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sexta-feira, 18 de março de 2011

AMBIGUIDADE


Sou terra,
Sou ar,
Sou fogo,
Sou água.
Sou lua e sol,
Estrela e cometa.
Sou chuva e vento.
Sou face de outra face...
Sou amor e ternura,
Solidão e multidão.
Dor e alegria,
Começo e fim,
Sou espelho e caminho,
Jornada e descanso,
deserto e oásis.
Sou filha do Universo.
Amor em busca de paz...
Humana em busca do Divino.
Pecado e graça,
Pecadora e santa.
Sou Tua, Senhor,
meste mistério da Vida
E nesta longa caminhada,
De pés doloridos,
De alma cansada,
Águia em voo aberto
E andorinha buscando o ninho.
Sou tudo e sou nada,
Anjo e demônio,
Gente, enfim.
Somente isto...

Maria Luiza

A PARTE QUE NOS CABE



Certa vez ouvimos uma fábula que nos fez refletir acerca dos ensinamentos que continha.

Tratava-se de um incêndio devastador que se abatera sobre a floresta.

Enquanto as labaredas transformavam tudo em cinzas, os animais corriam na tentativa de salvar a própria pele.

Dentre os muitos animais, havia uma pequena andorinha que resolveu fazer algo para conter o fogo.

Sobrevoou o local e descobriu, não muito longe, um grande lago. Sem demora, começou a empreitada para salvar a floresta.

Agindo rápido, voou até o lago, mergulhou as penas na água e sobrevoou a floresta em chamas, sacudindo-se para que as gotas caíssem, repetindo o gesto inúmeras vezes.

Embora não tivesse tempo para conversa fiada, percebeu que uma hiena a olhava e debochava da sua atitude.

Deteve-se um instante para descansar as asas, quando a hiena se aproximou e falou com cinismo:

Você é muito tola mesmo, pequena ave! Acha que vai deter o fogo com essas minúsculas gotas de água que lança sobre as chamas? Isso não produzirá efeito algum, a não ser o seu esgotamento.

A andorinha, que realmente desejava fazer algo positivo, respondeu: Eu sei que não conseguirei apagar o fogo sozinha, mas estou fazendo tudo o que está ao meu alcance.

E, se cada um de nós, moradores da floresta, fizesse uma pequena parte, em breve conseguiríamos apagar as labaredas que a consomem.

A hiena, no entanto, fingiu que não entendeu, afastou-se do fogo que já estava bem próximo, e continuou rindo da andorinha.

Assim acontece com muitos de nós, quando se trata de modificar algo que nos parece de enormes proporções.

Às vezes, imitando a hiena, costumamos criticar aqueles que, como a andorinha, estão fazendo sua parte, ainda que pequena.

É comum ouvirmos pessoas que reclamam da situação e continuam de braços cruzados.

De certa forma, é cômodo reclamar das coisas sem envolver-se com a solução.

No entanto, para que haja mudanças de profundidade, é preciso que cada um faça a parte que lhe cabe para o bem geral.

Reclamamos da desorganização, da burocracia, da corrupção, da falta de educação, da injustiça, esquecendo-nos de que a situação exterior reflete a nossa situação interior.

Não há possibilidade de fazer uma sociedade organizada, honesta e justa se não houver homens organizados, honestos e justos.

Em resumo, para moralizar a sociedade, é preciso moralizar o indivíduo, que somos cada um de nós, componentes da sociedade.

Se fizermos a nossa parte, sem darmos ouvidos às hienas que tentarão desanimar a nossa disposição, em breve tempo teremos uma sociedade melhorada e mais feliz.

Redação do Momento Espírita.

A GRANDEZA DO SILÊNCIO


O SILÊNCIO É DOÇURA:
Quando não respondes às ofensas,
Quando não reclamas os teus direitos,
Quando deixas à Deus a defesa da tua honra.

O SILÊNCIO É MISERICÓRDIA:
Quando te calas diante das faltas de teus irmãos,
Quando perdoas sem remoer o passado,
Quando não condenas, mas intercedes em segredo.


O SILÊNCIO É PAZ:
Quando sofres sem te lamentares, Quando não procuras consolação junto aos homens, Quando não intervéns, esperando que a semente germine lentamente.

O SILÊNCIO É HUMILDADE:
Quando te apagas para deixar aparecer teu irmão,
Quando, na discrição, revelas dons de Deus,
Quando suportas que tuas ações sejam mal interpretadas,
Quando deixas os outros a glória da obra inacabada.

O SILÊNCIO É FÉ:
Quando te apagas, sabendo que é Ele quem age...
Quando renuncias às vozes do mundo para permanecer na Sua presença...
Quando te basta que só Ele te compreenda.

Julimar Murat

(DO BLOG "POR UMA VIDA MELHOR"

A PAZ - ROUPA NOVA

NOVO AMOR




Eu tenho um novo amor

Um amor desses de cinema

Um amor louco

Intenso

Desesperado

Não sei contar a história

Simplesmente aconteceu

Foi como o amor daquela música

Cresceu e me absorveu

Hoje vivo desse amor

Ele me alimenta

Me faz respirar

Ele me está transformando

O corpo

A mente

A alma

Esse amor está me salvando da morte

Esse é o amor com que sempre sonhei

Ele me faz sentir mulher

Sexy

Desejável

Bela

Esse amor me deixa forte

Forte e grande

Adorando toda a minha fragilidade

Sonho, viajo, flutuo nesse amor

Amor apaixonado

Que seja um eterno amor

Que haja sempre um altar

Para adorar a pessoa amada

Um altar para mim

Em mim




Debora Mota
(do blog "Letras que saem de mim")

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