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terça-feira, 19 de julho de 2011

TUDO NO DIVINO TEMPO



Tudo acontece no divino tempo. A vida não acontece segundo nosso planejamento. Tudo é programado de antemão e tem um propósito, um projeto divino que foge ao nosso entendimento. No início, tem a Luz Infinita que contém tudo. Toda a criação é proveniente desta Luz Infinita que criou o Universo. Nós, os astrólogos, temos razão de estudar o movimento das estrelas, pois sabemos que somos feitos de poeira de estrelas, de energia de estrelas. E Deus conversa conosco através do Universo. Deus nos envia recados através do movimento dos astros; porém, o grande relógio cósmico tem leis próprias e imutáveis que são muitas vezes menosprezadas pelos seres humanos que se consideram tão poderosos a ponto de ignorá-las. Esses princípios foram decifrados desde a antiguidade e estão disponíveis para aqueles que desejam aprendê-los. Estão descritos nas 7 Leis Herméticas (de Hermes Trismegisto), nos textos antigos de magia, de alquimia, de astrologia, de matemática, de cabala e de tantos outros valiosos textos que as varias civilizações nos deixaram como herança. Precisamos pesquisar e estudar, estudar muito para decifrar os mistérios do céu.

Desde o início dos tempos, o ser humano elevou o olhar para o céu e indagou a razão da existência daquele céu estrelado acima de sua cabeça. Teria uma razão para aquele movimento eterno, sempre igual e repetido? Teria um propósito para aquela maravilha estrelada? O homem que não eleva seu pensamento a Deus é pequeno na alma e no coração.
Até hoje, a astrologia é questionada e muitas vezes menosprezada, mas na origem desta disciplina não havia divisão entre astronomia e astrologia, pois as antigas civilizações costumavam filosofar sobre a razão da vida e se perguntavam o motivo da presença da humanidade na Terra, não menosprezando em sua busca nenhuma ferramenta.

Os Reis Magos, que souberam através das estrelas que iria nascer o Messias, eram astrólogos! Outro testemunho desse conhecimento está contido nas pirâmides do Egito, nos templos Maia e Aztecas, nas construções de Stonehenge e em outros inúmeros templos espalhados sobre a Terra. Pena que a ciência materialista afastou tanto o ser humano de Deus! Perdemos o diálogo? Sim, aos poucos a humanidade ficou surda e muda! Mas o céu nos envia uma mensagem.

No início de 2012, Netuno ingressa definitivamente em Peixes onde ficará nos próximos 12 anos aproximadamente. Netuno é o planeta do Conhecimento Espiritual. Tenho a convicção que ele virá despertar uma nova espiritualidade na Terra e os seres humanos que se conectarem com esta energia poderão fazer um salto de qualidade na união com o TODO. A compreensão do significado desta união não é algo que pode ser simplesmente ensinado ou aprendido em livros ou em palestras. É uma sensação íntima, um chamado. O chamado da Fé. A Era de Peixes está terminando. A Era de Aquário está iniciando. E a transição destas duas eras astrais produz incertezas e muitos questionamentos. Abandonamos por fim a idéia da fé cega que não questiona e que aceita um Deus que castiga e pune, e abraçamos a fé consciente, que reconhece que Deus é amor incondicional e sem limites! A espiritualidade ampla irá se espalhar sobre a Terra e ajudará a humanidade a compreender o significado da Consciência Cósmica.

Ao mergulhar de volta ao seu reino (Peixes), Netuno recria a vida, uma nova vida. A vida nasceu das águas. Das águas do mar nasceu Vênus, ou seja, do esperma de Urano derramado no mar nasceram, junto com ela, a esperança e o amor. Netuno é o planeta do sonho e da fé, mas também da confusão e do caos. Quando ele subiu aos céus, iniciando seu trânsito em Aquário (leiam o artigo Netuno: Caos e Confusão: Será?) promoveu uma mudança de consciência em relação ao coletivo, despertando em nós o sentimento humanitário. No entanto, espalhou vírus e contaminações de todo tipo pelo ar, elemento de Aquário. Ao ingressar em seu reino, Poseidon (Netuno) que é o Senhor dos Mares, irá abrir nossos olhos para uma nova realidade, de ilusão, de sonhos, mas também de espiritualidade e de fé. Nossa atenção se voltará nos próximos anos para aquilo que de mais precioso a Terra possui: a água. Precisaremos cuidar deste bem precioso que é nossa fonte de vida. O mar esconde dentro de si muitos mistérios ainda não revelados, engole navios e tesouros, nos dá a vida, mas também a retira quando se revolta em tsunamis destruidores inexplicáveis e imprevisíveis! Assim é a ação desse planeta ao qual se atribui a regência do signo de Peixes, último dos doze signos zodiacais. Ele reúne em si todas as qualidades e defeitos dos signos precedentes.

Passaremos, portanto, como habitantes deste planeta, por uma grande prova nos próximos anos, esses anos de transições que estão no horizonte. Porém, caros leitores, teremos também a mais poderosa das ferramentas: a espiritualidade.

Se não fizermos este salto de qualidade, seremos ceifados, podados, destruídos. E não seguiremos adiante, não teremos outras chances. Vagaremos pela Terra sem rumo, pois teremos ignorado o recado do céu. Concluindo, caros leitores, vocês têm o poder da escolha. Não fiquem aí parados e aprendam a usar o seu livre-arbítrio. Já é chegado o tempo de buscar o Conhecimento (com C maiúsculo).

Cada um precisa encontrar o seu caminho, decifrar o seu destino e principalmente seguir o chamado de seu coração. O seu destino está escrito nas estrelas, mas, lembre-se que elas indicam o caminho, mas não obrigam você a traçá-lo!

Se estivermos atravessando uma turbulência, poderemos apertar o cinto procurando compreender a lição que está embutida nos acontecimentos e, quando a turbulência passar, chegaremos sãos e salvos ao nosso destino.

Tenham fé, a fé remove montanhas!

Graziella Marraccini

SOLIDÃO



Um dos maiores desafios da vida é aprender a viver só. Isto não significa que tenhamos de abandonar o mundo e nossos relacionamentos para experimentar a solidão. Viver só consiste na capacidade de se manter focado em sua própria interioridade, ainda que esteja cercado por uma multidão.
Qual o propósito disto?

Quando buscamos incessantemente por companhia, perdermos a oportunidade de observar nossas emoções e perceber o quanto elas se encontram contaminadas pelo mundo exterior.

Para encontrar nossa verdadeira essência, precisamos aprender a nos desprender de todos os papéis que exercemos, ainda que por alguns minutos, e permitir que nossos insights se manifestem sem qualquer obstáculo. Quanto mais adentrarmos na dimensão do silêncio, mais rapidamente aprenderemos a perceber nossas reais necessidades.

Vivemos em um mundo em que as solicitações e o bombardeio de informações são tão intensos, que nos sufocam e tiram de nós qualquer possibilidade de parar, respirar e refletir sobre o que quer que seja.

Se não mantivermos uma firme decisão de fortalecer nossa consciência, corremos o risco de ser arrastados por este turbilhão. Os consultórios de terapeutas e psiquiatras refletem de modo cristalino esta realidade.

Precisamos de um espaço para que a dimensão divina de nosso ser possa se expressar. Este processo independe de qualquer opção ou prática religiosa. Ele consiste simplesmente no reconhecimento do nosso ser natural, e no abandono de todas as máscaras que fomos colecionando ao longo da vida.
Embora elas sejam úteis para que possamos sobreviver na sociedade, acreditar que constituem nossa única realidade é o primeiro passo para que a infelicidade se torne permanente em nós.

..Da mesma maneira que tudo é claramente refletido através de um lago totalmente calmo, sem ondas, também é verdade que o divino será refletido em você quando você se tornar calmo e quieto como o lago.
...eu gostaria que vocês compreendessem alguns sutras, alguns pontos chaves.

O primeiro sutra é: viva no presente...Nem o passado nem o futuro existem. Um é apenas a memória, o outro é apenas imaginação. Somente o presente é o momento vivo e verdadeiro. E se é para se conhecer a verdade, ela só pode ser conhecida se estivermos no presente.

O segundo sutra é: viva naturalmente. Todo o comportamento do homem é artificial e formal. Nós sempre nos mantemos encobertos por um falso manto e por causa dessa coberta nós gradualmente esquecemos nossa própria realidade. Você tem que deixar cair essa pele falsa e jogá-la fora.. Deixe que aquilo que é original e natural em você venha à tona e viva nisso.

O terceiro sutra é: viva só. A vida de meditação nasce em completa solidão, quando a pessoa está totalmente só. Mas geralmente o homem nunca está só. Ele está sempre cercado pelos outros. E quando ele não está no meio da multidão externa, ele está em uma multidão interna. Essa multidão tem que ser dispersada. Não permita que a multidão se reúna dentro de você.

Alguma vez vocês já tentaram imaginar o que vocês são, fora de todos os seus relacionamentos? Alguma vez vocês já se livraram das vestimentas desses relacionamentos e viram a si mesmos sem elas?
"Distanciem vocês mesmos de todos esses relacionamentos e... o que sobra é o seu verdadeiro ser. Aquela entidade remanescente é o que você é em si mesmo..."
OSHO.

Elisabeth Cavalcante

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