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quinta-feira, 24 de março de 2016

A SANTA CEIA E AS ÚLTIMAS LIÇÕES DO MESTRE



Rememoramos a última Ceia de Jesus com seus discípulos e o fato de ele ter lavado os pés de cada um.
Para mim, a Ceia significa celebração. Mas, celebração de quê se logo depois se seguiria a sua tortura, crucificação e morte?
Eu penso que ele queria deixar aos discípulos e a nós uma de suas últimas lições: em primeiro lugar, despedida e chegada se confundem no mistério da vida; e, na despedida, queremos estar com aqueles que mais amamos. Em segundo lugar, morte e vida são a mesma coisa porque a vida é eterna. E vida deve ser sempre celebração, apesar do sofrimento do qual ninguém pode fugir.
Já a lavagem dos pés, nem é preciso dizer o óbvio: ensina-nos a humildade. A humildade que, se pensarmos bem, se formos absolutamente sinceros conosco, temos que reconhecer a grande dificuldade que temos de desenvolvê-la. É muito duro quando nos deparamos com o nosso lado sombrio. Muitas vezes, choramos copiosamente, quando, tentando seguir o Mestre, percebemos o tamanho de nosso ego, a nossa soberba, a crença em nossa absoluta autossuficiência.
Devemos sempre nos lembrar de uma grande verdade: fora a Luz que habita em nós, nada mais somos que pó. É inteiramente sem sentido o orgulho; orgulho de quê?...
Nunca me esqueço de uma lição de uma moça que, provavelmente, já está em outra dimensão, me deu, em um consultório médico. Ela havia tirado os dois seios por causa do câncer e eu chorava porque ia tirar nódulos em ambos e temia a mutilação. Ela me disse: "Se entregue a Deus". Eu respondi: "Já me entreguei". Ela retrucou: "Se você está com medo e chorando significa que não se entregou realmente". Eu lhe perguntei: "Como assim?". Ela respondeu, então: "A gente tem que se entregar como uma folha levada pelo rio. Deus é o rio, nós somos a folha. A folha vai tranquilamente ao rumo que o rio leva". Abracei-a chorando, não mais pelo meu problema, mas pela vergonha de me julgar cristã...
Ser humilde significa, também, lembrar de que não somos onipotentes. Estamos todos nas mãos Dele e sob a vontade Dele.
Depois de tantos anos, descobri, com tristeza, que ainda não aprendi esta lição, pois, hoje mesmo, uma amiga querida lembrou-me que, se me preocupo tanto com as coisas, é porque ainda não estou no Colo do Pai.
Que aprendamos com Jesus, mesmo tropeçando, sem desistir, porém, a lição de humildade que ele nos deu, não apenas no dia da Santa Ceia, mas em toda a sua jornada pelo planeta.

Maria Luiza
Silveira Teles

MUDANÇAS INTERIORES


As mudanças que promovemos em nosso íntimo refletem em nossas ações, nos tornamos tranquilos e confiantes diante das adversidades, não temos tempo para esgotar energias com acontecimentos pequenos,
apenas nos preocupamos em resolver o que interessa porque dispender energia com o supérfluo promove em nós sentimentos como a raiva, a ignorância e principalmente a impaciência porque estamos sempre
preocupados com o que o outro está fazendo e nos esquecendo de que o mais importante é o que nós estamos fazendo por nossa melhora e pela melhora dos que estão conosco.
Mudar não é tarefa fácil, porque abrir mão do que estamos acostumados a fazer anos após anos onde achamos que tudo está certo exige de nós
um esforço muito grande.
É hora de reavaliarmos as nossas decisões perante a vida e perante aos nossos irmãos, pois sem as mudanças de comportamento e ações não chegaremos ao nosso objetivo maior que é o nosso crescimento
como espíritos em aprendizado, não vamos esquecer que a vida é a escola e as adversidades são as matérias pelas quais temos que passar, só assim conseguiremos a passagem para a real modificação do espírito.


do site Gotas de Paz

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