BOAS VINDAS

Seja bem vindo! Espero que aqui encontre alento, beleza, amor e paz! E que possa espalhar isto para o mundo, que vive tão sedento de tudo isto.



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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

MORTE: UM SONO QUE SE COMPLETA. UM ESTÁGIO ENTRE DUAS VIIDAS


A morte é apenas aparente, ou seja, um estágio entre duas vidas ou um sono que se completa, dando ensejo a uma nova vida, plena de energias, de alegria e felicidade, em que o espírito imortal, esse viajor da eternidade, continua suas experiências em novas dimensões da vida, sem o corpo físico, mas com o corpo espiritual (perispírito), apresentando a mesma forma humana que utilizava aqui na Terra. O descrédito de milhares de pessoas, seitas e religiões a respeito da continuidade da vida não muda absolutamente nada, a verdade simples e natural desse processo, gradual e necessário à conquista da vida eterna.
Deus não seria sumamente bom, sábio, amoroso, se nos colocasse aqui e nos destruísse em definitivo, nivelando por baixo todos os filhos, aniquilando bons e maus, num processo destrutivo em que o principal prejudicado seria a divindade. É claro que não estamos preparados emocionalmente para suportar a partida dos entes queridos, e sofremos com essas separações, que nos deixam profundas saudades, causando aflição e desajuste no nosso campo psíquico. Mas precisamos entender que as pessoas apenas passam por estágios aqui na Terra, ou seja, o tempo necessário para o cumprimento do processo evolutivo, o resgate dos débitos da retaguarda, o aprimoramento espiritual, as conquistas no campo da matéria e a convivência pacífica junto aos outros, são apenas algumas das etapas a serem percorridas pelo espírito no caminho da evolução.
Depois da morte, a vida continua infinitamente, e a partida de nossa parentela familiar e amigos não deveria constituir sofrimento para nós, e sim alegria, pois deixando o mundo físico, o espírito ingressa no mundo espiritual, onde poderá aguardar nossa chegada, acrescendo o fato de que não existem fronteiras entre os encarnados e desencarnados, ocorrendo sempre que possível visitas noturnas durante o sono, diminuindo a dor da saudade. As mazelas físicas que presenciamos nesta vida, tais como: portadores da falta da visão, da audição, da fala, da letargia, paraplegia, tetraplegia, e as enfermidades de difícil cura e difícil diagnóstico, não encontram respaldo em uma única vida, e sim em múltiplas, através da bênção da reencarnação; porque os artífices do próprio destino voltam a vestir a indumentária da carne, a fim de saldar dívidas com a retaguarda da vida.
A vida continua plena de alegria e felicidade do outro lado da vida, através de reencarnações sucessivas pelas quais precisamos passar, mas nunca corresponde a um castigo divino imposto por Deus, e sim para novas oportunidades de trabalho e elevação, pelo simples fato de que ninguém reencarna para sofrer ou para expiar, e sim para crescer, superar e transcender, progredindo sempre para Deus. A cada experiência no campo da reencarnação evoluímos um pouco, deixando para trás os vícios, desejos e paixões, que representam nossa inferioridade moral, e ao mesmo tempo adquirimos as virtudes que são de Deus. É importante não nos fixarmos em cobranças mediatas, porque só o tempo, nosso maior aliado, poderá nos dar condições de aproveitamento para a nossa iluminação. O processo é longo e pode durar milênios, e se ficarmos preocupados com nossa evolução atrasamos mais ainda essa jornada milenar na direção das estrelas.
O importante é não parar de trabalhar, não se esquecer de fazer o bem para o nosso próximo que, em síntese, é a matéria-prima com a qual temos de trabalhar para o nosso próprio bem. Dificilmente seremos felizes se não estivermos dispostos a fazer a felicidade dos outros. Quando conseguires plantar, nos corações daqueles que te cercam, a alegria e a felicidade; a felicidade dos outros te buscará, aonde quer que você esteja, aqui ou no além, a fim de implantar em definitivo a tua suprema ventura. Outro detalhe interessante é a dor alheia que está em outra cidade, outro bairro ou do outro lado da rua: se você for indiferente a ela, ela passa para a sua cidade, o seu bairro, para a sua rua, e entra na sua casa atraída pela sua indiferença em relação aos seus companheiros de jornada evolutiva.
Do outro lado da vida, depois da morte do corpo físico, não encontramos nenhum tipo de bens materiais; nem o ouro nem a prata, nem o real, nem o dólar nem o euro, que são moedas da vida terrena, e que nada valem no mundo espiritual. Encontramos sim, laços fraternos e de amizade que construímos uns junto aos outros, e que na realidade vão constituir o nosso patrimônio íntimo capaz de nos proporcionar as venturas indescritíveis da vida espiritual. A tão esperada eternidade que todos desejamos começa aqui e agora, através de uma vida pacata e serena, sem envolvimento com nenhum tipo de crime ou falcatrua, com a convivência pacífica com os nossos semelhantes, nos educando para morrer todos os dias de nossa vida; adotando uma religiosidade íntima junto de Jesus, esse amigo maior, que nunca nos desampara, que é o sol das nossas almas, o corretor de posições de nossas vidas; o maior dispensador de bens eternos do mundo.

Djalma Santos

AGRADECIMENTO


Quantas vezes em nossas vidas deixamos de dizer, “você me faz falta”, “você me faz feliz”, “fique mais um pouco”, “me desculpa”. Quantas oportunidades e amizades perdemos por timidez ou orgulho em excesso? Depois um dia para o outro, o tempo nos leva e aí já era. Por isso pare para dizer o quanto seus amigos são importantes, o quanto os ama e agradeça por tudo que eles fizeram e fazem por você. pois um dos maiores sentimentos existentes é a gratidão; o agradecimento por tudo que nos fizeram e nos fazem. Deixa a timidez e o orgulho de lado e vá agradecer!!

 do site Gotas de Paz

PRECE


Daí-me, Senhor, a perseverança das ondas do mar, que fazem de cada recuo um ponto de partida para um novo avanço.

Gabriela Mistral

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

“VOCÊ É AJUDADO O TEMPO TODO. ESTEJA DISPONÍVEL PARA APROVEITAR ESTA AJUDA. ”




O plano espiritual interage com o plano terreno. Se você mantiver sua mente conturbada com mil pensamentos e sentimentos, formará uma barreira que dificultará a ação das boas vibrações emanadas pelos espíritos de luz.
Por isto, não se OCUPE com preocupações. Saiba esperar para ocupar sua mente somente no momento em que for se esforçar para resolver o problema.
Mantenha sua mente serena e facilite a ação das vibrações espirituais em sua vida. Você é o responsável por resolver seus problemas, mas as vibrações elevadas dos espíritos de luz poderão te ajudar.
Você vive e faz parte de um "oceano" de energias.
Imagine tudo à sua volta como uma imensidão de energia razoavelmente organizada.
A cadeira na qual você senta. Ela é compostas por átomos, que por sua vez se mantém juntos por força energética. Estes átomos são energia, energia organizada e cooperadora (para aprofundar sugiro a leitura do livro "A Espiritualidade no dia a dia")
Inclua você neste "oceano" de energia. A energia se movimenta, com trocas intensas. Este movimento gera um profundo intercâmbio de força e informações.
Cada parte organizada deste oceano é capaz de agregar qualidades e informações às energias que interagem com elas.
Explico: você recebe vibrações do meio ambiente. Por sua vez, você também emite vibrações. Entre receber e retransmitir, você metaboliza estas energias, agregando a elas suas próprias características. É por isto que a vibração emitida por um Gandhi ou São Francisco de Assis é mais "elevada" que aquelas que nós emitimos.
Os planos espirituais como um todo e cada espírito em particular também emitem vibrações. Desta forma, todos os tipos e níveis vibracionais circulam e estão disponíveis para serem captados.
Você capta vários diferentes níveis de vibrações porque você possui áreas mais evoluídas e outras menos evoluída. A sintonia de cada ser humano é múltipla. Prevalecendo aquelas que ele cultiva através de atos, pensamentos e sentimentos (mais sobre a vibrações aqui, aqui e aqui).
A principal (não é a única) forma que o plano espiritual tem para te ajudar é criando um arcabouço de ótimas vibrações capazes de te ajudar e influenciar. Cabe a você estar pronto para absorver estas vibrações (energia mais informações).
Pensando simples: na sua casa, você e sua família estão produzindo vibrações. Os espíritos de luz, por sua vez, sabem que vocês precisam de vibrações mais elevadas do que aquelas que vocês produzem. Eles atuam para elevar estas vibrações. Entenda que na sua casa haverá vários tipos diferentes de vibrações (mais densas e mais sutis). Os espíritos de luz trabalham para aumentar as vibrações mais sutis (geralmente mais elevadas).
O que os espíritos de luz (mais evoluídos) querem? que você seja mais influenciado e INSPIRADO por vibrações mais elevadas. Eles se esforçam para propiciar as melhores condições vibracionais possíveis.
E você? Você tem prontidão para ser influenciado por estas vibrações benéficas? Você se coloca em condição de ser inspirado por elas?
Chico Xavier. A mente é como uma antena, capta o que estamos sintonizando, o bem ou o mal. Depende de nós mudar a frequência.
Como estar preparado para receber e aproveitar estas vibrações elevadas?
Cultivando dentro de de si os sentimentos e pensamentos mais nobres.
Manter a mente calma e limpa de rancor, mágoas, traumas, ódios.
Não deixar a mente excitada ou confusa com desejos, vontades, necessidades que se sobrepõem.
Aplicar nas pequenas ações do dia a dia sua capacidade de oferecer o seu melhor, com intenções nobres.
Pratique algumas vezes por dia a oração, mentalização ou meditação. (Lista de mentalizações)
Abaixo dou um exemplo de como se sintonizar com as vibrações mais elevadas, retirado do meu livro "A Espiritualidade no dia a dia".
Uma amiga comprou mandioca para fazer o prato preferido de um sobrinho. Fez com carinho e o recebeu em sua casa com sorriso nos lábios e felicidade no coração. Todo processo gerou nela ótimos frutos: boa vontade, oportunidade para fluir o amor e usufruir das delícias de ter carinho e afeto por alguém. Esses momentos de paz interior também são momentos em que a comunicação espírito-mente se faz mais forte. Há um reforçamento das boas vibrações que estão parcialmente direcionadas à outra pessoa (no caso, o sobrinho). Essas emanações chegam até o sobrinho, mesmo antes de ele chegar para o almoço. Dias antes, quando ela se lembrou dele e se propôs a fazer algo legal e com amor, as vibrações benévolas foram ativadas e foram direcionadas para o sobrinho.
Estas emanações são superimportantes. São muito importantes, são demasiadamente importantes. É “um banho de energia elevada”, que toma conta da vida de quem as fortalece e influencia a vida de quem as recebe. Vocês não imaginam a quantidade de decisões ruins que são evitadas no planeta porque a pessoa recebe emanações elevadas e através delas muda sua ação. Sim, a oração tem efeito. Sim, o amor tem força de influência. A decisão é sempre responsabilidade de cada um. Mas essas influências positivas estarão presentes para lhes motivar a seguir outro caminho.
O livre arbítrio é de quem decide, mas ter boas influências e bons exemplos ajuda muito.
Trecho do livro "A Espiritualidade no dia a dia".
https://www.amazon.com.br/dp/B01LXTRN1C
Você só manterá suas vibrações sempre elevadas se usar sua rotina do dia a dia para gerar atitudes, pensamentos e sentimentos nobres. Quem os cultiva entra em sintonia com as vibrações mais elevadas. Quando em sintonia, a pessoa é inspirada e influenciada por estas vibrações. A influência vibracional chega até às ações, passando pelas decisões e pelas motivações. Uma nova vida pode ser construída.
Lembre-se: Cuide de você com carinho. O maior carinho é cultivar sentimentos e pensamentos nobres
Além da influência vibracional, os espíritos podem estabelecer comunicação direta.
Abaixo as palavras de Allan Kardec sobre os anjos da guarda ou espíritos protetores (Livro dos Espíritos, capítulo VI):
"O Espírito protetor, anjo da guarda ou bom gênio, é aquele que tem por missão seguir o homem na vida e o ajudar a progredir. É sempre de uma natureza superior à do protegido.
Os Espíritos familiares se ligam a certas pessoas por meio de laços mais ou menos duráveis, com o fim de ajudá-las na medida de seu poder, frequentemente bastante limitado. São bons, mas às vezes pouco adiantados e mesmo levianos, ocupam-se voluntariamente de pormenores da vida íntima e só agem por ordem ou com permissão dos Espíritos protetores.
Os Espíritos simpáticos são os que atraímos a nós por afeições particulares e uma certa semelhança de gostos e de sentimentos, tanto no bem como no mal. A duração de suas relações é quase sempre subordinada às circunstâncias.
O mau gênio é um Espírito imperfeito ou perverso que se liga ao homem com o fim de o desviar do bem, mas age pelo seu próprio impulso e não em virtude de  uma missão. Sua tenacidade está na razão do acesso mais fácil ou mais difícil que encontre. O homem é sempre livre de ouvir a sua voz ou de a repelir."

Allan Kardec mostra que os espíritos buscam também uma influência mais direta sobre a vida do ser humano. Podem ser espíritos bons ou maus, em missão ou apenas interessado na pessoa. São de vários tipos. Eles atuam sugerindo e influenciando pensamentos e sentimentos.
Leia abaixo:
Como havemos de distinguir os pensamentos que nos são próprios dos que nos são sugeridos?
“Quando um pensamento vos é sugerido, tendes a impressão de que alguém vos fala. Geralmente, os pensamentos próprios são os que acodem em primeiro lugar. Afinal, não vos é de grande interesse estabelecer essa distinção. Muitas vezes, é útil que não saibais fazê-la. Não a fazendo, obra o homem com mais liberdade. Se se decide pelo bem, é voluntariamente que o pratica; se toma o mau caminho, maior será a sua responsabilidade.”
É sempre de dentro de si mesmos que os homens inteligentes e de gênio tiram suas ideias?
“Algumas vezes, elas lhes vêm do seu próprio Espírito, porém, de outras muitas, lhes são sugeridas por Espíritos que os julgam capazes de compreendê-las e dignos de vulgarizá-las. Quando tais homens não as acham em si mesmos, apelam para a inspiração. Fazem assim, sem o suspeitarem, uma verdadeira evocação.” (Livros dos Espíritos, cap 9, segunda parte)
Traduzindo: você sempre terá algum espírito protetor a lhe acompanhar. Ele lhe orientará, sugerirá, influenciará em suas ações e crenças. Sempre respeitando seu livre arbítrio, inclusive quando as decisões forem contra as orientações dele.
Este processo acontece de forma sutil; diz-se que o espírito sussurra e, por isto, a consciência deve estar em silêncio para poder escutar. Desta forma, é comum um pensamento ser inspirado pelo espírito protetor, pelo próprio espírito ou pelas vibrações que estão em sintonia. Geralmente a pessoa nem percebe estas influências, mas elas existem.
Uma das funções dos espíritos protetores é influenciar o ser humano de modo a contrabalançar a influência externa (do meio social). Quando o ser humano "olha muito para fora" cria uma série de patologias e sofrimentos para si. É o que está acontecendo no momento presente na história.
Uma das funções dos espíritos é facilitar esta reconexão com o interior, com a vida espiritual e as experiências mais nobres do ser humano.

Autor: Regis Mesquita-Blog: Nascer Várias Vezes

www.nascervariasvezes.com/
 

CRESCIMENTO INTERIOR



O crescimento interior não se restringe apenas ao ganho das virtudes. Ele também avança em outras necessidades, tais como vencer traumas e fobias, e desenvolver estados interiores de bem-estar, equilíbrio, contentamento, serenidade, boa disposição, melhorando a qualidade de vida do ser. O caminho para a felicidade passa por esse crescimento, alcançando seu apogeu com a maturidade espiritual, em que o ser vivencia a plenitude dos valores da sabedoria e do amor, num permanente estado de contentamento e serenidade imperturbável.
Nosso crescimento é um somatório de fatores.


do site Gotas de Paz

MENSAGEM DO DIA



Em vez de maldizer a escuridão, por que não tenta acender uma vela? Em vez de sentir raiva dos outros, de desperdiçar sua energia, sua força e inteligência criticando e julgando, tente mudar sua maneira de percebê-los. Se os outros são maus, ajude-os, você que tem mais sorte. Dê, se não deseja tomar nada deles. Você não pode agir sobre o outro, então comece por você. Desenvolva em você o inverso do que não gosta neles. 

Tulku Urgyen Riponché

domingo, 26 de agosto de 2018

"COMO O ESPÍRITO É RESGATADO NO VELÓRIO?"




O momento da morte representa um impacto emocional muito forte para a maioria dos seres humanos. Isto se aplica tanto aos próprios desencarnantes como aos seus entes queridos. Como ninguém sabe ao certo quando será sua morte, ou, em outras palavras, por quanto durará o resto da sua própria existência física e a dos seus amigos e familiares, a morte quase sempre representa uma surpresa e um grande choque emotivo.
Sendo assim, a preparação para o enfrentamento da complexa transição desencarnatória consiste em uma tarefa espiritual relevante, urgente e contínua. De fato, a preparação para a morte, bem como a auto estruturação para a vida requer um processo de “educação continuada” para o Espírito que almeja passar bem por estes dois estágios da vida imortal.
COMO AGE AS EQUIPES DE RESGATE NOS VELÓRIOS?
Entretanto, grande número de criaturas desencarna diariamente na Crosta terrestre sem uma preparação prévia mínima para enfrentar esta difícil transição. O mesmo vale para a maioria dos amigos e familiares do desencarnante que muitas vezes não está preparada para encarar adequadamente este tipo de ocorrência, a começar pelo comportamento de disciplina espiritual requisitada no chamado “velório”.
O velório consiste em um período de mais ou menos 24 horas em que os indivíduos próximos “velariam” a alma desencarnante, em etapa preparatória para a fase decisiva e terminal do processo em questão, que seria a inumação definitiva dos despojos carnais. O velório funcionaria também como um momento de despedida e de assimilação emocional do choque por parte dos entes queridos.
Além disso, o velório ainda apresenta uma relevância pragmática e significativa, que obviamente tinha uma maior importância nos séculos passados, que consiste em evitar que o indivíduo seja enterrado vivo. Antigamente, os critérios para certificação da morte, bem como a assistência médica, eram de qualidade precária. Isto ocorria em muitos rincões distantes das grandes cidades e em situações caóticas como a guerra, onde as certidões de óbito não eram proporcionadas ou eram emitidas de forma irresponsável. Assim, o intervalo de tempo respeitado desde a pressuposta morte até o enterro seria de vital importância para que muitas pessoas não fossem inumadas vivas. De fato, há muitos casos documentados no Brasil e no exterior de indivíduos que “acordaram” durante o seu próprio velório, em função de estados de letargia ou catalepsia associados à negligência e/ou imperícia dos responsáveis pela identificação e caracterização do óbito.
Do ponto de vista espiritual, a tradição de nossa sociedade de respeitar um período de vigília entre o óbito propriamente considerado e o enterro é totalmente justificada. As preces e o amor dos amigos ajudariam muito o desencarnante nessa viagem, muitas vezes perturbadora, para o mundo espiritual. Até porque as preces e as vibrações ambientes podem gerar, quando realmente elevadas, barreiras magnéticas que impeçam a presença de Espíritos sofredores e/ou vampirizadores que possam vir a prejudicar o desenlace de nosso irmão.
Respondendo sobre cremação, Emmanuel recomendou que se respeitasse um mínimo de 72 horas antes de se efetuar tal procedimento, pois isso evitaria sofrimentos desnecessários para o Espírito desencarnante, uma vez que tal período seria, a priori, suficiente para o total desligamento dos últimos liames que manteriam o perispírito conectado ao corpo físico. Tal informação denota que a desvinculação do perispírito não seria algo trivial e, ademais, demonstra que o processo crematório pode gerar repercussões em relação ao perispírito do Espírito que ainda não se libertou totalmente das impressões do corpo. De qualquer maneira, a recomendação do Benfeitor Espiritual demonstra como é importante nossa atuação efetiva do ponto de vista espiritual durante o velório.
Considerando esse contexto relevante e complexo de natureza espiritual, seria interessante frisar alguns comportamentos interessantes para todos aqueles que se dirigirem a um velório:
1) Somente permanecer presente no velório enquanto puder manter uma postura de vigilância;
2) Orar com sinceridade em favor do desencarnante e de sua família, compreendendo que mais cedo ou mais tarde chegará a nossa hora e que, então, constataremos o gigantesco valor da prece a nós dirigida em situações como a desencarnação;
3) Esforçar-se para não lembrar episódios infelizes envolvendo o desencarnante, compreendendo que todo pensamento tem elevada repercussão espiritual;
4) Estar sempre disponível para o chamado “atendimento fraterno” com os irmãos presentes, mas não esquecer que o velório não é uma situação adequada a debates de natureza filosófico-religiosa;
5) Respeitar a religião de todos os presentes e os cultos correspondentes a essas crenças, buscando contribuir efetivamente para a psicosfera de solidariedade do ambiente mesmo que em silêncio;
6) Não perder o foco do objetivo maior da presença no velório que é o auxílio espiritual ao desencarnante e aos familiares assim como aos Espíritos desencarnados que estejam no local necessitando de auxílio fluídico através da oração para contribuir no desligamento do desencarnante;
7) Estar disponível, na medida do possível, para contribuir espiritual e/ou materialmente com os irmãos presentes, sobretudo aqueles que estiverem sob maior impacto pela morte do irmão;
8) Se convidado a enunciar prece ou algumas palavras de homenagem ao desencarnante, tomar o cuidado de manter sempre a brevidade, a objetividade e o otimismo, evitando quaisquer imagens negativas que possam ser sugeridas por nossas palavras em relação aos irmãos presentes, sejam eles encarnados ou desencarnados;
9) Aproveitar a ocasião para refletir sobre a impermanência de todas as situações materiais da vida física, fortalecendo o nosso desejo de amar e servir durante o tempo que ainda nos resta no corpo físico.
10) Guardar a certeza de que o Espiritismo é “O Consolador” prometido por nosso Mestre Jesus e que a mensagem da Imortalidade da Alma desvelada por Jesus e por Kardec é a base de todas as nossas buscas de amor e fraternidade, bem como nosso refúgio em momentos dolorosos como a morte, sendo antes de tudo uma mensagem de alegria e otimismo, verdadeiramente a nossa “Boa Nova”
.
O CONSOLADOR | Leonardo Marmo Moreira

Fonte: Chico de Minas Xavier


SEJA A FLECHA



Quando tudo parecer que esta indo para trás, lembre-se: A flecha para ir mais longe, primeiro tem que ir pra trás!
Quanto mais pra trás a flecha é puxada mais longe ela irá para frente, quando for acionada! Você é como uma flecha nas mãos de Deus, não se preocupe com a pontaria, Deus nunca erra o alvo. Seja corajoso, tenha fé, e siga em frente, não se importando se algumas vezes é necessário dar um passo para trás, para poder dar dois para frente, logo em seguida.

do site Gotas de Paz

MENSAGEM DO DIA


Não há nenhuma chance para o bem estar do mundo, a não ser que a condição da mulher seja melhorada. Não é possível para um pássaro voar somente com uma asa.

Swami Vivekananda

sábado, 25 de agosto de 2018

“A LEI DO RETORNO: AQUI SE FAZ, AQUI SE PAGA.


Dependendo da gravidade dos atos praticados e da condição espiritual de cada um, os Espíritos endividados sofrem após a morte pelos erros cometidos na existência terrestre e, após estágios em regiões de sofrimento no Mundo dos Espíritos, retornam à Terra para completar a expiação das mesmas faltas cometidas.
Quer dizer: sofrem lá e cá pelos mesmos motivos.
Daí não ser totalmente errado o ditado popular: “aqui se faz, aqui se paga”.
Mas já não seriam suficientes, para sua recuperação, as dores e sofrimentos no plano espiritual, após o desencarne?
O Mestre Kardec escreveu sobre isso na Revista Espírita:
Vejamos:
Pergunta (ao guia do médium). Por que a expiação e o arrependimento na vida espiritual não bastam para a reabilitação, sem que sejam necessários a eles acrescentar os sofrimentos corporais?
Resposta. Sofrer num mundo ou num outro, é sempre sofrer, e sofre-se tão longo tempo quanto a reabilitação não seja completa. Esta criança sofreu muito sobre a Terra; pois bem! isso não foi nada em comparação com o que ela sofreu no mundo dos Espíritos. Aqui tinha, em compensação, os cuidados e a afeição dos quais estava cercado. Há ainda esta diferença entre o sofrimento corporal e o sofrimento espiritual, que o primeiro é quase sempre voluntariamente aceito como complemento de expiação, ou como prova para avançar mais rapidamente, ao passo que o outro é imposto.
Mas há outros motivos para o sofrimento corporal: primeiro, é para que a reparação tenha lugar nas mesmas condições em que o mal foi feito; depois, para servir de exemplo aos encarnados. Vendo seus semelhantes sofrerem e disto sabendo a razão, são bem de outro modo impressionados do que saber que são infelizes como Espíritos; podem explicar melhor a causa de seus próprios sofrimentos; a justiça divina se mostra, de alguma sorte, palpável aos seus olhos. Enfim, o sofrimento corporal é uma ocasião, para os encarnados, de exercerem, entre eles, a caridade, uma prova para seus sentimentos de comiseração, e, frequentemente, um meio de reparar os erros anteriores; porque, crede-o bem, quando um infortunado se encontra sobre vosso caminho, não é o efeito do acaso. Para os pais do jovem François era uma grande prova ter um filho nessa triste posição; pois bem! eles cumpriram dignamente seu mandato, e disso serão tanto mais recompensados quanto agiram espontaneamente, pelo próprio impulso de seu coração. Se os Espíritos não sofressem na encarnação, é que não haveria senão Espíritos perfeitos sobre a Terra.
Dessa explicação oferecida pelo Mentor, podemos concluir:
Sofrimento após a morte:
– O sofrimento após o desencarne ocorre por conta dos erros cometidos em vida. Trata-se de uma consequência (Lei de Causa e Efeito) e uma forma de reabilitação do Espírito endividado por meio do corretivo da dor;
– Esse sofrimento após o desencarne favorece seu despertar, levando-o à percepção dos equívocos praticados. O Espírito toma conhecimento dos crimes que praticou e de suas consequências;
– Com o tempo, despertando sua consciência, arrepende-se. A partir desse ponto estará mais preparado para a reabilitação;
O sofrimento continua numa nova reencarnação para:
– Beneficiar o Espírito, retirando-o de zonas de sofrimento no Astral e situando-o entre pessoas que possam ajudá-lo a se recuperar;
– Situar o Espírito devedor junto àqueles a quem prejudicou (já reencarnados), possibilitando, por meio da convivência, a reconciliação com seus adversários;
– Oferecer, aos encarnados que o assistem, uma oportunidade de exercerem a caridade ao receberem com amor o Espírito devedor, muitas vezes, no seio da própria família.
KARDEC RIO PRETO | Fernando Rossit
Referência: Revista Espírita, Allan Kardec, maio de 1867, “O Jovem Francois”

Fonte: Chico de Minas Xavier

"SIM: NÓS PEDIMOS PARA NASCER?"


Muitos, principalmente os jovens, no momento de rebeldia dizem:

- EU NÃO PEDI PARA NASCER.

Diz Richard Simonetti: "Ledo engano. No Plano Espiritual não só pedimos como, não raro, imploramos a casais em disponibilidade que nos dêem a oportunidade de um retorno às experiências humanas, reconhecendo-as indispensáveis à nossa edificação e à solução de problemas cármicos."

Chico Xavier disse que quando psicografava o livro "NOSSO LAR", viu milhares de Espíritos que aguardavam, por longo tempo, a oportunidade de reencarnar e completou dizendo que deveríamos respeitar o corpo que o Senhor nos concede, porque não será fácil uma nova oportunidade.

No livro "Missionários da Luz", o Espírito André Luiz, conta através da psicografia de Chico Xavier, a história de um Espírito que se preparava para reencarnar, com a intenção de reparar o erro que cometeu como mãe na Terra. Quando encarnada, foi devotadíssima mãe e esposa, mas contrariava a influência do marido no lar e estragava os filhos com excessos de meiguice sem razão. Eram três rapazes e uma jovem, que caíram muito cedo em desregramentos, e cedo desencarnaram. Após desencarnar entraram em regiões baixas. Quando esta mãe desencarnou, percebeu que falhou na educação dos filhos, então, implorou para reencarnar junto deles novamente. Seu pedido levou mais de 30 anos para ser concedido. 

Observemos que, além de pedirmos, não é tão fácil uma nova oportunidade. Por isso, aproveitemos bem a nossa encarnação.

Compilação de Rudymara

Fonte: Grupo de Estudo "Allan Kardec"

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

“MARCAS DE NASCENÇA NA VISÃO ESPÍRITA”


Muitas pessoas carregam marcas de nascença, chegando a virar até uma identidade pessoal em alguns. E vem a curiosidade sobre a marca, do por que dela. No entanto, a curiosidade é algo inevitável para que tem marca de nascença. No entanto, será que estamos realmente preparados para saber da sua origem?
Na visão espírita as marcas, os sinais, as manchas de nascença, são indícios que evidenciam uma vida anterior, à vida atual, ou seja, é uma evidência da reencarnação.
Quanto maior o trauma, ou ferimento de grande intensidade, e pouco tempo antes da morte, ou qualquer outra causa que afetou profundamente o emocional do indivíduo como uma queimadura, ou ferida, ou determinados tipos de morte trágica, acidentais... Pode deixar marcas que atingem de certa forma o corpo espiritual, isto é, o perispírito; a intensidade emocional do acontecimento, cria uma marca semelhante no perispírito; então as informações que o perispírito carrega, transmite para o corpo que está se formando na gestação, dessa vez com a marca. Ou seja, o Espiritismo nos esclarece que as marcas de nascença existem por causa de experiências vivenciadas com muita intensidade emocional em alguma vida passada, e tais experiências intensas ficam gravadas na consciência do espírito, que não superou tal acontecimento, e assim quando tal espírito reencarna novamente ainda carregando tais lembranças transporta para o corpo físico em forma de marca tais experiências do seu passado na matéria, para superar tais acontecimentos do passado com as experiências adquiridas na vida atual.
Por que não lembramos do acontecimento que causou tais marcas? Por que não lembramos das nossas vidas passadas?
Deus, como um pai que protege os seus filhos, e em Sua Infinita Sabedoria, sabendo que AINDA não somo capazes de superar o nosso passado nem de aceitar o passados das outras pessoas, Lançou o véu do esquecimento sobre nós; o fato de não lembrarmos do passado é porque não seria interessante para nós. As lembranças do passado só vem quando necessitamos realmente e quando Deus permite lembrarmos ou receber informações do nosso passado para o nosso próprio bem, em que vai ter proveito para algum entendimento que estejamos necessitados. E a espiritualidade benfeitora nos informa que nem sempre estamos preparados para saber a origem de tais marcas, que é melhor a vida seguir, e não dar tanta importância para as marcas, porque algumas vezes podemos ficar abalados com tais informações da sua origem, e não sermos maduros o bastante para saber administrar tais informes.
O que se tem a fazer é conviver com tais marcas, no entanto, quando se estiver liberto do corpo físico pelo desencarne, as marcas vão desaparecer do perispírito a medida em que o espírito compreender os fatos e for se depurando, isto é, for removendo as suas impurezas, as suas imperfeições, os seus erros; pois cada vida é uma história, embora acontecimentos tenham marcado o individuo de tal forma que reflete no corpo físico atual, estes fatos tem que ser superados, pois o passado existe para ser aceitado e superado, existe para que o perdão seja exercido tanto para com outros como a si mesmo. A curiosidade bate obviamente, mas é esta curiosidade que diz: “É passado, estou em uma nova vida, em uma nova oportunidade, em uma nova experiência. Isto passou”.
Nós espíritas sabemos que existe algo muito mais importante do que um capricho de curiosidade, que é dedicarmos ao nosso aperfeiçoamento com os ensinos de Jesus Cristo, e assim seguir cada vez mais o caminho do bem, da caridade do amor ao próximo, é compreender a nós mesmos para nos elevarmos e ir depurando, limpado o espírito das suas imperfeições, dos seus erros, sabemos que devemos viver para nos aprimorar sempre deixando para traz os traumas que o espírito carrega, para ir educando-o para o autoprogresso. O que tem que ser motivo de nossa curiosidade é Jesus, que os seus ensinamentos nos ensina a descobrir a nós mesmos, a nos superar, a deslumbrar novos horizontes, a ter a vontade de fazer nossa própria luz brilhar e assim desfazermos das nossas imperfeições e lembranças amargas do passado.
Lembrando que é apenas com a permissão de Deus que podemos saber de algo do passado, ninguém está apto para decifrar o passado de ninguém, apenas se Deus assim o permitir, e Deus só permite quando é necessário. Pois, se for por termos de curiosidade, Ele sabe que não é necessário. Precisamos nos aceitar. Deus sabe o que Faz. E Jesus é o remédio para tudo, pois é com ele que tudo compreendemos.

Blog Jardim Espírita

Fonte: Mensagem Espírita

O MEDO


Tire do coração o medo, não dê lugar aos sentimentos que lhe roubam a paz. Pense positivo, sonhe alto e tenha fé.
Seja grande de coração, seja grato. No caminhar da vida nem sempre o caminho será leve, mas DEUS sempre nos dará sapatos adequados. Caminhar com medo é como se perdêssemos a batalha, antes mesmo de iniciar a nossa luta.
Muitas vezes deixamos de ir a luta por medo de que vamos perder, e aí perdemos antecipadamente.
Os medos só são necessários para termos um auto controle de nós mesmos, não para obstruir nossas lutas e desafios.


do site Gotas de Paz

PENSAMENTO DE HOJE


Por que temos tanta necessidade de encanto e beleza? Porque a beleza e o maravilhamento fazem parte da nossa essência fundamental. Por isso, estamos sempre buscando objetos, paisagens ou pessoas para projetar o que somos intrinsecamente.

Paulo e Lauro Raful

terça-feira, 21 de agosto de 2018

A MORTE É MUITO SOFRIDA? O QUE VAI ACONTECER COMIGO QUANDO EU ESTIVER MORRENDO?”


Há muito cuidado com o nascimento e há muito cuidado com todo o processo do morrer, que pode durar anos. O espírito que desencarna não fica abandonado. Ao contrário, há amparo e orientação; cabe ao espírito aproveitar ou não a oportunidade do amparo.
A morte é conhecida do espírito, mas desconhecida do corpo e da mente. Este desconhecimento é a maior fonte de medo e insegurança frente ao retorno ao plano espiritual. Quando a pessoa morre há o renascimento para o plano espiritual.
As pessoas se perguntam: é muito sofrida esta passagem que chamamos de morte?
A resposta é: normalmente não é sofrida. É um momento intenso, forte e protegido. Porém, existe uma variação muito grande de experiências do morrer. Existe desde o espírito que não tem consciência do desencarne até o espírito que se desliga da vida material terrena com serenidade e dela se afasta. As diferentes condições do pós-morte dependem de alguns fatores, os principais são citados a seguir:
a) o momento e a forma pela qual a morte ocorre.
b) do que foi cultivado (crenças, valores, sentimentos, etc.) durante os anos da encarnação.
c) da cultura em que a pessoa viveu sua encarnação.
Para grande parte da população a morte é uma transição forte, porém suave.  Abaixo reproduzo uma prova desta suavidade (retirada do Livro Nascer Várias Vezes, pag. 201):
“Raymond Moody, pesquisou as experiências de quase morte (EQM) e publicou os resultados em seu livro Vida Depois da Vida. Ele pesquisou pacientes que passaram pela situação ultra-radical de morte iminente. Os relatos dos pacientes, em sua maioria, não têm nada de assustador. O que essas pessoas costumam relatar é: sentimento de paz interior, sensação de flutuar acima do seu corpo físico, visão de 360 graus, ampliação de vários sentidos, sensação de viajar através de um túnel intensamente iluminado.”
 Como é o momento da morte?
No geral, a morte não é ruim. Para vários é um momento muito difícil antes, durante e após a morte. Para todos é sempre intensa e protegida. A mente entra em estado alterado de consciência, o que facilita a passagem de um “lado para o outro”. É comum o espírito que volta ao plano espiritual sentir que está iniciando uma nova fase de vida. Outros ficam confusos, perdidos, delirando uma realidade inexistente. Como tudo na vida, o resultado depende em grande parte do que foi cultivado durante os dias vividos na face da Terra.
Observe: muitas vezes os parentes pensam que a pessoa em estado terminal está sofrendo. Porém, muitas e muitas vezes quem sofre é quem fica, pois quem está partindo está em paz. É muito comum a pessoa próxima à morte estar “se desligando” e a família sofrendo. De novo, a morte é intensa e é uma tarefa difícil. Mas, também é protegida e repleta de descobertas e insights.
“A morte é uma experiência radical demais para ser comparada com a vida cotidiana. Vou compará-la a uma situação radical de sobrevivência: uma mulher nadou no escuro sabendo que os outros membros da sua família talvez estivessem mortos. Em meio ao pânico e sentindo a morte muito próxima, uma “estranha tranquilidade” se apossou dela. Ela pouco sentia o corpo, apenas nadava, tranquila. Ela sentiu paz, uma paz profunda. Ela se desligou da realidade, era um vazio, uma completa falta de sentido. Ela não sabe como conseguiu sobreviver.” (trechos do Livro Nascer Várias Vezes)
“Já ouvi este mesmo tipo de relato de muitos pacientes ao descreverem suas mortes em outras encarnações. Em meio ao pânico, medo e tensão aparece a paz, o distanciamento, o desligamento e a entrega. Estudos feitos com homens bomba, cujas bombas falharam e eles foram presos, descrevem as mesmas sensações. Eles iam para o suicídio sem medo, sentiam leveza e paz. Estavam em estado alterado de consciência.”
Este estado alterado de consciência, esta paz que acompanha milhões de pessoas (mas não todo mundo) nos seus momentos finais de vida, é pouco valorizado pelos familiares. Todavia, é muito importante respeitar seu familiar quando a paz vier; jamais confunda paz com desistência de lutar. A luta agora é outra: é retornar, da melhor forma possível, à vida espiritual.
Depois da morte vem o pós-morte. A readaptação ao plano espiritual:
Passada a morte em si, vem a abertura para a nova realidade, o pós-morte. Boa parte dos espíritos passam por este momento de readaptação com suavidade. Para alguns espíritos que não se entregam, não desligam ou que trazem acúmulos de negatividades, o pós-morte pode ser terrível. O sofrimento desses espíritos pode durar séculos. Todavia, da mesma forma que há cuidado com o nascimento, há muito cuidado com o espírito que desencarna. Definitivamente, não somos abandonados. Nem os piores espíritos são abandonados. Eles terão que evoluir, terão que superar provas, terão que pagar os seus débitos, mas terão apoio e amparo. Se forem espertos mudarão suas escolhas e aceitarão a ajuda. Caso não façam isso estarão prolongando o próprio sofrimento.
Ou seja, para morrer em paz e se readaptar com tranquilidade no plano espiritual é importante desenvolver desapego, se preparar para este momento cultivando qualidades nobres e se entregar para esta mudança, quando chegar o momento.
Dicas para o processo do morrer ser mais suave:
1) comece a cultivar agora o desapego.
2) responda aos desafios da vida com paz interior – desenvolva sabedoria. (A morte bem vivida envolve aceitação e adaptação. Assim também deve ser sua vida.)
3) tenha uma vida útil. (Para o espírito “dói muito” na readaptação no plano espiritual a percepção de que teve uma vida pouco útil. As dificuldades de readaptação aumentam muito, principalmente porque quem não é útil está sempre fortalecendo algum defeito. Por exemplo, a pessoa que não ajuda a si e ao próximo constantemente está reforçando a preguiça.)
4) Não considere nem a morte e nem a doença como derrota ou motivo de vergonha. São momentos desafiadores que fortalecem quem os enfrenta com sabedoria e serenidade.
5) Procure ler e estudar bons livros que expliquem o sentido da reencarnação do espírito.
6) Ajude e apoie uma ou mais pessoas no seu processo de adoecimento e morte. (Com as famílias menores e maior expectativa de vida, as pessoas estão vivendo sem ter contato direto com a morte. Tudo o que é muito distante e desconhecido torna-se fonte de medo e insegurança.)
Estas são algumas dicas do que você pode fazer a partir de hoje para tornar mais suave seu desencarne futuro.
Você pode se ajudar, sempre pode ajudar.
Toda a sabedoria que você acumular te ajudará na encarnação atual, no plano espiritual e nas próximas encarnações. Te ajudará inclusive no momento em que você estiver renascendo para o plano espiritual, o momento da morte.
Não tenha medo da morte. Tenha medo de não aproveitar esta vida para desenvolver qualidades e sabedorias.


Autor: Regis Mesquita

Fonte: Blog: Nascer Várias Vezes

PRECE DOS AFLITOS



Senhor Deus, Pai dos que choram,
Dos tristes, dos oprimidos.
Fortaleza dos vencidos,
Consolo de toda a dor,
Embora a miséria amarga,
Dos prantos de nosso erro,
Deste mundo de desterro,
Clamamos por vosso amor!
Nas aflições do caminho,
Na noite mais tormentosa,
Vossa fonte generosa
É o bem que não secará…
Sois, em tudo, a luz eterna
Da alegria e da bonança
Nossa porta de esperança
Que nunca se fechará.
Quando tudo nos despreza
No mundo da iniquidade,
Quando vem a tempestade
Sobre as flores da ilusão!
O! Pai, sois a luz divina,
O cântico da certeza,
Vencendo toda aspereza,
Vencendo toda aflição.
No dia de nossa morte,
No abandono ou no tormento,
Trazei-nos o esquecimento
Da sombra, da dor, do mal!…
Que nos últimos instantes,
Sintamos a luz da vida
Renovada e redimida
Na paz ditosa e imortal.

Emmanuel – Francisco C.Xavier
Livro: Paulo E Estevão
Paginas 162 e 163


PLANTE E COLHA


Seja você em toda e qualquer situação, confie em você, seja perseverante, se rodeie de pessoas que possa confiar, se desafie, não desanime nunca, confie nos teus projetos, aceite os planos de Deus, confie em Deus e lute. Só lutando hoje, que amanhã você vai ser um grande vencedor. Deus te abençoe e lhe de forças pra lutar dia após dia. Dificuldades vão existir, mas quanto maior o deserto, maior será a sua vitória! Sua autenticidade é muito importante para conseguir o que deseja sem ter de se modificar. Procure sempre se juntar aos bons para se tornar uma pessoa boa.

do site Gotas de Paz

MENSAGEM DO DIA


A verdadeira liberdade não reside apenas em mudarmos as circunstâncias em que vivemos, mas em conseguirmos nos libertar mental e emocionalmente.

Paulo e Lauro Raful

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