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sábado, 24 de setembro de 2011

A VIDA É COMO A QUEIMA DO INCENSO


Apanho o incensório para jogar as cinzas e, de repente, isso me leva a uma reflexão sobre nossa existência terrena.
Escolhemos o incenso, sentimos seu aroma, sua forma e o acendemos.
Alguns promovem um fogo alto, até que se tornem apenas brasa e promovam uma queima gradual e satisfatória.
- Assim também, alguns de nós tornamo-nos crianças ou adolescentes difíceis, damos muito trabalho aos demais, até adquirirmos uma maior consciência e nos tornarmos adultos mais equilibrados.
Outros incensos queimam rapidamente, gastando um bom pedaço em curto espaço de tempo, até esmorecer no estado de brasa.
- Quantas pessoas entregam-se aos vícios do álcool, das drogas, do jogo, ou aliam-se a grupos agressivos, desordeiros, destruindo grande parte de suas vidas até que algo, ou alguém, os liberte desses caminhos destrutivos e eles recomecem a viver com maior auto-estima.
Tem incensos que se apagam, inexplicavelmente, no meio do caminho. E ficamos procurando por um vento, ou outro motivo qualquer que possa ter propiciado o fato.
- Alguns de nós morremos em tenra idade e deixamos nossos pais, irmãos, filhos, namorados ou namoradas, esposas ou maridos e amigos, tentando entender o motivo, buscando explicações para esse abandono, como se ele não devesse, ou não pudesse, ter acontecido.
Mas alguns incensos se acendem facilmente e promovem uma queima harmônica, elevando graciosamente seus contornos de fumaça e depositando serenamente suas cinzas nos respectivos receptáculos.
- Nascem algumas pessoas que mais parecem anjos encarnados, despertam a empatia geral, derramam sabedoria em seu caminhar pela vida e quando partem, permanecem vivos nas memórias daqueles que puderam gozar de seus ensinamentos.
Seja como for que se processe a queima do incenso, ao final, só restarão as cinzas, que serão sopradas ao vento, ficando seu aroma impresso no ambiente por um tempo, até que o tempo se encarregue de extingui-lo completamente.
- E nós, sejamos orgulhosos ou meigos, prepotentes ou humildes, sábios ou ignorantes, agressivos ou carinhosos, alegres ou tristes, ao final, só seremos cinzas. E, por mais protegidas que estejam em urnas, ou enterradas, o vento, a água, o fogo e o ar se encarregarão de espalhá-las, até que nada mais reste, a não ser o que tenhamos nos preocupado em deixar, de bom ou de ruim, explícito nas memórias dos que aqui ficaram.

Gi Neves
19/09/2011

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Postado por Gi Neves no Retalhos do tempo em 9/19/2011 02:52:00 AM

EU SOU VOCÊ...


Não sou um sábio pensador, Porque SOU A SABEDORIA. Não Sou aquele que tráz para todos o Amor. porque Sou o Próprio Amor. Não sou aquele que tráz a Vida porque Sou a própria Vida. Não venho trazer a Verdade, porque em todas Verdades Eu Estou! Eu tenho todas as coisas e todas as coisas me contêm. Eu Sou o único caminho para todos, você é único caminho para você,
Pois,sempre estive em você e você não sabia.
Eu Sou a tua Luz
e você é a Luz Viva que Eu sou.
Eu Sou o Pai e Sou o Filho,
Eu Sou um e Sou todos.
Eu Sou o Alfa e o Ómega
Eu Sou o Principio e o Fim.

Se tudo assim não fosse,
Eu não poderia dizer;
Eu Sou Você,
Assim como você sou Eu!!!!!!

ERGOM........

Paz ,Luz e Equilibrio...Namastê
do blog ArcoÍris e Centro de Cura Cósmica

DECÁLOGO DA PAZ



1. Aprenda a desculpar infinitamente para que os seus erros, à frente dos outros, sejam esquecidos e perdoados.

2. Cale-se, diante do escárnio e da ofensa, sustentando o silêncio edificante, capaz de ambientar-lhe a palavra fraterna em momento oportuno.

3. Não cultive desafectos, recordando que a aversão por determinada criatura é, quase sempre, o resultado da aversão que lhe impuseste.

4. Não permita que o egoísmo e a vaidade, o orgulho e a discórdia se enraízem no seu coração, lembrando que toda a idéia de superestimação dos próprios valores é adubo nos espinheiros da irritação e do ódio.

5. Perante o companheiro que se rendeu às tentações de natureza inferior, deixe que a compaixão lhe ilumine os pontos de vista, pensando que, em outras circunstâncias, poderia você ocupar-lhe a indesejável situação e o lugar triste.

6. Não erga a sua voz demasiado e nem tempere a sua frase com fel para que a sua palavra não envenene as chagas do próximo.

7. Levante-se, cada dia, com a disposição de servir sem a preocupação de ser servido, de auxiliar sem retribuição e cooperar sem recompensa, para que a solidariedade espontânea te favoreça com os créditos e recursos da simpatia.

8. Esqueça a calúnia e a maledicência, a perversidade e as aflições que lhe dilaceram a alma, entendendo nas dores e obstáculos do mundo as suas melhores oportunidades de redenção.

9. Lembre-se de que os seus credores estão registrando a linguagem de seus exemplos e perdoar-lhe-ão as faltas e os débitos, à medida que se fizer o benfeitor desinteressado de muitos.

10. Não julgue que o serviço da paz seja mero problema de boca mas, sim, testemunho de amor e renúncia, regeneração e humildade da própria vida, porque, somente ao preço de nosso próprio suor, na obra do bem, é que conseguiremos reconciliar-nos, mais depressa, com os nossos adversários, segundo a lição do Senhor.

ANDRÉ LUIZ. De "Mentores e Seareiros".
Psicografia de Francisco Candido Xavier



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