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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

MENSAGEM DE OSHO




Já que é preciso um nome, eu sou OSHO.
Mas eu sou você, como você é eu.
E agora, aproveitemos o tempo para uma comunicação sobre esse tema crucial que é a segurança.
Pois, vocês vivem isso a cada instante: a fim de se revelarem em meio ao novo, vocês procuram primeiramente colocar-se em meio a uma segurança.
No que ela consiste?
De onde ela surge?
Como ela se manifesta?
Porque, sob diversas formas, ela vem convidá-los a adiar o momento de se abandonarem.
A segurança vem lhes dizer que é melhor esperar até amanhã, porque hoje vocês têm o que fazer, ou até depois de amanhã, porque depois de amanhã vocês devem encontrar tal ou tal pessoa.
A segurança é colocar-se no conhecido.
Isso, vocês puderam notar.
Colocar-se no conhecido é, então, aplicar uma estratégia em função de um suposto posicionamento, e em função de experiências passadas.
E, evidentemente, nunca há segurança suficiente: segurança física, segurança financeira, segurança afetiva.
Tudo isso leva a projetar uma necessidade que vem do exterior, necessidade que se coloca em meio ao tempo e ao espaço.
E, no entanto, vocês sabem: tudo é movimento, nada pode ser fixo, nada pode ficar imobilizado, nem mesmo a segurança.
Em meio ao movimento, vocês tentam colocar algumas fundações, mas todas se inscrevem em meio ao tempo, todas se inscrevem no efêmero e, em última análise, nenhuma oferece segurança a vocês.
Vocês podem então correr atrás da segurança toda a sua vida, sem jamais encontrá-la.
No final, há apenas uma constante, é a mudança.
A mudança é permanente.
Então, frente a essa mudança, vocês têm a possibilidade de tentar colocar seguranças efêmeras, ou vocês têm a possibilidade de abandonar qualquer segurança.
Naquele momento, é preciso toda a sua coragem para abandonar-se ao fluxo da Vida.
Este corpo, que de certa maneira é o seu, jamais poderá viver a segurança.
Então, o meu convite é um convite para estenderem a mão, a fim de segurarem a mão que eu estendo a vocês, e de se juntarem a mim no grande Banho da Vida, ali onde eu lhes prometo a insegurança, onde eu lhes prometo a Alegria, onde eu lhes prometo o Amor...
Então, se você tomar a minha mão, vem comigo ali onde há apenas o abandono no fluxo da Vida, e ali onde eu solto a sua mão, porque eu não gostaria de ser uma segurança que viria impedir o seu abandono.
Dancemos, dancemos no fluxo da Vida, no qual tudo é permitido...
Aproveitemos o tempo para verificarmos juntos que nós nos banhamos na insegurança mais total, e que nós nos deleitamos...
Muitas pessoas testemunham no seu mundo: é tendo abandonado toda a segurança que elas puderam ver emergir a Alegria e ficarem preenchidas da Vida.
Muitas são as pessoas que abandonam a segurança material, que abandonam até mesmo a experiência de ter um teto para sentirem viver.
Mas, em última análise, isso não é necessário.
Não é o teto que os coloca nesse sentimento, nessa necessidade de segurança.
É em vocês mesmos que isso se encontra.
Então, se vocês estiverem de acordo, queimemos juntos tudo o que lhes trazia o sentimento de uma segurança.
Porque vocês e eu reconhecemos que a segurança jamais será obtida.
Mas, ao colocar a sua atenção em meio à segurança, vocês se separam, vocês se trancam à chave no que lhes parece ser uma torre de marfim, e que é apenas uma torre de papel machê que irá voar na primeira rajada de vento.
Então, eu proponho a vocês um espaço de Fusão... e talvez de Dissolução porque, em última análise, somente a procura de segurança os afasta da Dissolução.
Eliminemos juntos, também, toda segurança de um caminho a percorrer, que os levaria à sua Liberação.
Abandonemos juntos todos os caminhos que os levam à Ascensão.
Porque tudo isso está Aqui e Agora, escondido atrás da segurança.
Dancemos, dancemos na Vida, liberados da procura de segurança...
Abandonemo-nos no Silêncio, e festejemos!
CRISTO lhes disse: “Pai, eu entrego o meu Espírito nas tuas mãos”.
Esse momento em que vocês nada mais seguram em suas mãos firma a chegada da Graça.
Será feito segundo a sua vontade, e se vocês quiserem segurar algo em suas mãos, então vocês irão segurá-lo, e isso irá segurar vocês.
Então acolham, acolham tudo o que está vindo para vocês, sem nada discriminar, sem nada avaliar.
Dancem-no!
 Vida ali se revela, o Amor ali floresce.
Então, eu peço a você, entre nesse jardim da Vida...
Amigo, eu venho falar ao seu ouvido e eu lhe digo: “Você que nada é, o que você tem de tão importante para proteger?”.
Em meio a esse nada, eu vejo a Vida.
Em meio a esse nada, eu vejo o Um.
E você, o que você vê?


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