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domingo, 18 de novembro de 2018

ORAÇÃO INTIMA



Senhor! Tu que me deste
Paz e consolo à vida,
Não me dês condição
Para espalhar na vida a sombra da discórdia,
Ou estender na estrada as pedras da aflição...

Tu que acendeste em mim
A luz do entendimento,
Na fé com que me alteias,
Não consintas, Jesus, que eu suprima a esperança
Das estradas alheias.

Tu que me concedeste o verbo edificante
Que nos induz
À prática do bem,
Nunca me deixes formular palavra,
Capaz de condenar ou de ferir alguém.

Tu que me desvendaste
O sublime valor da provação,
Que a Lei de Causa e Efeito determina,
Não me faças entregue à queixa e ao desencanto,
Em que eu possa esquecer a Justiça Divina.

Tu que me conferiste o privilégio
E a bênção do serviço,
Como ensejo celeste e dom perfeito,
Não permitas que eu viva sem trabalho,
Desfrutando o descanso sem proveito.

Naquilo que eu deseje
E naquilo que eu sinta, pense, diga ou faça,
Contrariamente à Eterna Lei do Amor,
Em tudo quanto eu queira sem que o queiras,
Não me aproves, Senhor!

Autora: Maria Dolores

“ADULTÉRIO NA VISÃO ESPÍRITA.

.

Além de ser uma coisa errada uma pessoa enganar a outra, abusar de sua confiança, trair seus sentimentos, brincar com o amor que outro sente por você, existe outro aspecto que tem de ser comentado aqui, nós somos feitos de carne e osso, mas ao mesmo tempo temos energias, do mesmo modo que podemos fazer o bem também podemos fazer o mal, com nossas mãos ou com a nossa língua, ou com nosso pensamento, a força do pensamento de uma pessoa é muito grande, pode ajudar alguém a se curar e pode também ferir.
Quando um casal pratica o adultério, além de praticar um crime contra as leis de Deus, que vai resultar em uma dívida espiritual após a morte, este casal está também fazendo uma troca de energias, a energia pode ser de amor ou de ódio, pode ser benéfica ou maléfica, se for uma troca de energias em um adultério por amor, este amor estará negativado perante a Deus.
Por exemplo, um homem está em um relacionamento com outra mulher enganando a sua própria esposa, apenas por diversão ou simplesmente para experimentar ou para viver um caso, sua esposa está em casa e não sabe, ele se sente másculo, acha que tem duas mulheres e se sente poderoso, por sua vez a mulher vem de um relacionamento que já terminou, às vezes com mágoa, com ódio do antigo marido, para se vingar sempre arruma um namorado novo, não importa se é casado, sente prazer, não o prazer do amor, mas sim o da vingança.
Este é um caso típico de adultério, os dois estão trocando energias ruins, um para o outro, estas energias estão carregadas de magoas, vinganças, vaidades, revoltas, todos este sentimentos são ruins e emitem frequências que atraem espíritos que estão na escuridão, maus espíritos que no ato sexual, por frações de segundos se apoderam dos corpos e experimentam sensações que tinham quando ainda estavam vivos, estes espíritos ainda estão ligados a matéria e sentem necessidade de vícios e tudo que tinham aqui na terra quando estavam vivos.
Por sua vez o homem após um relacionamento deste, acaba levando para casa aquela energia negativa em seu corpo que por sua vez vai acabar transferindo para sua esposa dentro de seu lar, através do ato sexual já não mais puro, e carregado de energias negativas, que futuramente tanto no homem como na mulher e na outra que está participando do adultério, tanto um como o outro terão problemas.
Estas energias vão ter efeitos devastadores no organismo, elas se acumulam nos órgãos internos, tomam forma, atraem ainda mais energias negativas a estes órgãos, provocando doenças das mais diversas.
Há muitos casos em que sem ninguém falar nada e sem sua esposa saber que está sendo traída, surge nela aquele sexto sentido que lhe diz, “estou sendo traída”, não se trata de adivinhação, nem sexto sentido neste caso e sim de que seu espírito está recebendo uma carga negativa neste caso, para você entender mais ou menos o que o espírito sente seria como se nós fossemos a um restaurante e comêssemos uma feijoada meio velha em um dia de calor, causa uma indigestão, uma dor de cabeça, mal estar, funciona do mesmo jeito com os espíritos, eles se alimentam de energias boas e ruins, o amor entre um casal quando é puro sem traições sem mentiras à troca de energias se faz sem prejuízos, pelo contrário se torna benéfico até para o corpo.
Quando amamos um amor sincero, e temos uma união sincera, as energias que se fazem são extremamente benéficas ao nosso organismo, nos rejuvenesce, e nos dá forças para enfrentar os problemas que temos aqui neste mundo

SABINO RODRIGUES

EM QUE MOMENTO A ALMA SE UNE AO CORPO?"


— A união começa na concepção, mas não se completa senão no momento do nascimento. Desde o momento da concepção, o Espírito designado para tomar determinado corpo a ele se liga por um laço fluídico, que se vai encurtando cada vez mais, até o instante em que a criança vem à luz; o grito que então se escapa de seus lábios anuncia que a criança entrou para o número dos vivos e dos servos de Deus.
A união entre o Espírito e o corpo é definitiva desde o momento da concepção? Durante esse primeiro período, o Espírito poderia renunciar a tomar o corpo que lhe foi designado?
— A união é definitiva no sentido de que outro Espírito não poderia substituir o que foi designado para o corpo; mas, como os laços que o prendem são muito frágeis, fáceis de romper, podem ser rompidos pela vontade do Espírito que recua ante a prova escolhida. Nesse caso, a criança não vinga.
Que acontece ao Espírito, se o corpo que ele escolheu morrer antes de nascer?
— Escolhe outro.
a) Qual pode ser a utilidade dessas mortes prematuras?
—As imperfeições da matéria, na maioria das vezes, são a causa dessas mortes.
Que utilidade pode ter para um Espírito a sua encarnação num corpo que morre poucos dias depois de nascer?
— O ser ainda não tem consciência bastante desenvolvida da sua existência; a importância da morte é quase nula; frequentemente, como já dissemos, trata-se de uma prova para os pais.
O Espírito sabe, com antecedência, que o corpo por ele escolhido não tem possibilidade de viver?
— Sabe, algumas vezes; mas, se o escolheu por esse motivo, é que recua ante a prova.
Quando falha uma encarnação para o Espírito, por uma causa qualquer, é ela suprida imediatamente por outra existência?
— Nem sempre imediatamente; o Espírito necessita de tempo para escolher de novo, a menos que a reencarnação instantânea decorra de uma determinação anterior.
O Espírito, uma vez unido ao corpo da criança, e não podendo mais retroceder, lamenta algumas vezes a escolha feita?
— Queres perguntar se, como homem, ele se queixa da vida que tem? Se desejaria outra? Sim. Se lamenta a escolha feita? Não, porque não sabe que a escolheu. O Espírito, uma vez encarnado, não pode lamentar uma escolha de que não tem consciência, mas pode achar muito pesada a carga. E, se a considera acima de suas forças, é então que recorre ao suicídio.
No intervalo da concepção ao nascimento, o Espírito goza de todas as suas faculdades? 
— Mais ou menos, segundo a fase, porque não está ainda encarnado, mas ligado ao corpo. Desde o instante da concepção, a perturbação começa a envolver o Espírito, advertido, assim, de que chegou o momento de tomar uma nova existência; essa perturbação vai crescendo até o nascimento. Nesse intervalo, seu estado é mais ou menos o de um Espírito encarnado, durante o sono do corpo. A medida que o momento do nascimento se aproxima, suas ideias se apagam, assim como a lembrança do passado se apaga desde que entrou na vida. Mas essa lembrança lhe volta pouco a pouco à memória, no seu estado de Espírito.
No momento do nascimento, o Espírito recobra imediatamente a plenitude de suas faculdades?
— Não: elas se desenvolvem gradualmente com os órgãos. Ele se encontra numa nova existência; é preciso que aprenda a se servir dos seus instrumentos; as ideias lhe voltam pouco a pouco, como a um homem que acorda e se encontra numa posição diferente da que ocupava antes de dormir.
A união do Espírito com o corpo não estando completa e definidamente consumada, senão depois do nascimento, pode considerar-se o feto como tendo uma alma?
— O Espírito que deve animar existe, de qualquer maneira, fora dele. Propriamente falando, ele não tem uma alma, pois a encarnação está apenas em vias de se realizar, mas está ligado à alma que deve possuir.
Como se explica a vida intrauterina?
— E a da planta que vegeta. A criança vive a vida animal. O homem possui em si a vida animal e a vida vegetal, que completa, ao nascer, com a vida espiritual.
Há, como o indica a Ciência, crianças que desde o ventre da mãe não têm possibilidades de viver? E com que fim acontece isso?
— Isso acontece frequentemente, e Deus o permite como prova, seja
para os pais, seja para o Espírito destinado a encarnar.
Há crianças natimortas que não foram destinadas à encarnação de um Espírito?
— Sim, há as que jamais tiveram um Espírito destinado aos seus corpos: nada devia cumprir-se nela. É somente pelos pais que essa criança nasce.
a) Um ser dessa natureza pode chegar ao tempo norma! De nascimento?
— Sim, algumas vezes, mas então não vive.             
b) Toda criança que sobrevive tem, portanto, necessariamente, um Espírito encarnado em si?
— Que seria ela, sem o Espírito? Não seria um ser humano.
Quais são, para o Espírito, as consequências do aborto?
— Uma existência nula e a recomeçar.
O aborto provocado é um crime, qualquer que seja a época da concepção? 
— Há sempre crime quando se transgride a lei de Deus. A mãe ou qualquer pessoa cometerá sempre um crime ao tirar a vida à criança antes do seu nascimento, porque isso é impedir a alma de passar pelas provas de que o corpo devia ser o instrumento.
No caso em que a vida da mãe estaria em perigo pelo nascimento da criança, há crime em sacrificar a criança para salvar a mãe?
—É preferível sacrificar o ser que não existe a sacrificar o que existe.
E racional ter pelos fetos o mesmo respeito que se tem pelo corpo de uma criança que tivesse vivido?
— Em tudo isto vede a vontade de Deus e a sua obra, e não trateis levianamente as coisas que deveis respeitar. Por que não respeitar as obras da criação, que, às vezes, são incompletas pela vontade do Criador? Isso pertence aos seus desígnios, que ninguém é chamado a julgar.

 FONTE:" O LIVRO DOS ESPÍRITOS" ALLAN KARDEC

"O QUE ACONTECE COM O ESPÍRITO DE UMA CRIANÇA QUE DESENCARNA."

 Imagem relacionada

“Recomeça em outra existência.”
O desencarne de recém-nascidos, freqüentemente, trata-se de prova para os pais, pois o Espírito não tem consciência do que ocorre. A maioria dessas mortes, entretanto, é por conta da imperfeição da matéria.
Se uma criança desencarna de acidente com menos de 11 anos, ela é socorrida pelos Espíritos na mesma hora.
Os desencarnes súbitos, de uma forma geral, são muito traumáticos para o Espírito. Allan Kardec diz que no processo de desencarne, todos sofrem uma espécie de "perturbação espiritual", que pode variar de algumas horas a anos, dependendo da evolução de cada um. Nos desencarnes convencionais geralmente os Espíritos permanecem sem consciência do que lhe aconteceu por um certo tempo e, se têm merecimento, são recolhidos às colônias socorristas existentes próximas da crosta terrena. Ali são devidamente atendidos. Nos casos de desencarne de crianças, suspeita-se que sejam atendidas de imediato pela Espiritualidade, em função de estarem num estado psíquico especial, próprio da infância. Não estando de posse de todas as suas faculdades, não seria lógico admitir que ficassem em estado de sofrimento por causa dos atos da vida. Claro, a responsabilidade aumenta na medida em que a maturidade avança, criando condições para o Espírito ficar em estado de sofrimento por um tempo mais longo, se for necessário. Não há uma idade definida, que marque o início da fase adulta, assim como não há um ponto definido que separe o dia da noite. Em determinado período se confundem, mas acabam se definindo a seguir. De uma maneira geral, pode-se concluir que todos os Espíritos que desencarnam em fase infantil são imediatamente atendidos pela Espiritualidade e preparados para recomeçarem em uma nova existência.
 O Espírito, quando desencarna, permanece com os mesmos condicionamentos mentais que tinha na Terra, até que se conscientize de sua real situação. Permanecerá em estado de criança ou de adolescente, por um determinado tempo, dependendo de sua evolução, ou seja, de seu grau de entendimento, até que adquira plena consciência de sua condição e de suas necessidades. Isso, geralmente acontece com Espíritos que ainda estão em situação de pouca evolução espiritual. Por isso, nas colônias socorristas próximas à crosta terrestre, encontram-se Espíritos em condição de crianças e adolescentes. Deve-se saber, entretanto, que esta situação perdura apenas por um determinado período.
Se uma única existência tivesse o homem e se, extinguindo-se lhe ela, sua sorte ficasse decidida para toda a eternidade, qual seria o mérito de metade do gênero humano, que morre na infância, para gozar, sem esforços, da felicidade eterna e com que direito se acharia isenta das condições, às vezes tão duras, a que se vê submetida a outra metade?
Quem merece mais o Paraíso: “Uma criança que morre aos cinco anos de idade ou um idoso que morre aos 85? Diria que a criança, pois morreu inocente. Mas inocente de que? Se não fez o mal também não fez o bem. Será que se tivesse vivido também até aos 85, não teria cometido os mesmos erros de outros que viveram até esta idade?
Semelhante ordem de coisas não corresponderia à justiça de Deus. Com a reencarnação, a igualdade é real para todos. O futuro a todos toca sem exceção e sem favor para quem quer que seja. Os retardatários só de si mesmos se podem queixar. Forçoso é que o homem tenha o merecimento de seus atos, como tem deles a responsabilidade.
Aliás, não é racional considerar-se a infância como um estado normal de inocência.
Não se veem crianças dotadas dos piores instintos, numa idade em que ainda nenhuma influência pode ter tido a educação? Alguns não há que parecem trazer do berço a astúcia, a felonia, a perfídia, até pendor para o roubo e para o assassínio, não obstante os bons exemplos que de todos os lados se lhes dão? A lei civil as absorve de seus crimes, porque, diz ela, obraram sem discernimento. Tem razão a lei, porque, de fato, elas obram mais por instinto do que intencionalmente. Donde, porém, provirão instintos tão diversos em crianças da mesma idade, educadas em condições idênticas e sujeitas às mesmas influências? Donde a precoce perversidade, senão da inferioridade do Espírito, uma vez que a educação em nada contribuiu para isso? As que se revelam viciosas, é porque seus Espíritos muito pouco hão progredido. Sofrem então, por efeito dessa falta de progresso, as consequências, não dos atos que praticam na infância, mas dos de suas existências anteriores.
Assim é que a lei é uma só para todos e que todos são atingidos pela justiça de Deus.


Sabino Rodrigues

Fonte; “O Livro dos Espíritos”

VAIDADE


Muitos são os pecados capitais que carregamos conosco no linear da nossa evolução, e uma delas é a vaidade, que nos põe como donos da verdade e da sabedoria. Nossa vaidade nos faz presunçosos e orgulhosos pois nos carateriza como um ser prepotente e arrogante. A vaidade não nos deixa crescer, nem nos tornarmos melhores, visto que nos indica como sendo superiores aos demais. Ser vaidoso nos conduz a uma falsa situação de superioridade acima dos outros com os quais convivemos. A vaidade faz com que nos tornamos frios e insensíveis aos problemas do mundo. A vaidade é um obstáculo poderoso a felicidade, e a humildade nos conduz a situações melhores

do site Gotas de Paz

PENSAMENTO DE HOJE


O temor é parente próximo do desejo, pois tememos profundamente os resultados contrários às coisas que desejamos ardentemente conseguir.

Frei Luis de León

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