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sábado, 10 de setembro de 2011

PENSAMETO DO DIA


"Os pessimistas reclamam dos ventos,os otimistas esperam que eles mudem,os realistas arregaçam as mangas e ajustam as velas..."

Desconheço a autoria

OS DEZ MANDAMENTOS IOGUIS


1 - Não matar e sim conservar a vida.
2 - Não roubar e sim auxilidar cada um para que possa ser o dondo do fruto de seu trabalho.
3 - Evitar a impureza, levando uma vida casta.
4 - Não mentir e sim dizer a verdade sincera e discretamente.
5 - Não inventar ou repetir boatos injuriosos. Procurar o lado melhor de seu semelhante para poder defendê-lo contra inimigos.
6 - Não fraquejar e sim procurar falar cm decência e dignidade.
7 - Não perder tempo com maledicência e sim ir direto ao assunto ou conservar-se calado.
8 - Não desejar ou invejar e sim regozijar-se coma boa sorte do próximo.
9 - Eliminar de seu coração a maldade, não guardar rancor, mesmo contra seus inimigos e abraçar com bondade todos os seres vivos.
10 - Libertar a mente da ignorância e procurar com afinco a verdade para não ser presa de erros ou preconceitos.

AQUI EU TE AMO...


Aqui eu te amo.
Nos escuros pinheiros se desenlaça o vento.
Fosforece a lua sobre as águas errantes.
Andam dias iguais a perseguir-se.

Descinge-se a névoa em dançantes figuras.
Uma gaivota de prata se desprende do ocaso.
As vezes uma vela. Altas, altas, estrelas.

Ou a cruz negra de um barco.
Só.
As vezes amanheço, e minha alma está úmida.
Soa, ressoa o mar distante.
Isto é um porto.
Aqui eu te amo.

Aqui eu te amo e em vão te oculta o horizonte.
Estou a amar-te ainda entre estas frias coisas.
As vezes vão meus beijos nesses barcos solenes,
que correm pelo mar rumo a onde não chegam.

Já me creio esquecido como estas velha âncoras.
São mais tristes os portos ao atracar da tarde.
Cansa-se minha vida inutilmente faminta..
Eu amo o que não tenho. E tu estás tão distante.

Meu tédio mede forças com os lentos crepúsculos.
Mas a noite enche e começa a cantar-me.
A lua faz girar sua arruela de sonho.

Olham-me com teus olhos as estrelas maiores.
E como eu te amo, os pinheiros no vento,
querem cantar o teu nome, com suas folhas de cobre


Pablo Neruda

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