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terça-feira, 3 de abril de 2018

A MÃE DE JESUS



Maria, Mãe de Jesus, chamada com razão de Maria Santíssima pelos católicos e também por muitos espíritas, entre eles, o médico Bezerra de Menezes, o “Pai dos Pobres”, é um exemplo de que há comunicação mesmo entre nós e os erroneamente chamados espíritos dos mortos. “Porque Deus não é Deus de mortos, mas de vivos.” (Mateus 22: 32). Sim, apenas um exemplo das aparições de Nossa Senhora seria o bastante para ficar provado que existem as comunicações entre os espíritos dos mortos e nós do mundo físico, pois Maria é uma criatura humana que pertence ao mundo dos mortos. E há muitos exemplos dessas comunicações ou aparições dela, como as de Lourdes, Fátima e Medigore!
E existe a doutrina católica chamada de Comunhão dos Santos. Os padres, geralmente, não falam nela, pois é também espírita. Ela divide a Igreja em três partes: a Militante, que é a dos fiéis deste nosso mundo; a Padecente ou do Purgatório; e a Triunfante, isto é, a dos santos e dos anjos. Ela é bem antiga. E porque Moisés proíbe o contato com os espíritos (Deuteronômio capítulo 18), ela se tornou polêmica, daí que a Igreja a transformou em dogma. E é por causa da proibição de Moisés, e não de Deus, que os católicos, protestantes e evangélicos passaram a condenar erroneamente o espiritismo e os médiuns, milhares dos quais morreram nas fogueiras da Inquisição. Moisés proibiu o contato com os espíritos por causa da ignorância do povo de sua época, que nada entendia de mediunidade, além do que muitos faziam comércio com a mediunidade, o que espiritismo também condena.
Segundo a Comunhão dos Santos, os fiéis daqui do mundo físico podem ajudar os do mundo espiritual com preces e missas, e os que estão bem lá podem colaborar com os de cá. E hoje, a Igreja ensina que não sabe onde fica o Purgatório, o que deixa uma brecha para reforçar a ideia de que ele é também aqui mesmo durante as reencarnações, o que reforça a sabedoria popular que diz: “aqui se faz, aqui se paga.”
E essa doutrina tem fundamento bíblico. “O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também vós tenhais comunhão conosco, e que a nossa comunhão seja com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo.” (1 João 1: 3). João, grande médium que era, viu e ouviu essas coisas do mundo espiritual. Ele fazia parte do trio dos apóstolos composto por grandes médiuns: Pedro, Tiago e João, sempre presentes nos grandes feitos de Jesus. E o Reino de Deus é divino, espiritual e foi estabelecido pelo excelso Mestre. (São Mateus 3: 2). Também Paulo fala dela. “...somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros.” (Romanos 12: 5).
Nós espíritas sabemos que é comum um espírito de alto nível de iluminação, como o da Mãe de Jesus, manifestar-se indiretamente, ou seja, através de outro espírito de sua equipe. Diretamente ou não que ela apareceu, em 1917, em Fátima (Portugal), às crianças portuguesas médiuns videntes Lúcia, Jacinta e Francisco, e a muitos outros videntes, em vários outros lugares do mundo, o certo é que essas aparições foram reconhecidas pela Igreja como sendo verdadeiras.
E tais aparições reforçam de fato a verdade da Comunhão dos Santos e da Doutrina dos Espíritos, segundo as quais existe a comunicação entre os vivos e os mortos!


IRAN RÊGO
Médico cardiologista – espírita

“SOBRE OS MÉDIUNS CURADORES”


- Qual a finalidade de médiuns curadores?

Divaldo Franco – A prática do bem, do auxílio aos doentes. O Apóstolo Paulo já dizia: “Uns falam línguas estrangeiras, outros profetizam, outros impõem as mãos...”
Como o Espiritismo é o Consolador, a mediunidade, sendo o campo, a porta por meio da qual os Espíritos Superiores semeiam e agem, a faculdade curadora é o veículo da Misericórdia para atender a quem padece, despertando-o para as realidades da Vida Maior, a Vida Verdadeira. Após a recuperação da saúde, o paciente já não tem o direito de manter dúvidas nem suposições negativas ante a realidade do que experimentou.
O médium curador é o intermediário para o chamamento aos que sofrem, para que mudem a direção do pensamento e do comportamento, integrando-se na esfera do bem.
- É normal que médiuns dessa natureza se utilizem de instrumental cirúrgico, de indumentária, que os caracterizem como médicos?
Divaldo Franco – Na minha forma de ver, trata-se de ignorância do espírito comunicante, que deve ser devidamente esclarecido, e de presunção do médium, que deve ter alguma frustração e se realiza dessa forma, ou de uma exibição, ou, ainda, para gerar maior aceitação do consulente que, condicionado pela aparência, fica mais receptivo. Já que os espíritos se podem utilizar dos médiuns que normalmente não os usam, não vejo porque recorrer à técnica humana quando eles a possuem superior.
- Quais os cuidados que se deve tomar para que o médium curador não se apresente como um curandeiro e não esteja enquadrado no Código Penal, pela prática ilegal da medicina?
Divaldo Franco – Primeiro, que ele estude a Doutrina Espírita, porque todo e qualquer médium que ignora o Espiritismo é alguém que caminha em perigo.
Por que é alguém que caminha em perigo? Porque aquele que ignora os recursos que possui, que se desconhece a si mesmo, é incapaz de realizar um trabalho em profundidade e com equilíbrio. Se estuda a Doutrina, fica sabendo que a faculdade de que se encontra revestido é temporária, é o acréscimo de responsabilidade, também uma provação, na qual ele estará sendo testado constantemente e deve sempre, em cada exame, lograr um resultado positivo.
Depois de se dedicar ao estudo da Doutrina, deve se vincular a um Centro Espírita, porque um dos fatores básicos do nosso comportamento é a solidariedade, em trabalho de equipe. Estando a trabalhar num Centro Espírita, ele estará menos vulnerável às agressões das pessoas frívolas, irresponsáveis, dos interesseiros; terá um programa de ação, em dias e horas adrede estabelecidos. Então, não ficará à mercê da mediunidade, em função dela, mas será um cidadão normal, que tem seus momentos de atender, trabalhando para viver com dignidade e renunciando às suas horas de descanso em favor do ministério mediúnico.
Para que ele se poupe de ficar incurso no Código Penal, deve fazer o exercício da mediunidade sem prometer, sem anunciar curas retumbantes, porque estas não podem ser antecedidas, e a Deus pertencem, e não retire da mediunidade nenhum proveito imediato, porque o curandeirismo implica em exploração da ingenuidade do povo, da superstição e da má-fé. Se ele é dotado de uma faculdade mediúnica, seja qual seja, dentro de uma vida regular e equilibrada, preservar-se-á a si mesmo. Se, eventualmente, for colhido nas artimanhas e nas malhas da Lei, isto será consequência da Lei Divina.
Que ele saiba pagar o preço do ministério que executa, que lhe foi confiado pelo Senhor.


Retirado do livro “Diretrizes de Segurança”
Por Divaldo P. Franco e J. Raul Teixeira
Fonte: Rede Amigos Espírita

MENSAGEM DO DIA


Temos duas maneiras básicas de ver a vida: ou como um vale de lágrimas, amenizado muitas vezes por uma eventual festinha, ou como um campo de desenvolvimento e amadurecimento pessoal. No último caso, em cada acontecimento, podemos crescer em inteligência, lucidez e afetividade, o que nos torna realmente humanos. Se nossa atitude básica diante da vida estiver de acordo com esse segundo ponto de vista, talvez possamos deixá-la como seres bem melhores do que quando ela começou. 

Paulo e Lauro Raful

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