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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

RESPONSABILIDADES INDIVIDUAIS



    "Dá conta da tua administração." Jesus (Lc, 16:2)
    Como tem sido difícil encontrar os indivíduos ocupados com seus compromissos sem se perturbar com os compromissos dos outros!
    Comumente, deixa-se de atuar bem numa seara de responsabilidade pessoal para vigiar e interferir na seara da responsabilidade alheia.
    Quantos pais relaxam a educação dos próprios rebentos enquanto estabelecem normas de conduta para filhos alheios?
    Quantos profissionais oferecem serviços de má qualidade aos seus clientes enquanto condenam a ineficácia de outros profissionais?
    Quantos companheiros que são infiéis na relação social, e que choram e sofrem por se sentirem pouco considerados no meio onde vivem?
    Quantas são as pessoas que, ao invés de viver nobremente, atuam erroneamente na vida, querendo justificar-se com o erro de terceiros?
    Como é fácil observar, grande número de almas vive mais preocupado em notar os outros do que cuidar de si mesmo.
    Percebemos, sem embargo, que essa neurose geral de fiscalizar a vida e os compromissos dos outros apenas diz respeito ao que é negativo, ao que se mostra equivocado, ao que é imprestável ao progresso da pessoa.
    São poucos os que se aplicam ao bem por terem visto a dedicação ao bem dos seus vizinhos.
    É pequeno o número dos que se esmeram em melhorar sua comunicação verbal em virtude de ter registrado a correção do discurso alheio.
    Bem poucos são os que se espelham no desprendimento material de um amigo, a fim de trabalhar a libertação do próprio egoísmo ou do espírito onzenário.
    Diminuto é o contingente dos que respeitam o lar, os filhos, a vida, enfim, após ter colhido os benditos exemplos dos que transformaram o lar, os filhos e a vida em escadas de crescimento para Deus.
    Indiscutivelmente, a vida na Terra é empreendimento divino, colocado sob os cuidados da criatura humana, a fim de que ela aprenda a lhe dar bom rumo, administrando-o com sabedoria.
    Por mais que a pessoa opine sobre a conduta de terceiros, interfira nas ações dos outros ou altere a rota dos semelhantes, com ou sem acerto, , não deverá esquecer que a administração que lhe toca mais de perto, diretamente, é sobre a sua própria existência no mundo.
    Não é fácil, para os espíritos de pouca evolução, como os que estagiamos no hálito da Terra, atravessar, vitoriosamente, os mais diversos caminhos, as variadas experiências de aprendizado ou os testemunhos de fidelidade às leis de Deus impressas nas fibras mais íntimas de noss´alma.
    Dessa maneira, cabe aos indivíduos renascidos no berço terrestre o investimento dos seus melhores esforços, traduzidos em coragem, em boa vontade e fé ardente e lúcida para bem conduzir os rumos dessa concessão divina.
    Cada um terá que dar conta de tudo quanto realizou no campo das lides terrenas, o que muitas religiões entenderam como sendo o juízo final.
    Esse encontra da consciência consigo mesma, ante o pulsar da verdade, se traz ansiedades e tortura para quem malversou os valores da vida, tem sabor de ventura e cores de júbilo para os que bem souberam direcionar pelos códigos de Deus seus próprios destinos no mundo.
    Sentimos, então, que Jesus Cristo se apresenta para todos nós como o Administrador por excelência que, ao cumprir no planeta terreno todo o planejamento que foi posto em Suas mãos, representando a vontade perfeita de Deus, e a ela se submetendo, ensina-nos, na posição de divino Modelo que é, a fazer o mesmo.

    Livro: Quem é o Cristo
    Francisco de Paula Vítor & J. Raul Teixeira

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