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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

ESPIRITISMO E A FELICIDADE E INFELICIDADE



Sabemos que vivemos num Planeta de Expiação dentro da classificação Espírita. As reencarnações sucessivas servem para vencermos ou não, as provas que nos são ofertadas como aprendizado. Considerando o Livre Arbítrio, é o homem o obreiro de sua própria infelicidade. A Terra é péssima hospedeira ao compará-la com outros planetas mais evoluídos, e nela estamos sempre sujeitos a infrações e excessos que nos levam à infelicidade. A cobrança pode ser imediata ou tardia dependendo do erro cometido. Por exemplo, uma bebedeira tem como cobrança a ressaca. O suicídio terá como cobrança ações no Plano Espiritual e nas seguintes reencarnações.
A nossa felicidade é relativa e depende dos nossos objetivos, sujeito da nossa posição social, econômica, mental e mesmo cultural. Quanto mais ambicioso é o nosso objetivo maior será o nosso sofrimento, pois mais difícil será o alcance do mesmo.
Temos que praticar a resignação por aquilo que nos foi dado, visto que faz parte das provas que escolhemos ou que nos foi imposto a fim de proporcionar o nosso progresso. A condição de riqueza, por exemplo, é uma prova muito perigosa, pois o dinheiro facilita o erro da luxúria, da sensualidade e dos vícios. Temos que compreender que a falta do necessário e da saúde nos traz a infelicidade.
Mas além dos sofrimentos materiais existem os sofrimentos morais, onde certos desequilíbrios são verdadeiras torturas para a alma. Assim, a vaidade criticada, o orgulho ferido, a ambição frustrada, a inveja e o ciúme são verdadeiros sofrimentos morais que nos torna réprobos da humanidade. Allan Kardec cita na sua obra: “O invejoso e o ciumento vivem ardendo em febre contínua”.
A perda de entes queridos representa uma prova de expiação, porque a saudade fica mesmo em nós, espíritas, que compreendemos que a morte é apenas uma passagem para outro Plano, mas, mesmo assim, temos que ter o cuidado de, apesar da nossa afeição, não imantar o desencarnado pelo lamento contínuo e desarrazoado pelo seu desencarne. Temos que ter fé no futuro e de ter confiança em Deus. Se o
espírito é mais feliz no espaço que na Terra, lamentar que tenha morrido é deplorar que ele seja feliz, pois o corpo carnal é, na verdade, uma prisão.
Muitas são as causas da infelicidade, mas podemos citar ainda a ingratidão e a decepção, que nos traz alguns males que afetam a nossa saúde física e a própria saúde mental. A ingratidão é filha do egoísmo e moralmente quem é ingrato não é digno da nossa amizade.
O amor não correspondido é uma prova das mais malignas em termos de consequências. Ele pode se transformar em antipatia ou mesmo ódio. Aqui é bom lembrar que a afeição do corpo é efêmera e constitui uma ilusão que a própria velhice se encarrega de destruir; já a afeição da alma é duradoura e persistirá por séculos em vidas posteriores.
Mas para terminar, não podemos deixar de falar do suicídio que constitui o maior dos erros que vai gerar a repetição de provas e praticamente torna-nos reféns de nós mesmos. O suicídio é a própria demonstração da falta de fé e o reconhecimento irrevogável da própria derrota que tem uma única atenuante: a loucura. As causas mais alegadas pelo suicida não justificam o ato, como o sofrimento da vida; a perda da honra; a paixão desenfreada; a doença incurável; a imprudência; o dever religioso; a saudade de entes queridos já falecidos; são de acordo com a Lei Divina, infrações que de modo algum atenuam o desatino do ato suicida. Mesmo o sacrifício de sua vida para salvar outros é considerado infração, pois temos que considerar nossa vida mais importante que a nossa morte. Nada, mas nada que seja consciente, justifica o suicídio.

Iran Rego
Médico cardiologista – Espírita.
Membro da Academia Maçônica de Letra

DEUS CUIDA DE NÓS


Muitas vezes, pensamentos ruins agitam-se em nossa mente, e precisamos nos libertar dos mesmos.
Precisamos, porém, entender que mesmo que as coisas fujam ao nosso controle, elas continuam rigorosamente sob o controle de Deus.
Não cremos em sorte, nem em azar. Não cremos em coincidências.
Cremos, sim, no cuidado amoroso que Deus tem para conosco.
Ele trabalha para aqueles que Nele esperam. Ele governa os céus e a terra, e também, os destinos das nossas vidas!
Nos deu o livre-arbítrio para que pudêssemos escolher o que desejássemos.


do site Gotas de Paz

“PREMONIÇÃO DE UMA MORTE – COMO SOMOS AVISADOS QUANDO UM ENTE QUERIDO MORRE? “”


Você já teve alguma premonição? Mesmo que não seja de algum falecimento na família… quem sabe algo mais simples.
Pois é! Segundo o nosso dicionário premonição é o mesmo que uma sensação, um pensamento, sonho, visão etc. do que está para ocorrer; ou seja, um pressentimento, palpite, intuição.
Nem sempre a premonição está diretamente ligada à mediunidade ostensiva, aquela em que precisamos desenvolver, pois premonições todos podemos ter durante nossa vida. Mas ao contrário disso, quando as premonições tem uma frequência muito grande, e é acompanhada de visões nítidas de espíritos que anunciam um evento, daí já indicamos um acompanhamento mais de perto em alguma equipe de trabalhos espirituais, seja em um centro espírita ou em algum outro lugar que trabalhe sério com a mediunidade.
Veja mais:
Todos nós ouvimos histórias em que uma pessoa acorda e anuncia que um parente próximo acabou de morrer. Então, de manhã, descobrem que é verdade.
No livro, Nos Domínios da Mediunidade, por Francisco (Chico) C. Xavier, nosso amado espírito, André Luiz, foi testemunha em um leito de morte de uma mulher idosa, chamada Elisa.
Só depois que ela estava lúcida o suficiente para dizer adeus a sua família, ela partiu, pela força de sua própria determinação, e por volitação (movimento de transporte pelo poder do pensamento) para a casa de sua irmã em outra cidade.
André e seu mentor a seguem e descobrem o que acontece depois:
“No meio da noite, ficamos ao lado dela em um quarto mal iluminado, em que uma venerável senhora idosa dormia pacificamente.
‘Matilde! Matilde!
Elisa tentou despertá-la com pressa, mas não conseguiu. Consciente de que ela tinha apenas alguns momentos, ela bateu na cama da irmã. Matilde acordou abruptamente, sentindo imediatamente a influência de sua irmã.
Distraído, Dona Elisa começou a falar com ela. Dona Matilde não a ouviu com seus ouvidos físicos, mas com seu cérebro, através de ondas mentais, como se fosse sob a forma de pensamentos flutuando em sua cabeça, pois essa é a forma de comunicação primordial dos espíritos, o pensamento.
Ela se sentou ansiosa e disse a si mesma: “Elisa está morta”.
A partir daí podemos dizer que Matilde teve uma sensação de premonição ou também chamada de sensação premonitória.
Indicando as duas irmãs, o mentor explicou:
“Este é um dos tipos habituais de comunicação nos casos de morte. Devido a tais ocorrências repetidas, os cientistas do mundo foram forçados a examiná-los.
Alguns atribuem os fenômenos às transmissões telepáticas, enquanto outros as veem como um “fenômeno da monitoria” (uma sensação de perigo).
Mas a Doutrina Espírita os reduz a todos à pura e simples verdade de ser a comunhão direta entre as almas imortais. ”
Mais uma vez, o fenômeno que a maioria de nós ouvimos em primeira mão ou em segunda mão, ou visto em um programa de TV, é completamente descrito pelo Espiritismo de uma forma bastante simples.
Nós somos espíritos imortais que são capazes de realizações que ultrapassamos nossos cálculos científicos atuais. O poder de nossos pensamentos, que como espírito, determina a roupa que usamos, o nosso transporte, mesmo que nível do mundo espiritual que iremos viver, seja o umbral (no caso daquelas pessoas que alimentam maus pensamentos), ou nas colônias espirituais.
Pois, como espírito, nossos pensamentos determinam nossa ação, é por isso que viemos à terra para aprender. Na Terra em nosso corpo denso, podemos pensar sobre nossos pensamentos e agradecer aos céus que a maioria deles não resulta em nenhuma ação. Imagine só se tudo que pensássemos virasse realidade… seria um caos!
Estamos sendo treinados para a vida como um espírito, onde não existe um governador para conter-nos. Até que possamos passar no curso para controlar as ondas emanantes do nosso cérebro, não há escapatória deste planeta.

Fonte : O Estudante Espírita

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