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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

SE ASPIRAS SERVIR

“Aprendi a contentar-me com o que tenho.” – Paulo (FILIPENSES, 4:11.)


Afirmas-te no veemente propósito de servir; entretanto, para isso, apresenta cláusulas diversas.
Dispões de recursos próprios, conquanto humildes, para as tarefas do socorro material; contudo, esperas pelo dinheiro dos outros.
Tens contigo vastas possibilidades para alfabetizar os necessitados de instrução, mas esperas um título oficial que talvez nunca chegue.
Mostras pés e braços livres que te garantem o auxílio aos irmãos em prova; entretanto, esperas acompanhantes que provavelmente jamais se decidam ao concurso fraterno.
Relacionas talentos múltiplos, a fim de cumprires abençoada missão de amor puro entre os homens; todavia, esperas em família pelo companheiro ideal.
Se acordaste para a cooperação com Jesus, recorda a afirmativa de Paulo: “Aprendi a contentar-me com o que tenho”.
Quando o apóstolo escreveu essa confissão, estava preso em Roma.
Em torno dele, o ambiente doloroso do cárcere. Guardiões desalmados, companheiros infelizes, pragas e palavrões. Nem sempre pão à mesa, nem sempre água pura, nem sempre consolação, nem sempre voz amiga...
No entanto, ao invés de desanimar, o pioneiro do Evangelho cede vida e força, serenidade e bom ânimo de si próprio.
Se aspiras a servir aos outros, servindo a ti mesmo, no reino do Espírito, não percas tempo na expectativa inútil, pois todo aquele que sente e age com o Cristo, vive satisfeito e procura melhorar-se, melhorando a vida com aquilo que tem.

Livro: Palavras de Vida Eterna, lição 85 – Médium: Chico Xavier – Espírito: Emmanuel.

“TRANSGÊNEROS NA VISÃO ESPÍRITA”


A novela A Força do Querer, de Glória Perez, está trazendo o tema da luta da população T (travestis, mulheres transexuais e homens trans) na Rede Globo. A personagem de Carol Duarte (Ivana), vive um homem transsexual e enfrenta o drama de não ter o apoio da mãe, que é interpretada por Maria Fernanda Cândido (Joyce). Transgênero é o indivíduo que se identifica com um gênero diferente daquele que corresponde ao sexo atribuído no nascimento.
Mas o que a doutrina espírita diz sobre o assunto?
As almas ou espíritos não têm “sexo”. Essas distinções só existem no organismo para a reprodução dos corpos físicos. Mas os espíritos não se reproduzem no além, razão pela qual órgãos sexuais são inúteis no plano superior.
Para os mensageiros da pátria espiritual, “as características sexuais dos espíritos fogem do entendimento humano, até porque são os mesmos que animam os corpos de homens e mulheres. Para o espírito, reencarnar no corpo masculino ou feminino ou sexualmente “indefinido” pouco lhe importa.
Segundo o “Livro dos Espíritos” de  Allan Kardec, o que guia a alma na escolha são as provas por que irá passar. Os espíritos encarnam como homens ou como mulheres, porque não têm sexo. “Visto que lhes cumpre progredir em tudo, cada sexo [experiência masculina ou feminina], como posição social lhes proporciona provações e deveres especiais com isso, ensejo de ganharem experiência. Aquele que só como homem ou mulher encarnasse só saberia o que sabem os homens e ou as mulheres”. 
Podemos ver exemplos de países que já entenderam a necessidade de realizar a inclusão de todos os gêneros na sociedade. Na Alemanha, por exemplo, existe uma lei que as pessoas podem assumir sua identidade sexual na Lei. Ela estabelece que as pessoas profundamente identificadas com um determinado gênero têm o direito de escolher seu sexo legalmente.
Com isso, o espírito reencarnado tem a possibilidade de escolher posteriormente se prefere ser definido como homem ou mulher segundo sua composição psíquica. Ou até mesmo seguir com o sexo [morfologicamente] indefinido pelo resto da vida.
Para os benfeitores espirituais “as características sexuais dos espíritos fogem do entendimento humano, até porque são os mesmos os espíritos que animam os corpos de homens e as mulheres.
Espírito Emmanuel explica que através dos milênios, o espírito passa por fileira imensa de reencarnações, ora em posição de feminilidade, ora em condições de masculinidade, o que sedimenta o fenômeno da bissexualidade, mais ou menos pronunciado, em quase todas as criaturas. O homem e a mulher serão, desse modo, de maneira respectiva, acentuadamente masculino ou acentuadamente feminina, sem especificação psicológica absoluta.
 Em face disso, a individualidade em trânsito, da experiência feminina para a masculina ou vice versa, ao envergar o casulo físico, demonstrará fatalmente os traços da feminilidade em que terá estagiado por muitos séculos, em que pese ao corpo de formação masculina que o segregue, verificando-se análogo processo com referência à mulher nas mesmas circunstâncias. Segundo Divaldo Pereira Franco, não se trata de punição, castigo, já que Deus não castiga, não pune; Deus é, em verdade, inteligência suprema, segundo “O Livro dos Espíritos”, questão 1°.)
A homossexualidade é referenciada na atualidade como o terceiro sexo – complementa Divaldo – existente, inclusive, em animais, o que ratifica o fato de não ser castigo, já que esses seres irracionais nada fizeram para ter “punição da divindade”. O médium citou o seguinte exemplo para fins de compreensão: “se, por exemplo, eu, espírito, reencarno na masculinidade durante dez ou cinco vezes consecutivas, eu tenho uma psicologia máscula e uma anatomia masculina; mas por uma necessidade evolutiva na minha próxima reencarnação eu posso encarnar na feminilidade, logo eu tenho uma anatomia feminina, mas uma psicologia masculina, sendo quase inevitável esse indivíduo ter uma tendência homossexual.”
Entretanto, Divaldo ressalta que o uso da máquina sexual para o abuso, a promiscuidade, a depravação – tanto em homossexuais quanto em heterossexuais – é o que gerará processos cármicos que terão que se resolver em vida(s) futura(s).
Divaldo Franco concluiu a resposta sugerindo que: “Não podemos agredir nenhum deles [homossexuais] com os nossos conflitos e com as nossas opções, como não devemos, por outro lado, ficar em conflito, dominados por um preconceito social. Devemos procurar meios éticos para que nossa vida seja feliz na Terra, tanto na condição ‘hétero’ quanto na ‘homo’”.

Fonte- A Gazeta espírita-por: Luiz Sergio Castro  

PENSAMENTO DE HOJE


Se somos uma pessoa livre, não somos condicionados pelas coisas ao nosso redor. Simplesmente sorrimos para elas e trilhamos o nosso caminho. Aquilo que nos cerca é como um espelho. Se nós sorrimos, o espelho sorri. Se choramos, o espelho chora. Se estamos mal então a situação se torna ruim também. Mas mesmo numa situação ruim, se formos capazes de sorrir, então aquilo que nos cerca irá sorrir conosco. Portanto, aquilo que nos cerca está vindo da nossa mente.

Thich Nhat Hanh

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