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domingo, 6 de fevereiro de 2011

O MELHOR DE TUDO...


-Depois de um bom tempo dizendo que eu era a mulher da vida dele, um belo dia eu recebo um e-mail dizendo: "olha, não dá mais".
Tá certo que a gente tava quase se matando e que o namoro já tinha acabado mesmo, mas não se termina nenhuma história de amor (e eu ainda o amava muito) com um e-mail, não é mesmo?
Liguei pra tentar conversar e terminar tudo decentemente e ele respondeu: "mas agora eu to comendo um lanche com amigos".
Enfim, fiquei pra morrer algumas semanas até que decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele. Quem sabe eu ficando mais bonita, mais equilibrada ou mais inteligente, ele não volta pra mim?
Foi assim que me matriculei simultaneamente numa academia de ginástica, num centro budista e em um curso de cinema. Nos meses que se seguiram eu me tornei dos seres mais malhados, calmos, espiritualizados e cinéfilos do planeta. E sabe o que aconteceu? Nada, absolutamente nada, ele continuou não lembrando que eu existia.
Aí achei que isso não podia ficar assim, de jeito nenhum, eu precisava ser ainda melhor pra ele, sim, ele tinha que voltar pra mim de qualquer jeito. Decidi ser uma mulher mais feliz, afinal, quando você é feliz com você mesma, você não põe toda a sua felicidade no outro e tudo fica mais leve. Pra isso, larguei de vez a propaganda, que eu não suportava mais, e resolvi me empenhar na carreira de escritora, participei de vários livros, terminei meu próprio livro, ganhei novas colunas em revistas, quintupliquei o número de leitores do meu site e nada aconteceu.
Mas eu sou taurina com ascendente em áries, lua em gêmeos e filha única! Eu não desisto fácil assim de um amor, e então resolvi que eu tinha que ser uma super ultra mulher para ele, só assim ele voltaria pra mim.
Foi então que passei 35 dias na Europa, exclusivamente em minha companhia, conhecendo lugares geniais, controlando meu pânico em estar sozinha e longe de casa, me tornando mais culta e vivida. Voltei de viagem e tchân, tchân, tchân, tchân: nem sinal de vida.
Comecei um documentário com um grande amigo, aprendi a fazer strip, cortei meu cabelo 145 vezes, aumentei a terapia, li mais uns 30 livros, ajudei os pobres, rezei pra Santo Antonio umas 1.000 vezes, torrei no sol, fiz milhares de cursos de roteiro, astrologia e história, aprendi a nadar, me apaixonei por praia, comprei todas as roupas mais lindas de Paris.
Como última cartada para ser a melhor mulher do planeta, eu resolvi ir morar sozinha. Aluguei um apartamento charmoso, decorei tudo brilhantemente, chamei amigos para a inauguração, servi bom vinho e comidinhas feitas, claro, por mim, que também finalmente aprendi a cozinhar.
Resultado disso tudo: silêncio absoluto.
O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele.
Até que algo sensacional aconteceu.
Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão mulher, que eu acabei me tornando mulher demais para ele.

Ele quem mesmo?

(DESCONHEÇO A AUTORIA)

PENSAMENTO DO DIA


"A sua vida será sempre o que você estiver mentalizando constantemente.
Em razão disso, qualquer mudança real em seus caminhos, virá unicamente da mudança de seus pensamentos."

( André Luiz )

MYRIAM RIOS


Sucesso na primeira versão de “Ti-ti-ti” como Gabriela, Myrian Rios não assiste ao remake escrito por Maria Adelaide Amaral para o horário das 19h da Globo. Depois de se tornar missionária da Comunidade Católica Canção Nova, a atriz, de 52 anos, garante ligar a TV apenas para acompanhar telejornais e programas educativos. Conferir como a jovem Carolina Oliveira está se saindo no papel que ela viveu em 1985, nem pensar.
— Sou missionária há nove anos e não assisto mais às novelas. É um tipo de entretenimento muito vulgar, sem profundidade, que foi ficando sem conteúdo — critica Myrian.
Apresentadora do programa “Porta a porta”, semanal que divulga produtos religiosos no canal Canção Nova (disponível para quem tem parabólica), a atriz tampouco pretende rever o seu trabalho em “O clone”, a última novela da qual participou, agora em reprise no “Vale a pena ver de novo”, na Globo. A deputada estadual recém-eleita no Rio pelo PDT considera os folhetins atuais muito mais apelativos do que os produzidos no passado.
— O Roberto Talma (diretor de núcleo da Globo) veio me perguntar se eu tinha abandonado a carreira. Eu abandonei essa coisa descartável. Mas posso fazer uma novela, por exemplo, educativa, com uma mensagem. O importante é ter um conteúdo que acrescente — diz Myrian, para afirmar em seguida: — Eu não sou ex-atriz, não existe essa coisa de ex.
Nascida em Belo Horizonte, ela estreou em novelas em “O feijão e o sonho”, de 1976, depois de ter sido descoberta num concurso de talentos na TV Globo. Atuou em mais de dez produções, como “Marron glacé” (1979), “Coração alado” (1980) e “Bambolê” (1987). Nesta última, interpretou Ana Galhardo, a protagonista da trama.
— Tenho orgulho da minha carreira. Amei fazer “Marron glacê”, do Cassiano Gabus Mendes. E, depois, ainda fiz com ele “Ti-ti-ti” — lembra.
Hoje, Myrian tem outras prioridades. Contratada do Canção Nova desde 2003, ela quer tocar mais um projeto para a TV como apresentadora. Em seu site oficial, se descreve como “Missionária católica, mãe, filha, irmã, amiga, atriz, uma mulher de fé”.
— Sempre fui de família católica, mas não existe falar que sou convertida. A minha conversão como missionária é diária. Quero ser melhor do que fui ontem. Busco minha santidade diariamente. No dia a dia a gente acaba se magoando e criando um coração mais duro. Vamos perdoar, procurar reconciliar — sugere a atriz, enquanto toma uma água de coco, num quiosque da Lagoa Rodrigo de Freitas.
Myrian não parece à vontade enquanto posa para as fotos. Já durante a entrevista, é franca. Até para falar sobre a importância do sexo em sua vida.
— O fato de ter me tornado missionária mudou muita coisa. Eu vivo em castidade há nove anos — revela a atriz. — Hoje posso namorar, mas seria um namoro santo. Relação sexual só depois de casada — explica Myrian, atualmente solteira.
Ela defende que a “mulher precisa se preservar para se amar e valorizar”.
— Não é através do relacionamento sexual que você conhece a outra pessoa. E, sim, conversando. Pela maneira como um homem te beija e te abraça você também pode conhecê-lo melhor — acredita.
Ex-mulher de Roberto Carlos, com quem viveu por 12 anos, Myrian sempre cita o músico de forma carinhosa. Ela evita entrar em detalhes sobre a relação dos dois. Mas dá sinais de que são bons amigos, por exemplo, ao declarar que o cantor votou nela nas últimas eleições:
— Imagina se o Roberto não iria votar em mim...
O contato de Myrian com a política começou quando ela tornou-se amiga da primeira-dama do Estado, Adriana Ancelmo Cabral, há quatro anos:
— Nossos filhos estudam juntos e nos aproximamos. Adriana me levou para Bangu, para conhecer o presídio de menores infratores. Como missionária, o que poderia fazer era rezar. Passei um ano indo lá para pregar a palavra de Deus.
A atriz perdeu as contas dos pedidos de ajuda que recebeu no presídio. E decidiu que poderia atuar de uma outra forma se estivesse na política.
— No início eu fiquei muito desmotivada. Você ouve tanta coisa. A minha bandeira política é a educação com qualidade, uma escola em tempo integral. Quero resgatar o projeto do Professor Darcy Ribeiro. Foi só por isso que aceitei o desafio. Posso ser missionária e deputada — frisa.
Mãe de Edmar Filho, de 14 anos, do casamento com o cirurgião Edmar da Fontoura Lopes Neto, e de Pedro Arthur, de 9, da relação com o ator André Gonçalves, Myrian diz ter um papo aberto com os filhos em casa:
— Não é porque sou vegetariana há 30 anos que eles precisam ser. Mas procuro educar os meus filhos para serem homens íntegros e tementes a Deus. Não sei se eles vão seguir a castidade, como eu. Mas digo que a mulher não pode ser usada como uma coisa descartável, só para ficar. Eu já converso com eles até sobre aborto.
Apesar de orientar, Myrian garante dar certas liberdades aos filhos.
— Lá em casa não é uma ditadura. Eu prefiro que o Pedro não veja novela. Mas ele gosta de assistir ao pai na televisão — conta.
A atriz diz que o caçula quer ser ator. E não se mostra contra os planos do filho:
— Pedro decidiu que quer ser artista. Ele faz aula de teatro e de hip hop. Está no sangue. Quando o André chama o Pedro para ir ao Maracanã, é o Edmar quem vai. Pedro quer é visitar o Projac.
A relação com os ex, garante Myrian, é a mais cordial possível:
— Os meus dois filhos têm pais presentes. (Zean Bravo)

(FONTE: "A PROVÍNCIA", DE REGINALDO SILVA )

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