BOAS VINDAS

Seja bem vindo! Espero que aqui encontre alento, beleza, amor e paz! E que possa espalhar isto para o mundo, que vive tão sedento de tudo isto.



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sábado, 21 de abril de 2018

DEPRESSÃO



Você pode vencer a depressão! Deus quer restaurar sua vida, trazendo a alegria que parece perdida para sempre. Ele tem poder para fazer mudanças em sua vida. Creia em Deus e deixe que Ele mude sua vida. Vencer a depressão pode levar bastante tempo. Por isso, não desista! A luta não vai durar para sempre. E Deus está com você o caminho todo. Rejeite todo tipo de isolamento. Evite ficar só, pensando na vida, vivenciando tristezas e amarguras! Faça seu esforço, procure a companhia de amigos e esteja sempre em contato com Deus, através das orações.
Deus confia e acredita em você!

do site gotas de Paz

sexta-feira, 20 de abril de 2018

“PORQUE UNS FUMAM E TEM CÂNCER E OUTROS NÃO?”


Muita gente questiona dados científicos que ressaltam a importância de se manter uma dieta equilibrada e saudável. Dizem alguns:
- Meu avô, morreu com 85 anos de idade, forte como um touro, pitando cigarrinho de palha e comendo carne que era conservada na banha de porco.
Outros usam exemplos de pessoas que passam a vida inteira fumando ou bebendo e não sofrem absolutamente nada.
No consultório médico é comum acompanharmos pacientes com diabetes que se mantém absolutamente descontrolados e não apresentam complicações, enquanto outros que fazem exercícios, seguem a orientação nutricional e cuidam bastante do diabetes, apresentam complicações decorrentes do diabetes. Como explicar essa aparente discrepância?
Do ponto de vista estritamente materialista, a resposta seria uma só. Genética! Mas aqui abordamos o lado espiritual. Então vejamos.
Evidentemente que o nosso corpo físico obedece ao comando dos nossos DNAs, mas a verdade é que o corpo espiritual imprime no nosso código genético as nossas necessidades evolutivas, ou seja, a energia que emana do nosso corpo astral, ou perispírito, aciona ou inibe determinados genes, de acordo com nossa programação encarnatória. É por isso que vemos pessoas que carregam genes para determinadas doenças, nunca manifestarem as mesmas. É também devido a isso que gêmeos idênticos apresentam tantas diferenças de comportamento, assim como de doenças desenvolvidas ao longo da caminhada.
Não nos enganemos, tudo obedece a uma ordem maior, a uma lei de amor que faz com que cada um colha de acordo com a sua necessidade de evoluir, tendo como base seus atos pretéritos. Não há castigo, nem privilegiados. Há necessidades.
Então, porque uns fumam e adoecem e outros não?
1) A lesão no corpo astral - Se a matriz energética, o modelo que organiza nossa estrutura física, chamado perispírito já possuir danos relacionados ao vício, provenientes de vidas passadas, com certeza o ato de se entregar ao vício novamente nessa encarnação produzirá as lesões muito mais rapidamente. Essas lesões no corpo astral, provocam em nós as chamadas tendências a determinadas doenças. De acordo com nossos atos no presente, desencadeamos mecanismos energéticos de cura, ou de vazão para a doença, pois em muitos casos a enfermidade é uma drenagem de energia pesada do corpo astral para o físico, o que Ramatís chama de “verter para a carne.”
2) A intensidade da exposição – Aliada ao fator citado acima, quanto maior o tempo de exposição à substância, mais facilmente desenvolverá a doença.
3) A energia do pensamento – Todo cigarro é nocivo! A pessoa que fuma, mas consegue manter um bom padrão mental de pensamentos, com orações e principalmente ações de ajuda ao próximo, consegue de certa forma amenizar esse efeito. Evidentemente que deixa escapar oportunidade ímpar de melhorar sua energia vital, pois médiuns videntes observam que a energia do duplo etérico de fumantes possui a coloração acinzentada e apresenta aspecto viscoso. Agora se a pessoa fuma e mantém uma casa mental desequilibrada, a sua própria energia contribui para a aceleração do processo de dano do corpo físico, além de se tornar vítima de obsessores mais facilmente.
4) A prevenção – Toda medicina holística deve ser baseada na prevenção. Enquanto corpos de carne, somos sujeitos a hereditariedade, apesar do controle exercido pelo perispírito. Dessa forma é sempre bom evitarmos fatores desencadeantes de doenças comuns na nossa família, como por exemplo ficar obeso e ter hipertensão e diabetes. Se na minha família há vários casos dessas doenças, como não olhar pra isso?
Da mesma forma, a prevenção psíquica, mantendo bons hábitos de vida, com a tentativa lúcida e serena de se reformar. Com isso alijaremos do nosso perispírito energias densas acumuladas no decorrer das vivências passadas, evitando adoecer pela prática do amor, da caridade e pela aquisição de conhecimento.
Antes de contar vantagem em fumar, ou beber e não ter desenvolvido nenhuma doença, é bom pensar que essas energias doentes estão sendo armazenadas no seu corpo astral, comprometendo sua saúde na dimensão verdadeira, real de vida. Pensemos nisso!
Muita paz e luz a todos!

Sérgio Vencio –Fonte: Blog- Medicina e Espiritualidade

AJUDAR SEMPRE


Onde e com quem você estiver, estará sempre contando com a proteção de Deus. Jamais Deus faz qualquer tipo de discriminação ante os seus criados. Cada um é protegido por Deus, pelo seu merecimento e por tudo que procurou fazer ao próximo. Faze o bem, pois isto conta muito a seu favor diante da grandeza de Deus. Todos os seus irmãos precisam muito do seu carinho e da sua orientação, e porque julgues não estar em condições de ajudar, tenha certeza que está apto a fazer muito mais do que imagina poder e não subestime sua capacidade. Amar e ajudar sempre, tal é a lei. Sede humilde pois Jesus também está contigo, e seguindo seus passos poderá chegar ao Pai Celestial

do site Gotas de Paz

MENSAGEM DO DIA

A nossa verdadeira natureza é Libertação, mas nós imaginamos que estamos presos e fazemos um grande esforço para nos libertar, apesar de sermos sempre livres. Mas isso só é compreendido quando nós chegamos àquele estado. Então, nós ficaremos surpresos ao descobrir que estávamos lutando freneticamente para atingir algo que nós sempre fomos e somos.

Ramana Maharshi

terça-feira, 17 de abril de 2018

COMO O ESPIRITISMO ENCARA OS TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS?


O assunto não foi, evidentemente, tratado por Kardec, mas o Dr. Jorge Andréa, no seu livro Psicologia Espírita, págs. 42 e 43, examinando o tema, assevera que não há nenhuma dúvida de que, nas condições atuais da vida em que nos encontramos, os transplantes devem ser utilizados.
“A conquista da ciência é força cósmica positiva que não deve ser relegada a posição secundária por pieguismos religiosos. Por isso, chegará o dia em que poderemos avaliar até que ponto as influências espirituais se encontram nesses mecanismos, a fim de que as intervenções sejam coroadas de êxito e pleno ntendimento”.
Perguntaram a Chico Xavier se os Espíritos consideram os transplantes de órgãos prática contrária às leis naturais.
Chico respondeu: “Não. Eles dizem que assim como nós aproveitamos uma peça de roupa que não tem utilidade para determinado amigo, e esse amigo, considerando a nossa penúria material, nos cede essa peça de roupa, é muito natural, aos nos desvencilharmos do corpo físico, venhamos a doar os órgãos prestantes a companheiros necessitados deles, que possam utilizá-los com segurança e proveito”.
Todos podemos doar nossos órgãos ou há casos em que isso não se recomenda?
É claro que todos podemos.
A extração de um órgão não produz reflexos traumatizantes no perispírito do doador.
O que lesa o perispírito, que é nosso corpo espiritual, são as atitudes incorretas perpetradas pelo indivíduo, e não o que é feito a ele ou ao seu corpo por outras pessoas.
Além disso, o doador desencarnado é, muitas vezes, beneficiado pelas preces e pelas vibrações de gratidão e carinho por parte do receptor e de sua família.
A integridade, pois, do perispírito está intimamente relacionada com a vida que levamos e não com o tipo de morte que sofremos ou com a destinação de nossos despojos.
Há casos, no entanto, que a doação ou a extração de órgãos não se recomenda.
No dia 6 de fevereiro de 1996, atendemos um Espírito em sofrimento, que recebera o coração de um jovem morto num acidente, o qual, sem haver compreendido que desencarnara, o atormentava no plano espiritual, reclamando o coração de volta.
Curiosamente, o Espírito que recebera o órgão sabia estar desencarnado e lembrava até haver doado as córneas a outra pessoa.
Indagaram a Chico Xavier: “Chico, você acha que o espírita deve doar as suas córneas? Não haveria nesse caso repercussões para o lado do perispírito, uma vez que elas devem ser retiradas momentos após a desencarnação do indivíduo?”.
Respondeu o bondoso médium mineiro (“Folha Espírita”, nov/82, apud “Chico, de Francisco”, pág. 84):
“Sempre que a pessoa cultive desinteresse absoluto em tudo aquilo que ela cede para alguém, sem perguntar ao beneficiado o que fez da dádiva recebida, sem desejar qualquer remuneração, nem mesmo aquela que a pessoa humana habitualmente espera com o nome de compreensão, sem aguardar gratidão alguma, isto é, se a pessoa chegou a um ponto de evolução em que a noção de posse não mais a preocupa, esta criatura está em condições de dar, porque não vai afetar o perispírito em coisa alguma.
No caso contrário, se a pessoa se sente prejudicada por isso ou por aquilo no curso da vida, ou tenha receio de perder utilidades que julga pertencer-lhe, esta criatura traz a mente vinculada ao apego a determinadas vantagens da existência e com certeza, após a morte do corpo, se inclinará para reclamações descabidas, gerando perturbação em seu próprio campo íntimo. Se a pessoa tiver qualquer apego à posse, inclusive dos objetos, das propriedades, dos afetos, ela não deve dar, porque ela se perturbará”.
Anos depois dessa resposta, registrou-se o caso Wladimir, o jovem suicida que foi aliviado em seus sofrimentos post-mortem graças às preces decorrentes da doação de córneas por ele feita, mostrando que, mesmo em mortes traumáticas como essa, a caridade da doação, quando praticada pelo próprio desencarnante, é largamente compensada pelas leis de Deus.


(O caso Wladimir é narrado no livro “Quem tem medo da morte?”, de Richard Simonetti.)
Do site “O Consolador” - Estudos Espíritas
Fonte: ESPIRIT BOOK

PENSAMENTO DE HOJE

Nós não podemos ver fora o que nós não somos dentro.

Swami Vivekananda

domingo, 15 de abril de 2018

ORAÇÃO DOS APÓSTOLOS



Sagrado Princípio, Deus ou Pai Onipresente, Onisciente e Onipotente. Sendo filho Teu, depositário de Tuas Virtudes Divinas, para desabrochá-las e tornar-me uno total, devo conhecer e viver Teus Ensinos e Tuas Graças.
Dá-me forças, Pai Divino, a fim de que não fraqueje diante das dificuldades da vida, nem me torne orgulhoso, petulante ou arrogante, quando as passageiras fortunas do Mundo me estiverem bafejando.
Jesus, que viveste a Função de Cristo Modelar e Modelador, Exemplo de Comportamento e Derramador do Espírito de Dons e Sinais sobre toda a carne, de Ti aguardo a presença exemplificadora, custe o que custar, para que jamais permita eu, venha a VERDADE a se inclinar diante de quaisquer simulacros, sob pretextos quaisquer.
Ajuda-me, Divino Modelo, para que Teu Exemplo seja o Evangelho de minha vida, e eu jamais me constitua pedra-de-tropeço no Caminho da Verdade.
Santos Anjos ou Espíritos Mensageiros. Assim como estivestes subindo e descendo sobre o Verbo Modelar e Modelador, produzindo aqueles grandiosos sinais e prodígios, aquelas maravilhosas curas, assim espero a vossa presença e o vosso auxílio, não segundo minha vontade, porém como seja por Deus designado, pois reconheço minhas relatividades, minhas falhas perante Sua Divina Justiça.
Em qualquer circunstância, mereça mais, menos ou nada, agradeço vossa presença e inspiração, a fim de que eu trilhe o Caminho da Verdade, do Amor e da Virtude, que é a Essência do Evangelho, o caminho da autodivinização, a gloriosa União Divina.

Autor desconhecido

“FAMÍLIA: ESTAVA TUDO COMBINADO ANTES DA REENCARNAÇÃO?




Planejamento familiar: aqui na Terra muito se fala em torno desse tema, ressaltando a sua importância. O que muitos ignoram, no entanto, é que antes mesmo de um casal reencarnar, há Guias Espirituais encarregados de levá-lo a conhecer os futuros filhos e que, juntos, traçam planos e metas que todos deverão se esforçar por alcançar, com vistas à evolução espiritual de cada um. Isso é o que nos assegura a Doutrina Espírita.
A mentora Joanna de Ângelis, em sua obra Constelação Familiar, lembrando tal fato, explica que ele se deve a deveres inadiáveis dos futuros pais. “Consultados os mapas das responsabilidades pessoais, são-lhes apresentados pelos Guias Espirituais aqueles que deverão constituir lhes a prole e lhes proporão a pauta para o processo de crescimento espiritual, no qual todos deverão atingir as metas que perseguem”. Programas e projetos; pautas e metas. Responsabilidades pessoais. As expressões são bem claras e não deixam dúvidas de que os espíritos que, em cada nova encarnação, vêm ao plano terreno para viverem em uma determinada família, o fazem obedecendo a uma orquestração que se iniciou muito antes do próprio nascimento de todos eles, sob a chancela de um Guia Espiritual.
Somente naqueles casos em que, por total irresponsabilidade, há uma gravidez indesejada, é que tal planejamento não existe. São, em geral, situações em que predominam o sexo desregrado, ligado apenas ao mundo das sensações, sem nenhum comprometimento com filhos que possam advir de relações fortuitas. Mas, mesmo assim, como não existe acaso, pelas leis que regem o Universo sempre haverá a sintonia vibratória que fará reunir na mesma faixa de pensamento espíritos afins, ensejando, assim, que se atenda às necessidades de evolução dos envolvidos.
Se há um ordenamento prévio na constituição da família, conduzido por mãos de Protetores Espirituais, era de se esperar que os pais honrassem os compromissos assumidos e, ao final de cada jornada, pudessem sair vitoriosos, tanto em relação a si próprios quanto a seus filhos.
No entanto, sabemos que muitos são os fatores que impedem que assim seja. Imaturidade dos genitores; fraqueza moral que os faz desistir da vida em comum ante obstáculos perfeitamente contornáveis; dificuldades em resistir aos apelos do prazer e dos vícios, são alguns deles. A esta lista podemos acrescentar a figura de pais que transferem para os filhos suas frustrações, neles projetando ambições não desejadas, sonhos não sonhados, tornando-os, por vezes, fracassados e infelizes. Ou de mães vaidosas que adornam seus filhos de maneira exagerada, exibindo-os como troféus, sem se preocuparem em tornarem formosos seus espíritos.
Se do ponto de vista dos pais há esses e outros fatores que dificultam o cumprimento dos projetos traçados no além, também por parte dos filhos encontramos explicações para o insucesso na conquista dos alvos idealizados.
Apesar das metas traçadas, visando aos processos de reparação ou aprendizagem de todos os envolvidos, não podemos nos esquecer de que somos todos espíritos dotados de livre-arbítrio. Muitas vezes, diante da realidade e de situações amargas que a vida impõe ao espírito, ele recua e busca se afastar do seu núcleo familiar, rompendo as relações estabelecidas. Sente que não se acha, ainda, preparado. É possível que nessas situações, especialmente quando há resgates sérios envolvendo figuras parentais ou com os irmãos, os sentimentos de rejeição e animosidade afloram do inconsciente, tornando a convivência muito difícil.
Guardando, porém, a certeza de que todas as circunstâncias que nos envolvem fazem parte do esquema que aceitamos para o nosso progresso, fica mais fácil suplantar as barreiras que, em dado momento, nos parecem intransponíveis. Esse conhecimento poderá nos ajudar a olhar com mais indulgência e boa vontade para essa ou aquela pessoa da família que nos afigura insuportável, pensando que renascemos para superar as guerras íntimas do passado. E a família, neste particular, tem verdadeira função terapêutica.
Santo Agostinho, no livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, ao abordar o tema dos desajustes familiares, especialmente os que se dão em torno das relações pais e filhos, aconselha que o melhor caminho é pensar que, em vidas passadas, um dos dois errou muito. Se nessa díade, somos aqueles que já viveram mais e acumularam mais experiência, talvez seja mais razoável que assumamos a autoria dos erros, ao invés de imputá-la a nossos filhos.
Podemos ser felizes vivendo junto aos nossos familiares. A família é bênção que o Pai nos oferece, em cada nova encarnação, para que aprendamos a nos amar verdadeiramente. Tudo depende de nós.


Bibliografia:
Joanna de Ângelis. Constelação familiar. Psicografado por Divaldo Franco – Editora Leal, 2018.

“O DESAPARECIMENTO DO CORPO DE JESUS” UMA VISÃO ESPÍRITA."



Os guardas que tomavam conta do túmulo de Jesus procuraram os sacerdotes para contar que a pedra do sepulcro fora removida e o corpo desaparecera.
Os chefes dos sacerdotes se reuniram com os anciãos, e deram uma grande soma de dinheiro aos soldados, dizendo-lhes: "Digam que os discípulos Dele foram durante a noite, e roubaram o corpo, enquanto vocês dormiam. Se o governador ficar sabendo disso, nós o convenceremos e vocês não precisam ficar preocupados.” Os soldados pegaram o dinheiro e fizeram como estavam instruídos. E assim, tal boato espalhou-se entre os judeus, até os dias de hoje. (Mt. 28:11/15)
OBSERVAÇÃO DE THEREZINHA OLIVEIRA:
1) O que mais interessava aos sacerdotes era que o corpo de Jesus não sumisse e pudesse ser apresentado, para comprovar que o líder estava morto e desanimar os seus seguidores. Se a versão do roubo foi divulgada, é que de fato o corpo desapareceu e eles não podiam mais apresentá-lo ao povo.
2) Teriam mesmo os discípulos roubado o corpo de Jesus? Muito dificilmente, pois não eram guerrilheiros, mas homens do povo e havia uma escolta guardando o sepulcro. Se realmente tivesse sido roubado, o dever dos guardas era comunicar não aos sacerdotes, mas aos seus superiores militares (os romanos) para a tomada de providências.
3) Como teria desaparecido o corpo carnal de Jesus? Por transporte espiritual para outro lugar; ou por desmaterialização. Se Jesus desmaterializava feridas quando curava leprosos, por que os espíritos superiores que o acompanharam em seus momentos finais na Terra, não poderiam fazer o mesmo com seu corpo? (no O Evangelho segundo o Espiritismo cap.III, item 9, diz que nos mundos superiores "(...) a morte de modo algum acarreta os horrores da decomposição(...)"). Sinal que eles tem um método de não deixar um corpo físico entrar em decomposição. Mas, por que isso foi feito? Talvez para evitar que os homens dessem demasiada importância aos restos mortais de Jesus e os arrastamentos de cá para lá, até hoje, em disputas e vãs exibições, como fez com as relíquias de alguns dos chamados santos. Não é a carne de Jesus que precisamos reverenciar e amar. É ao seu espírito, sábio e amoroso, que um dia aceitou nascer entre nós e, durante pouco mais de trinta anos, a todos nos ensinou a viver como Filhos de Deus.
Maria T Compri no livro Evangelho no Lar, no capítulo IV, diz: “A uma pergunta feita a Chico Xavier, sobre o que os Espíritos dizem a respeito da natureza do corpo de Jesus, ele respondeu:
- Jesus é como o Sol num dia de céu azul, e nós somos apenas palitos de fósforo acesos, à hora do meio-dia. O que é importante saber, e discutir, é sobre os seus ensinamentos e sua Vivência Gloriosa.
De fato, a Humanidade tem deixado de lado os Ensinamentos Morais do Cristo, para discutir coisas que em nada nos modificam as disposições interiores, como seja a natureza do corpo de Jesus, como Ele conseguiu ficar quarenta dias com os apóstolos, o que foi feito de seu corpo, após a ressurreição etc. Somos ainda pequeninos “palitos de fósforo acesos, à hora do meio-dia”, e distantes nos encontramos de absorvermos todas as verdades contidas no Universo, para nos determos nestas questões que a muitos ainda confundem.
Certamente, vivenciando seus ensinamentos e crescendo em Espírito e Verdade, futuramente teremos condições de apreender todo este conhecimento por processos naturais(...)”


Compilação de Rudymara retirada dos livros Evangelho (Novo Testamento); Estudos Espíritas do Evangelho de Therezinha Oliveira e Evangelho no Lar de Maria T. Compri.

Fonte; GRUPO DE ESTUDO ALLAN KARDEC

MENSAGEM DO DIA



O problema é que você ignora seu estado de beatitude. Esse desconhecimento lança um véu sobre o puro Eu superior, que é a beatitude. Tentativas são feitas apenas no sentido de remover esse véu de desconhecimento, que não passa de um conhecimento errado. O conhecimento errado é a falsa identificação do ser com o corpo, a mente, etc. Essa falsa identificação precisa desaparecer, restando, assim, apenas o Eu superior.

Portanto, a Realização se destina a todos: a realização não estabelece diferença entre aspirantes. A própria dúvida quanto à possibilidade de realizar o Eu superior e a noção de que “Ainda não o realizei” são os obstáculos. Liberte-se também desses obstáculos. 

Sri Ramana Maharshi

terça-feira, 10 de abril de 2018

"AS RELIGIÕES E A MORTE"



A entrega total ao aspecto material da vida faz com que assuntos importantes não recebam os devidos cuidados.
Para um grande contingente de pessoas, o comportamento religioso é puramente protocolar, não toca o coração, não cria raízes na alma. E' um procedimento passivo com hora marcada e tempo definido para a sua prática, ou seja, o período que dura a reunião dos adeptos nos seus núcleos, uma ou mais vezes por semana.
Fora isso: "a vida foi feita para se viver", segundo o jargão popular. E como a maioria não se importa com o futuro nem desta nem da outra vida, concentra toda a sua energia aqui e agora, vivendo "intensamente" o que a vida pode oferecer. Com essa entrega quase total às preocupações materiais, coisas importantes que fazem parte da vida ficam sem cuidados, e só serão lembradas na velhice ou na doença grave.
Uma delas é a reflexão sobre a morte. Para os que se julgam "de bem com a vida", essa é a última coisa em que querem pensar. Talvez isso se deva ao modo como historicamente se tem tratado a morte, sempre pintada com cores escuras e enfeitada com os adereços do horror e do pesar.
Se as religiões ao menos ensinassem ao povo sobre o que seja esse fenómeno natural... Sendo uma questão de fundo essencialmente moral, deveria ser um assunto já resolvido por elas. Mas, ao contrário, a massa humana da Terra tem da morte vagas intuições que nem de longe interferem na forma de pensar e agir na vida.
Mesmo sabendo que a morte nos acompanha a cada dia, não se consegue falar dela sem antes persignar-se, sentir um calafrio ou mesmo um leve mal-estar, já bem próximo do agouro. Para uns a morte é apenas o "outro lado", para outros o desconhecido, para outros tantos uma enorme "desmancha prazeres" que porá fim ao bem-bom da vida. Essa forma de pensar não nos permite um desligamento fácil das sensações curtidas durante toda uma vida e que impregnaram nosso corpo espiritual.
Por isso o Espiritismo ensina que as pessoas "materializadas" passam apuros depois de morrer, porque a vida continua e com ela, tudo o que acumularam em si. As vibrações do prolongado culto à matéria, criando hábito e vínculos mentais, custam a se "dissolver", causando sofrimento.
Se as religiões explicassem a morte, saberíamos como melhor viver. Sabendo-nos imortais, com a possibilidade de ir e voltar, entenderíamos que a morte é uma porta aberta, franqueando passagem. Claro que a família poderia colaborar com as novas gerações na quebra desse mito, mas como fazei isso, se nem ela sabe explicar?... Desde o banco rústico até a universidade, a escola daria uma grande contribuição na formação espiritual do ser humano se divulgasse mais as toneladas de estudos já realizados pela orgulhosa ciência e que confirmam a plena atividade da alma depois da morte.
Com essa aliança de saberes e convicções, compreenderíamos que vida e morte se revezam continuamente por toda a natureza. E, ao invés da desesperança e da incredulidade, poderíamos planejar o nosso futuro com mais segurança, idealizar o ambiente em que gostaríamos de estar depois de morrer, dedicando cada minuto da vida atual a juntar as moedas morais que são aceitas do lado de lá.
Refletir sobre a morte é preparar-se através do conhecimento. Como afirma Herculano Pires, "morrer é deixar o condicionamento animal e passar à vida espiritual"1, onde não existe inércia nem vazio.
Individualmente, não precisamos que a ciência dita oficial dê a última palavra sobre a imortalidade da alma e seus desdobramentos, e tampouco podemos ficar esperando que as religiões dogmáticas expliquem a morte. Se procurarmos as respostas, sem medo nem preconceito, chegaremos após um mínimo de esforço, apenas através do bom senso, à importante constatação de que a vida continua sem interrupção, onde quer que estejamos — do lado carnal ou do lado invisível —, e isso mudará tudo. Perceberemos de imediato que o enorme esforço empregado na vida material para chegar a resultados não mais que pífios e ilusórios poderá ser canalizado para a construção do nosso ideal, individual e coletivo, referente ao Espírito.
Teremos então uma dimensão mais exata da vida e a compreenderemos como um processo de transformação constante, sempre adequado ao meio e as finalidades.


Cláudio Bueno da Silva
O Clarim, 1/14 Fonte: A Casa do Espiritismo
(1) PIRES, J. Herculano. Educação para a morte. Paideia.

NASCIMENTO E MORTE


“O nascimento e a morte não são dois estados diferentes, mas sim aspectos diferentes do mesmo estado”.
Mahatma Gandhi
Seria interessante se pudéssemos parar para refletir sobre essas palavras de Gandhi… Se pudéssemos realizar, nos darmos conta, de que estamos “indo e vindo”, “nascendo e morrendo”, há inúmeros milênios… Se pudéssemos efetivamente interiorizar, enquanto encarnados, que somos em verdade espíritos imortais, desde a fração mais ínfima de milionésimo de segundo da nossa criação…
Vemos ainda na atualidade, depois de longo percurso no tempo, espíritas e espiritualistas em geral perplexos diante da realidade dessa transição, assustados e até surpresos, como se “nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar” não fosse uma lei natural à qual todos (e tudo) estamos submetidos.
Atualmente fala-se e escreve-se tanto sobre transição, entendendo-a geralmente mais como destinada aos mundos do que às criaturas; contudo, aplica-se a toda criação. Podemos dizer que a impermanência é parte integrante da lei de progresso – nada permanece estático, inalterado indefinidamente, muito menos nós, espíritos em evolução. Nós estamos em transição a todo momento, física, mental, intelectual e espiritualmente, não apenas quando mudamos para os estágios evolutivos, como dizemos, mais avançados. Muda o nosso aspecto físico, a nossa saúde física; muda a nossa maneira de pensar, de ver e entender as coisas e as pessoas, mudam o nosso nível intelectual e cultural.
No entanto, ainda temos dificuldades em lidar com a mudança de estado.
E quando nos vemos diante da proximidade dessa transição em relação a nós próprios, sentimos a mesma dificuldade… Muito frequentemente nem queremos pensar nessa passagem, muito menos falar nela ou nos prepararmos para ela… Vivemos como se tal fato nunca fosse acontecer conosco… Como disse o companheiro de ideal André Trigueiro, em seu texto Linhas Tortas (jornal Correio Fraterno nº 471): “Mergulhados na existência, a distração parece ser a regra, e a dispersão nos conduz pelas correntezas da vida”.
No livro O Céu e O Inferno, Capítulo II, itens 1 a 9, Allan Kardec faz um estudo detalhado sobre o temor da morte:
Ainda nesse estudo, o mestre Kardec afirma que “à proporção que o homem compreende melhor a vida futura, o temor da morte diminui; uma vez esclarecida a sua missão terrena, aguarda-lhe o fim com calma, resignada e serenamente”.– ele diz que diminui… Na nossa presente estatura espiritual ainda não podemos pensar que estaremos inteiramente livres desse temor >– até porque, se temos a certeza da vida futura e igualmente a certeza de que a estamos elaborando enquanto a caminho, de forma melhor ou pior, em conformidade com nossos atos, palavras e pensamentos durante esta existência que ora palmilhamos, sabemos também que ainda teremos que arcar com certas consequências, algumas vezes menos agradáveis…
No item 10, o último do citado estudo, Kardec demonstra a razão porque os espíritas não temem a morte. De minha parte, eu diria que Kardec foi bastante otimista com essa afirmação – pelo menos por enquanto… É certo que a Doutrina Espírita, como ele declara, muda inteiramente a maneira de se encarar o futuro, o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática e que a confiança decorre, outrossim, dos fatos testemunhados e da concordância desses fatos com a lógica, com a justiça e a bondade de Deus, correspondendo às íntimas aspirações da Humanidade.
E não carece dúvida de que a maior aspiração das humanidades através dos ‘multiversos é a felicidade, é a paz de espírito, é o que Jesus ensinou como sendo “o reino de Deus em nós”.
CORREIO ESPÍRITA | Doris Madeira Gandres
Bibliografia:
O Céu e O Inferno, Kardec Allan – Cap.II, ítens 1 a 9 e Item 10

MENSAGEM DO DIA


Devemos cultivar o temperamento otimista e esforçar-nos em ver o bem que há em tudo. Se nos sentarmos, lamentando a imperfeição de nossos corpos e mentes, nenhum proveito tiraremos; é o esforço heroico por subjugar as circunstâncias adversas que nos eleva o espírito.

Swami Vivekananda

segunda-feira, 9 de abril de 2018

“NINGUÉM MORRE ANTES DA HORA???”


Muitas vezes nos referimos a morte de uma pessoa como "TENDO CHEGADO A  HORA", ou ainda "NINGUÉM MORRE ANTES DA HORA".
Alguns ainda acreditam que a MORTE tem dia, hora, e minutos para acontecer, mas o espiritismo nos ensina que não devemos ser DETERMINISTAS. 
Daí muitos perguntam: temos pré-determinada a hora de nossa morte? Ninguém morre antes da hora determinada?
Na visão espírita, temos que analisar 2 aspectos muito importantes  quando do nascimento do SER HUMANO:
1º aspecto é o POTENCIAL GENÉTICO que recebe dos Pais na formação do corpo que determina seus potenciais e limitações. Ex.: a cor dos cabelos, a cor da pele, e a combinação genética da cor dos olhos, e a aparência física. Filhas geralmente são parecidas com as mães e filhos com os pais, "predominância cromossômica".
2º aspecto é POTENCIAL ENERGÉTICO do PERISPÍRITO que liga as duas partes ESPÍRITO E CORPO, arrastando para este corpo energias POSITÍVAS ou NEGATIVAS de suas vidas passadas cfe sua evolução. Energias estas que provocam alterações genéticas e de funcionamento do CORPO FÍSICO. Ex.: Alterações exclusivamente suas como: Caráter, os vícios, os Defeitos Morais e Físicos.
Estes 2 aspectos juntos estabelecem um POTENCIAL DE VITALIDADE (é o tempo) ou de ENERGIA VITAL, que vão determinar o tempo máximo de vida orgânica.
Ao passar dos anos o individuo vai assumindo seu LIVRE-ARBÍTRIO (ESCOLHAS) levando ao Perispírito possibilidades de alterar suas características energéticas, melhorando ou piorando suas energias VITAIS, cfe seu USO, seu estilo de vida,  os hábitos, costumes, sua educação familiar, escolar e comunitária, e os vícios.
Exemplos: Se tem o vicio de FUMAR, está provado que o consumo de 1 único cigarro CUSTA ao organismo físico um desgaste orgânico cerca de 12 a 14 minutos de vida. Significa que a cada 5 cigarros lhe custam 1 hora de vida. O que falar então do uso de drogas tóxicas e do alcoolismo, além da alimentação inadequada para suprir os níveis mínimos de sustentação do corpo, tudo isto leva a um desgaste energético alterando o seu tempo de vida orgânico. Só isto já colocaria por TERRA a teoria de que ninguém morre antes da hora.
Quem não cuida de suas energias no PERISPÍRITO (o que esta ligado ao equilíbrio espiritual) e de seu CORPO, sem dúvida diminui seu tempo de vida, ou seja MORRE ANTES DA HORA (o que lamenta muito depois). Com isso, adquire DÉBITO ENERGÉTICO, que RESGATARÁ no futuro. Daí hoje a presença das DOENÇAS que foram com o espírito e agora voltam para serem curados ou não.

Além de tudo vivemos em relação com outras pessoas e com a natureza este convívio tem consequências. EXEMPLO.
Uma forma bem direta: Alguém vai a uma festa e embriaga-se, ao voltar dirigindo atropela 3 pessoas, sendo UMA CRIANÇA, UM JOVEM, E UM ADULTO. PERGUNTO? Estas 3 pessoas estavam na hora de suas mortes? Estava escrito isto nas suas reencarnações? Evidente que não, pois do contrário não existiria o LIVRE-ARBÍTRIO, tudo no mundo seria determinismo e nos seriamos uns ROBÔS de passagem pela TERRA.
O motorista bêbado interrompeu os diferentes potenciais de vida de alguns anos do ADULTO, de várias décadas do JOVEM e da CRIANÇA que ainda poderiam viver muito com seus corpos orgânicos. "As três pessoas morreram antes da hora". ESTES PODEM PERSEGUIR O MOTORISTA POR ISTO.
O mesmo podemos dizer de TRAFICANTES e CRIMINOSOS que de uma forma ou outra levam pessoas a interromperem seus diferentes potenciais que estavam previamente planejados.  Muito embora, cada um tem seu LIVRE-ARBITRIO em escolher isto, mas o que está em jogo aqui é o desvio a que são levados. A responsabilidade de ambas as partes terá que ser resgatada.
Não existe uma "programação de MORTE", por parte do PLANO ESPIRITUAL, existe um potencial de vida (previamente planejada), que pode ser estendido pelo equilíbrio espiritual e o respeito pelo CORPO, ou ainda encurtado pelo próprio indivíduo ou por terceiros aos quais todos respondem nesta e em outras vidas.
Como já FALEI não existem Mortes Programadas senão cada movimento no mundo terias que estar programado. Um atropelamento numa hora de PICO numa cidade movimentada acontece e se isto estivesse "programado", o ATROPELADOR já nasceria com essa MISSÃO, e para ajustar a sincronia entre o atropelador e atropelado, todo o trânsito da cidade deveria estar PROGRAMADO, para que todos os envolvidos se encontrassem naquele exato instante. Só isto já se evidencia que não existe "Hora de Morte Programada".
O que faltou foi o cuidado que o atropelado deveria ter se estivesse equilibrado E atento e/ou a responsabilidade do motorista no momento que dirige um veículo. Creio que esses argumentos evidenciam que não existe "hora de morte programada".
O que os espíritas devem cuidar é para não se tornarem crentes do determinismo, acreditando numa "programação absoluta da reencarnação", ferindo assim o LIVRE-ARBÍTRIO.


Fonte: Espiritismo em Pauta.

“VOCÊ ESTÁ VIVENDO A VIDA ETERNA? ”


São Francisco de Assis, que muitos dizem ser a reencarnação de João Evangelista, o apóstolo do amor, resume nesse trecho de sua famosa prece (‘É morrendo que se vive para a vida eterna’), um dos maiores ensinamentos que podemos aplicar em nossas vidas.
Todas religiões cristãs acreditam na vida após a morte, apesar da maioria de seus seguidores viverem como se não fosse haver amanhã. Mas o ensinamento do mestre italiano vai além. Ele nos fala sobre a superação após cada dificuldade, cada perda, cada dor, cada luto.
A vida, criteriosamente planejada pelos nossos mentores, segue no ritmo do nosso livre arbítrio e nos traz as dificuldades necessárias ao nosso aperfeiçoamento. Em épocas mais inspiradas conseguimos entender e perceber isso com facilidade. Mas alguns problemas parecem criar uma barreira instransponível.
Toda dificuldade vencida devia ser celebrada como mais um ponto ultrapassado, mais um degrau escalado na nossa evolução espiritual. Mas na maioria das vezes, assumimos uma posição de vítimas de um destino punitivo, e tendemos a reclamar. Como está pesado! Como está difícil!
A tão proclamada vida eterna não deve ser aguardada de forma platônica. Ela é o hoje. Não há interrupção.
Vivenciamos hoje nossa vida eterna de espíritos e traçamos no agora as nossas escolhas. A cada problema, devemos fazer morrer em nós o homem velho e nascer o homem novo, conforme nos orienta Paulo de Tarso.
Como podemos falar que acreditamos nessa vida eterna se nos desesperamos a cada problema, a cada dor e principalmente a cada luto. Não há amor maior que o de Deus, que tudo rege e coordena. Tudo, absolutamente tudo que nos acontece serve para nos tornar pessoas melhores e mais espiritualizadas.
Morrendo e renascendo a cada dia, nos damos oportunidades de esquecer as mágoas, cultivar e celebrar o amor, repensar cada ato negativo, vivenciar as perdas e lutos, nos desligar do passado e seguir adiante. Devemos aprender a ver nas dificuldades, grandes oportunidades. Transcendendo a posição de vítimas divinas, enxergarmos com clareza o que cada dor quer nos ensinar. A grande questão é – O que eu tenho de melhorar? O que a vida quer me mostrar?
Não espere desencarnar para atingir a vida eterna. Essa vida eterna, plena, espiritual deve ser buscada ontem.
MEDICINA E ESPIRITUALIDADE | Sérgio Vencio
Fonte: Chico de Minas Xavier

PENSAMENTO DE HOJE



Tudo que é perecível vai perecer um dia. Devemos estar preparados para quando isso acontecer.

Paulo e Lauro Raful

domingo, 8 de abril de 2018

PRECE DE MEIMEI

Faze-me perceber que o trabalho do bem me aguarda em toda parte.

Não me consintas perder tempo, através de indagações inúteis.
Lembra-me, por misericórdia, que estou no caminho da evolução, com os meus semelhantes, não para consertá-los e sim para atender à minha própria melhoria.
Induze-me a respeitar os direitos alheios a fim de que os meus sejam preservados.
Dá-me consciência do lugar que me compete, para que não esteja a exigir da vida aquilo que não me pertence.
Não me permitas sonhar com realizações incompatíveis com os meus recursos, entretanto, por acréscimo de bondade, fortalece-me para a execução das pequeninas tarefas ao meu alcance.
Apaga-me os melindres pessoais, de modo que não me transforme em estorvo diante dos irmãos, aos quais devo convivência e cooperação.
Auxilia-me a reconhecer que cansaço e dificuldade não podem converter-me em pessoa intratável, mas mostra-me, por piedade, quanto posso fazer nas boas obras, usando paciência e coragem, acima de quaisquer provações que me atinjam a existência.
Concede-me forças para irradiar a paz e o amor que nos ensinaste.
E, sobretudo, Senhor, perdoa as minhas fragilidades e sustenta-me a fé para que eu possa estar sempre em Ti, servindo aos outros.

Assim seja.

Pelo espírito de MEIMEI - Por Chico Xavier

HÁ LUZES NO CÉU



Liberte-se das culpas que não são suas, deixe rolar em sua face as lágrimas que aprisionam seus sentimentos, perdoe tudo que tem a perdoar e deixe o brilho da luz voltar a abraçá-lo.
E quando pensar em desistir, lembre-se que Deus está sempre perto de você dizendo, não desista pois existe saída.
Com Deus ao seu lado te protegendo e se tiver humildade de aceitá-lo, verá como as coisas se tornam simples e fáceis.
As luzes do céu são centelhas divinas a nos consolar e amparar, estão sempre iluminando nossa caminhada para jamais nos deixar no escuro.
Todo sinal de luz em nossa vida é benção do Alto nos mandando o recado de que não estamos sozinhos.
Ilumina nossos caminhos, enche de luz nosso coração e afaga nossa Alma, porque não há nada mais grandioso do que as luzes do céu.
Somos diariamente iluminados, nosso único trabalho é manter em nosso coração as luzes do céu sempre a nos iluminar, através da prece e dos bons pensamentos.us, assim como seu Anjo da guarda, jamais desistirão de você pois querem que seja vitorioso!

do site Gotas de Paz

"O PERDÃO. QUANDO VOCÊ NÃO PERDOA O PRISIONEIRO É VOCÊ."


A vida é uma passagem tão efêmera e muitos de nós nos apegamos a pensamentos mesquinhos, mágoas e ressentimentos quando na verdade somos todos culpados.
Nada acontece por acaso. Quando reencarnamos nessa terra de expiações, chegamos com a missão muitas vezes do resgate de dividas com muitos que fazem parte do nosso círculo de afinidades. Essa dívida vem como um resgate e podem ser na mesma família como no círculo de amizades e trabalho. Nenhuma pessoa entra em nossa vida por acaso. Temos com elas a oportunidade de crescimento individual e coletivo.
Existe uma história sobre Chico Xavier que conta a passagem do seu sobrinho por essa terra. Nela a cunhada de Chico teve um filho deformado que tinha dificuldades múltiplas e não conseguia deglutir o alimento então Chico fazia bolos de alimento e colocava em sua garganta para ajudá-lo a engolir. Com o tempo ele desenvolveu um sentimento de amor pelo sobrinho como de um pai e pedia a Deus para que a criança não partisse.
Emanuel o orientou que isso só aconteceria quando os pulmões crescessem, pois não encontrariam espaço e qualquer gripe o levaria. Próximo de completar doze anos a criança teve uma gripe que se agravou.
Próximo do seu desenlace a criança voltou a enxergar e Chico pode ver em seus olhos toda a gratidão pelo amor recebido. Ela não disse uma palavra, mas seus olhos disseram tudo. Emanuel esclareceu que depois de 150 anos esse irmão se voltou novamente para a Luz.
Quanto amor e oportunidade de resgate para ambos. Quantos ensinamentos podemos tirar dessa história. No entanto nem tudo é falta e resgate. Allan Kardec diz no Evangelho Segundo o Espiritismo que “Não podemos crer, no entanto, que todo sofrimento suportado neste mundo denote a existência sempre de prova, mas nem sempre a prova é uma expiação de uma determinada falta. Muitas vezes são simples provas buscadas pelo Espírito para concluir a sua depuração e ativar o seu progresso.
Assim, a expiação serve de prova, mas nem sempre a prova é uma expiação. (...) sem dúvida, o sofrimento que não provoca queixumes pode ser uma expiação; mas, é indício de que foi
buscada voluntariamente, antes que imposta, e constitui prova de forte resolução, o que é sinal de progresso”.
Para que o culpado sinta a necessidade do ressarcimento ele precisa sentir a necessidade de quitação da dívida adquirida. O mal praticado precisa ser ressarcido não como punição, mas como resgate, como aprendizado, correção para a evolução espiritual.
Mesmo com o perdão do ofendido, o indivíduo que incorreu no erro necessitara com o tempo da reparação do erro para evoluir com tranquilidade e sentir paz.
Então, o sofrimento não é um castigo, mas faz parte da lei de Ação e Reação. O livre arbítrio nos possibilita a escolha, a semeadura e, portanto, escolhemos também a colheita.
No entanto não devemos aceitar a dor com passividade e sim com resignação que é algo totalmente diferente. Para muitos espíritas a dor não é fonte de salvação como muitos equivocadamente acreditam, mas sim a “pedagogia divina” que vem nos ensinar a reconhecer e entender a sua ação como benefício à evolução espiritual. Assim, se estamos unidos a alguém pelos laços do matrimonio ou familiares e não temos uma convivência pacifica, o ato de separar-se ou afastar-se dessas pessoas não resolverá o problema. Se a vida nos uniu nessa existência devemos procurar entender quais os resgates mesmo que apenas um dos lados entenda e perdoe já estará contribuindo para a evolução espiritual e assim reparando as arestas da falta.
Isso não impede que se a relação familiar for insustentável assim como a vida conjugal por conta de fatores como a violência o afastamento da convivência se faz necessária para evitar a
aquisição de novas dívidas.
“Quantas vezes perdoarei ao meu irmão? Perdoá-lo-eis, não sete, mas setenta vezes sete. Eis um desses ensinos de Jesus que devem calar em vossa inteligência e falar bem alto ao vosso
coração. Comparei essas palavras misericordiosas com a oração tão simples, tão resumida, e ao mesmo tempo tão grande nas suas aspirações, que Jesus ensinou a seus discípulos, e encontrareis sempre o mesmo pensamento. Jesus, o justo por excelência, responde a Pedro: Perdoarás, mas sem limites; perdoarás cada ofensa, tantas vezes quantas elas vos for feita; ensinaras a teus irmãos esse esquecimento de si mesmo, que nos torna invulneráveis às agressões, aos maus tratos e as injúrias, serás doce e humilde de coração, não medindo jamais a mansuetude; e farás, enfim, para os outros, o que desejas que o Pai celeste faça por ti. Não tem Ele de te perdoar sempre, e acaso conta o número de vezes que o seu perdão vem apagar as tuas faltas?”.
Não é fácil, sabemos e quem disse que seria? No entanto, devemos nos por a prova dos ensinamentos de Cristo na busca incessante de evolução moral. Nós somos devedores tanto quanto nosso próximo e cada um só pode oferecer aquilo que tem. Não julgue o comportamento e as atitudes do seu irmão sem antes colocar-se no lugar dele. O caminho e os sapatos do seu irmão podem ser insustentáveis para você.
Quando sentir-se perder a cabeça e sentir que irá falar algo que possa machucar a si e a outrem, silencia. O silêncio nos auxilia na organização de nossos pensamentos bem como nos
proporciona um momento de conexão com o astral. Mas vigiai seu silêncio procurando sintonia com os bons espíritos através da oração e dos bons pensamentos. Aprendi a muito tempo atrás assistindo a um vídeo do Luiz Gasparetto a brigar comigo mesma quando começar com pensamentos destrutivos, de medo, de angustia e ansiedade. Como ele diz, “brigue consigo mesma, grite se o lugar permitir, chame a sua atenção.”. Parece loucura, mas funciona horrores. Nos colocar no lugar de vítimas constantemente dificulta o entendimento e o respeito ao outro e suas escolhas.
Nós somos responsáveis inclusive sobre as expectativas que colocamos nos outros, pois a frustração advém dessa mania que temos de esperar demais dos outros. Como já disse, as pessoas só podem dar aquilo que tem. Costumamos com nossa percepção da realidade achar que as pessoas nos devem algo ou a falsa impressão que poderemos salvar os outros, corrigir os outros, muitas vezes nos colocando na posição de mártires. Tudo isso é ilusão. Cada um tem a sua parcela de culpa e primeiramente devemos nos perdoar e aprender a perdoar o outro.
Podemos ter um relacionamento difícil com os pais, com uma madrasta ou padrasto, mas a vida pode se encarregar de nos oferecer situações para que esse perdão aconteça mais cedo ou mais tarde e ele pode vir pela dor ou pelo amor. Aproveite as oportunidades que a vida lhe oferece. Perdoar não é fácil, pois está muito ligado ao nosso sentimento de orgulho, porém é uma lição que depois de aprendida liberta.
E a cima de tudo, agradeça. O ato de agradecer a vida, a oportunidade, ao amanhecer e entardecer, a um sorriso espontâneo, é libertador e nos coloca em uma sintonia vibracional que nos faz bem fisicamente. Estudos afirmam que nosso corpo não consegue sentir gratidão e sofrimento ao mesmo tempo.
Então, apesar de tudo, agradeça. Essa lição simples te levará a conseguir as mais difíceis.
Siga em paz.
Que sejamos luz.
Que o Senhor Jesus esteja conosco.
A felicidade é o caminho e caminhando estou.


Juliana Procópio Christe- Fonte: Letra Espírita

Bibliografia:
Chico, de Francisco, de Adelino da Silveira
O livro dos espíritos questão 1000
O Evangelho Segundo o Espiritismo

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