BOAS VINDAS

Seja bem vindo! Espero que aqui encontre alento, beleza, amor e paz! E que possa espalhar isto para o mundo, que vive tão sedento de tudo isto.



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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

SEJA FEITA A DIVINA VONTADE


Cumpre o dever de hoje, com segurança e tranquilidade; sê, antes de tudo, correto e irrepreensível para com os outros e para contigo mesmo, e o Plano da Eterna Sabedoria te alçará, gradativamente, a serviços sempre mais expressivos e sempre mais importantes, porque na confiança da tua fidelidade ao Bem, estarás repetindo com Amor de Jesus: "Seja feita, Senhor, a Tua Vontade, assim na Terra como nos Céus".

Emmanuel

Psicografia de Chico Xavier

domingo, 26 de janeiro de 2014

CONVITE AO PERDÃO



Francisco Cândido Xavier foi um homem que viveu semeando  a palavra do Cristo. Através das suas atitudes, pregou a paz e ensinou a caridade. Sua vida foi um exemplo de conduta cristã.
Médium, viveu por noventa e dois anos, foi desprezado por muitos e durante sua vida sofreu ofensas e insultos, tendo passado imune a tudo.
Em uma de suas muitas frases que ficaram registradas, ele disse:
Graças a Deus, não me lembro de ter revidado a menor ofensa que sofri, certamente objetivando, todas elas, o meu aprendizado. E não me recordo de que tenha, conscientemente, magoado a quem quer que fosse.
Esta frase nos faz refletir sobre a forma como agimos diante das ofensas que sofremos. No cotidiano, nos deparamos com situações que põem à prova a nossa conduta.
São os olhares de desprezo ou de inveja. As palavras que ferem, humilham, magoam. As indelicadezas e os gestos que perturbam e ofendem.
São também as atitudes contínuas de omissão, de abandono dos deveres, ou de opressão, que acontecem entre irmãos, casais, pais e filhos, que vão se somando e se transformando em imensas mágoas.
É comum vermos famílias desestruturadas pelo cultivo da raiva, do rancor e da indelicadeza. Enfim, vemos com frequência, relações se esvaindo pela ausência do perdão.
Seja qual for a gravidade do ato infeliz que nos atinja, enxerguemos o outro, que nos fere e magoa, como alguém que pode estar enfermo e precisando de ajuda.
E como escolhemos agir diante de quem nos ofende?
Quando procedemos da mesma forma que o outro, entrando na sua sintonia, revidando, seja com palavras ou com atitudes, estaremos deixando que o outro dite a nossa conduta.
Estaremos nos equiparando àquele que cometeu o gesto desequilibrado.
É certo que ficamos tristes quando alguém nos ofende, mas o que deveria mesmo nos entristecer, é quando somos nós os ofensores.
Trabalhar o perdão ao próximo, assim como o autoperdão, é um exercício diário que podemos nos propor. Todos nós somos capazes de perdoar.
Não nos esqueçamos de que, por diversas vezes, nós é que desejamos ser perdoados.
Temos que começar relevando e perdoando as leves ofensas, para que estejamos preparados, quando nos depararmos com situações mais delicadas que nos exijam essa virtude.
Perdoar também é doar. Ao perdoar estaremos doando   entendimento,  paciência, compreensão e o amor que purifica. O esquecimento das ofensas é próprio da  alma elevada.
Mas o perdão não é o esquecimento do fato. Por vezes, torna-se difícil eliminar da memória uma atitude que tenha nos ferido.
Perdoar é cessar de ter raiva, é deixar de nutrir em nós o ressentimento pela pessoa que nos causou a dor ou o gesto infeliz que nos atingiu.
Perdoar acalma, liberta, traz paz e harmonia às nossas vidas.
O verdadeiro perdão é aquele que vem do coração e não dos lábios.
Façamo-nos hoje o convite para que deixemos que o perdão triunfe sobre a mágoa e o ressentimento.

Redação do Momento Espírita. Em 03.06.2011. 




sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

HÁBITOS INFELIZES






    * Usar pornografia ou palavrões ainda que estejam supostamente na moda.
    * Pespegar tapinhas ou catucões a quem se dirija a palavra.
    * Comentar desfavoravelmente a situação de qualquer pessoa.
    * Estender boatos e entretecer conversações negativas.
    * Falar aos gritos.
    * Rir descontroladamente.
    * Aplicar franquezas impiedosas a pretexto de honorificar a verdade.
    * Escavar o passado alheio, prejudicando ou ferindo os outros.
    * Fugir da limpeza.
    * Queixar-se, por sistema, a propósito de tudo e de todos.
    * Ignorar conveniências e direitos alheios.
    * Fixar intencionalmente defeitos e cicatrizes do próximo.
    * Irritar-se por bagatelas.
    * Indagar de situações e ligações, cujo sentido não possamos penetrar.
    * Desrespeitar as pessoas com perguntas desnecessárias.
    * Contar piadas suscetíveis de machucar os sentimentos de quem ouve.
    * Zombar dos circunstantes ou chicotear os ausentes.
    * Analisar os problemas sexuais seja de quem seja.
    * Deitar conhecimentos fora de lugar e condição, pelo prazer de exibir cultura e competência.
    * Desprestigiar compromissos e horários.
    * Viver sem método.
    * Agitar-se a todo instante, comprometendo o serviço alheio e dificultando a execução dos deveres próprios.
    * Contar vantagens, sob a desculpa de ser melhor que os demais.
    * Gastar mais do que dispõe.
    * Aguardar honrarias e privilégios.
    * Não querer sofrer.
    * Exigir o bem sem trabalho.
    * Não saber aguentar injúrias ou críticas.
    * Não procurar dominar-se, explodindo nos menores contratempos.
    * Desacreditar serviços e instituições.
    * Fugir de estudar.
    * Deixar sempre para amanhã a obrigação que se pode cumprir hoje.
    * Dramatizar doenças e dissabores.
    * Discutir sem raciocinar.
    * Desprezar adversários e endeusar amigos.
    * Reclamar dos outros aquilo que nós próprios ainda não conseguimos fazer.
    * Pedir apoio sem dar cooperação.
    * Condenar os que não possam pensar por nossa cabeça.
    * Aceitar deveres e largá-los sem consideração nos ombros alheios.
    Livro: Sinal Verde
    André Luiz & Francisco Cândido Xavier 








quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

PENSAMENTO DE HOJE

"O bem não faz notícia, mas é aquilo que permanece para sempre."

Desconheço autoria

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

MENSAGEM DE OSHO




Já que é preciso um nome, eu sou OSHO.
Mas eu sou você, como você é eu.
E agora, aproveitemos o tempo para uma comunicação sobre esse tema crucial que é a segurança.
Pois, vocês vivem isso a cada instante: a fim de se revelarem em meio ao novo, vocês procuram primeiramente colocar-se em meio a uma segurança.
No que ela consiste?
De onde ela surge?
Como ela se manifesta?
Porque, sob diversas formas, ela vem convidá-los a adiar o momento de se abandonarem.
A segurança vem lhes dizer que é melhor esperar até amanhã, porque hoje vocês têm o que fazer, ou até depois de amanhã, porque depois de amanhã vocês devem encontrar tal ou tal pessoa.
A segurança é colocar-se no conhecido.
Isso, vocês puderam notar.
Colocar-se no conhecido é, então, aplicar uma estratégia em função de um suposto posicionamento, e em função de experiências passadas.
E, evidentemente, nunca há segurança suficiente: segurança física, segurança financeira, segurança afetiva.
Tudo isso leva a projetar uma necessidade que vem do exterior, necessidade que se coloca em meio ao tempo e ao espaço.
E, no entanto, vocês sabem: tudo é movimento, nada pode ser fixo, nada pode ficar imobilizado, nem mesmo a segurança.
Em meio ao movimento, vocês tentam colocar algumas fundações, mas todas se inscrevem em meio ao tempo, todas se inscrevem no efêmero e, em última análise, nenhuma oferece segurança a vocês.
Vocês podem então correr atrás da segurança toda a sua vida, sem jamais encontrá-la.
No final, há apenas uma constante, é a mudança.
A mudança é permanente.
Então, frente a essa mudança, vocês têm a possibilidade de tentar colocar seguranças efêmeras, ou vocês têm a possibilidade de abandonar qualquer segurança.
Naquele momento, é preciso toda a sua coragem para abandonar-se ao fluxo da Vida.
Este corpo, que de certa maneira é o seu, jamais poderá viver a segurança.
Então, o meu convite é um convite para estenderem a mão, a fim de segurarem a mão que eu estendo a vocês, e de se juntarem a mim no grande Banho da Vida, ali onde eu lhes prometo a insegurança, onde eu lhes prometo a Alegria, onde eu lhes prometo o Amor...
Então, se você tomar a minha mão, vem comigo ali onde há apenas o abandono no fluxo da Vida, e ali onde eu solto a sua mão, porque eu não gostaria de ser uma segurança que viria impedir o seu abandono.
Dancemos, dancemos no fluxo da Vida, no qual tudo é permitido...
Aproveitemos o tempo para verificarmos juntos que nós nos banhamos na insegurança mais total, e que nós nos deleitamos...
Muitas pessoas testemunham no seu mundo: é tendo abandonado toda a segurança que elas puderam ver emergir a Alegria e ficarem preenchidas da Vida.
Muitas são as pessoas que abandonam a segurança material, que abandonam até mesmo a experiência de ter um teto para sentirem viver.
Mas, em última análise, isso não é necessário.
Não é o teto que os coloca nesse sentimento, nessa necessidade de segurança.
É em vocês mesmos que isso se encontra.
Então, se vocês estiverem de acordo, queimemos juntos tudo o que lhes trazia o sentimento de uma segurança.
Porque vocês e eu reconhecemos que a segurança jamais será obtida.
Mas, ao colocar a sua atenção em meio à segurança, vocês se separam, vocês se trancam à chave no que lhes parece ser uma torre de marfim, e que é apenas uma torre de papel machê que irá voar na primeira rajada de vento.
Então, eu proponho a vocês um espaço de Fusão... e talvez de Dissolução porque, em última análise, somente a procura de segurança os afasta da Dissolução.
Eliminemos juntos, também, toda segurança de um caminho a percorrer, que os levaria à sua Liberação.
Abandonemos juntos todos os caminhos que os levam à Ascensão.
Porque tudo isso está Aqui e Agora, escondido atrás da segurança.
Dancemos, dancemos na Vida, liberados da procura de segurança...
Abandonemo-nos no Silêncio, e festejemos!
CRISTO lhes disse: “Pai, eu entrego o meu Espírito nas tuas mãos”.
Esse momento em que vocês nada mais seguram em suas mãos firma a chegada da Graça.
Será feito segundo a sua vontade, e se vocês quiserem segurar algo em suas mãos, então vocês irão segurá-lo, e isso irá segurar vocês.
Então acolham, acolham tudo o que está vindo para vocês, sem nada discriminar, sem nada avaliar.
Dancem-no!
 Vida ali se revela, o Amor ali floresce.
Então, eu peço a você, entre nesse jardim da Vida...
Amigo, eu venho falar ao seu ouvido e eu lhe digo: “Você que nada é, o que você tem de tão importante para proteger?”.
Em meio a esse nada, eu vejo a Vida.
Em meio a esse nada, eu vejo o Um.
E você, o que você vê?


Portal dos Anjos e Estrelas de Avalon

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A MELHOR CHAVE






    Efetivamente, muitos são os problemas que nos assediam a existência. Dificuldades que não se esperam, tribulações que nos espancam mentalmente de imprevisto, sofrimentos que se instalam conosco sem que lhes possamos calcular a duração, desajustes que valem por dolorosos constrangimentos.

    Se aspiras a obter solução adequada às provas que te firam, não te guies pela rota do desespero.
    Tens contigo uma chave bendita, -A chave da humildade, cunhada no metal puro da paciência. Perante quaisquer tropeços da estrada, usa semelhante talento do espírito e alcançarás para logo a equação de harmonia e segurança a que se pretendes chegar.
    Nada perderás, deixando fale alguém com mais autoridade do que aquela de que porventura disponhas; nunca te diminuirás por desistir de uma contenda desnecessária; em coisa alguma te prejudicarás abraçando o silêncio de conceitos deprimentes que te sejam desfechados; não sofrerás prejuízo em te calando nesta ou naquela questão que diga respeito exclusivamente às tuas conveniências e interesses pessoais; grandes lucros no campo íntimo te advirão da serenidade ou da complacência com que aceites desprestígios ou preterição; jamais te arrependerás de abençoar ao invés de reclamar, ainda mesmo em ocorrências que te amarguem as horas; e a simpatia vibrará sempre em teu favor, toda vez que cedas de ti mesmo, a benefício dos outros.
    Efetuemos os investimentos valiosos de paz e felicidade, suscetíveis de serem capitalizados por nós, através de pequenos gestos de tolerância e bondade e o programa de trabalho a que a vida nos indique ganhará absoluta eficiência de execução.
    Seja na vida particular ou portas a dentro de casa, no grupo de serviço a que te vinculas ou na grande esfera social em que se te decorre a existência, sempre que te vejas à beira do ressentimento ou revide, rebeldia ou desânimo, nunca te entregues à irritação.
    Tenta a humildade.

    Livro: Mãos Unidas 
    Emmanuel & Francisco Cândido Xavier

domingo, 19 de janeiro de 2014

REFLEXÃO



“A sabedoria não é filha da lógica, mas da simplicidade; do saber olhar a vida com quietude e atenção; debruçar-se sobre as perguntas, as dúvidas e as palavras, com eterna humildade”.

Maria Luiza Silveira Teles

sábado, 18 de janeiro de 2014

PENSAMENTO DE HOJE






“Ando meio fatigado de procuras inúteis e sedes afetivas insaciáveis.”


Caio F. Abreu

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

MENSAGEM

 
MENSAGEM
(Divaldo Pereira Franco)
 
Normalmente nós pedimos pelos que sofrem, pelos que choram,
pelos que passam fome, oramos pelos doentes e rogamos pelos infelizes.
Hoje vamos inverter a ordem e vamos dizer:
 
"Senhor, não te suplicamos pelos desesperados,
nós te pedimos por aqueles que promovem o desespero.

Não te rogamos pelos que choram,
mas pelos infelizes que são responsáveis pelas lágrimas.

Não te rogamos ajuda aos que passam fome, mas pelos
abastados que são fomentadores da miséria sócio-econômica.

Não pedimos em favor dos enfermos, mas nós intercedemos pelos que jogam fora a saúde e os que são impiedosos para com os doentes.

Não estamos aqui pedindo pelos perseguidos, pelos caluniados, mas estamos interferindo pelos perseguidores, pelos caluniadores,
pelos impiedosos. Eles sim, são verdadeiramente os infelizes
por que perderam o endereço de Deus e o contato com a consciência.

Apieda-te Senhor, dos fomentadores da discórdia e consola os que estão chorando no teu regaço, procurando a Tua paz, e em Teu próprio nome de Amor, abençoa esta casa e os que aqui habitam, os que aqui buscam auxilio, os que pretendem ir adiante, os que se entregam em regime de silêncio e abnegação, para que nas suas vozes caladas,
possamos todos nós ouvir a Tua voz, ao, invés dos
que fazem tumulto para apagar a mensagem da Tua palavra.
Senhor fica conosco e dá-nos a Tua paz."

domingo, 12 de janeiro de 2014

REFLEXÃO


A pessoa não foi feita só para a solidão, mas não pode viver sem a experiência de profundos silêncios.


Autor: Frei Neylor J. Tonin

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

CREDORES DIFERENTES


"Eu, porém, voS digo: amai os vossos inimigos."
                                           Jesus. (MATEUS, 5:44.)

O problema do inimigo sempre merece estudos mais acurados.
Certo, ninguém poderá aderir, de pronto, à completa união com o adversário do dia de hoje, como Jesus não pôde rir-se com os perseguidores, no martírio do Calvário.
Entretanto, a advertência do Senhor, conclamando-nos a amar os inimigos, reveste-se de profunda significação em todas as facetas pelas quais a examinemos, mobilizando os instrumentos da análise comum.
Geralmente, somos devedores de altos benefícios a quantos nos perseguem e caluniam; constituem os instrumentos que nos trabalham a individualidade, compelindonos a renovações de elevado alcance que raramente compreendemos nos instantes mais graves da experiência. São eles que nos indicam as fraquezas, as deficiências e as necessidades a serem atendidas na tarefa que estamos executando.
Os amigos, em muitas ocasiões, são imprevidentes companheiros, porquanto contemporizam com o mal; os adversários, porém, situam-no com vigor.
Pela rudeza do inimigo, o homem comumente se faz rubro e indignado uma só vez, mas, pela complacência dos afeiçoados, torna-se pálido e acabrunhado, vezes sem conta.
Não queremos dizer com isto que a criatura deva cultivar inimizades; no entanto, somos daqueles que reconhecem por beneméritos credores quantos nos proclamam as faltas.
São médicos corajosos que nos facultam corretivo.
É difícil para muita gente, na Terra, a aceitação de semelhante verdade; todavia, chega sempre um instante em que entendemos o apelo do Cristo, em sua magna extensão.

Autor : Emmanuel

PENSAMENTO DE HOJE






"Quanto mais o tempo passa, eu fico menos à vontade para alimentar dores e com muito mais preguiça de sofrer."

Ana Jácomo

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

DESEJO






Meu desejo? era ser a luva branca
Que essa tua gentil mãozinha aperta:
A camélia que murcha no teu seio,
O anjo que por te ver do céu deserta....

Meu desejo? era ser o sapatinho
Que teu mimoso pé no baile encerra....
A esperança que sonhas no futuro,
As saudades que tens aqui na terra....

Meu desejo? era ser o cortinado
Que não conta os mistérios do teu leito;
Era de teu colar de negra seda
Ser a cruz com que dormes sobre o peito.

Meu desejo? era ser o teu espelho
Que mais bela te vê quando deslaças
Do baile as roupas de escomilha e flores
E mira-te amoroso as nuas graças!

Meu desejo? era ser desse teu leito
De cambraia o lençol, o travesseiro
Com que velas o seio, onde repousas,
Solto o cabelo, o rosto feiticeiro....

Meu desejo? era ser a voz da terra
Que da estrela do céu ouvisse amor!
Ser o amante que sonhas, que desejas
Nas cismas encantadas de langor!


Alvares de Azevedo (1831-1852)

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

RETRATO


Eu não tinha este rosto de hoje, 
assim calmo, assim triste, assim magro, 
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.

Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.

Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?


Cecília Meireles

FELICIDADE





Só a leve esperança, em toda a vida,
Disfarça a pena de viver, mais nada:
Nem é mais a existência, resumida,
Que uma grande esperança malograda.

O eterno sonho da alma desterrada,
Sonho que a traz ansiosa e embevecida,
É uma hora feliz, sempre adiada
E que não chega nunca em toda a vida.

Essa felicidade que supomos,
Árvore milagrosa, que sonhamos
Toda arreada de dourados pomos,

Existe, sim : mas nós não a alcançamos
Porque está sempre apenas onde a pomos
E nunca a pomos onde nós estamos.

 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

AJUDA DO SEU ESPÍRITO



Miquéias 6:3-8
"…que é o que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus". —Miquéias 6:8 Gênesis 7–9 Mateus 3
Muitos de nós tomamos resoluções para marcar o início de um novo ano. Fazemos votos do tipo: vou economizar mais, me exercitar mais ou ficar menos tempo na internet. Começamos o ano com boas intenções, mas em pouco tempo hábitos antigos nos tentam a voltar aos velhos modos. Escorregamos ocasionalmente, depois com mais frequência e em seguida o tempo todo. No fim das contas, é como se a nossa resolução nunca tivesse existido. Em vez de escolher os nossos próprios objetivos de auto-aperfeiçoamento, talvez seja melhor nos perguntarmos: “O que o Senhor deseja de mim?” seria uma abordagem melhor. Por meio do profeta Miquéias, Deus revelou que Ele deseja que façamos o que é certo, sejamos misericordiosos e andemos humildemente com Ele (Miquéias 6:8). Todas estas coisas estão relacionadas ao aperfeiçoamento da alma em vez do auto-aperfeiçoamento. Felizmente, não precisamos contar com a nossa própria força. O Espírito Santo tem o poder de nos ajudar em nosso crescimento espiritual como cristãos. A Palavra de Deus diz que Ele é capaz de nos tornar “…fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior” (Efésios 3:16). Então, ao começarmos um novo ano, vamos decidir ser mais semelhantes a Cristo. O Espírito nos ajudará conforme buscarmos andar humildemente com Deus.
Aquele que tem o Espírito Santo como fonte já é vencedor.


domingo, 5 de janeiro de 2014

PALAVRA E VIBRAÇÃO



A palavra, junto com o poder da vibração, é capaz de criar, curar e também destruir.

A teoria indica que, quando focalizamos nossa mente em algo, e a isto somamos o sentimento e a emoção, para finalmente expressá-lo, estamos exteriorizando e materializando um poder que estará afetando os reinados da matéria.

O QUE DIZES A TEU SEMELHANTE, DIZES A TI MESMO

Se cada um de nós estivesse consciente de que a energia liberada em cada palavra afeta não só a quem a dirigimos, mas também a nós mesmos e ao mundo que nos rodeia, começaríamos a cuidar mais o que dizemos.

Os antigos essênios sabiam da existência de um enorme poder contido na oração, no verbo e na palavra. Os antigos alfabetos, como o sânscrito, o aramaico e a linguagem hebraica são fontes de poder em si mesmas. Os essênios utilizaram a energia que canaliza a linguagem - que era a manifestação final do pensamento, da emoção e do sentimento - para manifestar na realidade a qualidade de vida que desejavam experimentar neste mundo. Nas culturas do antigo Oriente eram utilizados os mantras, as rezas, os cânticos e as orações com intenção predeterminada, como técnicas para materializar estados internos e programar, de uma forma ignorada por nós na atualidade, realidades pensadas, desejadas e afirmadas previamente.

Os estudos realizados por físicos quânticos começam a redescobrir e validar o enorme conhecimento esquecido de antigas culturas ancestrais. Um conhecimento que se encontra ainda escondido e esquecido e que nos traria o poder de mudar nosso mundo.
Do blog "Portal dos Anjos e Estrelas de Avalon"


PRECE NAS AFLIÇÕES DA VIDA


Deus Onipotente, que vês as nossas misérias, digna-te de escutar, benevolente, a súplica que neste momento te dirijo. 
Se é desarrazoado o meu pedido, perdoa-me; se é justo e conveniente segundo as tuas vistas, que os bons Espíritos, executores das tuas vontades, venham em meu auxílio para que ele seja satisfeito.

Assim Seja.

Autor Desconhecido. Fonte do texto: Internet Google.
Tirado do blog "Espiritismo Preces" de Carlos Varoli

FÉ E CARIDADE





Disse-vos anteriormente, meus queridos filhos, que a caridade sem a fé não chega para manter entre os homens uma ordem social capaz de os tornar felizes. Deveria ter dito que a caridade é impossível sem e fé. Podereis encontrar, na verdade, rasgos generosos mesmo com pessoas sem religião, mas essa caridade austera que só se exerce através da abnegação, do sacrifício constante de todo o interesse egoísta, só a fé a pode inspirar, pois só ela faz carregar com coragem e perseverança a cruz desta vida. 

Sim, meus filhos, é em vão que o homem ávido de prazeres quer iludir-se com o seu destino cá em baixo, sustentando que lhe é permitido ocupar-se apenas da sua felicidade. É certo que Deus nos criou para sermos felizes na eternidade; entretanto, a vida terrestre deve servir unicamente para o nosso aperfeiçoamento moral, o qual se adquire mais facilmente com a ajuda dos órgãos e do mundo material. Sem contar com as vicissitudes normais da vida, a diversidade dos vossos gostos, das vossas inclinações, das vossas necessidades, são também um meios de vos aperfeiçoardes, exercitando-vos na caridade. Pois só à força de concessões e sacrifícios mútuos podereis manter a harmonia entre elementos tão diversos. 

Tendes, no entanto, razão para afirmar que a felicidade é destinada ao homem aqui na Terra, se a procurardes, não nos prazeres materiais, mas sim no bem. A história do Cristianismo fala dos mártires que iam para o suplício com alegria; hoje, e na vossa sociedade, não é preciso, para ser cristão, nem o sacrifício do martírio nem o sacrifício da vida, mas única e simplesmente o sacrifício do vosso egoísmo, do vosso orgulho, da vossa vaidade. Triunfareis se a caridade vos inspira e a fé vos mantém. (ESPÍRITO PROTECTOR, Cracóvia, 1861.) 

Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo (Capítulo XI, item 13)

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

CARTA DE ANO BOM


Entre um ano que se vai
E outro que se inicia,
Há sempre nova esperança,
Promessas de Novo Dia...

Considera, meu amigo,
Nesse pequeno intervalo,...
Todo o tempo que perdeste
Sem saber aproveitá-lo.

Se o ano que se passou
Foi de amargura sombria,
Nosso Pai Nunca está pobre
Do pão de luz da alegria.

Pensa que o céu não esquece
A mais ínfima criatura,
E espera resignado
O teu quinhão de ventura.

Considera, sobretudo
Que precisas, doravante,
Encher de luz todo o tempo
Da bênção de cada instante.

Sê na oficina do mundo
O mais perfeito aprendiz,
Pois somente no trabalho
Teu ano será feliz.

Não esperes recompensas
Dos bens da vida terrestre,
Mas, volve toda a esperança
A paz do Divino Mestre.

Nas lutas, nunca te esqueça
Deste conceito profundo:
O reino da luz de Cristo
Não reside neste mundo.

Não olhes faltas alheias,
Não julgues o teu irmão,
Vive apenas no trabalho
De tua renovação.

Quem se esforça de verdade
Sabe a prática do bem,
Conhece os próprios deveres
Sem censurar a ninguém.

Ano Novo!... Pede ao Céu
Que te proteja o trabalho,
Que te conceda na fé
O mais sublime agasalho.

Ano Bom!... Deus te abençoe
No esforço que te conduz
Das sombras tristes da Terra
Para as bênçãos de Jesus.


Ditada pelo Espírito Casimiro Cunha/
Médium: Francisco Cândido Xavier

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