelos, incolores, não importa suas cores, pois o aromo desse mister senhor inebria, encanta e enobrece os ideais da criança ao opróbrio...
Vamos construindo nossas próprias estradas, carpindo nossas idéias, acompanhando as transformações do corpo, contestando as experiências alheias, espalhando na terra do imaginário os desejos do coração, que tudo almeja sem saber ainda, como vai conquistar o montante de coisas supérfluas e bens imutáveis desenhados na mente.
O curso é pleno, primeiro estagio, segundo, terceiro e quantos forem necessários até entendermos que o mundo cabe dentro da nossa alma, que a felicidade é algo próprio, está dentro daquilo que semeamos e nas boas colheitas feitas nos momentos de serenidade e ternura da alma.
Atingimos a adolescência, brota o fogo da paixão, o céu e o inferno se abrem ao mesmo tempo, e nada, pode conter a impulsividade da mente, que ávida de luz se lança pelas estradas da promiscuidade e o coração se torna Dom Juan do amor, apaixonado em qualquer ocasião, curte as aventuras do prazer nas noites imensuráveis da vida...
Avançam os dias, a adolescência se vai ao alvor do amanhecer, a juventude aflorada transforma o corpo e mostra a nova imagem do espírito, que até ontem não tinha a menor preocupação com as coisas da vida, para dar lugar ao homem ou a mulher que aflora e agora, quer realmente se firmar nos caminhos, realizar os sonhos e projetos armazenados na alma...
Suscita a paixão, por incrível que pareça o coração se inebria, sente-se leve, bobo, apaixonado pela primeira vez, se deixa envolver por sentimentos desconhecido e a ter desejos sublimados de sensualidade, tornando os dias mais leves, misteriosos e arborizados de esperança.
A imagem da amada fica impregnada nas coisas apensas no vento, aonde você vai, ela vai consigo, é como água que mata a sede do corpo, está vivo em tudo, nos encontros o fogo queima os lábios, derriba os espinhos do medo, nos beijos ardentes de luxuria, o amor mostrar que as almas são capazes de caminhar em seu reino, rindo, cantarolando os sons da felicidade de cada momento.
O curso é longo, os amores são ilimitados, as lições complexas, inaceitáveis em muitos casos pela ideologia humana, que não conhecendo a força desse monstro sem rosto, teima em querer mandar no coração alheio, senhor de todos os mistérios, dono de si mesmo, arredio e indomável...
O amor faz a historia das almas, do jovem ao velho, cada um tem uma historia de amor para contar ao mundo, cada um aprendeu por si mesmo a caminhar pelas veredas floridas da vida, carregando em silencio as suas fantasias, seus fardos de alegrias e melancolias sem nunca esquecer o orvalho das flores que admiraram no tempo e permanece vivos em seus corações...
O aluno que passou na escola do amor e aprendeu a amar, é um sonhador que, ao mesmo tempo, vive flutuando nas nuvens imensuráveis da sua existência sem esquecer dos bons momentos de felicidades...

Luiz Gonzaga Bezerra

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