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sábado, 25 de junho de 2011

SOLIDÃO



Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida... Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma....

Francisco Buarque de Holanda

MEUS VERSOS



Rasga esses versos que eu te fiz, Amor!
Deita-os ao nada, ao pó ao esquecimento,
Que a cinza os cubra, que os arraste o vento,
Que a tempestade os leve aonde for!

Rasga-os na mente, se os souberes de cor,
Que volte ao nada o nada dum momento.
Julguei-me grande pelo sentimento,
E pelo orgulho ainda sou maior!...

Tanto verso já disse o que eu sonhei!
Tantos penaram já o que eu penei!
Asas que passam, todo o mundo as sente...

Rasga os meus versos... Pobre endoidecida!
Como se um grande amor cá nesta vida
Não fosse o mesmo amor de toda a gente!...

Florbela Espanca

REVELAÇÕES APOCALÍPTICAS DE CHICO XAVIER (PARTE III)


E prosseguiu Chico: “O Brasil crescerá a passos largos e ocupará
importante papel no cenário global, e isso terá como consequência a
elevação da cultura brasileira ao cenário internacional e, a
reboque, os livros do Espiritismo Cristão, que aqui tiveram solo
fértil no seu desenvolvimento, atingirão o interesse das outras
nações também. Agora, caso ocorra a pior hipótese, com o
Hemisfério Norte do planeta tornando-se inabitável, grandes fluxos
migratórios se formariam então para o Hemisfério Sul, onde se se
situa o Brasil, que então seria chamado mais diretamente a
desempenhar o seu papel de Pátria do Evangelho, exemplificando o amor
e a renúncia, o perdão e a compreensão espiritual perante os povos
migrantes.

A Nova Era da Terra, neste caso, demoraria mais tempo para chegar
com todo seu esplendor de conquistas científicas e orais, porque
seria necessário mais um longo período de reconstrução de nossas
nações e sociedades, forçadas a se reorganizarem em seus
fundamentos mais básicos.”

Pergunta Marlene Nobre pela Folha Espírita - Segundo Chico Xavier,
esses fluxos migratórios seriam pacíficos? Geraldo - Infelizmente
não. Segundo Chico me revelou, o que restasse da ONU acabaria por
decidir a invasão das nações do Hemisfério Sul, incluindo-se aí
obviamente o Brasil e o restante da América do Sul, a Austrália e o
sul da África, a fim de que nossas nações fossem ocupadas
militarmente e divididas entre os sobreviventes do holocausto no
Hemisfério Norte. Aí é que nós, brasileiros, iríamos ser chamados
a exemplificar a verdadeira fraternidade cristã, entendendo que
nossos irmãos do Norte, embora invasores a “mano militare”, não
deixariam de estar sobrecarregados e aflitos com as consequências
nefastas da guerra e das hecatombes telúricas, e, portanto, ainda
assim, devendo ser considerados nossos irmãos do caminho,
necessitados de apoio e arrimo, compreensão e amor.

Neste ponto da conversa, Chico fez uma pausa na narrativa e
completou: “Nosso Brasil como o conhecemos hoje será então
desfigurado e dividido em quatro nações distintas. Somente uma
quarta parte de nosso território permanecerá conosco e aos
brasileiros restarão apenas os Estados do Sudeste somados a Golias e
ao Distrito Federal. Os norte-americanos, canadenses e mexicanos
ocuparão os Estados da Região Norte do País, em sintonia com a
Colômbia e a Venezuela. Os europeus virão ocupar os Estados da
Região Sul do Brasil unindo-os ao Uruguai, à Argentina e ao Chile.
Os asiáticos, notadamente chineses, japoneses e coreanos, virão
ocupar o nosso Centro-Oeste, em conexão com o Paraguai, a Bolívia e
o Peru. E, por fim, os Estados do Nordeste brasileiro serão ocupados
pelos russos e povos eslavos. Nós não podemos nos esquecer de que
todo esse intrincado processo tem a sua ascendência espiritual e
somos forçados a reconhecer que temos muito que aprender com os povos
invasores.

Vejamos, por exemplo: os norte-americanos podem nos ensinar o
respeito às leis, o amor ao direito, à ciência e ao trabalho. Os
europeus, de uma forma geral, poderão nos trazer o amor à filosofia,
à música erudita, à educação, à história e à cultura. Os
asiáticos poderão incorporar à nossa gente suas mais altas noções
de respeito ao dever, à disciplina, à honra, aos anciãos e às
tradições milenares. E, então, por fim, nós brasileiros,
ofertaremos a eles, nossos irmãos na carne, os mais altos valores de
espiritualidade que, mercê de Deus, entesouramos no coração
fraterno e amigo de nossa gente simples e humilde, essa gente boa que
reencarnou na grande nação brasileira para dar cumprimento aos
desígnios de Deus e demonstrar a todos os povos do planeta a fé na
Vida Superior, testemunhando a continuidade da vida além-túmulo e o
exercício sereno e nobre da mediunidade com Jesus”.

FE: O Brasil, embora sofrendo o impacto moral dessa ocupação
estrangeira, estaria imune aos movimentos telúricos da Terra?
Geraldinho – Infelizmente, não. Segundo Chico Xavier, o Brasil não
terá privilégios e sofrerá também os efeitos de terremotos e
tsunamis, notadamente nas zonas costeiras. Acontece que de acordo com
o médium, o impacto por aqui será bem menor se comparado com o que
sobrevirá no Hemisfério Norte do planeta.

FE - Você também crê que a ida do homem à Lua, em julho de 1969,
tenha precipitado de certa forma a preocupação com as conquistas
científicas dos humanos, que poderiam colocar em risco o equilíbrio
do Sistema Solar?

Geraldinho – sim, creio que a revelação de Chico Xavier a
respeito traz, nas entrelinhas, essa preocupação celeste quanto às
possíveis interferências dos humanos terráqueos nos destinos do
equilíbrio planetário em nosso Sistema Solar. Pelo que Chico Xavier
falou, alguns dos seres angélicos de outros orbes planetários não
estariam dispostos a nos dar mais este prazo de 50 anos, que vencerá
daqui a apenas oito anos, temerosos talvez de nossas nefastas e
perniciosas influências. Essa última hora bem que poderia ser por
nós considerada como a última bênção misericordiosa de Jesus
Cristo em nosso favor, uma vez que, pela explicação de Chico Xavier,
foi ele, Nosso Senhor, quem advogou em favor de nossa causa, ainda
mais vez mais.

Outra decisão dos benfeitores espirituais da Vida Maior foi a que
determinou que, após o alvorecer do ano 2000 da Era Cristã, os
espíritos empedernidos no mal e na ignorância não mais receberiam a
permissão para reencarnar na face da Terra. Reencarnar aqui, a partir
dessa data equivaleria a um valioso prêmio justo, destinado apenas
aos espíritos mais fortes e preparados, que souberam amealhar, no
transcurso de múltiplas reencarnações, conquistas espirituais
relevantes como a mansidão, a brandura, o amor à paz e à concórdia
fraternal entre povos e nações. Insere-se dentro dessa programação
de ordem superior a própria reencarnação do mentor espiritual de
Chico Xavier, o espírito Emmanuel, que, de fato, veio a renascer,
segundo Chico informou a variados amigos mais próximos, exatamente no
ano 2000. Certamente, Emmanuel, reencarnado aqui no coração do
Brasil, haverá de desempenhar significativo papel na evolução
espiritual de nosso orbe.

Todos os demais espíritos, recalcitrantes no mal, seriam então, a
partir de 2000, encaminhados forçosamente à reencarnação em mundos
mais atrasados, de expiações e de provas aspérrimas, ou mesmo em
mundos primitivos, vivenciando ainda o estágio do homem das cavernas,
para poderem purgar os seus desmandos e a sua insubmissão aos
desígnios superiores. Chico Xavier tinha conhecimento desses mundos
para onde os espíritos renitentes estariam sendo degredados. Segundo
ele, o maior desses planetas se chamaria Kírom ou Quírom.

É a nossa última chance, é a última hora... Não há mais tempo
para o materialismo. Não há mais tempo para ilusões ou enganos
imediatistas. Ou seguiremos com a Luz que efetivamente buscarmos, ou
nos afundaremos nas sombras de nossa própria ignorância. Que será
de nós? A resposta está em nosso livre-arbítrio, individual e
coletivo. É A nossa escolha de hoje que vai gerar o nosso destino.
Poderemos optar pelo melhor caminho, o da fraternidade, da sabedoria e
do amor, e a regeneração chegará para nós de forma brilhante a
partir de 2019; ou poderemos simplesmente escolher o caminho do
sofrimento e da dor e, neste caso infeliz, teremos um longo período
de reconstrução que poderá durar mais de mil anos, segundo Chico
Xavier. Entretanto, sejamos otimistas. Lembremo-nos que deste período
de 50 anos já se passaram 42 anos em que as nações mais
desenvolvidas e responsáveis do planeta conseguiram se suportar umas
às outras sem se lançarem a uma guerra de extermínio nuclear. Essa
era a pré-condição imposta por Jesus.

Não estamos entregues à fatalidade nem predeterminados ao
sofrimento. Estamos diante de uma encruzilhada do destino coletivo que
nos une à nossa casa planetária, aqui na Terra. Temos diante de nós
dois caminhos a seguir. O caminho do amor e da sabedoria nos levará a
mais rápida ascensão espiritual coletiva. O caminho do ódio e da
ignorância acarretar-nos-á mais amplo dispêndio de séculos na
reconstrução material e espiritual de nossas coletividades. Tudo
virá de acordo com nossas escolhas de agora, individuais e coletivas.
Oremos muito.

O próprio Emmanuel, através de Chico Xavier, respondendo a uma
entrevista já publicada em livro nos diz que as profecias são
reveladas aos homens para não serem cumpridas. São na realidade um
grande aviso espiritual para que nos melhoremos e afastemos de nós a
hipótese do pior caminho.

Jornal Folha Espírita de maio/11 / 1986

REVELAÇÕES APOCALÍPTICAS DE CHICO XAVIER (PARTE II)


Algumas potências angélicas de outros orbes de nosso Sistema Solar
recearam a dilação do prazo extra, e foi então que Jesus, em sua
sabedoria, resolveu estabelecer uma condição para os homens e as
nações da vanguarda terrestre. Segundo a imposição do Cristo, as
nações mais desenvolvidas e responsáveis da Terra deveriam aprender
a se suportarem umas às outras, respeitando as diferenças entre si,
abstendo-se de se lançarem a uma guerra de extermínio nuclear. A
face da Terra deveria evitar a todo custo a chamada III Guerra
Mundial. Segundo a deliberação do Cristo, se e somente se as
nações terrenas, durante este período de 50 anos, aprendessem a
arte do bem convívio e da fraternidade, evitando uma guerra de
destruição nuclear, o mundo terrestre estaria enfim admitido na
comunidade planetária do Sistema Solar como um mundo em
regeneração. Nenhum de nós pode prever, Geraldinho, os avanços que
se darão a partir dessa data de julho de 2019, se apenas soubermos
defender a paz entre nossas nações mais desenvolvidas e cultas!”

Perguntei, então ao Chico a que avanços ele se referia e ele me
respondeu: “Nós alcançaremos a solução para todos os problemas
de ordem social, como a solução para a pobreza e a fome que estarão
extintas; teremos a descoberta da cura de todas as doenças do corpo
físico pela manipulação genética nos avanços da Medicina; o homem
terrestre terá amplo e total acesso à informação e à cultura, que
se fará mais generalizada; também os nossos irmãos de outros
planetas mais evoluídos terão a permissão expressa de Jesus para se
nos apresentarem abertamente, colaborando conosco e oferecendo-nos
tecnologias novas, até então inimagináveis ao nosso atual estágio
de desenvolvimento científico; haveremos de fabricar aparelhos que
nos facilitarão o contato com as esferas desencarnadas,
possibilitando a nossa saudosa conversa com os entes queridos que já
partiram para o além-túmulo; enfim estaríamos diante de um mundo
novo, uma nova Terra, uma gloriosa fase de espiritualização e beleza
para os destinos de nosso planeta.”

Então perguntei a ele: Chico, até agora você tem me falado apenas
da melhor hipótese, que é esta em que a humanidade terrestre
permaneceria em paz até o fim daquele período de 50 anos. Mas, e se
acontecer o caso das nações terrestres se lançarem a uma guerra
nuclear? “Ah! Geraldinho, caso a humanidade encarnada decida seguir
o infeliz caminho da III Guerra Mundial, uma guerra nuclear de
consequências imprevisíveis e desastrosas, aí então a própria
mãe Terra, sob os auspícios da Vida Maior, reagirá com violência
imprevista pelos nossos homens de ciência. O homem começaria a III
Guerra, mas quem iria terminá-la seriam as forças telúricas da
natureza, da própria Terra cansada dos desmandos humanos, e seríamos
defrontados então com terremotos gigantescos; maremotos e ondas
(tsunamis) consequentes; veríamos a explosão de vulcões há muito
tempo extintos; enfrentaríamos degelos arrasadores que avassalariam
os pólos do globo com trágicos resultados para as zonas costeiras,
devido à elevação dos mares; e, neste caso, as cinzas vulcânicas
associadas às irradiações nucleares nefastas acabariam por tornar
totalmente inabitável todo o Hemisfério Norte de nosso globo
terrestre.”

Segundo o médium, “em todas as duas situações, o Brasil
cumprirá o seu papel no grande processo de espiritualização
planetária. Na melhor das hipóteses, nossa nação crescerá em
importância sociocultural, política e econômica perante a
comunidade das nações. Não só seremos o celeiro alimentício e de
matérias-primas para o mundo, como também a grande fonte energética
com o descobrimento de enormes reservas petrolíferas que farão da
Petrobras uma das maiores empresas do mundo”.

(revista idem)

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