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domingo, 11 de dezembro de 2011

REFLEXÃO PARA TERMINAR O DOMINGO...



No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas que o vento não consegue levar: um estribilho antigo, o carinho no momento preciso, o folhear de um livro, o cheiro que um dia teve o próprio vento...

(Mário Quintana - Para Viver Com Poesia)

PAZ NA CASA


...e em qualquer casa onde entrardes,dizei antes:
“paz seja nesta casa” – Jesus (Lucas 10:5)
Compras na terra o pão e a vestimenta, o calçado e o remédio, menos a paz.
Dar-te-á o dinheiro residência e conforto, com exceção da tranqüilidade de espírito.
Eis porque nos recomenda Jesus venhamos a dizer, antes de tudo, ao entramos numa
casa: "paz seja nesta casa".
A lição exprime vigoroso apelo à tolerância e ao entendimento.
No limiar do ninho doméstico, unge-te de compreensão e de paciência, a fim de que não
penetres o clima dos teus, à feição de inimigo familiar.
Se alguém está fora do caminho desejável ou se te desgostam arranjos caseiros, mobiliza
a bondade e a cooperação para que o mal se reduza.
Se problemas te preocupam ou apontamentos te humilham, cala os próprios
aborrecimentos, limitando as inquietações.
Recebe a refeição por bênção divina.
Usa portas e janelas, sem estrondos brutais.
Não movas objetos, de arranco.
Foge à gritaria inconveniente.
Atende ao culto da gentileza.
Há quem diga que o lar é ponto do desabafo, o lugar em que a pessoa se desoprime.
Reconhecemos que sim; entretanto, isso não é razão para que ele se torne em praça
onde a criatura se animalize.
Pacifiquemos nossa área individual para que a área dos outros se pacifique.
Todos anelamos a paz do mundo; no entanto, é imperioso não esquecer que a paz do
mundo parte de nós.

Palavras de Vida Eterna/Emmanuel

OS CUIDADOS COM A CRIANÇA E OS JOVENS


Há muito tempo, venho me preocupando com algo muito sério: o que o mundo atual oferece como "lazer" para a nossa juventude e os brinquedos das crianças. Uma coisa posso afirmar, de princípio: não são sadios e nem contribuem para a construção do Novo Homem do qual necessitamos para a construção de um novo mundo.
As crianças, desde cedo, têm como "babá" a televisão, o computador e os jogos eletrônicos. Não quero negar o lado positivo dessas invenções modernas, mas há, também, um lado terrivelmente negativo e mesmo perigoso, coisa que, como educadores, não podemos nos esquecer. Imbrica-se aqui algo que não dá para discutir nesse pequeno espaço. Existem realmente educadores? Onde estão eles? Quem são eles? Qual o seu embasamento cultural e como é o seu amor?
Crianças são como o barro mole ou flores tenras que necessitam de cuidados especiais. É preciso, além de amá-las, apurar-lhes os sentidos para melhor apreciarem as belezas da vida: olhar, escutar, apalpar, degustar de verdade. Transmitir-lhes, com o exemplo, valores necessários para uma vida plena: o respeito, a solidariedade, o acolhimento, a verdade, a honestidade, a limpidez de coração e de caráter. Mais que tudo: a Fé. A fé em Deus é uma adubo extraordinário para uma vida rica em bens espirituais e realizações. Mas, se os educadores não a têm, é preciso ensinar a fé em si, no outro, na vida. A fé é a pedra angular que sustenta os demais valores. Sem ela, a estrutura pode se quebrar. São Paulo colocou o Amor como a maior das virtudes e ele está certo, mas só quem tem fé em algo poderá, de verdade, ser amor e transmitir amor.
É bom para a criança, além do amor dos pais, brincar, brincar muito, mas brincadeiras que impulsionem a sua criatividade, o seu espírito inventivo e a socialização. A televisão pode mostrar coisas muito bonitas, mas, também, deformar o caráter, passando como "natural" comportamentos inadequados. A internet é maravilhosa: nos traz informações, nos faz conhecer o planeta, nos traz a beleza da música, da poesia, etc.: mas, esconde grandes perigos que podem desvirtuar as nossas criancinhas e levá-las até a situações extremas, excessivamente comprometedoras. Os jogos eletrônicos podem desenvolver a concentração e a rapidez de raciocínio, mas podem, também, ensinar a violência.
No entanto, mais sério que tudo isso, assisto com preocupação o destroçamento das famílias. Não sou preconceituosa nem tampouco anacrônica. Tenho a mente aberta e acompanho o tempo em que vivo com suas naturais transformações. Sei que, se um casamento traz infelicidade para ambos os cônjuges, com brigas constantes, traições, falta de companheirismo e cumplicidade, com alcoolismo e violência, todos têm direito à uma nova vida, a buscar a felicidade e ter uma segunda oportunidade. Aliás, casamentos sem amor e sem repeito fazem mais mal aos filhos do que uma separação amigável, em que pai e mãe continuem a respeitar, diante dos filhos, a figura do outro.Pai e mãe o são para sempre e na mente dos filhos são figuras indissociáveis.
Entretanto, o que a gente assiste são jovens se casando sem nenhuma responsabilidade ou compromisso. Diante das primeiras dificuldades que, qualquer convivência traz, já pensam em terminar o casamento. É preciso estrutura para encarar um casamento. Saber que toda convivência exige respeito, compartilhamento, confiança, lealdade e certa renúncia, pois quando escolho um caminho, estou abrindo mão de outros.
Outra coisa: paixão é fogueira que não dura muito e, infelizmente, as pessoas confundem bastante paixão com amor. O afogueamento da paixão, com frio na barriga, coração disparado, desejo desmesurado, não vai continuar eternamente, mas aquele(a) companheiro(a) pode ser a melhor amizade, o melhor apoio, o melhor conforto, aquele (a) que melhor haverá de nos conhecer e amar por toda a vida.
Acho que "cursos de noivos" jamais deveriam ser promovidos por religiosos ou com um cunho religioso, mas por psicólogos, médicos, psiquiatras, especialistas em relacionamento humano e pessoas casadas há muito tempo, com uniões felizes e realizadas.
Mas, acabo por me estender muito, o que não era meu objetivo. Assim, volto brevemente para a minha preocupação com os jovens: que lazer lhes são proporcionados? Serão sadias as baladas, onde proliferam as drogas, o sexo irresponsável, além de outros perigos escondidos num copo de bebida alcoólica?
Penso que a juventude de meu tempo tinha melhores opções, que nos distraiam e não destruíam o nosso caráter. Namorávamos no portão ou na varanda, dançávamos nas horas-dançantes promovidas em casas de famílias, jogávamos vôlei, ping-pong, nadávamos, fazíamos pique-niques, íamos ao cinema, líamos muito e tínhamos muitos amigos com quem nos distraíamos conversando simplesmente. Geralmente, nossos pais e os pais de nossos amigos também eram amigos.
É hora dos responsáveis acordarem para os perigos que rondam a nossa juventude. Que homens teremos para construir um mundo novo de justiça, paz e solidariedade? Façamos nós, os verdadeiros educadores, um sério exame de consciência e que a Luz Divina nos aponte novos caminhos para mostrarmos aos nossos jovens!

Maria Luiza

PAUSA PARA MEDITAÇÃO


Oramos demais para não termos dificuldades, mas seria necessário apenas pedir para desenvolvermos raízes mais fortes e profundas de tal maneira que, quando as tempestades cheguem e os ventos gelados soprem, possamos resistir com valor e não sejamos dominados.

Autor desconhecido

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