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Seja bem vindo! Espero que aqui encontre alento, beleza, amor e paz! E que possa espalhar isto para o mundo, que vive tão sedento de tudo isto.



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quinta-feira, 2 de abril de 2015

AUXÍLIO MÚTUO


  Nós, os Espíritos em resgate na Terra, seja no plano físico ou nas
  vizinhanças dele, achamo-nos à frente uns dos outros, à maneira de
  alunos na escola, devedores na praça ou doentes no hospital.
  De momento, é impossível resolver todos os problemas, todavia,
  desfrutamos, em qualquer tempo, a possibilidade de algo realizar pelo
  bem comum.
  Impraticável adiantar-se o aprendiz em matéria que ainda não conhece. A
  administração do ensino é gradativa e depende da diligência dos
  professores, quanto ao progresso da educação. Mesmo assim, logramos
  colaborar a benefício dos colegas, estimulando-lhes o desejo de aprender
  ou amparando-lhes as tarefas em alguma pequena necessidade.
  Inexequível para nós a liberação imediata de quantos se acham
  comprometidos num tribunal. Certos despachos estão subordinados à
  equidade dos juízes e ao fundamento da lei. Apesar disso, não nos faltam
  meios de encorajar os amigos em dificuldade, interferindo com fraternal
  petição em favor deles, ou estendendo-lhes humilde parcela de auxílio.
  Irrealizável curar ou aliviar, de vez, os que sofrem num nosocômio.
  Medidas surgem que se endereçam, de modo absoluto, à abnegação dos
  facultativos e ao avanço da Medicina. Nenhum de nós, porém, está
  impedido de abraçar os doentes em situação mais grave que a nossa, ou de
  ajudá-los com amparo singelo, na medida de nossos recursos.
  Inadiável construir todo o bem ao nosso alcance, abençoar a todos e
  socorrer a todos, ressalvando-se embora a lógica do bem, diante do Mal,
  de vez que, em nome do Bem, não se pode permitir incendeie o foro ou
  tumultue o hospital.
  Permaneçamos, assim, atentos ao serviço.
  Ninguém pode fazer tudo, mas ninguém existe impossibilitado de acender
  um raio de amor para a luz do bem.


  Livro: Escrínio de Luz
  Emmanuel, Francisco Cândido Xavier
 

SOBRE O AMOR


"No início amamos somente quando somos amados.
Depois, amamos espontaneamente,
mas queremos ser amados em troca.
Então amamos mesmo se não somos amados,
mas queremos ainda que nosso amor seja aceito.
E, finalmente, amamos pura e simplesmente,
sem nenhuma outra necessidade ou alegria
se não a de amar."

Nelson Antônio Corrêa

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