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terça-feira, 11 de outubro de 2011

EU AMO GENTE!



Ao referir-se no sermão do monte aos "pobres de espírito", Jesus distingue um grupo social que até ali passara despercebido dos escritores bíblicos: os "Sem-nada"; classe inexpressiva nos quadros sociais daqueles, e destes tempos. (os comentaristas da King James certamente discordam desta visão "social" de Mateus 5: 3)

Ali ao lado do Senhor estavam aqueles que não tinham pão, nem paz, nem com eles se usava de justiça, nem misericórdia; é desse tipo de gente que cuidamos aqui na Missão Vida, o tipo de gente que ninguém quer por perto, nem a Igreja do Senhor se interessa; já fui os dois tipos de gente: fui daqueles que ninguém queria por perto, e depois de uns anos de crente me tornei um dos que não queriam esse tipo de gente atribulada.

Penso que foi por não querer "esse tipo de gente..." por perto, nem no mesmo banco da igreja é que voltei a ser, tristemente aquele tipo de gente que ninguém quer.

Quando quiser descobrir essa gente, dê um giro pelas ruas; tem muita gente ainda acreditando que mendigo nasce ali, que nem erva daninha.

Em Mateus 25: 35, 36 o Senhor Jesus lista duas situações claras: pobres materiais e pobres espirituais; pois fome, sede e nudez neste país nem mesmo o governo ajuda verdadeiramente a resolver, não fossem os “caridosos” e teríamos famintos e sedentos e nus aos montes, mais que já temos, e poucos são os dispostos a socorrer, acolher os pobres de tudo.

O pão, a água fria e a vestimenta são compaixão, um sentimento divino que Ele empresta-nos; agregar a estas coisas as palavras do amor de Deus, vida eterna é obedecer ao IDE integral.

O Senhor, compassivo como só ele pode ser, esteve presente em cada situação de uma mão estendida, pedindo, e outra mão estendida, ajudando.

Se tiver chamado e tempo disponível, voluntarie-se no ministério (ainda pequeno) da Missão Vida: Sopa, Sabão e Salvação, ou se una ao pequeno exército: Madrugada com Deus, da Missão Batista do Pelourinho que assim como na Missão Vida, em Anápolis, amanhece pelas ruas de Salvador, acolhendo e ouvindo e salvando.

Nestes e n’outros ministérios há oportunidades, nunca dantes imaginadas, de aprender quão pouca se gasta de si mesmo pra amar esse tipo de gente! Mas deixe o preconceito em casa, nas ruas tem muito gente desbocada, mal-cheirosa e que não gosta de crente.

Deus te envia a pregar e ser irmão e irmã dos necessitados e aflitos, Deus não te chama pra fazer sala pra fartos e entediados; as ruas estão cheias de gente assim, gente do tipo que se parece com a corça do salmo 42; eis a chance da sua vida, suje as mãos, e o seu bom nome. É o trabalho perfeito pra quem quer perder muitos pontos no ibope da patota gospel; desde que se envolveu com este tipo de gente o pr. Wildo foi alcunhado como o louco de Anápolis.

Mas sabe aquele tipo de olhar de olhar de Deus que persegui por anos sendo “o melhor em tudo”? Pois então! Cê vai dar de cara com o olhar de Deus todas as vezes que olhar nos olhos de um pobre de espírito, pobre de pão, pobre de afeto, pobre de roupas, pobre de amizades, pobre de escola, pobre de comunhão, pobre de Deus.
Missão integral: Há vagas.

(ex-interno do Centro de Recuperação de Mendigos – Missão Vida)

www.mvida.org.br Ajudar faz bem!

ETERNIDADE



Caminhei por lugares desconhecidos,
Em um tempo já esquecido
Fragmentos de minhas lembranças
Em muitas vidas, sempre tua presença!
É um amor que ainda não amadureceu,
Que teima em me perseguir,
Sempre me cobrando
As emoções que nao se realizaram.
Finjo que nada sei,
Finjo que posso seguir sem tua presença
No turbilhão desta vida tão agitada,
Finjindo nao saber o que sei.
Enganando meu coração
Que, de triste, finge acreditar
Mas que sangra
Das feridas que não cicatrizaram.

DULCE CANHETE

COMO DISTINGUIR UM TRANSTORNO MEDIÚNICO DE UM TRANSTORNO PSIAUIÁTRICO



É bastante frequente receber em meu consultório médiuns -são todos aqueles que servem de intermediários entre os espíritos desencarnados e os encarnados- rotulados equivocadamente pela psiquiatria oficial de "esquizofrênicos", "psicóticos", portadores de "transtorno bipolar" (alternância de humor extremada), "síndrome do pânico", "TOC" (Transtorno obsessivo compulsivo), etc..

A grande maioria dos psiquiatras e psicólogos, por considerarem a mediunidade um fenômeno anômalo, patológico, diagnostica os médiuns como portadores de "distúrbios psiquiátricos". Por conta disso, não existe ainda um diagnóstico diferencial entre um distúrbio mediúnico, que é normal, de um distúrbio mental, psiquiátrico, que é patológico, doentio.
Desta forma, nem todos os pacientes que dizem ver e/ou ouvirem vozes de seres espirituais, sofrem de uma desordem mental, psiquiátrica, sendo portadores de um quadro de esquizofrenia.

Nas Faculdades de Medicina e de Psicologia é ensinado que reencarnação não existe, que a vida começa no útero e que espíritos não existem; por isso, quem vê seres espirituais e/ou ouve suas vozes é diagnosticado prontamente como sofrendo de um transtorno mental grave, ou seja, psicose, esquizofrenia.
Como estudante de psicologia, aprendi assim; eu também fui treinado na disciplina de psicopatologia a diagnosticar os pacientes dessa forma, mas sem nunca fazer uma investigação mais ampla e cuidadosa para distinguir se o que eles diziam era real ou imaginário, fruto de suas mentes enfermas.
Não me passava pela cabeça que os pacientes podiam estar falando a verdade, que realmente estavam vendo e/ou ouvindo os espíritos.

Portanto, depois de formado como psicoterapeuta, encaminhava ao psiquiatra os pacientes que considerava "psicóticos" para serem medicados. Porém, quando comecei a trabalhar em 1989 com a regressão de memória, ao me deparar com os relatos de meus pacientes sobre as revivências traumáticas de suas vidas pretéritas e as manifestações de seres espirituais obsessores a quem eles prejudicaram em suas existências passadas, a princípio fiquei desconcertado, não sabendo como lidar com esses pacientes e suas manifestações espirituais.

Após conduzir mais de 9000 sessões de regressão e ter criado minha própria abordagem terapêutica, a TRE e presenciado inúmeras curas de pacientes rotulados por muitos psiquiatras de "esquizofrênicos", "psicóticos", "bipolares", etc., constatei que o paradigma médico e psicológico -ainda hoje ensinado nas Universidades-, está profundamente equivocado, pois não trata o ser humano como um todo (mente, corpo e espírito), adotando, portanto, um critério científico puramente organicista, não levando em consideração a existência da alma, do espírito.
Por isso, a grande maioria dos psiquiatras e psicólogos não toma o cuidado necessário de se fazer um diagnóstico diferencial entre um distúrbio mediúnico e um distúrbio psiquiátrico propriamente dito. Ao contrário, essa possibilidade é até mesmo ridicularizada ou ignorada por muitos profissionais da área de saúde mental, pois não incorporaram ainda em seu raciocínio de diagnóstico a tese da pluralidade da de vidas da alma (a reencarnação), bem como a influência nefasta dos seres espirituais obsessores, desafetos dos pacientes, na origem de seus problemas.

Embora exista uma sutil fronteira para diferenciar um distúrbio mediúnico de um distúrbio psiquiátrico, constatei que os sintomas clínicos mais comuns de uma mediunidade em desarmonia são:
- 1) Sensação de peso, pressão na cabeça, na nuca, nos ombros ou nas costas;
- 2) Insônia, desassossego, pesadelos constantes de estar sendo perseguido;
- 3) Nervosismo acentuado (irritação por motivos banais);
- 4) Calafrios e arrepios constantes no corpo ou partes do corpo (sensação de frio nas mãos e pés);
- 5) Cansaço geral, desvitalização, desânimo;
- 6) Humor instável, alternância de humor extremada; tristeza profunda ou excessiva alegria, sem razão aparente;
- 7) Ver e/ou ouvir seres espirituais, senti-los, principalmente, antes de dormir (estado de pré-sonolência) e/ou ao acordar pela manhã.

Mas desejo ressaltar que o leitor atente para o sábio jargão médico: "Cada caso é um caso"; por isso reafirmo que é importante realizar uma análise mais detalhada e cuidadosa de cada caso para sabermos distinguir um evento mediúnico de um distúrbio mental, psiquiátrico, que somente um terapeuta mais experiente tem condições de fazer. (...)

Dr. Osvaldo Shimoda

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