BOAS VINDAS

Seja bem vindo! Espero que aqui encontre alento, beleza, amor e paz! E que possa espalhar isto para o mundo, que vive tão sedento de tudo isto.



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segunda-feira, 31 de julho de 2017

PENSAMENTO DE HOJE


A alegria do serviço e a alegria do crescimento interior através do trabalho são a recompensa suficiente do trabalhador desprendido.

Sri Aurobindo

VIDA FELIZ

Quando tocamos em algo, deixamos as nossas impressões digitais. Quando tocamos as vidas das pessoas, deixamos nossa identidade. A vida é boa quando você está feliz; Mas a vida é muito melhor quando os outros estão felizes por causa de você. Seja fiel ao tocar os corações dos outros, seja uma inspiração. Nada é mais importante e digno de praticar do que ser um canal das bênçãos de Deus. Nada na natureza vive para si mesmo. Os rios não bebem sua própria água; As árvores não comem seus próprios frutos. O sol não brilha para si mesmo; E as flores não espalham sua fragrância para si. Todos nós nascemos para ajudar uns aos outros. Não importa quão difícil seja a situação em que você se encontra; continue fazendo o bem!

do site Gotas de Paz

domingo, 30 de julho de 2017

ESPÍRITOS ADIANTADOS E ATRASADOS




A crença sobre anjos tem duas teorias. A dogmática de que eles são anjos perfeitos e que assim já foram criados. E a crença universal de que eles são espíritos humanos perfeitos, mas que eram imperfeitos, quando foram criados. Nas duas doutrinas são espíritos, geralmente, bons, evoluídos. Mas há também os anjos maus.
Sou a favor da segunda teoria, espírita, de que os anjos são espíritos humanos, que foram criados imperfeitos e que, por evolução, se tornaram perfeitos. Se Deus criou os espíritos humanos imperfeitos, enquanto teria criado os anjos já perfeitos, isso seria uma prova de que Deus amaria mais os anjos do que a nós espíritos humanos. Se isso fosse verdade, o amor de Deus para conosco deixaria de ser infinito.
Se fosse verdadeira a doutrina de que os anjos não são espíritos humanos evoluídos, os teólogos não necessitariam tê-la transformado em um dogma. Devemos respeitar todos os dogmas, mas eles são doutrinas polêmicas. Eles não têm o respaldo bíblico, e, às vezes, são flagrantemente contrários à Bíblia. São Pedro fala que os anjos revoltados contra Deus pecaram e foram precipitados para baixo, isto é, a Terra. (2 Carta de Pedro 2: 4). Em outras palavras, eles vieram reencarnar para se purificarem até pagarem o último centil, pois o nosso mundo é o lugar de provas e expiações e as reencarnações são para o espírito evoluir, em busca da perfeição semelhante à de Deus.
Se anjos podem pecar, é porque eles são mesmo espíritos humanos ou da mesma categoria humana. E isso é mais um motivo para que Deus não os tenha criado mesmo já perfeitos, mas imperfeitos como nós o fomos. E lembro aqui a metáfora de Adão e Eva, que pecaram exatamente porque não eram perfeitos. E o Pecado Original com o qual nascemos, segundo o dogma cristão-judaico, tem um fundo de verdade, pois trazemos pecados das nossas vidas anteriores. E creio que o pecado de
Adão e Eva tenha também certa analogia com o pecado da rebelião dos anjos, o que seria mais uma justificativa de que os anjos são mesmo de natureza humana. Daí se falar também, como já foi dito, em anjo mau, impuro, ainda não purificado.
A crença dogmática cristã numa vida única terrena levou as pessoas a confundirem o corpo novo de uma criança com a idade do seu espírito, chamando-as, pois, de anjo quando morrem. Mas na verdade, a idade do espírito é diferente da idade do corpo. Este pode ser novo, mas habitado por um espírito velho, pois existe antes do corpo. “Antes que te formaste no ventre de tua mãe, eu já te conhecia.” (Jeremias 1: 5). E Jesus disse que antes que Abrão existisse, Ele já existia, logicamente em Espírito e não em corpo. (João 8: 58).
Porém atentemos para o fato de que o verdadeiro significado de anjo (“aggelos” em grego, e “angelus” em latim) é enviado, mensageiro, do mundo espiritual. Mas podem vir também anjos maus (espíritos humanos ainda atrasados), inclusive para serem doutrinados, como acontece nas reuniões mediúnicas das casas espíritas. E eis mais um texto bíblico: “...alguns, sem o saber, acolheram anjos”. (Hebreus 13: 2).

Fonte : J. R. Chaves- do livro: A Bíblia e o Espiritismo
*Iran Rêgo – médico cardiologista – espírita.

PENSAMENTO DE HOJE


Ninguém deve ser julgado pelos seus defeitos. As virtudes que uma pessoa possui são especialmente suas; seus erros são as fraquezas comuns à humanidade e não devem ser levados em consideração na avaliação de seu caráter.

Swami Vivekananda

EQUILÍBRIO


O equilíbrio emocional é fator determinante para seguirmos em frente, quando estamos equilibrados tudo a nossa volta se transforma, conseguimos reverter tudo apenas com a tranquilidade da palavra e de nossas ações.
Quando nos desequilibramos vibramos em nós energias que nos cegam e nos tiram da resolução dos problemas.
Equilibrados somos mais calmos, pacientes e compreensivos, criando em nosso interior a paz e a harmonia necessária para superarmos qualquer dificuldade.


do site Gotas de Paz
















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sábado, 29 de julho de 2017

ORAÇÃO DA CONSCIÊNCIA


Deus, Pai e Criador, agradecemos pela vossa paternidade sem fronteiras, pela vossa beneficência sem limites, pelo vosso amor sem exigências.
Pedimos que nos abençoe, porque acordamos mais uma fração de nossa consciência, porque abrimos os olhos para mais um ângulo da visão, porque andamos mais um passo na jornada evolutiva.
Senhor! Ainda temos muito que aprender acerca da rogativa, das emoções que ela favorece, das irradiações que se sucedem em estado de êxtase, da felicidade que podemos perceber na humildade da prece.
Jesus! Não nos deixeis abandonar esses recursos espirituais.
Ensinais-nos, outra vez, como ensinastes aos discípulos, a orar sem que essa oração nos leve a repetições sem discernimento, a esperar perceber sem fazer esforço, a confiar sem intolerância.
Ensinai-nos a orar na faixa do amor com a vida e pela vida, com a sabedoria e pela sabedoria. “E que, acima de tudo, cumpra-se a vossa vontade e não a nossa”.

Livro: Horizontes da Vida – Médium: João Nunes Maia – Espírito: Miramez

“ESPÍRITOS OBSESSORES E OS RELACIONAMENTOS AMOROSOS.”


Você sabia que pode haver obsessão em qualquer relacionamento amoroso? É algo que parece distante, mas muito comum. Quando se fala em obsessor e obsessão, a primeira imagem que vem à mente pode ser a do filme O Exorcista, não é? Para desmistificar e entender melhor como tudo acontece, vamos apresentar os conceitos principais desse assunto:
Obsessor é um espírito, desencarnado ou não, que exerce influência negativa sobre uma ou mais pessoas, fazendo com que a energia delas se desequilibre, diminuindo-a e tornando-a instável física, emocional, mental e/ou espiritualmente. Se o espírito pode ser desencarnado ou não, significa que qualquer pessoa com quem convivemos pode ser um obsessor, até mesmo você pode ser obsessor de outras pessoas! A obsessão é esse processo que envolve o obsessor e o obsediado, que é quem se sente reprimido, sugado, além de outros sintomas da obsessão que veremos mais adiante.
Não só o relacionamento amoroso, mas qualquer relacionamento pode ser sofrer os efeitos de uma obsessão. Não há como viver sozinho – nem as pessoas que optam por viver retirados da sociedade vivem tão sozinhas assim – e nós nos aproximamos de pessoas pelo grau de afinidade que temos com elas. Nós atraímos pessoas e seres, entidades, espíritos pela nossa necessidade de aprendizado e pelo karma que geramos anteriormente.
Afinidade e reforma íntima
Em um relacionamento, as pessoas se atraem porque precisam se harmonizar mutuamente, e o(a) parceiro(a), namorado(a), esposo(a) torna-se um gatilho para as suas emoções negativas. Quando essas emoções são afloradas, há a oportunidade de agir diferente – curando a emoção – ou agir como sempre.
Muitas vezes, a falta de compreensão ou até mesmo a ignorância em relação a isso conduz o casal a crises intensas. Quando as emoções negativas estão afloradas e as pessoas não têm consciência de que precisam se harmonizar, ocorre um conflito que gera cobranças e desgaste da energia. Quando cobramos que o outro seja e se comporte como nós queremos, a liberdade e a leveza do relacionamento se perdem, a vibração cai, e assim a relação se transforma em obsessão, em que a pessoa que cobra torna-se obsessor do parceiro que é cobrado e repreendido.
Para entender melhor, imagine um casal vive junto há muitos anos. Ele trabalha o dia inteiro e chega em casa cansado ao fim do dia. A única coisa que ele quer é ficar em casa, sentado no sofá. Ela trabalha em casa, cuida de tudo e passa o tempo na internet, esperando o marido chegar. Como não tem muitos amigos, ela espera que seu marido a leve para passear ou que a acompanhe. Ele, porém, não quer sair de casa, pois já passou o dia todo fora.
Então aí começam as brigas e as emoções se afloram: ela acha que ele deveria lhe dar mais atenção, levá-la para passear, pois ela só fica em casa e muito sozinha. Ela se sente preterida, abandonada pelo marido que só pensa em trabalhar. Ele acha que ela deveria se acalmar e se contentar com a situação. Depois de tanto tempo discutindo sem chegar a nenhum acordo, sem nenhum progresso, o casal se afasta emocionalmente, já não conversam mais sobre outros assuntos, e já não fazem tantas coisas juntos. Na maioria das vezes, ambos se cobram e se culpam mutuamente por seu descontentamento.
A responsabilidade pela sua felicidade é toda sua
O que seria mais saudável, nesse caso: ambos deveriam olhar para suas carências e falhas para que possam curá-las e não projetá-las no outro, ou seja, sem transferir a responsabilidade e culpar o parceiro. Isso ainda não é tão simples, pois a maioria das pessoas tem a imagem de parceiro perfeito na cabeça, do príncipe ou da princesa encantada.
Essa é uma imagem totalmente equivocada. Ao acreditar nela, entende-se que precisamos de alguém para acabar com a nossa solidão, a carência, a baixa autoestima, o medo, a angústia e assim por diante. Acredita-se que o príncipe ou a princesa irá mudar a realidade atual. Isso é uma ilusão! Agindo dessa forma, acontece a transferência da responsabilidade, e a responsabilidade pela sua felicidade é toda sua!
É por essa brecha que as obsessões emocionais entram na vida do casal, porque quando o(a) parceiro(a) não corresponde à necessidade e às expectativas da pessoa, ela naturalmente começará com as cobranças, para que ele(a) se comporte de forma que lhe agrade. Foi isso o que vimos no exemplo acima; esse não é o amor incondicional, e sim amor condicional, também chamado de egoísmo. A situação mostra com clareza que todos nós ainda somos imaturos quanto às nossas emoções e, consequentemente, quanto à nossa consciência espiritual.
Os espíritos obsessores no relacionamento
Quando o campo emocional do casal manifesta esse modelo ainda imaturo, demonstrado pelas carências e gestos de egoísmo, existe uma abertura energética para influências espirituais nocivas, vindas de energias e de seres, entidades do plano espiritual. As dimensões física, emocional e mental estão ligadas à espiritual, por isso uma influência de qualquer natureza no corpo espiritual repercute nos outros corpos, afetando a mente e as emoções de forma mais intensa.
As obsessões espirituais atrapalham muito a vida do casal, porque a naturalidade e a leveza entre os parceiros são abaladas sempre que forças externas estão agindo negativamente. A obsessão pode acometer apenas uma das pessoas algumas vezes. Em outras, a obsessão pode ocorrer nos dois, separadamente ou ao mesmo tempo. Os tipos e as formas de entidades e seres agirem são também muito variados, mas a causa da obsessão é sempre a mesma: negligência espiritual.
Como negligenciar a vida espiritual? Basta deixar de buscar pela reforma íntima, deixar de estudar a respeito da evolução espiritual, de meditar, de orar, de fazer o evangelho no lar, ter hábitos negativos, vícios e deixar de lado os valores espirituais.
Na verdade, é tudo uma questão de sintonia. Não podemos culpar os obsessores. Nós atraímos para o nosso campo seres que estão na mesma vibração que a nossa, e eles só agem porque “baixamos” a guarda, ou seja, quando o casal não se cuida, deixando de fazer todas essas coisas mencionadas acima.
Os obsessores, muitas vezes, exploram as falhas e as quedas de atitude; numa discussão boba, eles podem favorecer a briga, o caos, em que o casal se afunda e se desgasta emocionalmente. Mas o mais importante é descobrir na nossa atitude onde foi que permitimos que uma obsessão afetasse o nosso relacionamento. A causa pode ser a falta de amor, a carência, a transferência da nossa responsabilidade para o ser amado, entre outros.
Sintomas da obsessão no relacionamento
Existem sintomas que podem ser identificados, mas há uma grande armadilha de achar que qualquer crise do casal seja relacionada a uma influência espiritual negativa. Dessa forma, é preciso muito cuidado para analisar a situação e não usar a obsessão espiritual como muleta para os problemas conjugais e afetivos.
Os sinais mais simples de identificar são:
Irritação acima do “aceitável”;
Predisposição para brigar maior do que a disposição de manter a harmonia;
Cobrança exagerada por um determinado comportamento, principalmente quando a atitude de um ou de ambos parece muito diferente, do ponto de vista negativo.
Há casos em que a pessoa se comporta de forma bipolar: em um dia, fica descontrolada, e no outro não consegue dizer por que se comportou daquele jeito, pois ela não se reconhece.
O acesso e o consumo de material pornográfico é um fator que influencia muito a vibração do casal. É algo que está aberto para todos os que quiserem ver, seja nas revistas, seja na TV, seja na internet. Quando uma pessoa se sintoniza com esses materiais, ela está abrindo a sua guarda espiritual para atrair espíritos obsessores que atuam nessas frequências mais baixas. Não se trata de moralismo, mas revistas, filmes, fotos, e vídeos da internet ligados à pornografia são muito nocivos, pois facilitam muito a ação de espíritos densos especializados nessa ação perniciosa.
O processo de obsessão espiritual no relacionamento amoroso
Acima, falamos sobre as obsessões entre pessoas encarnadas, podendo ser nós mesmos ou nossos parceiros. Mas também há a obsessão por seres desencarnados. Às vezes, espíritos sofredores e perdidos se aproximam por causa da afinidade energética e pela sintonia do casal que se encontra em crise, afundado em tristeza, frustração e angústia. Mas também há as obsessões “profissionais”, cujas intenções não são tão boas quanto as dos espíritos desnorteados e que muitas vezes nem sequer sabem que já desencarnaram.
As artimanhas dos espíritos das sombras não têm limites, pois as investidas realizadas por espíritos especializados, em geral, é patrocinada por grupos sombrios de grande escala e tecnologia – sim, no plano espiritual também existem tecnologias muito avançadas. Esses obsessores atuam principalmente para evidenciar as falhas que cada pessoa tem do ponto de vista do seu parceiro, tornando-as mais constantes e visíveis, insuportáveis para o outro, até que este se sinta incomodado e, assim, os conflitos surjam.
Depois disso, de forma tranquila e natural, os vampiros energéticos induzem hipnoticamente a pessoa ao conflito, inserindo na tela mental dela ideias e pensamentos que parecem ser da própria pessoa. Essas informações levam o casal a mais brigas, conflitos, cobranças e desamor, e é induzido por suas próprias fraquezas emocionais a tornar o relacionamento um caos.
Essa ação é muito grave e difícil de ser identificada porque quase sempre demonstra ideias afins com o que a pessoa obsidiada tem, pois essas ideias têm perfeita ressonância com o seu universo de pensamentos e sentimentos.
Como escapar e se manter protegido dos espíritos obsessores?
Não existe um remédio apenas para que o casal se proteja das obsessões no relacionamento. É necessário combinar uma série comportamentos individuais e em dupla para que assim alcancem o patamar de harmonia.  O Evangelho no Lar é uma ferramenta eficiente se após a prática da leitura e da oração ambos continuem a aplicar o que aprenderam na vida prática. Nesse caso, qualquer leitura edificante e inspiradora, que tenha uma lição, uma moral, um exemplo positivo, é válido. De forma sucinta, é preciso que o casal busque, estude, medite e ore constantemente. Ambos precisam cultivar autoestima, fé, tranquilidade e confiança internamente para que as cobranças e as acusações fiquem do lado de fora de sua relação.
Além disso, é muito recomendado criar hábitos saudáveis de alimentação, sem álcool, drogas, buscando uma nutrição mais saudável e regrada. Como somos seres compostos por muitos corpos, só seremos saudáveis e felizes se aprendermos a cuidar de todos eles com equilíbrio. Como disse Jesus a seus discípulos, é preciso “orar e vigiar” sempre, em qualquer situação, pois não se pode perder o foco no que realmente importa: o amor em todos os atos.
Para o casal viver em harmonia…
É preciso que cada um busque individualmente sua realização, harmonize-se com suas questões pessoais, alimente sua autoestima. Esse é um caminho a ser trilhado sozinho para depois somar alegria e amor na relação. Como já foi dito, o maior e mais comum erro é transferir para o outro a responsabilidade de alcançar harmonia, autor realização, plenitude e alegria. Quando isso acontece, fica praticamente impossível permitir que o amor cresça. Portanto, cure-se primeiro, pois assim você também irá curar o seu relacionamento.
Outra dica que vale muito e que cura é a admiração. Experimente substituir a crítica pelo elogio ao seu parceiro. Você pode fazer isso pessoalmente, dizendo para ele, mas também pode fazer em pensamento. Da próxima vez que surgir o impulso de criticar a outra pessoa, faça um esforço de se concentrar nas qualidades que ela tem e ignore seus defeitos. No começo não é fácil, mas, com o tempo, os resultados aparecem nítidos e profundos, e podem fazer um milagre na vida de qualquer casal.
Muita Luz para você e até a próxima!

Bruno J. Gimenes -Redação Luz da Serra

PENSAMENTO DE HOJE


Onde você estiver, é sempre o início.
É por isso que a vida é tão bela, tão jovem, tão virgem.

Osho

segunda-feira, 24 de julho de 2017

“A ORIGEM ESPIRITUAL DAS DOENÇAS”


O controle das energias é feito através dos pensamentos e dos sentimentos, portanto, possuímos energias que nos causam doenças porque somos indisciplinados mental e emocionalmente. Em Nos Domínios da Mediunidade, André Luiz explica que “assim como o corpo físico pode ingerir alimentos venenosos que lhe intoxicam os tecidos, também o organismo perispiritual absorve elementos que lhe degradam, com reflexos sobre as células materiais”.

Permanentemente, recebemos energia vital que vem do cosmo, da alimentação, da respiração e da irradiação das outras pessoas e para elas imprimimos a energia gerada por nós mesmos. Assim, somos responsáveis por emitir boas ou más energias às outras pessoas. A energia que irradiamos aos outros estará impregnada com nossa carga energética, isto é, carregada das energias de nossos pensamentos e de nossos sentimentos, sendo necessário que vigiemos o que pensamos e sentimos
No livro Mãos de Luz, a curadora norte-americana Barbara Ann Brennan apresenta um raciocínio muito interessante:
“Toda doença é uma mensagem direta dirigida a você, dizendo-lhe que não tem amado quem você é e nem se tratado com carinho, a fim de ser quem você é”. De fato, todas as vezes que nosso corpo apresentar alguma “doença”, isto deve ser tomado como um sinal de que alguma coisa não está bem."
A doença não é uma causa, é uma consequência proveniente das energias negativas que circulam por nossos organismos espiritual e material. O controle das energias é feito através dos pensamentos e dos sentimentos, portanto, possuímos energias que nos causam doenças porque somos indisciplinados mentalmente e emocionalmente. Em Nos Domínios da Mediunidade, André Luiz explica que “assim como o corpo físico pode ingerir alimentos venenosos que lhe intoxicam os tecidos, também o organismo perispiritual absorve elementos que lhe degradam, com reflexos sobre as células materiais”.

A cada pensamento, emoção, sensação ou sentimento negativo, o perispírito imediatamente adquire uma forma mais densa e sua cor fica mais escura, por causa da absorção de energias nocivas. Durante os momentos de indisciplina, o homem mobiliza e atrai fluidos primários e grosseiros, os quais se convertem em um resíduo denso e tóxico.
Devido à densidade, estas energias nocivas não conseguem descer de imediato ao corpo físico e vão se acumulando no perispírito. Com o passar do tempo, as cargas energéticas nocivas que não forem dissolvidas ou não descerem ao corpo físico formam manchas e placas que aderem à superfície do perispírito, comprometendo seu funcionamento e se agravando quando a carga deletéria acumulada é aumentada com desatinos da existência atual.
Em seus tratados didáticos, a medicina explica que, no organismo do homem, desde seu nascimento físico, existem micróbios, bacilos, vírus e bactérias capazes de produzirem várias doenças humanas. Graças à quantidade ínfima de cada tipo de vida microscópica existente, eles não causam incômodos, doenças ou afecções mórbidas, pois ficam impedidos de terem uma proliferação além da “cota -mínima” que o corpo humano pode suportar sem adoecer. No entanto, quando esses germes ultrapassam o limite de segurança biológica fixado pela sabedoria da natureza, motivados pela presença de energias nocivas no corpo físico, eles se proliferam e destroem os tecidos de seu próprio “hospedeiro”.
Partindo das estruturas energéticas do perispírito na direção do corpo, em ondas sucessivas, essas radiações nocivas criam áreas específicas nas quais podem se instalar ou se desenvolver as vidas microscópicas encarregadas de produzir os fenômenos compatíveis com os quadros das necessidades morais para o indivíduo. Elas se alimentam destas energias nocivas que chegam ao físico, conseguindo se multiplicar mais rapidamente e, em consequência, causando as doenças.
Tipos de doenças:
Podemos classificar as doenças em três tipos: físicas, espirituais e atraídas ou simbióticas. As doenças físicas são distúrbios provocados por algum acidente, excesso de esforço ou exagero alimentar, entre outros, que fazem um ou mais órgãos não funcionarem como deveriam, criando uma indisposição orgânica.
As doenças espirituais são aquelas provenientes de nossas vibrações. O acúmulo de energias nocivas em nosso perispírito gera a auto-intoxicação fluídica. Quando estas energias descem para o organismo físico, criam um campo energético propício para a instalação de doenças que afetam todos os órgãos vitais, como coração, fígado, pulmões, estômago etc., arrastando um corolário de sofrimentos.
As energias nocivas que provocam as doenças espirituais podem ser oriundas de reencarnações anteriores, que se mantêm no perispírito enfermo enquanto não são drenadas. Em cada reencarnação, já ao nascer ou até mesmo na vida intra-uterina, podemos trazer os efeitos das energias nocivas presentes em nosso perispírito, que se agravam à medida que acumulamos mais energia negativa na reencarnação atual. Enquanto persistirem as energias nocivas no perispírito, a cura não se completará.
Já as doenças atraídas ou simbióticas são aquelas que chegam por meio de uma sintonia com fluidos negativos. O que uma criatura colérica vibrando sempre maldades e pestilências pode atrair senão as mesmas coisas? Essa atração gera uma simbiose energética que, pela via fluídica, causa a percepção da doença que está afetando o organismo do espírito que está imantado energeticamente na pessoa, provocando a sensação de que a doença está nela, pois passa a sentir todos os sintomas que o espírito sente. Aí, a pessoa vai ao médico e ele nada encontra.
André Luiz afirma que “se a mente encarnada não conseguiu ainda disciplinar e dominar suas emoções e alimentam paixões (ódio, inveja, ideias de vingança), ela entrará em sintonia com os irmãos do plano espiritual, que emitirão fluidos maléficos para impregnar o perispírito do encarnado, intoxicando-o com essas emissões mentais e podendo levá-lo à doença”.

Texto extraído da Revista Cristã de Espiritismo.

MENSAGEM DO DIA


Amo aquele que é sempre constante, afável e piedoso, manso de coração e de firme vontade, e cujos pensamentos em Mim se concentram. Amo aquele que não tem cuidados mundanos, não teme o mundo e não é tímido; quem é livre de turbulência, da cólera, da impaciência e do medo, e não se entrega à tristeza e nem à alegria excessiva.

Sri Krishna no Bhagavad Gita

O CAMINHO DA VIDA


O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar com passos de ganso rumo à miséria e morticínios. Criamo-nos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência nos transformou em seres empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade; mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
Pense nisso!!!

do site Gotas de Paz

domingo, 23 de julho de 2017

VIDA


Você já percebeu que quando nos APAIXONAMOS por algo nesta vida, o nosso sentido de viver opera milhões de transformações na gente?.
Como é bom se APAIXONAR pelo trabalho, pelas novas conquistas, pelos amigos, pelos nossos irmãos, pela pessoa amada, pelos nossos pais, pelos nossos sonhos de felicidade, pelos nossos filhos, enfim, por tudo…
Quando abrimos o coração para o mundo que está em nossa volta, perpetuamos o que há de mais valoroso existente neste universo…O NOSSO AMOR.
Aproveite o dia hoje para se apaixonar por algo novo e vibrante.
No final do dia você verá que teve a oportunidade de ser um grande pintor, pois uma aquarela de tintas foi colocada em suas mãos e você soube muito bem aproveitar.


do site Gotas de Paz

“POLITICO CORRUPTO DESENCARNADO EM COMUNICAÇÃO COM MÉDIUM, APARECE SEM AS MÃOS”


Coube a mim, certa feita, dialogar com um espírito que havia sido político na sua última existência através de um médium psicofônico.
O Espírito comunicante se encontrava atordoado. Gritava enlouquecido e pedia perdão pelas suas faltas.
Dizia-se arrependido porque havia perdido uma existência inteira. Tinha reencarnado para auxiliar as pessoas no exercício da política e houvera fracassado.
Fracassara frente ao desafio quando todos os recursos foram-lhe conferidos por Deus para sua vitória, que seria trabalhar por um país mais justo. Desviara dinheiro público (que é do povo) para benefício próprio, que deveria ser aplicado na educação, saúde transporte e infraestrutura.
E gritava desesperadamente: – Minhas mãos, cadê minhas mãos?
O Espírito, porque tinha um grande sentimento de culpa, fizera com que suas mãos – que sempre se lhe apresentavam sujas – desaparecessem aos seus olhos. Encontrava-se mutilado.
Ninguém engana a Lei de Deus que é inexorável e incorruptível.
Após o diálogo esclarecedor e a assistência espiritual necessária para o caso, afastou-se um pouco melhor e mais calmo.
A corrupção no Brasil afeta diretamente o bem-estar dos cidadãos brasileiros quando diminui os investimentos públicos na saúde, na educação, em infraestrutura, segurança, habitação, entre outros direitos essenciais à vida, e fere criminalmente a Constituição quando amplia a exclusão social e a desigualdade econômica.
Na prática, a corrupção ocorre por meio de desvio de recursos dos orçamentos públicos da União, dos Estados e dos Municípios que são desviados para financiar campanhas eleitorais, corromper funcionários públicos, ou mesmo para contas bancárias pessoais no exterior. (wilkipedia)
A corrupção é crime. Como é praticada? Vejamos alguns itens:
* Favorecer alguém prejudicando outros.
* Aceitar e solicitar recursos financeiros para obter um determinado serviço público, retirada de multas ou em licitações favorecer determinada empresa.
* Desviar verbas públicas, dinheiro destinado para um fim público e canalizado para as pessoas responsáveis pela obra (empreiteiras).
Do lado do corrupto há sempre o corruptor, é claro. Se há alguém que recebe dinheiro “sujo” (dinheiro limpo é apenas aquele que se ganha com trabalho responsável e honesto), há outro que lhe dá esse recurso em troca de um favor: o corruptor.
A corrupção é presente (em maior evidência) em países não democráticos e de terceiro mundo. Essa prática infelizmente está presente nas três esferas do poder (legislativo, executivo e judiciário).
Não é prática de somente um partido, mas se espalha pelo poder público. Se fosse somente de um partido político seria fácil, bastaria tirarmos ele de lá.
Quando o governo não tem transparência (União, Estados e Municípios) em sua administração é mais provável que haja ou que incentive essa prática.
Não existe país com corrupção zero, embora os países ricos democráticos tenham menos corrupção, porque sua população é mais esclarecida acerca dos seus direitos, sendo assim mais difíceis de enganar.
No Brasil, estudos indicam que a corrupção é maior nos municípios (acredite!!!).
Por difícil que possa parecer, o Brasil ocupa uma posição intermediária quando se “mede” o nível de percepção da corrupção (uma espécie de ranking da corrupção). Organizações internacionais classifica o Brasil em 70º lugar em nível de corrupção, dentre 175 países da lista, em ordem crescente. Quer dizer, quanto maior a classificação, maior o nível de corrupção.
Culturalmente, associa-se a imagem da pessoa que tem e acumula bens à imagem de pessoa bem-sucedida. São os símbolos do poder, o dinheiro associado ao sucesso pessoal. A nossa cultura “ocidental” valoriza o enriquecimento, não importando a sua origem, e principalmente se for aquele obtido por meios escusos, pois não há vigilância e punição efetiva para esse tipo de conduta.
Estima-se que no Brasil a corrupção atinja em torno de 200 Bilhões ao ano.
Toda sociedade corrupta sacrifica a camada pobre, que depende puramente dos serviços públicos.
A corrupção está diretamente ligada ao crescente aumento da pobreza e miséria em escala global.
Com essa importância de R$ 200 bilhões daria para dobrar o valor anual dos recursos destinados à educação, à saúde, à segurança. Em poucos anos teríamos serviços de primeiro mundo.
Concluindo, uma das barreiras para que possamos alcançar uma sociedade igualitária é o combate eficaz da corrupção não só no nosso país, mas em todo o sistema internacional, pois só neste plano atingiremos um nível de desenvolvimento adequado para os nossos cidadãos.

Fernando Rossit

PENSAMENTO DE HOJE


Cada passo no caminho pode parecer demorar
uma eternidade, mas não importa o quão pouco inspirado você se sente, continue a seguir sua rotina de prática precisamente e consistentemente. É assim que podemos usar nosso grande inimigo, po hábito, contra ele mesmo.

Dzongsar Jamyang Khyentse Rinpoche

quarta-feira, 19 de julho de 2017

ORAÇÃO DO AMOR

Senhor!

Ilumina meus olhos para que eu veja os defeitos da minha alma.
E vendo-os para que eu não comente os defeitos alheios.
Senhor!
Leva de mim a tristeza e não a entregueis a mais ninguém...
Encha meu coração com a divina fé, para sempre louvar o vosso nome.
E arranca de mim o orgulho e presunção.
Senhor!
Faze de mim um ser humano realmente justo, dá-me a esperança de vencer minhas ilusões todas.
Planta em meu coração a sementeira do amor, e ajuda-me a fazer feliz o maior número possível de pessoas.
Para ampliar seus dias risonhos e resumir suas noites tristonhas.
Transforma meus rivais em companheiros, meus companheiros em amigos meus amigos em entes queridos...
Não permita que eu seja um cordeiro perante os fortes, nem um leão perante os fracos.
Dá-me, Senhor,
O sabor de perdoar e afasta de mim o desejo de vingança, mantendo sempre em meu coração somente o amor.

Amém!


Noelson Paim - Cantinho de Oração.

O CICLO DA VIDA

Há vários ciclos em nossa existência e eles nada mais são do que as várias transformações de nós mesmos durante a caminhada.
São muitas as oportunidades de aprendizado e conhecimento, e devemos fazer desse pacote de bem feitorias que a caminhada nos oferece, para aplicar em favor do nosso amadurecimento, criando em nós uma sinergia com boas ações e intenções. Toda experiência adquirida seja ela boa ou ruim nos favorece quanto ao nosso desenvolvimento moral e espiritual separando o que não nos acrescenta do que nos favorece positivamente.
Os ciclos da vida são dádivas do Alto para nos tornarmos melhores, por isso devemos aproveitar todas as oportunidades que nos forem dada de transformação para o bem.


do site Gotas de Paz



terça-feira, 18 de julho de 2017

“COMO AS DORES DOS QUE FICARAM AFETAM OS ESPÍRITOS”?


Como ficamos quando os nossos entes amados se vão e como os afetamos mesmo que indiretamente?
A primeira parte da pergunta é muito fácil de ser respondida: nós ficamos muito tristes. Isso é um fato. Muitos são os sintomas que podem ser vivenciados profundamente por cada um de nós: a saudade bate, arrependimentos se fazem presentes, a culpa por atitudes impensadas martela o nosso coração...
Na maioria das vezes, sentimos um vazio em nossas vidas que, a cada dia, nos faz lembrar que alguém deixou de estar conosco. Então, nós sofremos: sofremos pouco, sofremos muito, sofremos bastante... depende de cada um de nós.
Pensamos o quanto fomos vitimados por aquela situação dolorida que nos arrancou de nosso meio a presença de alguém que nos era muito querido, quase essencial.
Mas, em nosso egocentrismo pensamos que somente nós sentimos saudade. Esquecemos que não existe morte e que, do outro lado da vida, aqueles que são alvo de nossa saudade também a sentem e com intensidade.
Esquecemos que, se eles estão vivos, também estarão sentindo a mesma ausência, a mesma saudade, a mesma dor por terem tido a necessidade de se ausentar de uma vida que, em muitos casos, nem queriam perder.
O interessante, todavia, é que as nossas emoções não se fixam somente em nós, estejamos nós no plano material ou espiritual. O amor nos liga ao ser amado aonde quer que ele se encontre.
Vamos pensar: se estamos o tempo todo em constante ligação energética com quem amamos, imaginem se estivermos (desencarnados) fixados em alguém (encarnado) que está portando sentimento de tristeza, de saudade, de arrependimento e de culpa que foram construídos pela nossa ausência (no desencarne)? Imaginem que pudéssemos sentir tudo isso com muita intensidade! Se não é fácil lidar somente com as nossas dores, imagine nos depararmos com a dor que “provocamos” em alguém que amamos. Pois é o que acontece! Quando estamos no plano extrafísico, as emanações energéticas exacerbadas de nossos entes encarnados chegam a nós com intensidade e são quase audíveis.
Por isso, se amamos a quem se foi, temos que tomar cuidado com os sentimentos que alimentamos. Porque sentir é uma coisa, alimentar esse sentimento é outro bem diferente.
Para todo espírito que desencarna e que se encontra em um equilíbrio razoável (segundo a sua própria evolução), existe uma proteção natural que o isolará dos sentimentos normais de saudade dos entes que ficaram, dando-lhe a oportunidade de uma adaptação à sua nova etapa de vida.
O problema é quando não acontece assim. O espírito pode chegar portando algum nível de desequilíbrio que somado ao fato dos seus entes amados estarem sofrendo devastadoramente, fazem com que ele não consiga lidar bem com o seu retorno às esferas espirituais.
Ele pode sentir que precisa ajudar aos seus e, por uma escolha muito equivocada, desejar estar com eles nas esferas carnais. Imediatamente, ele se desloca para junto dos seus amados, fazendo com que todos entrem num processo prejudicial de influenciação.
Se não ficou claro, eu explico: todo espírito é livre para fazer o que quiser e, no plano espiritual, estará onde ele mais se identifica. Se ele deseja estar com os seus entes queridos, ele poderá se deslocar para junto deles. Mas, o problema é que ele não sabe o que fazer, porque ainda não se adaptou ao plano etéreo.
Então, em decorrência de uma postura de sofrimento exagerada adotada pelos próprios entes encarnados, inicia-se um processo obsessivo destes junto ao desencarnado, escravizando-o e alimentando uma ligação dolorosa de sofrimento mútuo.
Vê-se, portanto, que esse processo de influenciação pode partir dos encarnados. E isso em razão da ignorância daqueles que amam, mas que não conseguem amar livremente. Não conseguem libertar o alvo de seu amor, por acreditar que eles (encarnados) somente serão felizes ao lado daquele que se foi. Não conseguem entender que amar é libertar, é aceitar os desígnios de Deus, quando chega o momento em que os seres que se amam precisam se distanciar por algum tempo. Não acreditam que a ponte de amor que os une é forte para jamais se romper.
 Por isso, precisamos ficar atentos aos nossos sentimentos desequilibrantes, seja para dar alento ao coração daquele amado que se distanciou, seja para que possamos aprender o melhor desse momento doloroso e trazermos paz ao nosso próprio coração.
Por incrível que pareça, a saudade é um sentimento importante em todos os seres, mas que quando em exagero, nos traz sofrimentos incalculáveis.
Se não sentíssemos saudade, não daríamos a devida importância àquela pessoa em nossa vida. Mas, para o nosso próprio bem, cabe a nós compreendermos que essa saudade deve caber em nosso coração. Se for maior do que ele, nos sufocará, bem como sufocará o ente amado que a sentirá com todas as dores construídas por nós e que a ela (saudade) forem somadas.
Portanto, acreditemos que somos capazes de viver a vida com a lembrança saudosa dos nossos entes queridos. Assim, estaremos construindo um futuro de felicidade para nós e para eles, dando-nos a condição de quando chegar a nossa vez de viajar para o outro lado, estejamos aptos para sermos recebidos com louvor por estes seres tão amados.

- Adriana Machado

MENSAGEM DO DIA


Enquanto permanecermos atados aos objetos dos sentidos para nosso desfrute, a Divindade interior permanecerá oculta à nossa visão. Nossa atenção deve ser desviada dos objetos dos sentidos e voltada para o interior, para realizá-La. Só então, nos será possível alcançar a perfeição e conseguir a eterna bem-aventurança, a vida eterna e o conhecimento infinito.

Swami Nirvedananda

TEATRO DA VIDA


Somos todos atores e atrizes nessa vida… Encenamos os momentos, ensaiamos nossos sonhos, e estrelamos no palco, às vezes com êxito, mas às vezes com total vexame… Somos as principais estrelas desse teatro, temos o nosso público a clamar por nós, nos vemos na obrigação de agradar a todos que nos olha com atenção e tenta nos copiar. Sejamos então os melhores! Que tenhamos o melhor talento, assim, se alguém tiver que nos copiar que seja nos pontos positivos. Não sejamos derrotados, devemos pensar naqueles que não são estrelas e que ficam a nos observar e a tentar nos seguir… A vida é um teatro, onde, eu, você dançamos e apresentamos a melhor peça. Um teatro onde não há reprises, cada dia é um ato diferente, cada ato uma conclusão diferente, em cada conclusão: – uma lição para aprender e guardar! Sejamos os melhores nesse teatro, para que todos que nos olham com atenção, fiquem maravilhados com a nossa atuação. Sejamos os melhores, Sejamos sorridentes, Sejamos mais amados a cada ato. Estamos todos no palco, façamos então o melhor papel nessa peça que é o de viver bem cada momento, para cumprirmos a tarefa da nossa própria VIDA!

do site Gotas de Paz

segunda-feira, 17 de julho de 2017

“OS MÉDICOS DO FIM DA VIDA”


Já no final da consulta, Dona Fátima, já ultrapassando seus 70 anos, me perguntou o que eram esses “Cuidados Paliativos” descritos na manga do meu jaleco. Embora tivesse um diagnóstico de câncer, seu caso era bem inicial e ela estava terminando o tratamento. Mas creio que a dúvida sobre o significado do termo vinha lhe atormentando há tempos. Expliquei que a função dos paliativistas era essencialmente proporcionar alívio a pacientes com doenças incuráveis, ou em situações que comprometam significativamente sua qualidade de vida. Falei também sobre o conforto que buscamos oferecer a pacientes terminais e suas famílias.
Dona Fátima pensou por alguns segundos e, um pouco ressabiada, perguntou:
– Então a senhora é uma médica do fim da vida?
– Também, Dona Fátima. Cuido de pessoas com doença curáveis, como a senhora, e também daquelas que não têm possibilidade de cura. Para essas preciso dar uma atenção muito especial, para que elas não sofram por causa da doença até o dia em que sua hora chegar.
Após mais alguns segundos pensativos, ela concluiu, um tanto impressionada:
– Puxa… a senhora deve ver cada coisa na alma das pessoas…       
Na hora eu apenas sorri, e não pude dar uma resposta melhor à conclusão dela. Mais tarde, lembrando das suas palavras, pensei nas inúmeras coisas que vemos em nosso trabalho como “médicos do fim da vida”.
Pensei nas vezes em que vimos famílias exigindo a manutenção de procedimentos fúteis (e causadores de grande sofrimento) para manter seus parentes vivos mais alguns dias para que questões financeiras pudessem ser resolvidas. E no quanto nós, estupefatos, éramos obrigados a nos confrontar duramente com o lado mais cruel e obscuro dos seres humanos. O dinheiro pode, sim, corromper até as almas mais amorosas.
Pensei nas pessoas que, mesmo em seus últimos dias de vida, mantinham-se arrogantes e autoritárias, incapazes de estreitar laços com a família ou com quem quer que fosse. Aprendemos com elas que vamos morrer exatamente do jeito que escolhemos viver, e que a fragilidade da doença por si só não será capaz de refazer laços que menosprezamos durante toda a nossa vida.
Lembrei da dor infinita que vimos nos olhos de pais perdendo seus filhos, e na força indescritível que eles demonstravam a cada fôlego tomado, a cada noite mal dormida, a cada má notícia escutada. A sensação quase opressiva que sentíamos ao assistir à beleza inacreditável do amor daquelas pessoas, e ao nos darmos conta do quanto é imensa nossa responsabilidade por estar ali ao seu lado, representando seu apoio, seu guia, sua esperança. Um amor que, em sua forma mais sublime, era também tão desolador. E que fazia nosso peito doer tanto.
Pensei nas tantas famílias desesperadas com suas perdas iminentes, muitas delas tão desesperadas que a pessoa que estava partindo passava a ser coadjuvante. Lembrei de como o foco parecia ser repentinamente transferido a elas mesmas, e às perdas que suas próprias vidas sofreriam dali em diante. Ouvimos frases cruéis, do tipo “Como é que ele pode me deixar no meio da falência da empresa?”, ou “Como é que eu vou me sustentar agora?”. Vimos ali, esparramando-se sob nossos pés, um egoísmo velado, mal disfarçado, e que nos fazia lutar contra nosso próprio sentimento de desprezo por tamanha superficialidade.
Como “médicos do fim da vida” vemos, sim, atitudes e sentimentos assustadores. Nós nos deparamos, necessariamente, com o que há de pior na alma humana. Presenciamos, numa única manhã, mais sofrimento do que boa parte das pessoas tem contato durante toda sua vida. Muitas vezes nos sentimos impotentes. Outras tantas vezes, uma grande decepção com a humanidade toma conta de nós.
Mas, se eu tivesse que escolher, em minha resposta à Dona Fátima, as coisas que mais impressionam os “médicos do fim da vida”, certamente não me referiria às grandes misérias humanas. Simplesmente pelo fato de que, embora elas estejam presentes em todos os cantos, seu impacto não chega nem mesmo perto das capacidades quase divinas que presenciamos. E, se eu tivesse que eleger apenas uma dessas capacidades para descrever a ela, eu provavelmente falaria sobre a resiliência. Falaria dessa habilidade surpreendente de muitos dos nossos pacientes em sua fase final de vida, através da qual não é deixado espaço para queixas e conjecturações inúteis. Os resilientes conseguem compreender aquilo que lhes é inevitável, e buscam ressignificar suas existências a partir daí. Agradecem por aquilo que ainda têm, em vez de lamentar o que perderam. Valorizam aquilo que podem alcançar e vivenciar. Tocam o rosto de seus filhos e netos, maravilhados com a sensação que isso lhes causa. Choram, emocionados, ao ouvir uma música que lhes agrada, e têm crises de soluços depois de rirem convulsivamente de uma piada. Elogiam a maciez do lençol que foi trocado naquela manhã. Respiram fundo ao sentir o cheiro do café que a enfermeira trouxe. Chupam uma bala de hortelã como se fosse um banquete. E assim, a cada pequena atitude, os resilientes vão cultivando uma felicidade genuína em quaisquer dificuldades que enfrentem, em quaisquer situações que lhes ameacem.
Eu diria à Dona Fátima que, se eu precisasse escolher apenas uma habilidade das almas humanas que vi, algo que pudesse me ajudar a terminar meus dias feliz e realizada, essa habilidade seria a resiliência. E ela, provavelmente, me responderia de volta:
– É como eu disse, doutora… vocês veem cada coisa na alma das pessoas…
*nome fictício para preservar a identidade da paciente          

Autor desconhecido

O AMOR MADURO


O amor maduro não é menor em intensidade…Ele é apenas silencioso.
Não é menor em extensão…É mais definido colorido e poetizado.
Não carece de demonstrações…Presenteia com a verdade do sentimento…Não precisa de presenças exigidas.
Amplia-se com as ausências significativas…O amor maduro tem e quer problemas, sim, como tudo.
Mas vive dos problemas da felicidade. Problemas da felicidade são formas trabalhosas de construir o bem, o prazer.
Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.
Na felicidade está o encontro de peles, o ficar com o gosto da boca e do cheiro do outro – está a compreensão antecipada, a adivinhação, o presente de valor interior, a emoção vivida em conjunto, os discursos silenciosos da percepção, o prazer de conviver, o equilíbrio de carne e de espírito.
O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa.
Ele vive do que não morreu, mesmo tendo ficado para depois, vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados, cheios de sementes.
Ele não pede, tem…Não reivindica, consegue…Não percebe, recebe…Não exige, oferece…Não pergunta, adivinha.
Existe, para fazer feliz.

PENSAMENTO DE HOJE


Se cada um de nós vive num estado caótico, como queremos que o mundo ao nosso redor, sendo uma projeção do que somos, seja ordenado?

Paulo e Lauro Raful

domingo, 16 de julho de 2017

“COMO CUIDAR DE QUEM ESTÁ MUITO PRÓXIMO DA MORTE”

A jornada na Terra sempre chega ao fim. Algumas vezes é necessário que o processo da velhice, doença e morte seja acompanhada de perto por alguém.

Esta pessoa pode ser você, que terá a responsabilidade de garantir o respeito, a dignidade e o conforto físico de seu parente amado.
Acredito eu que não exista gesto mais nobre de amor. Tenho a certeza que também não existe momento mais oportuno para o aprendizado e para a vivência espiritual.
Muitas pessoas sentem-se desconfortáveis frente à morte. Mas, acredite, para o espírito é um momento belo e grandioso. Este texto tem a missão de desmistificar a morte, facilitar sua vida ao lado da pessoa que se prepara para partir e te ajudar a viver plenamente o amor que existe dentro de você (sem medo e sem receio).
Se este texto for útil para você, será para outras pessoas. Portanto, te convido a divulgar o link deste texto.
"A separação da alma e do corpo é dolorosa?
  — Não; o corpo, frequentemente, sofre mais durante a vida que no momento da morte; neste, a alma nada sente. Os sofrimentos que às vezes se provam no momento da morte são um prazer para o Espírito, que vê chegar o fim do seu exílio.
No momento da morte, a alma tem, às vezes, uma aspiração ou êxtase, que lhe faz entrever o mundo para o qual regressa?
  — A alma sente, muitas vezes, que se quebram os liames que a prendem ao corpo, e então emprega todos os seus esforços para os romper de uma vez. Já parcialmente separada da matéria, vê o futuro desenrolar-se ante ela e goza por antecipação do estado de Espírito."
Allan Kardec - O Livro dos Espíritos
Ajudar alguém nos últimos meses ou anos é uma das maiores responsabilidades que alguém pode ter. Sob certos aspectos é bem mais difícil que criar uma criança. A criança coleciona conquistas, o idoso ou o doente coleciona dificuldades. Mas, porém, virão conquistas; conquistas para o espírito e para o amadurecimento pessoal. Nesta fase os grandes ganhos não são exteriores, são interiores.
Tenha claro esta realidade: há muito aprendizado nos últimos anos de vida.  
E mais, são alguns dos aprendizados mais importantes para o futuro do espírito.
Uma criança nasce e aprende a falar e a andar. São ganhos que parecem grandes, mas que se perdem com o falecimento. Já os aprendizados dos últimos anos são realmente centrais para o espírito. Por exemplo: uma pessoa muito orgulhosa, ao se ver necessitada de ajuda, descobriu na humildade a paz que lhe faltou por toda a vida. Ela dizia: "Meu Deus, porque não aprendi a viver assim antes?" Não aprendeu antes, mas aprendeu quando as limitações físicas se fizeram mais fortes.
Alguém poderia dizer; "antes tarde do que nunca". Quem conhece a vida espiritual sabe que NUNCA é tarde para esta transformação positiva. Esta transformação será muito importante por décadas e séculos.  
Por isto, não fique tão triste com as perdas que acompanham a velhice e as doenças. São oportunidades únicas. São oportunidades importantíssimas.
Primeiro porque "tira de cima da pessoa" o peso da sociedade. A sociedade é uma prisão brutal para grande parte das pessoas. Somos orgulhosos, esta é a verdade. São raríssimos os seres humanos que não são orgulhosos. A doença e as limitações da idade jogam por terra grande parte das vaidades, orgulho e desejo de ser aceito (os místicos dizem: tudo desaba). É um choque que coloca o ego da pessoa lá embaixo; algumas até deprimem. Mas, a queda do ego é a porta aberta para a emersão do que é realmente importante para o espírito.
São bilhões de pessoas que tem na velhice e nas doenças as últimas oportunidades para realizar seu progresso espiritual.
Importante: aprenda a olhar para a pessoa amada como um espírito que dá os últimos passos e que tem as últimas oportunidades de realizar conquistas nesta vida (nesta encarnação).
O corpo perde, mas o espírito pode ganhar. O corpo vai finalizar, mas a vida espiritual ainda é longa. Por isto, tranquilize-se com as perdas. Tenha serenidade para acompanhar estas perdas. Cuide com carinho, mas treine-se para o desligamento. Aceite cada passo que a natureza der; traga conforto e use sempre um diálogo espiritualizado para facilitar o entendimento e a superação das dificuldades.
Treine com a mensagem de Jesus: "seja feita a Sua vontade". Nada é perda, tudo é transformação. Tenha paciência, porque você é apenas alguém que acompanha uma trajetória que é muito pessoal e especial - a trajetória do seu ente querido até a libertação do corpo.
Veja a morte como saudade para quem fica e liberdade para quem vai. É uma libertação, porque chegará um momento em que os aprendizados serão pequenos; este é o momento de voltar para a vida espiritual.
Autor: Regis Mesquita – Blog Nascer Várias Vezes

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