BOAS VINDAS

Seja bem vindo! Espero que aqui encontre alento, beleza, amor e paz! E que possa espalhar isto para o mundo, que vive tão sedento de tudo isto.



Pesquisar este blog

Seguidores

terça-feira, 22 de maio de 2012

A SOLIDÃO DO POETA...



A solidão do poeta...está aquém do amor...além da vida
Por companhia... apenas o corpo e mil anos de abandono
A eterna negridão da noite...a fria solidão e a alma ferida
E os abismos...o inverno e o inferno...o pesadelo do sono

O poeta beija a noite...em silêncio chora e canta os amores
Em prosa e versos se despe...grita aos céus as suas mágoas
Numa prece em silêncio...chora em segredo todas as dores
O vento açoita-lhe a alma...o mar guarda-lhe as lágrimas

Só o poeta espera...tristes e perdidos sonhos de primavera
Que a escuridão da noite ilumine...o seu rosto de pedra fria
Nos cílios de violeta há um resto de ilusão...uma quimera
No seu corpo amargurado...espera que a noite se faça dia

No peito do poeta...mora a eternidade...amor e desilusão
Em cada verso um infinito de dor...um oceano de ternura
Nas mãos o poeta prende uma rosa...nos dedos a imensidão
Na boca guarda um poema...no coração chora a amargura

Pelos trilhos do silêncio...o poeta caminha eternamente
Aos sonhos acena um adeus...à escuridão diz bom dia
Pobre poeta...canta seus versos ao vento...tão docemente
Envolto no manto negro da noite...vaga na treva em agonia

Escreve palavras nuas...esvazia a alma...embriaga-se de ilusão
A morte é o limite...com as mãos em cruz chama a eternidade
Na sombra dum poema...escreve a sangue a sicuta da paixão
Louco poeta...voa entre a luz e a treva...vestido de saudade
A solidão do poeta...está aquém do amor...além da vida
Por companhia... apenas o corpo e mil anos de abandono
A eterna negridão da noite...a fria solidão e a alma ferida
E os abismos...o inverno e o inferno...o pesadelo do sono

O poeta beija a noite...em silêncio chora e canta os amores
Em prosa e versos se despe...grita aos céus as suas mágoas
Numa prece em silêncio...chora em segredo todas as dores
O vento açoita-lhe a alma...o mar guarda-lhe as lágrimas

Só o poeta espera...tristes e perdidos sonhos de primavera
Que a escuridão da noite ilumine...o seu rosto de pedra fria
Nos cílios de violeta há um resto de ilusão...uma quimera
No seu corpo amargurado...espera que a noite se faça dia

No peito do poeta...mora a eternidade...amor e desilusão
Em cada verso um infinito de dor...um oceano de ternura
Nas mãos o poeta prende uma rosa...nos dedos a imensidão
Na boca guarda um poema...no coração chora a amargura

Pelos trilhos do silêncio...o poeta caminha eternamente
Aos sonhos acena um adeus...à escuridão diz bom dia
Pobre poeta...canta seus versos ao vento...tão docemente
Envolto no manto negro da noite...vaga na treva em agonia

Escreve palavras nuas...esvazia a alma...embriaga-se de ilusão
A morte é o limite...com as mãos em cruz chama a eternidade
Na sombra dum poema...escreve a sangue a sicuta da paixão
Louco poeta...voa entre a luz e a treva...vestido de saudade

Nenhum comentário:

Postar um comentário

ALGUMAS DE MINHAS OBRAS

MEU MAIS NOVO LIVRO

MEU MAIS NOVO LIVRO