BOAS VINDAS

Seja bem vindo! Espero que aqui encontre alento, beleza, amor e paz! E que possa espalhar isto para o mundo, que vive tão sedento de tudo isto.



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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

VIVA AGORA!


Esta vida vai passar rápido: não brigue com as pessoas, não critique tanto seu corpo. Não reclame tanto. Não perca o sono pelas contas. Não deixe de beijar seus amores. Não se preocupe tanto em deixar a casa impecável. Bens e patrimônios devem ser conquistados por cada um, não se dedique a acumular herança. Deixe os cachorros mais por perto. Não fique guardando as taças. Use os talheres novos. Não economize seu perfume predileto, use-o para passear com você mesmo. Gaste seu tênis predileto, repita suas roupas prediletas, e daí? Se não é errado, por que não ser agora? Por que não dar uma fugida? Por que não orar agora ao invés de esperar para orar antes de dormir? Por que não ligar agora? Por que não perdoar agora? Espera-se muito o Natal, a sexta-feira, o outro ano, quando tiver dinheiro, quando o amor chegar, quando tudo for perfeito…Olha, não existe o tudo perfeito.
O ser humano não consegue atingir isso, porque simplesmente não foi feito para se completar aqui. Aqui é uma oportunidade de aprendizado.
Então, aproveite este ensaio de vida e faça o agora… ame mais, perdoe mais, abrace mais, viva mais intensamente e deixe o resto nas mão de Deus.


do site Gotas de Paz

MENSAGEM DO DIA


“As boas coisas que a vida nos traz são percebidas como boas porque as comparamos com as que consideramos más. É uma atitude sábia aceitar como parte de nossa aprendizagem as dores que precisamos suportar. Nenhum caminho é desprovido de pedras; nem sempre o céu está sem nuvens. A felicidade dependerá da habilidade de cada um em saber aproveitar cada uma das pedras encontradas para com elas construir o alicerce que será a base de sua capacidade de crescer em força e autoestima. Aceite o que a vida lhe traz. Ela é sábia! Mas saiba transformar o sofrimento em sabedoria”.

Maria Luiza

“MARCAS DE NASCENÇA NA VISÃO ESPÍRITA”


Muitas pessoas carregam marcas de nascença, chegando a virar até uma identidade pessoal em alguns. E vem a curiosidade sobre a marca, do por que dela. No entanto, a curiosidade é algo inevitável para que tem marca de nascença. No entanto, será que estamos realmente preparados para saber da sua origem?
Na visão espírita as marcas, os sinais, as manchas de nascença, são indícios que evidenciam uma vida anterior, à vida atual, ou seja, é uma evidência da reencarnação.
Quanto maior o trauma, ou ferimento de grande intensidade, e pouco tempo antes da morte, ou qualquer outra causa que afetou profundamente o emocional do indivíduo como uma queimadura, ou ferida, ou determinados tipos de morte trágica, acidentais... Pode deixar marcas que atingem de certa forma o corpo espiritual, isto é, o perispírito; a intensidade emocional do acontecimento, cria uma marca semelhante no perispírito; então as informações que o perispírito carrega, transmite para o corpo que está se formando na gestação, dessa vez com a marca. Ou seja, o Espiritismo nos esclarece que as marcas de nascença existem por causa de experiências vivenciadas com muita intensidade emocional em alguma vida passada, e tais experiências intensas ficam gravadas na consciência do espírito, que não superou tal acontecimento, e assim quando tal espírito reencarna novamente ainda carregando tais lembranças transporta para o corpo físico em forma de marca tais experiências do seu passado na matéria, para superar tais acontecimentos do passado com as experiências adquiridas na vida atual.
Por que não lembramos do acontecimento que causou tais marcas? Por que não lembramos das nossas vidas passadas?
Deus, como um pai que protege os seus filhos, e em Sua Infinita Sabedoria, sabendo que AINDA não somo capazes de superar o nosso passado nem de aceitar o passados das outras pessoas, Lançou o véu do esquecimento sobre nós; o fato de não lembrarmos do passado é porque não seria interessante para nós. As lembranças do passado só vem quando necessitamos realmente e quando Deus permite lembrarmos ou receber informações do nosso passado para o nosso próprio bem, em que vai ter proveito para algum entendimento que estejamos necessitados. E a espiritualidade benfeitora nos informa que nem sempre estamos preparados para saber a origem de tais marcas, que é melhor a vida seguir, e não dar tanta importância para as marcas, porque algumas vezes podemos ficar abalados com tais informações da sua origem, e não sermos maduros o bastante para saber administrar tais informes.
O que se tem a fazer é conviver com tais marcas, no entanto, quando se estiver liberto do corpo físico pelo desencarne, as marcas vão desaparecer do perispírito a medida em que o espírito compreender os fatos e for se depurando, isto é, for removendo as suas impurezas, as suas imperfeições, os seus erros; pois cada vida é uma história, embora acontecimentos tenham marcado o individuo de tal forma que reflete no corpo físico atual, estes fatos tem que ser superados, pois o passado existe para ser aceitado e superado, existe para que o perdão seja exercido tanto para com outros como a si mesmo. A curiosidade bate obviamente, mas é esta curiosidade que diz: “É passado, estou em uma nova vida, em uma nova oportunidade, em uma nova experiência. Isto passou”.
Nós espíritas sabemos que existe algo muito mais importante do que um capricho de curiosidade, que é dedicarmos ao nosso aperfeiçoamento com os ensinos de Jesus Cristo, e assim seguir cada vez mais o caminho do bem, da caridade do amor ao próximo, é compreender a nós mesmos para nos elevarmos e ir depurando, limpado o espírito das suas imperfeições, dos seus erros, sabemos que devemos viver para nos aprimorar sempre deixando para traz os traumas que o espírito carrega, para ir educando-o para o autoprogresso. O que tem que ser motivo de nossa curiosidade é Jesus, que os seus ensinamentos nos ensina a descobrir a nós mesmos, a nos superar, a deslumbrar novos horizontes, a ter a vontade de fazer nossa própria luz brilhar e assim desfazermos das nossas imperfeições e lembranças amargas do passado.
Lembrando que é apenas com a permissão de Deus que podemos saber de algo do passado, ninguém está apto para decifrar o passado de ninguém, apenas se Deus assim o permitir, e Deus só permite quando é necessário. Pois, se for por termos de curiosidade, Ele sabe que não é necessário. Precisamos nos aceitar. Deus sabe o que Faz. E Jesus é o remédio para tudo, pois é com ele que tudo compreendemos.

Blog Jardim Espírita

Fonte: Mensagem Espírita

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

VISÃO ESPÍRITA DAS BOAS AÇÕES


Certo é que há uma enormidade de religiões no mundo; cerca de oito mil. Dentro do próprio Cristianismo, inúmeras são as crenças baseadas nos Evangelhos, de todo o tipo de racionalidade. Umas enfatizando os procedimentos exteriores, se perdendo em longos e 
complicados rituais, outras se apegando a frieza das letras escritas de forma até discutida pelos estudiosos segundo a pureza original. 
Assim caminhamos nessa verdadeira floresta de religiões “salvadoras” que nada salvam se não houver a reforma íntima de cada ser humano. 
É certo que as religiões constituem um freio aos maus 
ímpetos do homem, mas hoje somente isto não é bastante para satisfazer a ânsia de saber da humanidade. 
Sentimos que a todo instante maior é a necessidade de se explicar... de forma a convencer o intelecto dos humanos. Então para que servem as religiões? Acredito que muito pouco servem se não houver mudança de atitudes, de ações. “O que salva o homem são as suas ações” principalmente no campo da Caridade Evangélica dentro do conceito: 
“que não saiba sua mão esquerda o que fez a direita”. 
Mesmo assim, o espírita deve respeitar toda religião. Cada homem adota a religião que corresponde a sua condição evolutiva e também à idade do seu espírito. Portanto, toda religião é necessária à medida que promove a reforma do ser humano. 
A escritora espírita Mônica Brandão afirma: “Premente se faz a necessidade de respeito à religião alheia”. 
Muitas vezes, por termos encontrado o caminho na doutrina, desprezamos e discriminamos as demais religiões. Não nos esqueçamos, os que subordinados às leis de evolução, se afeiçoam às nossas inerências 
peculiares segundo a regência da afinidade e do entendimento. 
Não se exige do índio compreensão das leis físicas ou da Teoria da Relatividade. Tudo se encaixa a seu tempo. Os espíritos e a humanidade não têm como escapar da evolução. O caminho evolutivo é inevitável e para cada nível de crescimento há uma religião que será 
responsável pelo afloramento da responsabilidade e do amor em Cristo em cada consciência. 
Cito novamente a escritora Mônica Brandão: “Irmãos 
cristalizados na rebeldia e no início em grau mais forte, são reconduzidos à seara do Senhor e à retidão, pelo formão de um instituto religioso rígido, sem conhecimentos científicos, entretanto, baseado no Evangelho de Jesus. Erros de doutrina são restritos aos comportamentos do homem. 
Jesus espera de nós serviço em silêncio, compreensão e amor; não discussões inúteis onde olvidamos o “não julgueis” e nos dispomos a lutas angustiosas de crença”. 
É certo que a religião é caminho de luz e condução para 
ventura, mas o seu fundo real é a instauração do código divino e da lei universal de amor no tribunal da consciência. 
Sejamos como “os simples” que sob a Tutela do Divino Poder reconhecem que além da esfera obscura de razão física resplandece o templo soberano e invisível do Mestre no qual recolhe os servidores fieis, 
sem deter-se na cor ou no feitio de suas roupas. 
Acima do separatismo infeliz há uma Igreja Augusta e Livre, na vida espiritual, que é acolhedora mãe de todos nós, como cita Paulo de Tarso em Gálatas 4:26 : “Mas a Jerusalém que é de cima, é livre, a qual é 
mãe de todos nós”. 
No livro Espiritismo e Evolução, a escritora já citada, coloca esses conceitos excelentemente desenvolvidos e nossa opinião não reluta em afirmar: a grande religião é o próprio Homem quando visto dentro do 
contexto de sua evolução no eterno caminhar da humanidade. Espero que cada um possa arrastar no vácuo provocado pelo seu desempenho, outros 
irmãos, pelo menos os mais próximos, a família, os discípulos, os amigos e todos que possam, mesmo que seja apenas, distinguir o bem do mal. 

Iran Rego
Médico cardiologista – espírita 
Membro da Academia Maçônica de Letras.

PENSAMENTO DE HOJE

Milhares de velas podem ser acesas a partir de uma vela, e a vida da vela não será diminuída por isso.

A felicidade nunca diminui pelo fato de ser compartilhada.

Buda

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

“VOCÊ RECEBE VISITAS DE ENTES QUERIDOS DESENCARNADOS? ”


Perder um ente querido pode ser uma das dores mais profundas que podemos sentir. Imersos na saudade, na tristeza e muitas vezes na culpa, nos agarramos à memória e nos questionamos se algum dia voltaremos a nos encontrar.
O médium americano James Van Praagh afirma que os espíritos de pessoas queridas estão sempre à nossa volta, olhando por nós e até interferindo em nossas escolhas para tomarmos o caminho certo.
Quando um Espírito, já harmonizado na vida espiritual, recebe uma autorização superior para nos visitar na Terra, naturalmente, não trará qualquer malefício aos encarnados. Sua presença carinhosa poderá apenas despertar “lembranças” nos familiares mais sensíveis que poderão sentir-lhe a presença.
Mas a questão é que muitos dos nossos entes queridos, após desencarnarem, não se desvinculam do ambiente doméstico, podendo afetar negativamente aqueles que permanecem na experiência física.
Há no Movimento Espírita um fato muito interessante, que comprova essa afirmação. Um dos nossos mais queridos oradores, o conhecido médium e tribuno baiano Divaldo Franco, na adolescência, após a morte de um irmão biológico, foi tomado por uma repentina paralisia nas pernas. Durante seis meses, recebeu toda a assistência médica sem qualquer resultado positivo. Os médicos não conseguiam sequer diagnosticar o que exatamente ocorria com o jovem, já que não encontravam quaisquer problemas no campo orgânico.
Até que um prima de Divaldo decidiu recorrer a uma senhora espírita que, prontamente, atendeu ao pedido. A experiente trabalhadora do Cristo estendeu as mãos sobre o rapaz acamado, aplicando-lhe o “passe magnético”, enquanto orava ao Senhor da Vida. Através da mediunidade, percebeu também a presença do irmão desencarnado de Divaldo que, inconscientemente, se lhe vinculara magneticamente, tirando-lhe o movimento das pernas.
Imediatamente após o passe e o afastamento do Espírito enfermo, a senhora gentilmente informou o que estava acontecendo, pedindo ao jovem que se levantasse e andasse, o que, para surpresa de todos, ocorreu com desenvoltura. Divaldo Franco, na época, ainda não era espírita, mas já possuía uma acentuada sensibilidade mediúnica. Após o ocorrido, foi conduzido pela família a uma Casa Espírita, onde iniciou seus estudos doutrinários e seu ministério de amor. E até hoje, aos 85 anos, prossegue viajando pelo mundo, já tendo visitado mais de 60 países, divulgando as diretrizes seguras e abençoadas do Espiritismo.
Como se vê, muitos desencarnados não são conduzidos imediatamente às colônias espirituais; ficam apegados aos plano físico, podendo gerar “obsessões inconscientes”, desconfortos e até desequilíbrios orgânicos, pela lei de sintonia.
A terapêutica da oração, do passe e, principalmente, a renovação do campo mental e emocional do encarnado, através de leituras e palestras edificantes, são recursos preciosos para que os vínculos energéticos sejam retirados e o equilíbrio psicofísico retorne à pessoa espiritualmente afetada.
Aproveitando o ensejo da pergunta, é importante informar, de forma mais generalizada, que somente pode haver um real processo de desobsessão ou libertação espiritual, quando o obsediado (quem sofre a influência) suplantar o obsessor (quem influencia) com sua vibração pessoal, que deve ser alcançada principalmente através da transformação moral e comportamental, proposta pelo Evangelho do Cristo.

PORTAL ESPERA FELIZ | Rossandro Sobrinho
Fonte: Chico de Minas Xavier

domingo, 17 de dezembro de 2017

PENSAMENTO DE HOJE

A honestidade é o primeiro capítulo do livro da sabedoria.

Thomas Jefferson

O ESPIRITISMO CRISTÃO E EVANGÉLICO



O que importa mais na doutrina é a moral. E a moral é a mesma para as religiões cristãs, isto é, a do evangelho do excelso Mestre, das Epístolas e do Livro de Atos dos Apóstolos, em síntese, a contida no Novo Testamento.
A parte doutrinária criada pelos teólogos é secundária e polêmica entre os cristãos e até os divide. E, com o devido respeito aos dogmas, eles não são baseados no Novo Testamento, mas nas conclusões das elucubrações dos teólogos, o que nos lembra do ensino de Jesus: “Toda planta que meu Pai celestial não plantou, será arrancada.” (Mateus 15:13).
O Espiritismo é ciência, filosofia e religião. Como religião, ele o é apenas no sentido da moral do Novo Testamento, não tendo rituais, sacerdotes e hierarquias. E ele é também ciência experimental e não só teórica e religiosa. Realmente, os fenômenos mediúnicos foram e são estudados à saciedade por cientistas renomados, inclusive de Prêmio Nobel, e que confirmaram a sua realidade científica. Ademais, Kardec pregou a fé raciocinada. E ainda disse que, no futuro, se houvesse alguma contradição entre um ensino da codificação espírita e a ciência, que os espíritas seguissem a ciência. O espiritismo, pois, não tem nada a temer com o avanço da ciência. E até hoje, com mais de século e meio de existência, não se encontrou nele nada que não tenha o respaldo da ciência, pelo contrário, ela vem descobrindo verdades que o espiritismo, com sua gigantesca literatura, já vem divulgando muito antes dela. Não é, pois, por acaso, que a doutrina dos espíritos é tida pelos que a conhecem como o Consolador prometido pelo Nazareno.
Três questões são fundamentais no cristianismo: Deus, a imortalidade do espírito e o contato com eles. Deus é Pai dos espíritos. (Hebreus 12:9). Para os espíritas é também a Inteligência Suprema e causa primeira de todas as coisas, o que
confere com o único Ser Incontingente de são Tomás de Aquino. Dispensam-se provas da existência de Deus. O cristianismo fala muito na imortalidade do espírito. O Espiritismo faz experiências científicas sobre essa verdade bíblica e cristã da existência e imortalidade dos espíritos. É que pesquisando nessa área da existência e imortalidade dos espíritos, o Espiritismo, com seus contatos com eles, dá-nos dessa verdade bíblica, cristã, provas cabais e inquestionáveis, pois esses contatos são fundamentados em estudos sérios de vários segmentos científicos. E sobre esse contato com os espíritos, lembremo-nos da doutrina da Comunhão dos Santos, que diz que os espíritos bons do além podem nos ajudar, e que nós daqui do mundo físico, da Igreja Militante, podemos ajudar também, com preces, os de lá do além.
Com o espiritismo, terminaram a incompatibilidade e a ojeriza que existiam, outrora, entre a ciência e o cristianismo!

Iran Rego
*Médico cardiologista – Espírita

MOMENTOS NA VIDA


Há momentos e situações que por mais difíceis que sejam, precisamos passar. Jesus também desejou não passar pela crucificação, mas era preciso, pois todos nós precisamos do seu sacrifício na cruz para que pudéssemos ser perdoados e para que não houvesse mais separação entre nós e Deus. Na nossa vida não é diferente. Há momentos em que tudo que desejamos é não precisar passar pelo problema, pela adversidade, humilhação, dificuldade, mas tudo isso coopera para que possamos chegar onde Deus quer nos levar. Os problemas só nos derrotam quando damos poder a eles, mas quando usamos para a glória do Senhor, eles se tornam degraus que nos levarão para a nossa bênção e vitória e para a mudança de vida. Não tenha medo, mas se tiver vai com medo mesmo, não deixe ele lhe parar. Entregue sua vida e seus problemas para Deus e deixe Ele transformá-los para a sua glória. Dê o primeiro passo mesmo que ainda não esteja vendo a escada toda, aprenda a viver pela fé e veja o poderoso agir de Deus em sua vida. Que sua vida seja um exemplo de fé, confiança e determinação, para que não apenas a sua vida mude, mas a vida das pessoas que estão ao seu lado também.

do site Gotas de Paz

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

O ESPIRITISMO E O CODIFICADOR




O Espiritismo é uma religião “Revelada” pelos Espíritos Superiores comandados pelo Espírito de Verdade previsto como o Consolador (Paráclito) no evangelho de João caps 14, 16 e17. O primeiro livro básico da Doutrina foi psicografado por crianças-médiuns de 9 a 11 anos de idade, orientadas por Allan Kardec.
È uma religião centrada nos Evangelhos de Jesus, cuja moral é a moral cristã. A base religiosa, entretanto, é a caridade, as encarnações sucessivas como forma de evolução e a comunicação permanente dos espíritos, nas diversas especialidades mediúnicas, como psicografia, pictografia, psicofonia, cura mediúnica, etc.
Os Evangelhos são interpretados pelos espíritas de forma lógica através do raciocínio, uma vez que Deus nos fez inteligentes exatamente para que o conhecimento seja da Fé Raciocinada. Como diz o professor Kardec: “ Fé inabalável é aquela que pode encarar a razão, face a face, em todas as épocas da humanidade”.
Assim, no Espiritismo, não cabem dogmas, pois tudo é centrado na lógica do raciocínio. É a doutrina do Pensamento que é capaz de por si só executar trabalho. Na Doutrina Espírita não existem pastores pois entendemos que o único Pastor é Jesus, nosso Mestre, Espírito muitíssimo evoluído, governador de parte do universo onde se encontra o nosso sistema solar. O Espiritismo se organiza em grupos de estudo, para estudar os evangelhos de Jesus e outras obras da imensa biblioteca espírita.
O codificador do Espiritismo foi Allan Kardec, um cientista, professor e astrofísico francês, nascido na cidade de Lion, sul da França. Homem de invejável inteligência, poliglota que falava cinco idiomas fluentemente desde os seus oito anos de idade. Amigo de outros cientistas, como o também astrofísico Flamarion e amigo do metapsíquico Aksakof um dos iniciadores da parapsicologia. Instruído na Suíça pelo grande pedagogo Pestalozzi, tornou-se Professor Emérito na Universidade de Paris.
Allan Kardec era de um rigor científico significativo, para sua época, e se interessou nos fenômenos das “ mesas girantes e cadeiras falantes “ que , á sua época se tornaram moda nas rodas sociais de Paris.
Ele não ficou só na curiosidade, como todos os outros, passou a estudar essas manifestações e descobriu que tinha que haver uma inteligência por detrás dos fenômenos.
Se deslocou para uma pequena cidade dos Estados Unidos, chamada de Hydesville, para estudar duas crianças que faziam “fenômenos” chamadas Katy e Margareth Fox, de nove e onze anos, filhas de um pastor metodista, e que eram semi-analfabetas. Essas meninas estavam “provocando” o fenômeno das mesas girantes. Kardec passou a estuda-las, e criou um código para “conversar” com as mesas comandadas pelas irmãs Fox. Ele fazia perguntas através do código, obtinha repostas para questões complexas, impossíveis de serem inventadas ou fraudadas por qualquer habitante daquela cidade simples e atrasada.
Nos seus estudos Kardec descobriu que por trás das mesas girante de Hydesville existia uma inteligência. Mais tarde um espírito que se revelou, se autodenominando de Charles Rosna, outrora caixeiro viajante, afirmou que seu corpo estava enterrado naquela casa, havia anos, em um dos cômodos da família Fox. Após escavações, seu esqueleto foi encontrado, junto com seus pertences, que o identificaram, confirmando o seu nome e profissão.
Allan Kardec volta para Paris e na França escolhe, após criteriosa seleção, cinco crianças- médiuns de oito a doze anos, com as quais começa a trabalhar. Uma criança não sabia da existência da outra, moravam em cidades diferentes e eram crianças de famílias simples. Kardec, no seu rigor científico, fazia perguntas iguais para todas e coletava as respostas que coincidiam. Assim foram escritos os cincos livros básicos do Espiritismo sendo o primeiro deles “O Livro dos Espíritos” que versa sobre a doutrina.
Depois surgem, na seqüência, Livro dos Médiuns, sobre a mediunidade; Evangelho Segundo o Espiritismo, que é uma análise clara, objetiva e sem misticismo dos Evangelhos feito pelos Espíritos Superiores; Depois publica o livro Gênesi que é uma apoteose da formação do nosso sistema solar e do nosso planeta; Céu e Inferno é a quarta publicação que remonta leis do Plano Espiritual e finalmente Obras Póstumas, que completa os estudos da nova doutrina. Assim foi codificada a Doutrina Espírita que hoje é considerada a boa nova das religiões cristãs.

Iran Rego
*Médico Cardiologista - espírita

SEGREDOS DA VIDA


Dizem que na vida quem perde o telhado ganha as estrelas. É assim mesmo. Às vezes, você perde o que não queria, mas conquista o que nunca imaginou. Nem tudo depende de um tempo, mas sim de uma atitude. O tempo é como um rio, você jamais tocará na mesma água duas vezes. Aproveite cada minuto de sua vida, não procure pessoas perfeitas, mas sim aquelas que saibam o seu verdadeiro valor. Tenham 4 amores: Deus, a vida, a família e os amigos. Deus porque é o dono da vida, a vida porque é curta, a família porque é única e os amigos porque são raros!

do site Gotas de Paz

PENSAMENTO DE HOJE


Toda união entre as criaturas é essencialmente um reencontro consigo mesmo, uma fusão com aquele do qual nos separamos. 
É uma descoberta de si mesmo nos outros. 

Sri Aurobindo

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

A TEMPESTADE DA VIDA


A tempestade não dura a vida inteira.
A dor não lateja o tempo todo.
O sofrimento não tem permissão para nos afligir sem pausa.
Há sempre o intervalo de refrigério.
Os montes estão ao lado dos vales.
Há conforto na dor.
Há consolo no sofrimento.
Há esperança nas lágrimas.
Há refrigério na aflição.
Depois do choro vem a alegria.
Depois da tempestade vem a bonança.
Depois da cruz vem a coroa!
Não se renda ao desespero. Essa tempestade vai passar! O sol vai voltar a brilhar e um Tempo Novo de refrigério virá, da parte de Deus, sobre sua vida.


do site Gotas de Paz

DEUS, SUA INFINITA BONDADE E NOSSA FELICIDADE



Se Deus nos criou com uma sede insaciável de felicidade, é porque o nosso destino, a trancos e barrancos, deve ser mesmo de salvação, a qual, porém, deverá ser num futuro distante, com a evolução do espírito através das reencarnações.
Os líderes religiosos não espíritas detestam a reencarnação, porque eles pregam a nossa salvação ou libertação, mas com a condição de termos que passar por eles, quando essa doutrina nos mostra que a salvação é conseguida por nós mesmos pela nossa evolução espiritual e moral. Quando eles ensinam a verdade, até que eles podem orientar as pessoas para se salvarem. Mas a profissão deles é realmente prejudicada pelo fenômeno da reencarnação.
A nossa evolução moral e espiritual é real, pois até Jesus evoluiu. “Tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos que lhe obedecem” (Hebreus 5: 9). “Até que todos nós cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Efésios 4: 13).
Temos realmente que reencarnar muitas vezes, até chegarmos à estatura moral do nível de aperfeiçoamento de Jesus Cristo. “Diante de mim se dobrará todo joelho, e toda língua dará louvores a Deus.” Isso vai acontecer no futuro com a evolução dos espíritos humanos. “Somos transformados de glória em glória” (2 Coríntios 3:3). “Mesmo que nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia” (2 Coríntios 4: 16). E Jesus fala também na regeneração no futuro. (Mateus 19: 28).
Os teólogos apegam-se muito ao lado material do homem, que veio do pó e ao pó retornará (Eclesiastes 12: 7), deixando em segundo plano o homem espiritual, interior e imortal. E, assim, pregam a ressurreição do espírito, mas para eles, ela tem que ser junto com o corpo, quando a Bíblia diz que a ressurreição é só do espírito (1 Coríntios 15: 44). “Carne e sangue não podem herdar o reino de Deus” (1 Coríntios 15: 50). “Os ressuscitados são como os anjos.” (Mateus 22: 30).
Anjos são espíritos humanos de alto nível de evolução e significam enviados de Deus ou do mundo espiritual para nós, justamente porque são muito evoluídos.
Todos os corpos vêm do pó e para o pó retornam. E a Bíblia não diz que, depois que eles voltam para o pó, eles retornam à vida, pois voltam ao seu pó em definitivo. “Tu és pó e ao pó retornarás” (Gênesis 3: 19). Esse é o destino do homem exterior.
Para os teólogos católicos, enquanto estamos aqui na Terra, nós podemos nos salvar por nós mesmos e por Deus. Morrendo o corpo e indo a alma para o Purgatório, só Deus nos pode ajudar a sairmos de lá. Daí a importância das preces para as almas. Isso é uma exaltação da matéria, da carne, pois só enquanto temos corpo, poderíamos fazer algo para a nossa libertação. No entanto, Jesus disse: “O espírito é o que vivifica; carne e sangue para nada aproveita” (João 6: 63).
Se Deus nos deu capacidade e liberdade para pecarmos; se Deus não é prejudicado com os pecados; se é o espírito que ressuscita; se Deus nos ama com amor infinito; se a misericórdia divina não termina jamais, pois é também infinita; se a nossa evolução espiritual é uma realidade pelas reencarnações; se temos sempre uma sede insaciável de uma felicidade perene e para sempre; se Deus não quer que nenhum de nós se perca (Mateus 18: 14), não vão ser suficientemente tão poderosos os teólogos e os “diabos” para porem em dúvida a nossa salvação!

Iran Rego
Médico Cardiologista – Espírita
Fonte: A Bíblia e o Espiritismo de Reis Chaves

PENSAMENTO DE HOJE


"O tesouro do corpo é mais valioso que o tesouro guardado no cofre, 
e o tesouro acumulado no coração é mais valioso do que o do corpo. 
Portanto, dedique-se em acumular o tesouro do coração." 

Nitiren Daishonin

domingo, 10 de dezembro de 2017

O PODER DA ORAÇÃO


O poder da oração é tão grande e se as pessoas soubessem jamais deixariam de orar. Muitos se alimentam pelo dia todo, ou no mínimo beliscando algo para enganar a sua fome. Para isto se tem tempo suficiente, e se não tem criam.
Alimentar o corpo físico é importante e fundamental para mantermos nossa estrutura ósseo. Mas não podemos negligenciar que precisamos também alimentar a alma. Alguns talvez se perguntam como é possível alimentar a alma?
A resposta é muito simples: Se alimenta a alma pela prece, que é o principal elo de ligação com Deus. Quando tivermos consciência do poder da prece, talvez achamos mais tempo para orar.


do site Gotas de Paz

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

ESPIRITISMO E A FELICIDADE E INFELICIDADE



Sabemos que vivemos num Planeta de Expiação dentro da classificação Espírita. As reencarnações sucessivas servem para vencermos ou não, as provas que nos são ofertadas como aprendizado. Considerando o Livre Arbítrio, é o homem o obreiro de sua própria infelicidade. A Terra é péssima hospedeira ao compará-la com outros planetas mais evoluídos, e nela estamos sempre sujeitos a infrações e excessos que nos levam à infelicidade. A cobrança pode ser imediata ou tardia dependendo do erro cometido. Por exemplo, uma bebedeira tem como cobrança a ressaca. O suicídio terá como cobrança ações no Plano Espiritual e nas seguintes reencarnações.
A nossa felicidade é relativa e depende dos nossos objetivos, sujeito da nossa posição social, econômica, mental e mesmo cultural. Quanto mais ambicioso é o nosso objetivo maior será o nosso sofrimento, pois mais difícil será o alcance do mesmo.
Temos que praticar a resignação por aquilo que nos foi dado, visto que faz parte das provas que escolhemos ou que nos foi imposto a fim de proporcionar o nosso progresso. A condição de riqueza, por exemplo, é uma prova muito perigosa, pois o dinheiro facilita o erro da luxúria, da sensualidade e dos vícios. Temos que compreender que a falta do necessário e da saúde nos traz a infelicidade.
Mas além dos sofrimentos materiais existem os sofrimentos morais, onde certos desequilíbrios são verdadeiras torturas para a alma. Assim, a vaidade criticada, o orgulho ferido, a ambição frustrada, a inveja e o ciúme são verdadeiros sofrimentos morais que nos torna réprobos da humanidade. Allan Kardec cita na sua obra: “O invejoso e o ciumento vivem ardendo em febre contínua”.
A perda de entes queridos representa uma prova de expiação, porque a saudade fica mesmo em nós, espíritas, que compreendemos que a morte é apenas uma passagem para outro Plano, mas, mesmo assim, temos que ter o cuidado de, apesar da nossa afeição, não imantar o desencarnado pelo lamento contínuo e desarrazoado pelo seu desencarne. Temos que ter fé no futuro e de ter confiança em Deus. Se o
espírito é mais feliz no espaço que na Terra, lamentar que tenha morrido é deplorar que ele seja feliz, pois o corpo carnal é, na verdade, uma prisão.
Muitas são as causas da infelicidade, mas podemos citar ainda a ingratidão e a decepção, que nos traz alguns males que afetam a nossa saúde física e a própria saúde mental. A ingratidão é filha do egoísmo e moralmente quem é ingrato não é digno da nossa amizade.
O amor não correspondido é uma prova das mais malignas em termos de consequências. Ele pode se transformar em antipatia ou mesmo ódio. Aqui é bom lembrar que a afeição do corpo é efêmera e constitui uma ilusão que a própria velhice se encarrega de destruir; já a afeição da alma é duradoura e persistirá por séculos em vidas posteriores.
Mas para terminar, não podemos deixar de falar do suicídio que constitui o maior dos erros que vai gerar a repetição de provas e praticamente torna-nos reféns de nós mesmos. O suicídio é a própria demonstração da falta de fé e o reconhecimento irrevogável da própria derrota que tem uma única atenuante: a loucura. As causas mais alegadas pelo suicida não justificam o ato, como o sofrimento da vida; a perda da honra; a paixão desenfreada; a doença incurável; a imprudência; o dever religioso; a saudade de entes queridos já falecidos; são de acordo com a Lei Divina, infrações que de modo algum atenuam o desatino do ato suicida. Mesmo o sacrifício de sua vida para salvar outros é considerado infração, pois temos que considerar nossa vida mais importante que a nossa morte. Nada, mas nada que seja consciente, justifica o suicídio.

Iran Rego
Médico cardiologista – Espírita.
Membro da Academia Maçônica de Letra

DEUS CUIDA DE NÓS


Muitas vezes, pensamentos ruins agitam-se em nossa mente, e precisamos nos libertar dos mesmos.
Precisamos, porém, entender que mesmo que as coisas fujam ao nosso controle, elas continuam rigorosamente sob o controle de Deus.
Não cremos em sorte, nem em azar. Não cremos em coincidências.
Cremos, sim, no cuidado amoroso que Deus tem para conosco.
Ele trabalha para aqueles que Nele esperam. Ele governa os céus e a terra, e também, os destinos das nossas vidas!
Nos deu o livre-arbítrio para que pudêssemos escolher o que desejássemos.


do site Gotas de Paz

“PREMONIÇÃO DE UMA MORTE – COMO SOMOS AVISADOS QUANDO UM ENTE QUERIDO MORRE? “”


Você já teve alguma premonição? Mesmo que não seja de algum falecimento na família… quem sabe algo mais simples.
Pois é! Segundo o nosso dicionário premonição é o mesmo que uma sensação, um pensamento, sonho, visão etc. do que está para ocorrer; ou seja, um pressentimento, palpite, intuição.
Nem sempre a premonição está diretamente ligada à mediunidade ostensiva, aquela em que precisamos desenvolver, pois premonições todos podemos ter durante nossa vida. Mas ao contrário disso, quando as premonições tem uma frequência muito grande, e é acompanhada de visões nítidas de espíritos que anunciam um evento, daí já indicamos um acompanhamento mais de perto em alguma equipe de trabalhos espirituais, seja em um centro espírita ou em algum outro lugar que trabalhe sério com a mediunidade.
Veja mais:
Todos nós ouvimos histórias em que uma pessoa acorda e anuncia que um parente próximo acabou de morrer. Então, de manhã, descobrem que é verdade.
No livro, Nos Domínios da Mediunidade, por Francisco (Chico) C. Xavier, nosso amado espírito, André Luiz, foi testemunha em um leito de morte de uma mulher idosa, chamada Elisa.
Só depois que ela estava lúcida o suficiente para dizer adeus a sua família, ela partiu, pela força de sua própria determinação, e por volitação (movimento de transporte pelo poder do pensamento) para a casa de sua irmã em outra cidade.
André e seu mentor a seguem e descobrem o que acontece depois:
“No meio da noite, ficamos ao lado dela em um quarto mal iluminado, em que uma venerável senhora idosa dormia pacificamente.
‘Matilde! Matilde!
Elisa tentou despertá-la com pressa, mas não conseguiu. Consciente de que ela tinha apenas alguns momentos, ela bateu na cama da irmã. Matilde acordou abruptamente, sentindo imediatamente a influência de sua irmã.
Distraído, Dona Elisa começou a falar com ela. Dona Matilde não a ouviu com seus ouvidos físicos, mas com seu cérebro, através de ondas mentais, como se fosse sob a forma de pensamentos flutuando em sua cabeça, pois essa é a forma de comunicação primordial dos espíritos, o pensamento.
Ela se sentou ansiosa e disse a si mesma: “Elisa está morta”.
A partir daí podemos dizer que Matilde teve uma sensação de premonição ou também chamada de sensação premonitória.
Indicando as duas irmãs, o mentor explicou:
“Este é um dos tipos habituais de comunicação nos casos de morte. Devido a tais ocorrências repetidas, os cientistas do mundo foram forçados a examiná-los.
Alguns atribuem os fenômenos às transmissões telepáticas, enquanto outros as veem como um “fenômeno da monitoria” (uma sensação de perigo).
Mas a Doutrina Espírita os reduz a todos à pura e simples verdade de ser a comunhão direta entre as almas imortais. ”
Mais uma vez, o fenômeno que a maioria de nós ouvimos em primeira mão ou em segunda mão, ou visto em um programa de TV, é completamente descrito pelo Espiritismo de uma forma bastante simples.
Nós somos espíritos imortais que são capazes de realizações que ultrapassamos nossos cálculos científicos atuais. O poder de nossos pensamentos, que como espírito, determina a roupa que usamos, o nosso transporte, mesmo que nível do mundo espiritual que iremos viver, seja o umbral (no caso daquelas pessoas que alimentam maus pensamentos), ou nas colônias espirituais.
Pois, como espírito, nossos pensamentos determinam nossa ação, é por isso que viemos à terra para aprender. Na Terra em nosso corpo denso, podemos pensar sobre nossos pensamentos e agradecer aos céus que a maioria deles não resulta em nenhuma ação. Imagine só se tudo que pensássemos virasse realidade… seria um caos!
Estamos sendo treinados para a vida como um espírito, onde não existe um governador para conter-nos. Até que possamos passar no curso para controlar as ondas emanantes do nosso cérebro, não há escapatória deste planeta.

Fonte : O Estudante Espírita

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

MENSAGEM DO DIA



A nossa imperfeição esforça-se em direção à perfeição, 
O corpo é a crisálida da alma: 
O infinito segura o finito em seus braços, 
O tempo viaja em direção à eternidade revelada. 

Sri Aurobindo

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

“CORPO ESPIRITUAL OU PERISPÍRITO”


Os materialistas, em sua negação da existência da alma, muitas vezes têm apelado para a dificuldade de conceberem um ser privado de forma. Os próprios espiritualistas não sabem explicar como a alma imaterial, imponderável, poderia presidir e unir-se estreitamente ao corpo material, de natureza essencialmente diferente.
Essas dificuldades encontram solução nas experiências do Espiritismo.
Como precedentemente já o dissemos, a alma está, durante a vida material, assim como depois da morte, revestida constantemente de um envoltório fluídico, mais ou menos sutil e etéreo, que Allan Kardec denominou perispírito ou corpo espiritual.
Como participa simultaneamente da alma e do corpo material, o perispírito serve de intermediário a ambos: transmite à alma as impressões dos sentidos e comunica ao corpo as vontades do Espírito. No momento da morte, destaca-se da matéria tangível, abandona o corpo às decomposições do túmulo; porém, inseparável da alma, conserva a forma exterior da personalidade desta.
O perispírito é, pois, um organismo fluídico; é a forma preexistente e sobrevivente do ser humano, sobre a qual se modela o envoltório carnal, como uma veste dupla e Invisível, constituída de matéria quintessenciada, que atravessa todos os corpos por mais impenetráveis que estes nos pareçam.
A matéria grosseira, incessantemente renovada pela circulação vital, não é a parte estável e permanente do homem. É perispírito o que garante a manutenção da estrutura humana e dos traços fisionômicos, e isto em todas as épocas da vida, desde o nascimento até à morte. Exerce, assim, a ação de uma forma, de um molde contrátil e expansível sobre o qual as moléculas vão incorporar-se. Esse corpo fluídico não é, entretanto, imutável; depura-se e enobrece-se com a alma; segue-a através das suas inumeráveis encarnações; com ela sobe os degraus da escada hierárquica, torna-se cada vez mais diáfano e brilhante para, em algum dia, resplandecer com essa luz radiante de que falam as Bíblias (antigas) e os testemunhos da História a respeito de certas aparições. 
É no cérebro desse corpo espiritual que os conhecimentos se armazenam e se imprimem em linhas fosforescentes, e é sobre essas linhas que, na reencarnação, se modela e forma o cérebro da criança.
Assim, o intelecto e o moral do Espírito, longe de se perderem, capitalizam-se e se acrescem com as existências deste. Daí as aptidões extraordinárias que trazem, ao nascer, certos seres precoces, particularmente favorecidos. A elevação dos sentimentos, a pureza da vida, os nobres impulsos para o bem e para o Ideal, as provações e os sofrimentos pacientemente suportados, depuram pouco a pouco as moléculas perispiríticas, desenvolvem e multiplicam as suas vibrações. Como uma ação química, eles consomem as partículas grosseiras e só deixam subsistir as mais sutis, as mais delicadas.
Por efeito inverso, os apetites materiais, as paixões baixas e vulgares reagem sobre o perispírito e o tornam mais pesado, denso e escuro. A atração dos globos Inferiores, como a Terra, exerce-se de modo irresistível sobre esses organismos espirituais, que, em parte, conservam as necessidades do corpo e não podem satisfazê-las. As encarnações dos Espíritos que sentem tais necessidades sucedem-se rapidamente, até que o progresso pelo sofrimento venha atenuar suas paixões, subtrai-los às influências terrestres e abrir-lhes o acesso de mundos melhores. Estreita correlação liga os três elementos constitutivos do ser. Quanto mais elevado é o Espírito, tanto mais sutil, leve e brilhante é o perispírito, tanto mais isento de paixões e moderado em seus apetites ou desejos é O corpo.
A nobreza e a dignidade da alma refletem-se sobre o perispírito, tornando-o mais harmonioso nas formas e mais etéreo; revelam-se até sobre o próprio corpo: a face então se ilumina com o reflexo de uma chama interior. É pelas correntes magnéticas que o perispírito se comunica com a alma. É pelos fluídos nervosos que ele está ligado ao corpo. Esses fluídos, posto que invisíveis, são vínculos poderosos que o prendem à matéria, do nascimento à morte, e mesmo, nos sensuais, assim o conservam, até à dissolução do organismo. A agonia representa a soma de esforços realizados pelo perispírito a fim de se desprender dos laços carnais.
O fluído nervoso ou vital, de que o perispírito é a origem, exerce um papel considerável na economia orgânica. 
Sua existência e seu modo de ação podem explicar bastantes problemas patológicos. Ao mesmo tempo agente de transmissão das sensações externas e das impressões Íntimas, ele é comparável ao fio telegráfico, transmissor do pensamento, e que é percorrido por uma dupla corrente. A existência do perispírito era conhecida dos antigos.
Pelas palavras — Och.ema e Férouer, os filósofos gregos e orientais designavam o invólucro da alma “lúcido, etéreo, aromático”. Segundo os persas, assim que chega a hora da reencarnação, o Férouer atrai e condensa em torno de si as moléculas materiais que são necessárias à constituição do corpo, e, pela morte deste, as restitui aos elementos que, em outros meios, devem formar novos Invólucros carnais. O Cristianismo também conserva vestígios dessa crença. S. Paulo, em sua primeira Epístola aos Coríntios, exprime-se nos seguintes termos: “O homem está na Terra com um corpo animal e ressuscitará com um corpo espiritual.
Assim como tem um corpo animal, também possui um corpo espiritual.” Embora em diversas épocas tenha sido afirmada a existência do perispírito, foi ao Espiritismo que coube determinar o seu papel exato e a sua natureza.
Graças às experiências de Crookes e de outros sábios ingleses, sabemos que o perispírito é o instrumento com cujo auxílio se executam todos os fenômenos do Magnetismo e do Espiritismo.
Esse organismo espiritual, semelhante ao corpo material, é um verdadeiro reservatório de fluídos, que a alma põe em ação pela sua vontade.
É ele que, no sono natural como no sono provocado, se desprende da matéria, transporta-se a distâncias consideráveis e, na escuridão da noite como na claridade do dia, vê, percebe e observa coisas que o corpo não poderia conhecer por si. O perispírito tem, portanto, sentidos análogos aos do corpo, porém muito mais poderosos e elevados. Ele tudo vê pela luz espiritual, diferente da luz dos astros, e que os sentidos materiais não podem perceber, embora esteja espalhada em todo o Universo.
A permanência do corpo fluídico, antes como depois da morte, explica também o fenômeno das aparições ou materializações de Espíritos. O perispírito, na vida livre do espaço, possui virtualmente todas as forças que constituem o organismo humano, mas nem sempre as põe em ação. Desde que o Espírito se acha nas condições requeridas, isto é, desde que pode retirar do médium a matéria fluídica e a força vital necessárias, ele as assimila e reveste, pouco a pouco, as aparências do corpo terrestre.
A corrente vital circula, então, e, sob a ação do fluído que recebe, as moléculas físicas coordenam-se segundo o plano do organismo, plano de que o perispírito reproduz os traços principais.
Logo que o corpo humano fica reconstituído, o seu organismo entra em funções. As fotografias e os moldes obtidos em parafina mostram-nos que esse novo corpo é idêntico ao que o Espírito animava na Terra; mas essa vida só pode ser temporária e passageira, porque é anormal, e os elementos que a produzem, após uma curta condensação, voltam às fontes donde foram emanados.

Fonte - (Léon Denis, Depois da Morte, Cap.21)

BONDOSO DEUS









Meu bondoso Deus, Ilumina nossos caminhos
Dai-nos força para enfrentar os obstáculos da vidaPerdoa nossas faltasEnsina-nos  a perdoar nossos agressoresAfasta de nós toda e tristeza e desânimoQue seus Espíritos de luz nos auxiliem sempreQue o nosso amor se espalhe além dos círculos familiares para todos os nossos irmãos da Terra.E que os ensinamentos de nosso mestre Jesus sejam guia nessa caminhada…


do site Gotas de Paz

domingo, 3 de dezembro de 2017

SÓ OS FORTES PERDOAM


Na caminhada da vida, aprendi que nem sempre temos o que queremos.
Porque nem sempre o que queremos nos faz bem.
Foi preciso sentir dor, para que eu aprendesse com as lágrimas.
Foi necessário o riso, para que eu não me enclausurasse com o tempo.
Foram precisas as pedras, para que eu construísse meu caminho.
Foram fundamentais as flores, para que eu me alegrasse na caminhada.
Foi imprescindível a fé, para que eu não perdesse a esperança.
Foi preciso perder, para que ganhasse de verdade.
Foi no silêncio que me escutaram com clareza.
Pois sem provas não tem aprovação.
E a vitória sem conquista é ilusão.
E a maior virtude dos fortes é o perdão.


do site Gotas de Paz

A LÓGICA E A CIÊNCIA RELIGIOSA



Desde os primórdios das religiões, iniciando com o Totemismo, alcançando as religiões anímicas até as bem definidas, reveladas ou não, assistimos a um desenrolar de situações ilógicas dentro de cada crença.
Cada conceito chega até onde a razão comporta, porém não aguenta, na maioria das vezes, um questionamento racional, daí a necessidade dos “mistérios” e dos “dogmas” que acompanham diversas religiões.
Das religiões antigas, só o confucionismo, de 600 anos a. C. impregna a sua crença de um positivismo lógico onde o homem e as coisas humanas são o que importa nas religiões. Iniciou-se o raciocínio religioso no qual se deve “ Fazer o Bem pelo Bem” e a “Justiça pela Justiça” sem subterfúgios chantagistas para com a Divindade.
Já nas religiões ditas modernas (d.C.) somente o Espiritismo convoca o homem ao raciocínio para chegar às conclusões religiosas. Allan Kardec, o codificador, inicia sempre os seus Livros Básicos com um alerta em forma de conceito: “Fé inabalável é aquela que sempre pode encarar a razão frente a frente, em todas as épocas da humanidade”.
Nisso já se extrapola que, no seu rigor científico, o Grande Professor Kardec já coloca o raciocínio como crivo permanente para exercer um controle rigoroso nos seus estudos, que culminaram no Livro dos Espíritos (obra básica do Espiritismo ).
Professor da Universidade de Paris, poliglota, astrofísico, e cientista em metapsíquica, Kardec não se deixava levar nunca pela simples impressão. Checava todas as informações que recebia do Plano Espiritual, esmiuçando cada dúvida com perguntas inteligentes e as vezes até capciosas, sempre na boa intenção de esclarecer sem magoar. Também nas experiências práticas, junto a outros cientistas como Aksakof (1884), desenvolve os fenômenos de Telecinésia (ação mecânica), de Criptestesia
(conhecimento), de Ectoplasmia (formação de objetos), sempre preocupado com a lógica das informações e do raciocínio, procurando explicar o porquê desses fenômenos sem envolver “mistérios” e “dogmas”.
Allan Kardec, nesse mister, preconizava: “Se a religião diz uma coisa e a ciência outra, fique com a ciência”. Como podemos ver, nunca houve da parte do Codificador a intenção ou a vontade de se “fazer” uma religião.
A partir daí vários conceitos são modificados, como o próprio conceito de Deus que de Entidade terrível, vingativa, que condena eternamente seus próprios filhos, surge um Deus Misericordioso, criador do Livre Arbítrio, que dota os homens com as novas armas da salvação: as boas ações, não importando qual é a sua religião.
Outros novos conceitos vão surgindo como o do novo homem. Agora dotado de corpo físico, perispírito e espírito. Mudança de definição que coloca a ciência dentro da “humanização”, de forma a poder explicar toda a fenomenologia que envolve o ser humano, mostrando que o “próprio milagre” pode ser explicado dentro da ciência, desde que se conheçam as leis do Plano Espiritual.
Outro conceito colocado de forma evidente e que é a base do Espiritismo é o das “reencarnações sucessivas”, como forma de evolução. Baseado nesta descoberta a própria Bíblia passa a ter mais lógica aos olhos dos estudiosos. Diga-se de passagem, que, somente no Novo Testamento, 45 vezes cita-se a reencarnação e, de forma mais evidente leia Mateus 17:10, João 3:3 e Mateus 11:14, onde somente o leitor desavisado não vê ali o conceito reencarnatório. À medida que a ciência evolui, os próprios conceitos espíritas ganham força. O entrelace é evidente, e como exemplo, basta citar os estudos hipnóticos regressivos, onde psiquiatras de renome e respeito internacional, como Brian Weiss, confirmam a existência das encarnações sucessivas, como forma de aprendizado e de evolução, nos livros “Muitas Vidas, Muitos Mestres” e “Almas Gêmeas”. Assim, as barreiras dos irracionais dogmas caem sucessivamente diante do raciocínio científico, que provou Kardec, é possível andar junto com a religião: “As ideias espíritas caminham, par a par com a ciência”.

IRAN RÊGO
Médico Cardiologista – Espírita – Membro da Academia Maçônica de Letras

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