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domingo, 6 de maio de 2018

DOUTRINAS HISTÓRICAS SOBRE JESUS



Para os espíritas, todos os seres humanos estão para sempre em caminhada evolutiva em direção ao nosso Deus Pai e Mãe, do qual procedemos e para o qual, um dia, retornaremos. Realmente, Deus não faz acepção de pessoas.
Quando o Concílio Ecumênico de Niceia (no ano 325) decretou que Jesus é também Deus, o que é contra o ensino Dele próprio, pois Ele sempre se declarou apenas Filho de Deus e jamais Deus, a Teologia Cristã começou a entrar em crise, da qual não sairá enquanto não a reformar. Como não se podia negar que o Nazareno é também um ser humano, o arcebispo e teólogo sírio Nestório, patriarca de Constantinopla, concluiu que Jesus tinha, então, duas pessoas, uma divina e outra humana. Mas o Concílio Ecumênico de Éfeso, no ano 431, decretou o dogma de que Jesus é só Pessoa Divina. E foi criado também o de “Maria Mãe de Deus” (“Theotokos”), acrescentado ao texto da Ave Maria bíblica do Anjo Gabriel, e que foi, assim, transformado na oração da Ave Maria. E esse concílio criou também o Dogma do Pecado Original.
O teólogo grego Eutiques defendeu, então, a doutrina de que, se Jesus é só uma Pessoa Divina, então Ele só tem uma natureza, a divina. (Monofisismo). Porém o Concílio Ecumênico de Calcedônia, no ano 451, estabeleceu que Jesus tem duas naturezas: uma divina e outra humana, voltando o conceito do teólogo Nestório.
Os Dogmas do Espírito Santo e da Santíssima Trindade já haviam sido declarados no Concílio Ecumênico de Constantinopla (no ano 381). Mas o da Trindade foi esclarecido principalmente por santo Agostinho, e confirmado pelo Concílio Ecumênico de Constantinopla no ano 553, quando também foi condenada a preexistência do espírito antes da concepção do corpo, contrariando o grande teólogo católico padre Orígenes e também contrariando a Bíblia em Jeremias 1:5; e Sabedoria 8:19-20, e que, automaticamente, tirou a doutrina da reencarnação do cristianismo. Mas por ter sido esse concílio muito tumultuado e contra o
Papa Virgílio, há teólogos que são de opinião de que a reencarnação não foi condenada. (Mais detalhes no livro: “A Reencarnação na Bíblia e na Ciência”, 8a Edição, Ed. EBM, SP de autoria de José Reis Chaves).
Cerca de oito séculos depois, essas doutrinas polêmicas ainda incomodavam os teólogos, como ainda vão incomodá-los até que elas sejam retificadas. E assim, foi decretado o Dogma do “Filioque” (e do Filho) pelo Concílio Ecumênico de Lion, no ano 1274, França, dogma esse que dá mais importância à divinização de Jesus, ensinando que o Espírito Santo procede não só do Pai, mas também do Filho. Já a Igreja Católica Ortodoxa Oriental, que não aceita o dogma do “Filioque”, ensina que Jesus e o Espírito Santo procedem do Pai. A Igreja Oriental é separada da Igreja Romana desde 1054 por questões doutrinárias e políticas.
Muitos de vocês, que me honram com sua leitura, nunca ouviram falarem sobre essas coisas misteriosas e não bíblicas. E isso tem uma explicação: os próprios religiosos não creem nelas, deixando-as cair no esvaziamento.
É que já se foi a época do “Creio porque é absurdo”, de Tertuliano, Doutor da Igreja, mas condenado também por sua heresia.
Por isso, os espíritas, ao fazerem a prece da “Ave Maria” dizem :.. Santa Maria, mãe de Jesus, e “não mãe de Deus”, pois Deus é um só, Origem de todas as coisas e Inteligência Suprema do universo como define o Livro dos Espíritos, obra básica de Allan Kardec para o Espiritismo, e Jesus é o seu Filho Unigênito, Mestre e governador desse quadrante do universo onde se acha nossa galáxia, Espírito muitíssimo evoluído, que encarnado entre nós, nos ensinou o verdadeiro caminho para o Plano Espiritual.


Iran Rego
Médico Cardiologista - espírita

“GRANDE PARTE DE DESENCARNADOS VOLTAM PARA CASA, NÃO SÃO VISTOS E NEM OUVIDOS, SAEM A VAGAR CORRENDO O RISCO DE CAIR NAS MÃOS DAS FALANGES. ”


Estado de Perturbação.

Um Espírito não esclarecido, chega do outro lado praticamente sem consciência do que está acontecendo, não acredita já estar "Morto", continua a agir como se ainda estivesse vivo, assiste todo o funeral e acha que está sonhando, fica ao redor do caixão com seu corpo ou entre os familiares. Depois do enterro, volta para casa e tenta se comunicar, como ninguém responde às suas perguntas fica desorientado, não aceita auxílio de outros espíritos que vieram para ajudar; como sempre lhe disseram que “os bons”, vão direto para o céu, e como uma pessoa nunca se julga má, ele fica esperando que os anjos venham buscá-lo. ´ 
Como os anjos não aparecem, alguns ficam anos ou séculos na sua casa, no local da morte ou junto com os seus bens, tesouros ou pertences.

Presos a Matéria.

Pessoas que viveram aqui só voltados aos prazeres materiais, sem se preocupar com o seu futuro espiritual, geralmente demoram-se na crosta terrestre, buscando ainda os mesmos tipos de prazer que costumavam cultivar quando encarnados, acomodam-se junto aos encarnados que apreciam os mesmos vícios, induzindo as pessoas a prática, para usufruir dos fluídos. Ex: bebidas, cigarros, etc. 
Aprendem a se alimentar da energia dos vivos, se “encosta” como dizem, numa pessoa que lhe ofereça condições, e muitas vezes, mesmo sem saber que está prejudicando, suga a sua energia. Deixando-a, cada dia mais debilitada, começam a surgir às doenças.

Região de Sombra e Dor.

Quando o espírito comete delitos graves aqui na Terra (assassinatos, crimes) ele é atraído para regiões de sombra e dor, o chamado umbral, onde pelo sofrimento chegará um dia ao arrependimento e o desejo de reparar o mal praticado, e então será socorrido por espíritos bons que irão retirá-lo de lá e serão conduzidos a postos de atendimento espiritual conhecido como colônias.

Falta de preparo para morte.

Tudo isso acontece porque as religiões não preparam as pessoas para essa passagem. Somente ensinam que o pecador, batizado, convertido ou morrendo sob confissão, extrema unção, encomendação do corpo ou tendo um funeral com os rituais religiosos, vai direto para o céu. 
As pessoas nasceram e são livres para fazerem o que quiserem inclusive o mal, aí entram as religiões cuja missão é conduzir o homem à prática do bem e da justiça e conseqüentemente prepará-lo para voltar melhor do que quando veio. 
Por não admitir o renascimento a maioria das igrejas não tem outra saída, a não ser ensinar que o morto deve aguardar de braços cruzados dentro do caixão até o momento em que as trombetas vão soar e todos ressuscitarão, para o julgamento coletivo do juízo final. 
Como nada prende um espírito, ele sai por aí para fazer o que quiser. Esse é o motivo que incontáveis irmãos se encontram nessa situação há muito tempo. É obrigação dos vivos auxiliarem com suas orações e atos aqueles que já se foram principalmente convencê-los do arrependimento. 
Daí a necessidade de se doutrinar e evangelizar esses espíritos para que no menor tempo possível lhes seja dado conhecer a Verdade que os libertará das falsas doutrinas e das falsas promessas.
Livro Céu e Inferno.

Fonte: Grupo Socorrista Obreiros do Senhor Jerônimo Mendonça Ribeiro

PENSAMENTO DE HOJE


Diante das adversidades, nos sentimos agredidos e até mesmo revoltados, o que é normal. No entanto, deixamos de perceber que as pancadas que recebemos podem ajudar-nos a crescer, tornando-nos seres humanos de melhor qualidade.

Paulo e Lauro Raful

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